Minerais Metálicos
VALE S.A.
Pesquise no conteúdo dos documentos, filtre por tipo e abra a fonte original para conferir o contexto completo.
Comunicações
100 documentos- Apresentação15 mai 2026Abrir fonte ↗
Apresentação Institucional Vale: Estratégia, Operações e ESG (Maio 2026)
Apresentação institucional da Vale detalhando suas operações em minério de ferro e metais básicos, estratégia de crescimento, compromissos ESG, alocação de capital e desempenho financeiro projetado para 2025-2026.
- A Vale projeta produção em 2025 de 336 Mt de minério de ferro, 31 Mt de pelotas, 177 kt de níquel e 382 kt de cobre.
- A Companhia prevê uma receita operacional líquida de US$ 38,4 bilhões e EBITDA Proforma de US$ 15,9 bilhões para 2025.
- A governança corporativa da Vale adota o padrão do Novo Mercado da B3, com conselho de administração majoritariamente independente.
- A estratégia da Vale prioriza segurança operacional, com 63% do programa de descaracterização de barragens a montante já concluído e sem barragens em nível 3 de emergência.
- A demanda por minério de ferro deve se manter estável, impulsionada pelo crescimento na Índia, Sudeste Asiático e MENA, com siderúrgicas comprometidas com a descarbonização.
- A Vale busca maximizar o valor de seu portfólio de minério de ferro através de produtos premium e maior flexibilidade na cadeia de suprimentos, com foco em soluções de baixo carbono.
- A área de Metais Básicos visa dobrar a produção de cobre até 2035 e alcançar excelência operacional em níquel, investindo em projetos de baixo risco e alto retorno como Bacaba, Salobo e Alemão.
- O CAPEX da empresa é projetado para ficar abaixo de US$ 6 bilhões, com um aumento na alocação para projetos de metais básicos, e a dívida líquida expandida mantida entre US$ 10-20 bilhões.
- Os compromissos ESG incluem avanços nas reparações de Brumadinho (81% concluído) e Mariana (66% concluído), além de metas de redução de emissões de Escopo 1 e 2 em 33% até 2030 e de Escopo 3 em 15% até 2035.
- A Vale atua em programas sociais que visam tirar 500 mil pessoas da pobreza extrema e apoia a autonomia de povos indígenas, com foco em desenvolvimento local e relações comunitárias.
- Outro14 mai 2026Abrir fonte ↗
Vale anuncia pagamento de juros de debêntures incentivadas da 11ª emissão
A Vale S.A. informa o pagamento de juros remuneratórios no valor total de R$ 201.021.910,48 referente às debêntures incentivadas da 11ª emissão em 15 de maio de 2026.
- A Vale S.A. efetuará o pagamento de juros remuneratórios das debêntures incentivadas.
- O pagamento refere-se às debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, da 11ª emissão, séries 1ª, 2ª e 3ª.
- O valor total a ser pago é de R$ 201.021.910,48.
- A data do pagamento será 15 de maio de 2026.
- Serão contemplados os detentores com posição em custódia na B3 S.A. e/ou no Banco Itaú Unibanco S.A. no fechamento do dia 14 de maio de 2026.
- Os valores por série são: 1ª série (R$ 67.713.549,32), 2ª série (R$ 66.498.521,52) e 3ª série (R$ 66.809.839,64).
- Apresentação12 mai 2026Abrir fonte ↗
Apresentação Vale: BofA Global Metals, Mining & Steel Conference 2026
A Vale apresentou sua estratégia e perspectivas para 2026 e anos seguintes no BofA Global Metals, Mining & Steel Conference, focando em minério de ferro, cobre e níquel.
- Tendências estruturais de eletrificação, big data e modernização aeroespacial/defesa, juntamente com mudanças geopolíticas, devem impulsionar a demanda por minerais.
- A Vale visa liderar a geração de valor na mineração de forma ética e sustentável, com foco em minério de ferro, níquel e cobre.
- A plataforma de minério de ferro da Vale é destacada pela flexibilidade, resiliência de custos e crescimento de produção de 336 Mt para ~360 Mt com baixo CAPEX.
- O segmento de cobre projeta crescimento significativo, com produção esperada de 350-380 kt em 2025 para 420-500 kt em 2026, e potencial de perfuração brownfield e projetos de baixa intensidade de capital.
- O negócio de Níquel/Polimetálicos posiciona a Vale como fornecedor ocidental líder de minerais críticos, com ativos de longa vida, AISC competitivo de ~US$10.7k/t no 1T26 e produção de >500 ktpa CuEq.
- A eficiência de custos e o momento favorável de preços dos metais, especialmente para níquel, devem impulsionar forte geração de EBITDA e fluxo de caixa livre (FCF), com ramp-up de projetos-chave como VBME e Onça Puma.
- A Vale apresenta fundamentos sólidos e resiliência, gerenciamento de riscos e um portfólio competitivo, resultando em um FCF yield superior em comparação com pares diversificados.
- Fato Relevante12 mai 2026Abrir fonte ↗
Vale atualiza projeções de fluxo de caixa livre e EBITDA
A Vale S.A. atualiza suas projeções para 2026, com impacto do conflito no Oriente Médio no fluxo de caixa livre de Minério de Ferro e sensibilidades de EBITDA para o Níquel.
- A Vale S.A. atualizou suas projeções financeiras para 2026, apresentadas na Bank of America Metals, Mining and Steel Conference.
- A atualização considera o impacto das condições de mercado decorrentes do conflito no Oriente Médio no fluxo de caixa livre do segmento de Soluções de Minério de Ferro.
- O segmento de Minério de Ferro projeta um aumento de US$ 1,5 bilhão no fluxo de caixa livre em 2026, impulsionado por US$ 1,2 bilhão em EBITDA e US$ 425 milhões em hedge.
- Novas premissas de preço para 2026 incluem minério de ferro a US$ 112/t (pós-conflito) e Brent a US$ 104/bbl (pós-conflito), comparado a US$ 102/t e US$ 67/bbl (pré-conflito).
- As projeções também incluem as sensibilidades de EBITDA e fluxo de caixa do segmento de Níquel da Vale Base Metals (VBM).
- As estimativas para Níquel utilizam preços de consenso de analistas para metais como cobre, cobalto, ouro, platina e paládio para 2026 e 2027.
- As demais estimativas do Formulário de Referência da Vale permanecem inalteradas e serão reapresentadas futuramente.
- A Vale esclarece que as projeções são estimativas baseadas em premissas e dados hipotéticos, sujeitas a riscos e incertezas.
- Outro30 abr 2026Abrir fonte ↗
Ata das Assembleias Gerais Ordinária e Extraordinária da Vale (2026)
A Ata registra as deliberações das Assembleias Gerais Ordinária e Extraordinária da Vale S.A., realizadas em 30 de abril de 2026, com aprovações de contas, remuneração, eleição de conselheiros, incorporações e aumento de capital social.
- Foi aprovado o relatório da administração e as demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.
- A destinação do resultado do exercício de 2025 foi aprovada.
- A remuneração anual global dos administradores e membros do Conselho Fiscal para o ano de 2026 foi fixada em até R$177.335.639,00, sem encargos.
- Foram eleitos 5 membros efetivos e igual número de suplentes para o Conselho Fiscal da Companhia.
- A nomeação do Sr. Marcio Antônio Chiumento como membro efetivo do Conselho de Administração foi ratificada.
- Foram aprovados os protocolos e justificações para a incorporação da Baovale Mineração S.A. e da CDA Logística S.A., subsidiárias integrais da Vale.
- A nomeação da Macso Legate Auditores Independentes e seus laudos de avaliação para as incorporações de Baovale e CDA foram ratificados e aprovados.
- As incorporações da Baovale e da CDA pela Vale foram aprovadas, resultando na extinção das subsidiárias e sucessão de seus bens, direitos e obrigações.
- Foi aprovada a alteração do caput do Art. 5º do Estatuto Social para refletir os novos números de ações do capital social devido ao cancelamento de 99.847.816 ações ordinárias.
- Foi aprovado um aumento de capital social de R$500.000.000,00, elevando o capital social para R$77.800.000.000,00, mediante capitalização de parte da Reserva de Incentivo Fiscal de Imposto de Renda da SUDAM.
- Apresentação29 abr 2026Abrir fonte ↗
Vale: Performance Operacional e Financeira no 1T26
A apresentação da Vale detalha o desempenho operacional e financeiro do primeiro trimestre de 2026, com foco em segurança, produção de minério de ferro e metais básicos, e sustentabilidade.
- A Vale reportou uma redução de 80% nas barragens em nível de emergência desde 2020 e nenhuma barragem de Nível 3 desde agosto de 2025.
- A produção de minério de ferro aumentou 3% no 1T26, atingindo o maior nível para um primeiro trimestre em múltiplos ativos, enquanto as vendas cresceram 4%.
- A produção de cobre e níquel registrou aumentos de 13% e 12% respectivamente no 1T26, marcando os maiores Q1 desde 2017 e 2020.
- O EBITDA Proforma da Vale dobrou ano a ano no segmento de Metais Básicos (VBM) e o de minério de ferro teve um aumento de 21% no 1T26.
- Os custos caixa C1 e os custos all-in do minério de ferro apresentaram sensibilidades a fatores como câmbio e combustíveis, com guidance para 2026 de US$ 20-21,5/t e US$ 52-56/t, respectivamente.
- Os custos all-in do cobre e do níquel caíram 1,8% e 48% (vs 1T25), respectivamente, impulsionados por maiores receitas de subprodutos e volume, com guidance para 2026 de US$ 1,0-1,5/t e US$ 12,0-13,5/t.
- O Fluxo de Caixa Livre (recorrente) do 1T26 foi direcionado para a remuneração de acionistas, incluindo US$ 2,7 bilhões em dividendos e US$ 0,1 bilhão em recompra de ações.
- A dívida líquida expandida alcançou US$ 17,792 bilhões no 1T26, permanecendo dentro da meta de US$ 10 bilhões a US$ 20 bilhões.
- A empresa iniciará operações em 2029 com as primeiras embarcações oceânicas movidas a etanol, em parceria com a Shandong Shipping, com potencial para reduzir emissões em cerca de 90%.
- Release28 abr 2026Abrir fonte ↗
Resultados da Vale no 1T26: Sólido Desempenho e Avanço em Projetos
A Vale reportou um sólido desempenho no primeiro trimestre de 2026, com aumento significativo no EBITDA Proforma e Lucro Líquido, impulsionado por melhores preços e volumes de vendas e avanço em projetos estratégicos e compromissos ESG.
- A Receita líquida de vendas totalizou US$ 9.258 milhões no 1T26, um aumento de 14% em comparação anual.
- O EBITDA Proforma atingiu US$ 3.895 milhões, com crescimento de 21% a/a, impulsionado por melhores preços e volumes de vendas em todos os segmentos.
- O Lucro líquido atribuível proforma atingiu US$ 1.893 milhões no 1T26, um aumento de 29% a/a.
- O Fluxo de Caixa Livre recorrente cresceu 61% a/a, totalizando US$ 813 milhões, beneficiado pelo EBITDA Proforma e menores impostos pagos.
- As vendas de minério de ferro, cobre e níquel aumentaram 4%, 11% e 15% a/a, respectivamente.
- O custo caixa C1 do minério de ferro atingiu US$ 23,6/t, com aumento de 12% a/a devido à apreciação do BRL.
- Os custos all-in do cobre melhoraram para US$ -642/t, enquanto os custos all-in do níquel recuaram 48% a/a, devido a receitas de subprodutos e melhorias de custos.
- A Dívida líquida expandida aumentou para US$ 17.8 bilhões, após o pagamento de US$ 2.7 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio.
- O projeto Serra Sul +20 alcançou 86% de progresso físico, com previsão de início de operação no segundo semestre de 2026.
- A Vale Base Metals (VBM) firmou acordo para formação de consórcio para operações de Thompson e publicou seus primeiros relatórios de sustentabilidade e financeiros de 2025.
- Duas barragens de rejeitos (Maravilhas II e Laranjeiras Norte) tiveram seus níveis de emergência removidos pela ANM, alcançando 80% de redução desde 2020.
- Acordo para afretamento de navios Guaibamax movidos a etanol visa reduzir emissões de gases de efeito estufa em até 90% a partir de 2029.
- A execução do Acordo de Reparação Integral de Brumadinho concluiu 81% dos compromissos até o 1T26.
- O programa de reparação da Samarco desembolsou R$ 74,7 bilhões até 31 de março de 2026.
- ITR28 abr 2026Abrir fonte ↗
Resultados da Vale no 1T26
A Vale reportou um início sólido em 2026, com EBITDA Proforma de US$ 3,9 bilhões e Lucro Líquido atribuível de US$ 1,9 bilhão, impulsionados por volumes de vendas e preços realizados favoráveis, além de avanços em projetos estratégicos e su
- A Receita líquida de vendas atingiu US$ 9.258 milhões no 1T26, um aumento de 14% em comparação anual (a/a).
- O EBITDA Proforma totalizou US$ 3,9 bilhões, representando um crescimento de 21% a/a.
- O Lucro líquido atribuível aos acionistas da Vale foi de US$ 1.893 milhões, 36% maior a/a.
- As vendas de minério de ferro aumentaram 4%, cobre 11% e níquel 15% a/a, enquanto os preços médios realizados para esses produtos também apresentaram alta.
- O Custo caixa C1 do minério de ferro totalizou US$ 23,6/t, com custos all-in de US$ 55,4/t, ambos impactados pela apreciação do BRL.
- Os custos all-in do cobre melhoraram para US$ -642/t, e os custos all-in do níquel recuaram 48% a/a para US$ 8.184/t, devido a receitas de subprodutos e melhorias de custos.
- O Fluxo de caixa livre recorrente foi de US$ 813 milhões, US$ 309 milhões maior a/a.
- Os Investimentos no imobilizado e intangível (CAPEX) totalizaram US$ 1,1 bilhão, em linha com o guidance anual para 2026.
- A Dívida líquida expandida encerrou o trimestre em US$ 17,8 bilhões, impactada pelo pagamento de US$ 2,7 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio.
- O projeto Serra Sul +20 alcançou 86% de progresso físico e o Britador de Compactos S11D 91% de conclusão, ambos com início de operação previsto para o 2S26.
- VBM firmou acordo para formação de consórcio nas operações de Thompson e garantiu offtake para concentrado de níquel.
- A Vale removeu mais duas barragens de nível de emergência, atingindo uma redução de 80% desde 2020.
- Foram anunciadas as primeiras embarcações Guaibamax movidas a etanol para descarbonização, com previsão de início de operação em 2029.
- O programa de mineração circular avançou com um projeto de reprocessamento de rejeitos em Gongo Soco para produção de minério de ferro.
- A execução do Acordo de Reparação Integral de Brumadinho atingiu 81% dos compromissos concluídos, e R$ 74,7 bilhões foram desembolsados no programa de reparação de Samarco.
- Outro13 abr 2026Abrir fonte ↗
Aviso aos Debenturistas - Pagamento de Juros da 10ª Emissão
A Vale S.A. informa sobre o pagamento de juros remuneratórios de suas debêntures incentivadas da 10ª emissão, totalizando R$ 199.987.459,84.
- A Vale S.A. realizará o pagamento de juros remuneratórios das debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, da 10ª emissão.
- O pagamento, no valor total de R$ 199.987.459,84, será efetuado em 15 de abril de 2026.
- Os juros correspondem às séries 1ª, 2ª e 3ª das debêntures incentivadas.
- Os beneficiários são os detentores com composição em custódia na B3 S.A. ou no Banco Itaú Unibanco S.A., no fechamento do dia 14 de abril de 2026.
- Outro10 abr 2026Abrir fonte ↗
Moody’s Local Brasil ratifica rating AAA.br da Vale
A Vale S.A. informa que a Moody's Local Brasil ratificou seu rating corporativo (CFR) em AAA.br e que a versão em inglês do relatório está disponível.
- A Moody’s Local Brasil Agência de Classificação de Risco Ltda. ratificou o rating corporativo (CFR) da Vale S.A. em AAA.br.
- Este comunicado segue o relatório divulgado pela Moody’s Local Brasil em 31 de março de 2026, que revisou o rating corporativo da Companhia.
- A versão em inglês do referido relatório está agora disponível para consulta.
- Apresentação31 mar 2026Abrir fonte ↗
Vale Base Metals: Estratégia e Perspectivas de Crescimento
Apresentação detalha a estratégia da Vale Base Metals (VBM) para dobrar a produção de cobre, otimizar o negócio de níquel e gerar valor através de disciplina operacional e capital.
- A VBM é um pilar fundamental da estratégia da Vale, com ambição de liderar a geração de valor na mineração de forma ética e sustentável.
- As metas de produção até 2035 incluem dobrar a produção de cobre para ~700 ktpa, otimizar o negócio de níquel e manter um portfólio flexível de minério de ferro (420-500 Mt em 2026).
- A VBM projeta um crescimento orgânico de cobre com CAGR de +4% até 2030 e +6% até 2035, superando a média de seus pares diversificados.
- A contribuição da VBM para o EBITDA da Vale é esperada para aumentar, com uma projeção de US$ 3.7-5.5 bilhões em 2026 (consenso de mercado).
- Em 2025, a empresa reportou produção de 382 kt de cobre e 177 kt de níquel, com receita líquida de US$ 8.273M e EBITDA ajustado de US$ 3.283M.
- O mercado de minerais críticos (cobre e níquel) apresenta forte demanda impulsionada pela eletrificação e transição energética, enfrentando oferta limitada.
- A VBM possui um pipeline de projetos de cobre de baixa intensidade de capital e alto retorno, incluindo Bacaba, Alemão, Cristalino e Salobo CPF.
- A estratégia de exploração visa aumentar os recursos minerais de cobre e níquel, com um crescimento de 3.7% nos recursos de cobre e 9.4% nos de níquel em 2025.
- O foco em segurança operacional resultou em zero fatalidades em 2025 e uma redução de 69% em eventos de segurança de processo.
- A VBM busca excelência operacional e sustentabilidade, com 69% do níquel e 92% do cobre produzidos no primeiro quartil de intensidade de carbono.
- O balanço patrimonial é robusto, com dívida líquida de US$ 1.189M e alavancagem de 0.4x em 2025, e projeção de Fluxo de Caixa Livre de US$ 0.4-1.9 bilhões em 2026.
- A transformação da empresa resultou em melhoria de produtividade e redução de custos, com custos all-in de cobre de 603 US$/t e níquel de 12.158 US$/t em 2025.
- Fato Relevante31 mar 2026Abrir fonte ↗
Vale atualiza projeções de contribuição de VBM ao EBITDA e Fluxo de Caixa Livre
A Vale S.A. informou a atualização de suas estimativas, incluindo o potencial de contribuição da Vale Base Metals (VBM) ao EBITDA consolidado e o Fluxo de Caixa Livre da VBM para 2026.
- A Vale atualizou estimativas para incluir o guidance da Vale Base Metals (VBM) e a sensibilidade do fluxo de caixa da VBM para 2026.
- A Vale estima que a VBM poderá responder por aproximadamente 30% a 35% do EBITDA consolidado da Companhia a partir de 2035.
- Esta estimativa para a VBM considera premissas de preços de longo prazo para cobre, níquel e ouro, e projeções de produção de minério de ferro, níquel e cobre.
- O Fluxo de Caixa Livre da VBM em 2026 é estimado em uma faixa entre US$0,4 bilhão e US$1,9 bilhão em termos reais.
- A estimativa de Fluxo de Caixa Livre da VBM baseia-se em projeções de preços mínimos e máximos de analistas sell-side para cobre, níquel e ouro.
- Todas as demais estimativas divulgadas no Formulário de Referência da Companhia permanecem inalteradas.
- As informações divulgadas são estimativas e declarações prospectivas, não representando garantia de desempenho.
- ITR31 mar 2026Abrir fonte ↗
Demonstrações Financeiras Intermediárias 1T26
Este documento apresenta as demonstrações financeiras intermediárias consolidadas da Vale S.A. para o 1T26, detalhando resultados financeiros, balanço patrimonial, fluxos de caixa e eventos corporativos e provisões.
- O lucro líquido atribuído aos acionistas da Vale S.A. consolidado foi de R$9.953 milhões no primeiro trimestre de 2026.
- A receita de vendas líquida consolidada atingiu R$48.680 milhões no 1T26.
- Os ativos da operação de Thompson no Canadá foram reclassificados como mantidos para venda, devido à formação de uma nova entidade.
- A Companhia recomprou 4.980.600 ações ordinárias e aprovou o cancelamento de 99.847.816 ações em tesouraria no período.
- Foi realizado o pagamento de R$14.465 milhões em dividendos e juros sobre capital próprio aos acionistas, referentes aos resultados de 2025.
- A produção da usina de pelotização de São Luís foi temporariamente suspensa, levando ao reconhecimento de uma provisão de R$715 milhões para um contrato de gás natural 'take-or-pay'.
- As provisões relacionadas ao rompimento da barragem de Brumadinho totalizaram R$10.223 milhões em 31 de março de 2026.
- As provisões para o rompimento da barragem de Samarco somaram R$14.076 milhões em 31 de março de 2026, incluindo uma provisão adicional de R$2.450 milhões reconhecida em 2025 devido à decisão do tribunal do Reino Unido.
- O Conselho de Administração da Vale aprovou a continuidade das negociações para otimização dos contratos de concessão das ferrovias EFC e EFVM.
- Outro31 mar 2026Abrir fonte ↗
Moody’s Local Brasil afirma ratings AAA.br da Vale; perspectiva estável
A Moody’s Local Brasil afirmou o Rating Corporativo AAA.br da Vale S.A. e de suas debêntures com perspectiva estável, citando sua forte posição competitiva, métricas de crédito robustas, diversificação de negócios e gestão financeira conser
- A Moody’s Local Brasil afirmou o Rating Corporativo (CFR) AAA.br da Vale S.A. e os ratings AAA.br da 8ª, 10ª e 11ª Emissão de Debêntures, com perspectiva estável.
- A afirmação reflete a posição da Vale como uma das maiores mineradoras de minério de ferro e em metais de transição energética, com forte posição competitiva e diversificação geográfica.
- A Companhia encerrou 2025 com receita de US$ 38,4 bilhões e EBITDA ajustado de US$ 13,8 bilhões, com a margem EBITDA ajustada em 36%.
- A unidade de Metais Básicos (VBM) teve um crescimento de 28% na receita líquida, atingindo US$ 8,2 bilhões em 2025, impulsionado por preços e volumes de cobre e níquel.
- A produção de cobre atingiu 382 kt e a de níquel 177 kt em 2025, os maiores níveis desde 2018 e 2022, respectivamente.
- A geração de caixa operacional (CFO) foi de US$ 9,1 bilhões em 2025, e o capex totalizou US$ 5,5 bilhões, com foco na expansão da divisão de cobre.
- O fluxo de caixa livre (FCF) foi negativo em US$ 627 milhões em 2025, uma melhora em relação à queima de US$ 1,1 bilhão em 2024.
- A alavancagem bruta ajustada foi de 1,4x em 2025, e a cobertura de juros ajustada foi de 8,2x em dezembro de 2025, indicando métricas de crédito robustas.
- A Vale mantém uma política financeira conservadora e liquidez robusta, com caixa de curto prazo de R$ 5,6 bilhões e US$ 5,0 bilhões em linhas de crédito rotativo.
- O acordo definitivo de Mariana reduziu incertezas, e litígios em Londres e Amsterdã, embora possam gerar saídas de caixa, não devem alterar substancialmente a liquidez da Companhia.
- As projeções para o médio prazo incluem um CFO anual entre US$ 10 e US$ 13 bilhões e FCF positivo com normalização do capital de giro e redução de investimentos.
- Os ratings estão no patamar mais alto da escala e não podem ser elevados; rebaixamento pode ocorrer por custos de Brumadinho significativamente acima do provisionado, deterioração da liquidez ou fatores ESG, ou alavancagem bruta ajustada pe
- Outro23 mar 2026Abrir fonte ↗
Vale anuncia pagamento semestral de Debêntures Participativas
A Vale S.A. informa o pagamento da remuneração semestral das debêntures participativas em 31 de março de 2026, totalizando R$ 700.458.853,73, com data-base em 30 de março de 2026.
- A Vale S.A. realizará o pagamento da remuneração semestral das debêntures participativas.
- O pagamento ocorrerá em 31 de março de 2026, com valor bruto de R$ 2,341507529 por debênture.
- O montante total a ser pago aos detentores é de R$ 700.458.853,73.
- A data-base para os detentores elegíveis é o fechamento do dia 30 de março de 2026.
- A liquidação financeira está prevista para 1º de abril de 2026, por meio da B3 ou do Banco Bradesco S.A.
- Haverá incidência de imposto de renda na fonte sobre o valor pago, com alíquota variável conforme o beneficiário, salvo exceções legais.
- O cálculo considera 299.148.666 debêntures em circulação, remanescentes após a liquidação de 89.410.390 debêntures em 2025.
- Apresentação3 mar 2026Abrir fonte ↗
Apresentação Institucional Vale: Estratégia e Desempenho 2025
A Vale apresentou sua visão estratégica e desempenho em 2025, destacando sua liderança em minério de ferro, níquel e cobre, compromissos ESG, e planos de crescimento e alocação de capital.
- A Vale é líder global na produção de minério de ferro e maior produtora de pelotas, além de ser importante produtora de níquel e cobre, com forte presença global.
- A produção em 2025 atingiu 336 Mt de minério de ferro, 31 Mt de pelotas, 382 kt de cobre e 177 kt de níquel.
- A receita operacional líquida da Vale em 2025 foi de US$ 38,4 bilhões, com EBITDA proforma de US$ 15,9 bilhões e CAPEX de US$ 5,5 bilhões.
- A empresa reportou uma dívida líquida expandida de US$ 15,6 bilhões em 31 de dezembro de 2025 e pagou US$ 3,6 bilhões em dividendos e Juros sobre Capital Próprio no ano.
- A Vale adota práticas de governança corporativa alinhadas ao Novo Mercado da B3, com maioria de membros independentes no Conselho de Administração.
- Os compromissos ESG incluem a redução de 21% em incidentes de segurança N21 e a descaracterização de 19 barragens até 2025, sem barragens em nível 3 de emergência.
- A estratégia para o negócio de minério de ferro foca na maximização de valor através de portfólio de produtos premium, flexibilidade da cadeia de suprimentos e soluções para siderurgia sustentável.
- O programa Novo Carajás prevê um investimento de R$ 70 bilhões entre 2025-2030, reforçando a posição do Brasil em minerais críticos e descarbonização.
- Para a Vale Metais Básicos, a estratégia é dobrar a produção de cobre e otimizar a eficiência operacional do níquel, com projetos como Bacaba, Salobo CPF e Alemão.
- A Vale visa alcançar um custo caixa C1 para minério de ferro entre US$ 20,0-21,5/t e manter o CAPEX anual abaixo de US$ 6 bilhões, com foco em crescimento de commodities essenciais.
- As ações de reparação de Mariana e Brumadinho estão avançadas, com cerca de R$ 73 bilhões desembolsados para Mariana e 81% das obrigações de Brumadinho concluídas até dezembro de 2025.
- Metas ESG incluem a redução de 33% das emissões de Escopo 1 e 2 até 2030 e a proteção ou restauração de 500 mil hectares de áreas florestais.
- Apresentação23 fev 2026Abrir fonte ↗
Apresentação da Vale na BMO 2026 Global Metals, Mining & Critical Minerals Conference
A Vale S.A. apresentou na BMO 2026 Global Metals, Mining & Critical Minerals Conference sua estratégia de crescimento e portfólio competitivo em minério de ferro e cobre.
- A empresa almeja liderar a geração de valor na mineração de forma ética e sustentável, com foco em segurança, pessoas e inovação.
- Para minério de ferro, a Vale projeta produção de ~360 Mtpa até 2030, com custos C1 competitivos, liderando a descarbonização da siderurgia.
- A produção de cobre da Vale Base Metals (VBM) deverá quase dobrar, atingindo 420-500 ktpa até 2030 e ~700 ktpa até 2035, com um crescimento focado no endowment de Carajás.
- Os projetos de cobre em Carajás, como Alemão e Bacaba, preveem US$ 3,5 bilhões em CAPEX nos próximos 5 anos, com intensidade de capital abaixo da média da indústria.
- A VBM busca autossustentar seu crescimento com geração de caixa positiva, melhoria nos custos all-in de cobre e níquel, e Fluxo de Caixa Livre (FCL) projetado de ~US$ 1.1 bilhão em 2026.
- A Vale oferece uma proposta de valor clara com projeção de 15,6% de dividend yield em 2025 e 3% de CAGR de volume (em cobre equivalente) entre 2025-2030, mantendo CAPEX total abaixo de US$ 6 bilhões.
- Fato Relevante23 fev 2026Abrir fonte ↗
Vale atualiza projeções para investimentos em cobre e fluxo de caixa
A Vale S.A. informou a atualização de suas estimativas de sensibilidade de fluxo de caixa e cronograma de investimentos de capital para projetos de cobre, a serem apresentadas em conferência.
- A Vale atualizou as estimativas para sensibilidade de fluxo de caixa e cronograma de investimentos em projetos de cobre.
- Os investimentos anuais em projetos de cobre na região de Carajás totalizam US$ 3,5 bilhões no período de 2026-2030, incluindo o projeto Bacaba.
- A sensibilidade do Fluxo de Caixa Livre da Vale Base Metals é estimada em aproximadamente US$ 1,1 bilhão em 2026, com base em projeções de preços de cobre e níquel.
- A sensibilidade do Fluxo de Caixa Livre para o acionista (FCFE) da Vale é projetada entre US$ 4,6-5,7 bilhões em 2026, representando um FCFE yield de ~7,0-8,5%.
- As premissas para o FCFE incluem um consenso de EBITDA Proforma de ~US$ 17,5 bilhões e Capex de US$ 5,4-5,7 bilhões para 2026, além de despesas financeiras líquidas e impostos.
- Todas as demais estimativas do Formulário de Referência da Companhia permanecem inalteradas, e o documento será reapresentado com as atualizações conforme a Resolução CVM nº 80/2022.
- A empresa ressalta que as informações divulgadas são estimativas hipotéticas e não constituem promessa de desempenho, estando sujeitas a fatores de mercado externos ao controle da Vale.
- Apresentação13 fev 2026Abrir fonte ↗
Desempenho da Vale no 4T25: Produção, Custos e Alocação de Capital
A Vale apresentou seus resultados do quarto trimestre de 2025, destacando o desempenho operacional sólido, a redução de custos em todos os segmentos e a alocação de capital disciplinada.
- A Vale reafirmou sua ambição de liderar a geração de valor na mineração, com foco em minério de ferro, níquel e cobre, impulsionada por excelência operacional e crescimento acelerado.
- Em 2025, a empresa cumpriu todos os guidances, registrou sólida performance, redução de custos em todos os segmentos, robusto retorno aos acionistas e avanços na segurança de barragens.
- A produção de minério de ferro cresceu 6% no 4T25 e 3% em 2025, atingindo o maior nível desde 2018, com ramp-up de projetos como Vargem Grande e Capanema.
- A produção de cobre e níquel teve crescimento de dois dígitos em 2025, com destaque para recordes em Salobo e sucesso no comissionamento do segundo forno de Onça Puma.
- Os custos all-in apresentaram melhorias em todos os segmentos no 4T25, com reduções de 3% no minério de ferro, 77% no cobre e 27% no níquel comparado a 2024.
- A alocação de capital focou em equilibrar crescimento, CAPEX disciplinado (abaixo de US$ 6 bilhões no longo prazo) e retorno aos acionistas, com US$ 2,8 bilhões em dividendos anunciados.
- O EBITDA Proforma do 4T25 foi de US$ 4,834 bilhões, com forte contribuição da Vale Metais Básicos e apoio da excelência operacional.
- A geração de Fluxo de Caixa Livre recorrente foi robusta, impulsionando a dívida líquida expandida para uma tendência de aproximação ao centro do intervalo da meta.
- DFP12 fev 2026Abrir fonte ↗
Demonstrações Financeiras 4T25: Eventos Chave, Impairment e Provisões
O documento apresenta as demonstrações financeiras consolidadas e individuais da Companhia para o exercício findo em 31 de dezembro de 2025, detalhando eventos financeiros, operacionais e contingências relevantes.
- A Companhia reportou perdas por impairment de R$9.517 em ativos de níquel (UGC Newfoundland and Labrador) e R$9.463 em goodwill alocado a UGCs de níquel do Canadá no 4T25.
- Realizou recompra parcial de debêntures participativas por R$3.755 e emitiu títulos subordinados de R$4.006 (US$750 milhões) com vencimento em 2056 e debêntures de R$6 bilhões em 2025.
- Registrou uma provisão adicional de R$2.450 (US$449 milhões) referente à ação judicial no Reino Unido sobre o rompimento da barragem de Fundão, após decisão favorável confirmando responsabilidade da BHP.
- O Acordo Definitivo de Reparação Integral da Samarco, estimado em R$170 bilhões, foi homologado em novembro de 2024, substituindo acordos anteriores e estabelecendo um plano de pagamentos de 20 anos.
- A recuperação judicial da Samarco foi concluída em agosto de 2025 por decisão da 2ª Vara Empresarial da Comarca de Belo Horizonte.
- Houve desinvestimentos na Aliança Geração de Energia S.A. (perda de R$1.146), Vale Oman Distribution Center (ganho de R$6.776) e PT Vale Indonesia Tbk (ganho de R$5.710) em 2024/2025.
- A Companhia implementou um programa de recompra de até 120 milhões de ações ordinárias ou ADRs, com duração de 18 meses a partir de fevereiro de 2025.
- As metas de descarbonização incluem a redução de 33% nas emissões Escopo 1 e 2 até 2030, 15% nas emissões líquidas Escopo 3 até 2035, e emissões líquidas zero de Escopo 1 e 2 até 2050.
- DFP12 fev 2026Abrir fonte ↗
Demonstrações Financeiras Completas de 2025
O documento apresenta as demonstrações financeiras consolidadas e individuais da Companhia para o exercício de 2025, detalhando performance operacional, gestão financeira e provisões significativas.
- A Companhia apresentou as Demonstrações do Resultado, Resultado Abrangente, Fluxos de Caixa, Balanço Patrimonial, Mutações do Patrimônio Líquido e Valor Adicionado para o exercício findo em 31 de dezembro de 2025.
- Foi reconhecida uma perda por impairment total de R$19.517 em ativos de níquel da Vale Metais Básicos no quarto trimestre de 2025, impactada pela redução na projeção de preços.
- A Companhia concluiu a recompra parcial de debêntures participativas por R$3.755 e realizou emissões de R$4.006 em títulos subordinados e R$6 bilhões em debêntures para projetos de infraestrutura durante 2025.
- Uma provisão adicional de R$2.450 foi reconhecida devido à decisão da corte Inglesa sobre a responsabilidade da BHP no rompimento da barragem de Fundão.
- O desinvestimento de 70% da participação na Aliança Geração de Energia S.A. por R$4.616 resultou em uma perda de R$1.146.
- As discussões administrativas e judiciais relativas a posições fiscais incertas totalizaram R$48.742 em 31 de dezembro de 2025.
- A Companhia aprovou dividendos e juros sobre capital próprio no valor total de R$32.524 para os acionistas durante 2025.
- As provisões para descaracterização de barragens e descomissionamento de ativos somaram R$33.902 em 31 de dezembro de 2025.
- Release12 fev 2026Abrir fonte ↗
Vale: Desempenho Operacional e Financeiro do 4T25 e 2025
A Vale reportou forte desempenho operacional e financeiro no 4T25 e em 2025, com guidances atingidos, aumento de vendas, melhoria de custos e progresso em projetos e reparações.
- A Vale atingiu todos os guidances para 2025, demonstrando forte desempenho operacional e de custos em todos os segmentos de negócio.
- As vendas de minério de ferro, cobre e níquel aumentaram 5%, 8% e 5% a/a, respectivamente, no 4T25, e 3%, 12% e 11% a/a em 2025.
- O preço médio realizado de finos de minério de ferro foi de US$ 95,4/t, cobre US$ 11.003/t, e níquel US$ 15.015/t no 4T25.
- O custo caixa C1 de finos de minério de ferro atingiu US$ 21,3/t em 2025, marcando o segundo ano consecutivo de redução de custos.
- O EBITDA Proforma totalizou US$ 4,8 bilhões no 4T25, um aumento de 17% a/a, impulsionado por preços mais fortes e maiores volumes de vendas.
- O CAPEX totalizou US$ 2,0 bilhões no 4T25, em linha com o guidance anual de US$ 5,5 bilhões.
- O fluxo de caixa livre recorrente atingiu US$ 1,7 bilhão no 4T25, beneficiado por um EBITDA Proforma robusto e menores despesas financeiras líquidas.
- A dívida líquida expandida diminuiu US$ 1,0 bilhão t/t, totalizando US$ 15,6 bilhões ao fim do 4T25.
- A empresa avançou significativamente em projetos de minério de ferro (Capanema, Vargem Grande 1, Serra Sul+20) e metais básicos (Bacaba, JV com Glencore para cobre).
- A Vale concluiu a recompra de US$ 703 milhões em debêntures participativas, e 27 barragens foram retiradas do nível de emergência desde 2020.
- O lucro líquido atribuível aos acionistas foi de US$ -3,8 bilhões no 4T25, impactado por impairment de US$ 3,5 bilhões em ativos de níquel no Canadá e baixa de imposto diferido.
- Os programas de reparação de Brumadinho e Samarco continuam progredindo, com 81% e R$ 73 bilhões desembolsados, respectivamente.
- Release12 fev 2026Abrir fonte ↗
Resultados da Vale no 4T25 e 2025: Desempenho Operacional e Financeiro
A Vale reportou um forte desempenho operacional e de custos no 4T25 e em 2025, atingindo todos os guidances, impulsionado por maiores volumes de vendas e preços realizados em minério de ferro e metais básicos, apesar de impactos pontuais.
- A Vale atingiu todos os guidances para 2025, com forte desempenho operacional e de custos em todos os segmentos de negócio.
- As vendas de minério de ferro, cobre e níquel aumentaram significativamente no 4T25 e no ano de 2025.
- O preço médio realizado de finos de minério de ferro foi de US$ 95,4/t no 4T25, cobre atingiu US$ 11.003/t e níquel US$ 15.015/t.
- O custo caixa C1 de finos de minério de ferro foi de US$ 21,3/t em 2025, marcando o segundo ano consecutivo de redução de custos.
- Os custos all-in de cobre foram de US$ -881/t no 4T25 e de níquel caíram 35% a/a para US$ 9.001/t, devido a receita de subprodutos e melhorias operacionais.
- O EBITDA Proforma totalizou US$ 4,8 bilhões no 4T25, aumento de 17% a/a, refletindo maior contribuição da Vale Metais Básicos.
- O CAPEX totalizou US$ 2,0 bilhões no 4T25, em linha com o guidance anual de US$ 5,5 bilhões.
- O Fluxo de caixa livre recorrente atingiu US$ 1,7 bilhão no 4T25 e US$ 4,8 bilhões em 2025, impulsionado pelo EBITDA Proforma e redução de despesas financeiras.
- A dívida líquida expandida diminuiu US$ 1,0 bilhão t/t, atingindo US$ 15,6 bilhões ao fim do trimestre, devido à geração de fluxo de caixa e ajustes de provisão da Samarco.
- A Vale pagará US$ 1,8 bilhão em dividendos e juros sobre capital próprio em março, além de US$ 1,0 bilhão em remuneração extraordinária paga em janeiro.
- O Lucro Líquido Proforma foi de US$ 1,5 bilhão no 4T25, enquanto o lucro líquido atribuível aos acionistas da Vale foi de US$ -3,8 bilhões, impactado por impairment em ativos de níquel e baixa de imposto diferido.
- Projetos como Capanema, Vargem Grande 1 e Serra Sul+20 avançam, e o projeto Bacaba (cobre) teve as obras iniciadas com licença de instalação concedida.
- A Vale recomprou 23% das debêntures participativas em circulação, totalizando US$ 703 milhões.
- Houve remoção dos níveis de emergência de barragens como Maravilhas II e Campo Grande foi eliminada, com 63% de conclusão do Programa de Descaracterização de Barragens a Montante.
- O Acordo de Reparação Integral de Brumadinho está 81% concluído e o programa de reparação da Samarco desembolsou R$ 73 bilhões até o final de 2025.
- Fato Relevante9 fev 2026Abrir fonte ↗
Vale: Bloqueio Patrimonial e Status das Unidades Fábrica e Viga
A Vale informa sobre a rejeição de pedidos de bloqueio patrimonial de R$ 2,846 bilhões e detalha o status de outras medidas liminares e a segurança de suas barragens.
- Três pedidos de bloqueio patrimonial liminar, totalizando R$ 2,846 bilhões, foram rejeitados pelos tribunais competentes.
- Um pedido de bloqueio patrimonial no valor de R$ 200 milhões ainda está pendente de decisão.
- Medidas liminares concedidas incluem a paralisação das operações nas unidades de Fábrica e Viga e a elaboração do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas.
- Os extravasamentos registrados em Fábrica e Viga em janeiro de 2026 não têm relação com as barragens da Vale, que permanecem seguras e sob monitoramento contínuo.
- As causas dos eventos seguem sendo apuradas tecnicamente, e a Companhia executa ações de remoção de sedimentos e limpeza das áreas afetadas.
- Fato Relevante5 fev 2026Abrir fonte ↗
Vale: Novos Pedidos de Bloqueio Patrimonial por Extravasamentos em MG
A Vale informou sobre três novas medidas judiciais com pedidos de bloqueio patrimonial totalizando R$ 2,046 bilhões devido a extravasamentos nas unidades Fábrica e Viga em Minas Gerais.
- A Vale identificou três novas medidas judiciais relacionadas a extravasamentos nas unidades operacionais de Fábrica e Viga, em Ouro Preto e Congonhas (MG).
- Os pedidos de bloqueio patrimonial somam R$ 200 milhões (MPF, Viga), R$ 1 bilhão (Estado de MG, Viga) e R$ 846 milhões (MPMG/Estado de MG, Fábrica).
- A Companhia esclareceu que os extravasamentos não têm relação com suas barragens na região, que permanecem com condições de segurança inalteradas.
- A Vale está cooperando com as autoridades, apurando as causas dos eventos e já iniciou a remoção de sedimentos e o desenvolvimento do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD).
- Release14 jan 2026Abrir fonte ↗
Vale informa pagamento de juros e principal de debêntures da 8ª emissão
A Vale S.A. anunciou o pagamento de juros e principal de suas debêntures da 8ª emissão em 15 de janeiro de 2026, totalizando R$ 130.013.729,35.
- A Vale realizará o pagamento de juros e principal das debêntures da 8ª emissão em 15 de janeiro de 2026.
- O valor total do pagamento será de R$ 130.013.729,35.
- Este pagamento é destinado aos detentores com posição em custódia na B3 S.A. e/ou no Banco Itaú Unibanco S.A. até o fechamento de 14 de janeiro de 2026.
- O montante corresponde ao último pagamento devido às debêntures da 3ª série, que vencem em 15 de janeiro de 2026.
- As debêntures da 4ª série permanecem vigentes após este pagamento.
- Outro13 jan 2026Abrir fonte ↗
Vale informa data da Assembleia Geral Ordinária para 30 de abril de 2026
A Vale S.A. comunicou a data prevista para a realização de sua Assembleia Geral Ordinária em 30 de abril de 2026, conforme divulgado em seu Calendário Anual de Eventos Corporativos.
- A Vale S.A. informou a data prevista para sua Assembleia Geral Ordinária (AGO).
- A AGO está programada para 30 de abril de 2026.
- A divulgação está em conformidade com o Art. 37, § 2º, da Resolução CVM nº 81/2022.
- A data coincide com o Calendário Anual de Eventos Corporativos da Vale, publicado em 5 de dezembro de 2025.
- Informações adicionais sobre a Assembleia Geral Ordinária serão divulgadas oportunamente.
- Apresentação9 jan 2026Abrir fonte ↗
Vale: Performance, Estratégia e ESG (Dezembro 2025)
Apresentação institucional da Vale detalha suas operações globais em minério de ferro, níquel e cobre, estratégias de crescimento e descarbonização, performance financeira de 2024 e compromissos ESG.
- A Vale é líder global em produção de minério de ferro, pelotas, níquel e cobre, com presença em 19 países.
- Em 2024, a empresa registrou receitas operacionais líquidas de US$ 38,1 bilhões e EBITDA Proforma de US$ 15,4 bilhões.
- A dívida líquida expandida em 31 de outubro de 2025 era de US$ 16,6 bilhões, dentro da meta de US$ 10-20 bilhões.
- A estratégia foca em segurança, com TRIFR de 1,1 em 2024 e descaracterização de 19 barragens concluída, visando nenhuma em nível 3 de emergência até 2025.
- No negócio de Minério de Ferro, a Vale busca maximizar o valor do portfólio com produtos premium e soluções para a descarbonização da siderurgia.
- A produção de minério de ferro projetada para 2030 é de ~360 Mt, com um custo caixa C1 de US$ 20,0-21,5/t esperado em 2026.
- O segmento de Metais Básicos visa dobrar a produção de cobre para 700 ktpa e alcançar neutralidade de caixa no níquel até 2027.
- Projetos de crescimento em cobre incluem Bacaba (50 ktpa Cu), Salobo CPF (+30 ktpa Cu) e Alemão (80 ktpa Cu).
- O CAPEX total será mantido abaixo de US$ 6 bilhões, com crescimento direcionado a commodities essenciais.
- A Vale mantém compromisso com a política de dividendos e desembolsou US$ 3,9 bilhões em dividendos e JCP em 2024.
- A empresa avançou significativamente nas reparações de Brumadinho (81% concluído até Dez/2025) e Mariana (acordo definitivo assinado em Out/2024).
- Os compromissos ESG incluem redução de 33% nas emissões de Escopo 1 e 2 até 2030, proteção de 500 mil hectares de florestas e apoio a 500 mil pessoas para sair da pobreza extrema.
- Outro31 dez 2025Abrir fonte ↗
Inventário de Direitos Minerários da Vale S.A. para Escritura de Debêntures - 31/12/2025
O documento apresenta o inventário dos direitos minerários da Vale S.A. vinculados à sua escritura de debêntures, atualizado até 31 de dezembro de 2025.
- O inventário detalha os direitos minerários da Vale S.A. relacionados à Escritura de Emissão de Debêntures.
- A atualização do inventário foi realizada com base no último evento de tramitação na ANM, com dados consolidados até 31 de dezembro de 2025.
- A quantidade total de processos minerários vigentes abrangidos pela escritura de debêntures era de 259 em 31 de dezembro de 2025, cobrindo uma área total de 1.484.710,12 hectares.
- Entre julho e dezembro de 2025, não houve alterações no número total de processos nem em eventos relacionados aos processos minerários da Escritura de Debêntures.
- Os direitos minerários estão distribuídos em blocos geográficos como Carajás, Espinhaço, Gradaús, Parú Jari Sul, Quadrilátero Ferrífero, Riacho dos Machados e Vazante.
- Cada bloco detalha os processos por número de mapa, processo ANM, município, UF, área (ha) e fase (e.g., Pedido de Pesquisa, Alvará de Pesquisa, Concessão de Lavra, Relatório Final, Recurso).
- Release4 dez 2025Abrir fonte ↗
Vale: Moody's ratifica rating Baa2
A Vale informa que a Moody's Investor Service ratificou o rating de crédito da companhia em Baa2, com perspectiva estável, e disponibilizou a versão em português do relatório.
- A Moody's Investor Service ratificou o rating de crédito da Vale S.A. em Baa2.
- A perspectiva do rating atribuído pela Moody's permanece estável.
- A Vale disponibilizou a versão em português do relatório da Moody's sobre a ratificação do rating.
- O relatório original da Moody's que manteve a nota da Vale foi divulgado anteriormente em 19 de novembro.
- Fato Relevante2 dez 2025Abrir fonte ↗
Vale: Atualização de Projeções de Produção, Vendas e Custos
A Vale S.A. informa sobre a atualização de suas projeções de volumes de produção e vendas, componentes de custo, gastos fixos, investimentos de capital e compromissos para os próximos anos.
- A Companhia atualizou as estimativas para volumes de produção de minério de ferro, manganês, níquel e cobre.
- Foram atualizadas as projeções para o volume de vendas de produtos de minério de ferro, incluindo Carajás Médio Teor e PFC.
- A empresa divulgou novas estimativas para o teor médio de ferro contido em produtos vendidos de Soluções de Minério de Ferro.
- Os componentes de custo all-in (US$/t) para o minério de ferro, bem como o Gasto Fixo em Soluções de Minério de Ferro (US$ bilhões), foram atualizados.
- As projeções de investimentos de capital por tipo e por negócio (US$ bilhões) foram revistas para os próximos anos.
- A Vale atualizou as estimativas de saída de caixa para os compromissos relacionados à descaracterização de barragens, Brumadinho e Mariana (US$ bilhões).
- A sensibilidade do retorno do fluxo de caixa livre para os anos de 2026 e 2030 foi apresentada sob diferentes cenários de preços de minério de ferro, níquel e cobre.
- Foram descontinuadas as projeções para o teor médio de ferro contido (2026 e 2030), o prêmio all-in no minério de ferro (2025 e 2026) e o retorno do fluxo de caixa livre (2025).
- A projeção 'Vendas de produtos de minério de ferro: Carajás Médio Teor e PFC' foi renomeada para 'Volume de vendas - Produtos de minério de ferro: Carajás Médio Teor e PFC'.
- Fato Relevante27 nov 2025Abrir fonte ↗
Vale anuncia remuneração aos acionistas
A Vale S.A. informou que seu Conselho de Administração aprovou a distribuição de remuneração aos acionistas, totalizando R$3,581771057 por ação.
- A Vale S.A. aprovou a distribuição de remuneração aos acionistas no valor total de R$3,581771057 por ação ordinária e por ação preferencial de classe especial.
- Os detentores de ações na B3 até 11 de dezembro de 2025 farão jus ao recebimento, com as ações negociadas ex-dividendo a partir de 12 de dezembro de 2025.
- O pagamento aos detentores de ações na B3 será em duas parcelas: R$1,244102486 por ação (dividendos) em 7 de janeiro de 2026 e R$0,768133538 por ação (dividendos) mais R$1,569535033 por ação (Juros sobre Capital Próprio) em 4 de março de 20
- Os titulares de ADRs negociados na NYSE com record date em 12 de dezembro de 2025 farão jus ao recebimento, com pagamentos a partir de 14 de janeiro e 11 de março de 2026.
- Os dividendos e Juros sobre Capital Próprio foram declarados com base no balanço de 30 de setembro de 2025, representando uma antecipação da destinação do resultado do exercício de 2025.
- O valor por ação pode sofrer pequena variação até as datas de corte devido ao programa de recompra de ações em vigor.
- Fato Relevante19 nov 2025Abrir fonte ↗
Vale Overseas precifica US$750M em títulos subordinados com vencimento em 2056
A Vale S.A., através de sua subsidiária Vale Overseas Limited, precificou uma oferta de US$750 milhões em títulos subordinados com vencimento em 2056.
- A Vale Overseas Limited precificou US$750 milhões em títulos subordinados com data fixa para reajuste.
- Os títulos, com vencimento em 25 de fevereiro de 2056, foram emitidos com rendimento de 6,125% e preço de 99,488% do principal.
- A taxa de juros inicial é de 6,000% ao ano, pagável semestralmente, e será reajustada a cada cinco anos a partir de 2031.
- As Notes são obrigações subordinadas e sem garantia real da Vale Overseas, garantidas pela Vale, com prioridade de pagamento inferior a outras obrigações financeiras.
- Os recursos líquidos da emissão serão utilizados para finalidades corporativas gerais, incluindo a recomposição parcial de caixa após a aquisição de Debêntures Participativas.
- A oferta foi restrita a investidores institucionais qualificados e não-residentes nos EUA, não sendo registrada na CVM.
- Fato Relevante19 nov 2025Abrir fonte ↗
Moody's ratifica rating Baa2 da Vale
A Moody's Investor Service manteve a nota de crédito da Vale em Baa2 com perspectiva estável, conforme comunicado da companhia.
- A Moody's Investor Service ratificou o rating da Vale em Baa2 com perspectiva estável.
- O relatório completo da Moody's está disponível em inglês no website da agência e anexo à comunicação.
- Uma versão em português do relatório será divulgada em breve.
- O comunicado inclui uma declaração sobre expectativas futuras da Vale, sujeitas a riscos e incertezas.
- Outro14 nov 2025Abrir fonte ↗
Aviso aos Debenturistas: Vale paga juros de debêntures incentivadas da 11ª emissão
A Vale S.A. informa o pagamento de juros remuneratórios no valor de R$ 181,8 milhões referentes às debêntures incentivadas da 11ª emissão, com liquidação em 17 de novembro de 2025.
- A Vale S.A. realizará o pagamento de juros remuneratórios das debêntures incentivadas de sua 11ª emissão.
- As debêntures são simples, não conversíveis em ações e da espécie quirografária, abrangendo as séries 1ª, 2ª e 3ª.
- O valor total do pagamento será de R$ 181.845.438,54.
- A data de pagamento dos juros é 17 de novembro de 2025.
- Os detentores elegíveis são aqueles com posição em custódia na B3 S.A. e/ou no Banco Itaú Unibanco S.A. no fechamento do dia 14 de novembro de 2025.
- Fato Relevante14 nov 2025Abrir fonte ↗
Vale atualiza sobre processo do Reino Unido e acordo da barragem de Fundão
A Vale S.A. confirmou que a Alta Corte da Inglaterra considerou a BHP responsável pelo rompimento da barragem de Fundão e atualizou sobre o acordo definitivo no Brasil, além de prever provisões adicionais.
- A Alta Corte da Inglaterra considerou a BHP Group Ltd. e a BHP Group UK Ltd. responsáveis pelo rompimento da barragem de Fundão em 2015, sob a legislação brasileira.
- A decisão inglesa confirmou a validade das renúncias e termos de quitação assinados por reclamantes já indenizados no Brasil, o que reduzirá o número e o valor das demandas.
- Vale e BHP firmaram um acordo confidencial em julho de 2024 para compartilhar igualmente a responsabilidade por qualquer valor que qualquer uma seja condenada a pagar nos processos do Reino Unido ou Holanda.
- Um segundo julgamento no Reino Unido, para determinar se a BHP causou os prejuízos e questões genéricas de valor, está previsto para começar em outubro de 2026.
- Em outubro de 2024, Samarco, BHP Billiton Brasil Ltda e Vale celebraram um acordo de US$ 32 bilhões (R$ 170 bilhões) com autoridades brasileiras para a quitação integral de ações relacionadas ao rompimento.
- Desde 2015, Samarco, BHP Brasil e Vale destinaram US$ 13 bilhões para ações de reparação e compensação, com mais de US$ 6 bilhões pagos em indenizações e auxílios financeiros a pelo menos 610 mil pessoas.
- A reconstrução das comunidades de Novo Bento Rodrigues e Paracatu atingiu 98% de conclusão.
- A Companhia estima uma provisão adicional de aproximadamente US$ 500 milhões em suas demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2025 para obrigações decorrentes do rompimento.
- Em 30 de setembro de 2025, a Vale já havia reconhecido uma provisão de US$ 2,401 bilhões para obrigações sob o Acordo Definitivo no Brasil.
- Fato Relevante5 nov 2025Abrir fonte ↗
Vale conclui liquidação de aquisição facultativa de debêntures participativas
A Vale S.A. informa a conclusão da liquidação da aquisição facultativa de 89.410.390 debêntures participativas da 6ª emissão, representando 23,01% do total em circulação.
- A Vale S.A. concluiu a liquidação da aquisição facultativa de debêntures participativas de sua 6ª emissão.
- Foram adquiridas 89.410.390 debêntures, o que corresponde a 23,01% do total de debêntures em circulação.
- Esta é a única oferta de aquisição facultativa realizada desde a emissão das debêntures em 1997.
- A iniciativa representa um marco relevante na gestão de passivos financeiros da Companhia.
- Apresentação4 nov 2025Abrir fonte ↗
Apresentação Institucional da Vale: Estratégia, Operações e ESG (Outubro 2025)
A Vale apresenta sua estratégia corporativa, com foco em minério de ferro e metais para transição energética, destacando o desempenho operacional, disciplina de capital e compromissos ESG.
- A Vale é líder na produção de minério de ferro e pelotas, e está entre os maiores produtores de níquel, com grandes reservas de cobre.
- Em 2024, a empresa registrou receitas operacionais líquidas de US$ 38,1 bilhões e EBITDA proforma de US$ 15,4 bilhões, com um CAPEX de US$ 6,0 bilhões.
- A dívida líquida expandida da Vale era de US$ 18,2 bilhões em 31 de março de 2025, e a empresa pagou US$ 3,9 bilhões em dividendos e JCP em 2024.
- A governança corporativa da Vale adere aos padrões do Novo Mercado da B3, com um Conselho de Administração majoritariamente independente.
- A empresa foca em duas áreas de negócio principais: Soluções de Minério de Ferro e Metais para Transição Energética (cobre e níquel).
- A Vale busca um portfólio de minério de ferro flexível e superior, otimizando o valor e desenvolvendo soluções para a descarbonização da siderurgia, como os Mega Hubs.
- Projeções de produção de minério de ferro indicam um aumento de 328 Mt em 2024 para 340-360 Mt em 2026 e ~360 Mt em 2030.
- Para Metais para Transição Energética, a Vale projeta atingir uma produção de cobre de 420-500 ktpa até 2030 e de níquel de 210-250 ktpa no mesmo período.
- A Vale investe na segurança de suas operações, com destaque para a descaracterização de 17 de 30 barragens até 2024 e o programa de mineração circular.
- A empresa mantém a disciplina de custos com um programa de eficiência e projeta um custo caixa C1 entre US$ 18-19,5/t para o minério de ferro até 2030.
- O CAPEX é planejado para ser estável, entre US$ 5,4-5,7 bilhões em 2025 e 2026, equilibrando crescimento e manutenção.
- A Vale está comprometida com as reparações de Brumadinho e Mariana, com 79% do acordo de Brumadinho concluído até setembro de 2025 e o acordo definitivo de Mariana assinado em outubro de 2024.
- Os compromissos ESG da Vale incluem metas para reduzir emissões de GEE (Escopo 1 e 2 em 33% até 2030), proteger florestas e reduzir o consumo de água doce.
- A empresa é a primeira no Brasil e entre as grandes mineradoras a publicar o Relatório de Informações Financeiras Relacionadas à Sustentabilidade, adotando os padrões do ISSB.
- Apresentação31 out 2025Abrir fonte ↗
Desempenho da Vale no 3T25
Apresentação detalha o desempenho operacional e financeiro da Vale no terceiro trimestre de 2025, abordando produção, projetos, segurança, ESG, resultados financeiros e endividamento.
- A Vale reportou um desempenho sólido em todos os segmentos, com produção de cobre, minério de ferro e níquel alinhada ou próxima ao limite superior do guidance.
- O segundo forno de Onça Puma iniciou operações com sucesso em setembro de 2025, adicionando 15 ktpa de capacidade de níquel e um CAPEX 13% abaixo do orçamento.
- O Programa Novo Carajás avança com a concessão de licenças operacionais para Serra Sul +20 (20 Mtpa de minério de ferro) e Serra Leste (10 Mtpa de minério de ferro), além da licença preliminar para Bacaba (50 ktpa de cobre).
- A empresa planeja investimentos de R$ 70 bilhões no Programa Novo Carajás entre 2025 e 2030.
- Não há barragens da Vale classificadas no Nível 3 de emergência, e 60% do programa de descaracterização de barragens foi concluído.
- A Vale registrou melhorias em seus ratings ESG, reconhecendo o progresso sólido.
- O EBITDA Proforma do 3T25 foi impulsionado por melhorias de eficiência e realização de preços.
- As vendas de minério de ferro foram robustas, com estoques a serem convertidos em vendas nos próximos trimestres.
- Os custos de minério de ferro (C1 caixa e all-in) estão no caminho para alcançar o guidance.
- Os custos all-in de níquel e cobre apresentaram melhoria contínua, com guidance revisado para baixo, devido a maiores receitas de subprodutos e CPV mais baixo.
- A empresa demonstrou uma geração robusta de Fluxo de Caixa Livre (FCL) recorrente e contribuição do negócio da Aliança Energia.
- A dívida líquida expandida da Vale está se movendo em direção à média do intervalo meta.
- ITR30 out 2025Abrir fonte ↗
Demonstrações Financeiras Intermediárias Consolidadas e Individuais 3T25
Apresenta as demonstrações financeiras intermediárias consolidadas e individuais da Vale S.A. para o período de nove meses findo em 30 de setembro de 2025, detalhando resultados financeiros e operacionais, eventos relevantes e notas explica
- As demonstrações financeiras intermediárias consolidadas e individuais foram preparadas conforme o CPC 21 e a IAS 34.
- A Companhia está estruturada em dois segmentos operacionais: Soluções de Minério de Ferro e Metais para Transição Energética.
- Em outubro de 2025, a Vale aprovou uma proposta para a aquisição facultativa da totalidade das debêntures participativas em circulação.
- A Companhia concluiu a venda de 70% de participação na Aliança Geração de Energia S.A. para a Global Infrastructure Partners (GIP), resultando em uma perda de R$472 milhões no resultado do terceiro trimestre de 2025.
- A remuneração aos acionistas, aprovada em julho de 2025 na forma de Juros sobre o Capital Próprio (JCP), totalizou R$8.091 milhões e foi paga em setembro de 2025.
- As tarifas impostas pelos Estados Unidos da América sobre produtos brasileiros não são esperadas causar impactos significativos nas operações ou fluxos de caixa da Companhia.
- O LAJIDA (EBITDA) ajustado consolidado foi de R$23.765 milhões no período de três meses findo em 30 de setembro de 2025, e R$61.101 milhões nos nove meses do mesmo período.
- O Balanço Patrimonial consolidado em 30 de setembro de 2025 registrou ativo total de R$484.953 milhões e passivo total de R$260.220 milhões.
- A Companhia não espera impactos materiais no cálculo do imposto de renda ou nas demonstrações financeiras futuros decorrentes da aplicação das regras do Pilar Dois da OCDE.
- Foram detalhadas as provisões e movimentações relacionadas ao rompimento da barragem de Brumadinho e aos passivos da Samarco, incluindo um complemento de provisão de R$1.009 milhões para a Samarco nos nove meses de 2025.
- Os processos judiciais remanescentes da Samarco no Reino Unido e na Holanda são classificados com expectativa de perda possível, sem estimativa confiável do montante atual.
- Release30 out 2025Abrir fonte ↗
Resultados da Vale no 3T25: Sólido Desempenho Operacional e Financeiro
A Vale reportou um trimestre sólido, com desempenho operacional consistente, progresso estratégico e compromisso com a segurança, destacando recordes de produção e redução de custos em seus principais negócios.
- A produção de minério de ferro atingiu o maior nível trimestral desde 2018, e o cobre registrou o melhor resultado para um terceiro trimestre desde 2019.
- O custo all-in do minério de ferro caiu 4% a/a para US$ 52,9/t, e o custo caixa C1 de finos permaneceu estável em US$ 20,7/t, alinhado ao guidance de 2025.
- Os custos all-in de cobre e níquel foram reduzidos em 65% a/a (para US$ 994/t) e 32% a/a (para US$ 12.347/t), respectivamente, com revisões para baixo dos guidances para 2025.
- O EBITDA Proforma totalizou US$ 4,4 bilhões no 3T25, representando um aumento de 17% a/a, impulsionado por maiores volumes, eficiência de custos e preços favoráveis de commodities.
- O lucro líquido atribuível aos acionistas da Vale foi de US$ 2,7 bilhões, um aumento de 11% a/a.
- A geração de Fluxo de Caixa Livre recorrente atingiu US$ 1,6 bilhão, um crescimento de 205% a/a.
- A dívida líquida expandida diminuiu US$ 0,8 bilhão t/t, totalizando US$ 16,6 bilhões, com o alvo de dívida líquida expandida mantido entre US$ 10 bilhões e US$ 20 bilhões.
- A Vale não possui mais barragens classificadas no nível 3 de emergência, com a barragem Forquilha III tendo seu nível de emergência reduzido para 2 e outras barragens tendo seus níveis retirados.
- O projeto do segundo forno de Onça Puma iniciou operações com sucesso, adicionando 15 ktpa de capacidade de níquel, e o Programa Novo Carajás avançou com licenças de operação para projetos de minério de ferro.
- A Vale concluiu a JV da Aliança Energia, recebendo US$ 1 bilhão e garantindo acesso a energia renovável, e lançou uma oferta para adquirir debêntures participativas visando otimizar a estrutura de capital.
- ITR30 out 2025Abrir fonte ↗
Resultados do 3T25 da Vale: Forte Desempenho Operacional e Financeiro
A Vale reportou um sólido desempenho no terceiro trimestre de 2025, impulsionado por maiores volumes de vendas, melhores preços de commodities e eficiências de custos, resultando em crescimento do EBITDA e do Lucro Líquido, além de melhoria
- As vendas de minério de ferro, cobre e níquel registraram aumentos de 5%, 20% e 6% ano a ano, respectivamente.
- O preço médio realizado de finos de minério de ferro foi de US$94,4/t, 11% superior em relação ao trimestre anterior e 4% superior ano a ano.
- Os custos all-in do minério de ferro caíram 4% ano a ano para US$52,9/t, e os custos all-in do cobre e níquel foram reduzidos em 65% e 32% ano a ano, respectivamente.
- O guidance de custo all-in para cobre e níquel em 2025 foi revisado para baixo, indicando melhoria na eficiência.
- O EBITDA Proforma totalizou US$4,4 bilhões, um aumento de 28% ano a ano, refletindo maiores volumes, eficiência nos custos e preços elevados das commodities.
- O Lucro Líquido Proforma atingiu US$2,7 bilhões, um crescimento de 78% ano a ano.
- O CAPEX foi de US$1,3 bilhão, mantendo a empresa no caminho para atingir o guidance de US$5,4-5,7 bilhões para 2025.
- O Fluxo de Caixa Livre recorrente foi de US$1,6 bilhão, US$1,0 bilhão superior ano a ano.
- A dívida líquida expandida diminuiu US$0,8 bilhão no trimestre, totalizando US$16,6 bilhões, dentro da meta de US$10-20 bilhões.
- O segundo forno de Onça Puma iniciou operações, adicionando 15 ktpa à capacidade de níquel, e o Programa Novo Carajás avança com licenças para Serra Sul e Serra Leste.
- A Vale concluiu a JV da Aliança Energia, recebendo US$1 bilhão e garantindo acesso a energia renovável competitiva.
- Barragens como Forquilha III, Doutor e Dicão Leste tiveram seus níveis de emergência reduzidos ou retirados, e a barragem Grupo foi totalmente eliminada.
- A Vale implementou o Padrão Global da Indústria para a Gestão de Rejeitos (GISTM) em todas as suas barragens de rejeitos.
- Os acordos de reparação de Brumadinho e Samarco continuam progredindo, com 79% e R$70 bilhões em desembolsos, respectivamente.
- Fato Relevante30 out 2025Abrir fonte ↗
Vale atualiza projeções de custos all-in de cobre e níquel para 2025
A Vale S.A. anunciou a atualização de suas estimativas de custos all-in para cobre e níquel em 2025, refletindo melhor desempenho operacional e preços de ouro como subproduto acima das expectativas.
- A Vale atualizou as estimativas de custos all-in de cobre e níquel para o ano de 2025.
- Os novos valores refletem o sólido desempenho operacional e preços de ouro como subproduto superiores às expectativas.
- A estimativa de custo all-in de cobre para 2025 foi revisada para US$1.000-1.500/t, abaixo da projeção anterior de US$1.500-2.000/t.
- A estimativa de custo all-in de níquel para 2025 foi revisada para US$13.000-14.000/t, abaixo da projeção anterior de US$14.000-15.500/t.
- A projeção para o custo all-in de cobre considera uma faixa de preços do ouro de US$3.500/onça troy a US$4.100/onça troy para o 4T25.
- Todas as demais estimativas divulgadas anteriormente pela Companhia permanecem inalteradas.
- A Companhia reitera que as estimativas são hipotéticas e não constituem promessa de desempenho, estando sujeitas a fatores de mercado fora do controle da Vale.
- A Vale reapresentará o item 3 de seu Formulário de Referência em momento oportuno, conforme a Resolução CVM nº 80/2022.
- Release23 out 2025Abrir fonte ↗
Vale: Fitch eleva Ratings de Crédito para BBB+
A Fitch Ratings elevou o Rating de Inadimplência do Emissor (IDR) de Longo Prazo da Vale para "BBB+", com perspectiva estável, e reafirmou outros ratings.
- A Fitch Ratings elevou o Rating de Inadimplência do Emissor (IDR) de Longo Prazo da Vale em Moeda Estrangeira e Moeda Local de "BBB" para "BBB+".
- A perspectiva do Rating IDR de Longo Prazo da Vale foi mantida como estável.
- Os ratings da dívida sênior sem garantia da Vale e da Vale Overseas Limited também foram elevados de "BBB" para "BBB+".
- O rating de Longo Prazo em Escala Nacional e as debêntures locais da Vale foram reafirmados em "AAA(bra)".
- Apresentação21 out 2025Abrir fonte ↗
Webinar ESG da Vale: Progresso Sólido em Sustentabilidade e Reparação
A Vale apresenta o progresso sólido em seus compromissos ESG, incluindo avanços nos acordos de reparação de Mariana e Brumadinho, metas de descarbonização, segurança de barragens e governança de sustentabilidade.
- A Vale demonstra progresso sólido em temas ESG, como reparação integral de Mariana e Brumadinho, conformidade com GISTM e redução da Taxa Total de Frequência de Lesões Registráveis (TRIFR).
- O Acordo Definitivo de Mariana resultou em R$70 bilhões desembolsados e 750 mil pessoas indenizadas, com a qualidade da água do Rio Doce similar ao pré-rompimento.
- A reparação de Brumadinho está 79% concluída, com R$18.9 bilhões pagos em compensações e a qualidade da água do Rio Paraopeba similar ou melhor às condições pré-rompimento.
- A empresa tem metas para zerar fatalidades, reduzir N1+N2 em 10%, cortar emissões de Escopo 1 e 2 em 33% até 2030 e de Escopo 3 em 15% até 2035, e atingir 100% de energia elétrica renovável.
- O programa de descaracterização de barragens a montante prevê um investimento de ~US$4.7 bilhões, com 60% das estruturas restantes para eliminar até 2025.
- A Vale tem como compromisso não ter nenhuma barragem em nível 3 de emergência até 2025, representando uma redução de 71% desde 2020.
- Novas formas de operar incluem 4 plantas de filtragem em operação, com redução de 35% na geração de rejeitos e produção de 13 Mt de minério de ferro de fontes circulares em 2024.
- A governança ESG é supervisionada por comitês como o Fórum de Baixo Carbono, Comitê Consultivo de Sustentabilidade e Comitê de Riscos de Sustentabilidade.
- A Vale é pioneira na adoção das normas ISSB do IFRS e na publicação do relatório do Taskforce on Nature-related Financial Disclosures (TNFD), buscando transparência e liderança em gestão ambiental.
- A empresa tem observado melhorias contínuas em seus ratings ESG, refletindo o progresso em suas iniciativas de sustentabilidade.
- Apresentação21 out 2025Abrir fonte ↗
Vale: Progresso em ESG, Reparação e Metas Climáticas
Este webinar apresenta o progresso da Vale em temas ESG, incluindo o status da reparação em Mariana e Brumadinho, metas de segurança, compromissos ambientais e climáticos, e avanços em governança e transparência.
- A Vale reporta o progresso do Acordo Definitivo de Mariana, com cerca de R$ 70 bilhões já desembolsados e 95.5% das soluções habitacionais fornecidas até Out-2025.
- A reparação de Brumadinho está 79% concluída nas obrigações a pagar e 48% nas obrigações a fazer, com R$ 18.9 bilhões em pagamentos feitos até setembro de 2025.
- A empresa estabeleceu metas como zerar fatalidades, reduzir lesões N1+N2 em ≥10%, ter nenhuma barragem em nível 3 de emergência até 2025, e estar em conformidade com o GISTM.
- Compromissos ambientais incluem reduzir as emissões de Escopos 1 e 2 em 33% até 2030, atingir emissão líquida zero para Escopos 1 e 2 até 2050, e reduzir as emissões de Escopo 3 em 15% até 2035.
- A Vale busca recuperar e proteger mais de 500.000 ha de áreas florestais até 2030 e reduzir a captação de água doce em 27% até 2030.
- A empresa implementou um programa de descaracterização de barragens a montante de aproximadamente US$ 4,7 bilhões, com US$ 2.3 bilhões já investidos, e reduziu em 71% as barragens em nível de emergência 3 desde 2020.
- Adoção de novas formas de operar inclui filtragem e disposição a seco de rejeitos, com 4 plantas de filtragem em operação e redução de 35% na geração de rejeitos entre 2015 e 2024.
- A Vale é a primeira empresa brasileira a publicar o Relatório de Informações Financeiras Relacionadas à Sustentabilidade (ISSB) e pioneira na adoção dos padrões do TNFD (Taskforce on Nature-related Financial Disclosures).
- A empresa investiu US$ 1.4 bilhão em descarbonização desde 2020 e tem uma estrutura de governança ESG com comitês para supervisionar riscos e oportunidades de sustentabilidade.
- A Vale registrou melhoria contínua nos ratings ESG de agências como MSCI, Sustainalytics e ISS.
- Outro14 out 2025Abrir fonte ↗
Aviso aos Debenturistas: Pagamento de Juros da 10ª Emissão
A Vale S.A. anunciou o pagamento de juros remuneratórios referentes à sua 10ª emissão de debêntures incentivadas, totalizando R$ 199,8 milhões.
- A Vale S.A. realizará o pagamento de juros remuneratórios das debêntures incentivadas da 10ª emissão.
- O valor total do pagamento será de R$ 199.838.323,19.
- O pagamento ocorrerá em 15 de outubro de 2025.
- Os detentores com direito ao recebimento são aqueles com posição em custódia na B3 S.A. e/ou no Banco Itaú Unibanco S.A. no fechamento de 14 de outubro de 2025.
- As debêntures são simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, das séries 1ª, 2ª e 3ª.
- Outro6 out 2025Abrir fonte ↗
Vale anuncia Oferta de Aquisição Facultativa de Debêntures Participativas
A Vale S.A. informa aos debenturistas da 6ª emissão sobre uma oferta de aquisição facultativa de suas debêntures participativas pelo preço fixo de R$42,00 por debênture, com liquidação em 05 de novembro de 2025.
- A Vale S.A. comunicou uma Oferta de Aquisição Facultativa para até a totalidade das debêntures da 6ª emissão de debêntures participativas.
- O preço de aquisição fixado é de R$42,00 por debênture, não sujeito a alterações até a Data de Aquisição Facultativa.
- A aquisição facultativa será operacionalizada pelo BANCO CITIBANK S.A. via sistema da B3, com liquidação financeira prevista para 5 de novembro de 2025.
- A efetivação da Aquisição Facultativa está condicionada à obtenção de financiamento e ao recebimento das debêntures indicadas nas manifestações de alienação.
- Debenturistas interessados em alienar devem manifestar adesão por meio de um formulário ("Termo de Intenção de Alienação") e registro no sistema NoMe da B3 até 31 de outubro de 2025.
- As debêntures adquiridas pela Companhia serão canceladas e não recolocadas no mercado.
- Debenturistas são responsáveis pelo fornecimento correto de informações para a apuração do Imposto de Renda Retido na Fonte.
- Titulares de debêntures custodiadas junto ao Banco Bradesco S.A. devem seguir um procedimento adicional de Ordem de Depósito/Retirada – CETIP antes de registrar no sistema NoMe.
- Fato Relevante6 out 2025Abrir fonte ↗
Vale anuncia oferta para aquisição facultativa de debêntures participativas
A Vale S.A. informa sobre a aprovação e condições de uma oferta para aquisição facultativa de até a totalidade das debêntures participativas de sua 6ª emissão, visando otimizar a estrutura de capital e oferecer liquidez.
- A Vale anunciou uma oferta de aquisição facultativa para até a totalidade das debêntures participativas de sua 6ª emissão.
- O objetivo da oferta é otimizar a estrutura de capital da Companhia através da gestão de passivos financeiros e aumentar a eficiência na alocação de capital.
- A iniciativa visa também oferecer liquidez aos titulares das Debêntures, com as debêntures adquiridas sendo posteriormente canceladas.
- Atualmente, há 388.559.056 debêntures em circulação e zero em tesouraria.
- A aquisição não está condicionada a uma quantidade mínima ou máxima de adesão, mas depende da obtenção de financiamento ou disponibilidade de recursos pela Companhia.
- O preço de aquisição fixo é de R$42,00 por debênture, composto por R$0,01 de valor nominal, R$0,07 de correção monetária e R$41,92 de prêmio de aquisição.
- A remuneração (prêmio) pro-rata temporis não integrará o preço de aquisição devido à sua forma de apuração semestral.
- O prazo limite para manifestação de intenção de alienação é 31 de outubro de 2025, com liquidação financeira prevista para 5 de novembro de 2025.
- Instituições como Banco Citibank S.A., Banco Bradesco BBI S.A., BTG Pactual Investment Banking Ltda., Itaú BBA Assessoria Financeira S.A. e Banco Santander (Brasil) S.A. atuarão como intermediárias.
- Apresentação1 out 2025Abrir fonte ↗
Apresentação Institucional da Vale: Estratégia e Desempenho
A Vale apresentou sua estratégia, desempenho operacional e financeiro, iniciativas ESG e alocação de capital, destacando a liderança em minério de ferro e metais para transição energética.
- A Vale é um dos líderes globais na produção de minério de ferro, níquel e cobre, com ~20% do mercado transoceânico de minério de ferro e ~20 Bt em reservas de minério de ferro.
- Em 2024, a Vale registrou produção de 328 Mt de minério de ferro, 37 Mt de pelotas, 348 kt de cobre e 160 kt de níquel, com receitas operacionais líquidas de US$ 38,1 bilhões e EBITDA Proforma de US$ 15,4 bilhões.
- A dívida líquida expandida da companhia era de US$ 18,2 bilhões em 31 de Março de 2025, e foram pagos US$ 3,9 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio em 2024.
- A governança corporativa da Vale adere ao Novo Mercado da B3, com maioria de membros independentes no Conselho de Administração e um Comitê de Auditoria e Riscos inteiramente composto por conselheiros independentes.
- A estratégia da Vale para 2030 foca em soluções de minério de ferro e metais para transição energética, com ênfase em segurança, sustentabilidade e otimização de portfólio.
- A empresa reportou uma taxa total de frequência de acidentes registráveis (TRIFR) de 1,1 em 2024 e progresso significativo no programa de descaracterização de barragens, com 17 de 30 barragens descaracterizadas até o final de 2024.
- A Vale está implementando uma abordagem de mineração circular, com 4 plantas de filtragem em operação e iniciativas para reprocessamento de rejeitos e processamento de estéril.
- A demanda por aço é suportada por tendências seculares, e a Vale ajusta seu portfólio para otimização de valor e descarbonização, incluindo o desenvolvimento de Mega Hubs para produção de aço.
- As metas de produção de minério de ferro são de 325-335 Mt para 2025 e ~360 Mt para 2030, enquanto a produção de pelotas e briquetes é projetada para atingir 60-70 Mt em 2030.
- Para Metais para Transição Energética, a Vale projeta volumes de níquel de 210-250 kt (2030+) e volumes de cobre de ~700 kt (2035), com planos para acelerar o crescimento de cobre na região de Carajás.
- O guidance de custo caixa C1 para minério de ferro é de US$ 20,5-22/t para 2025 e abaixo de US$ 20/t para 2026, com uma meta de US$ 18-19,5/t até 2030.
- O CAPEX da Vale é projetado para ser estável em US$ 5,4-5,7 bilhões para 2025 e 2026, equilibrando crescimento e manutenção.
- A Vale detalhou os desembolsos de caixa esperados para acordos de Brumadinho e Samarco, e para descaracterização de barragens, com a maioria dos compromissos de Brumadinho concluídos até 2025.
- Em ESG, a empresa destaca os progressos nas reparações do Acordo de Mariana (R$ 67 bilhões desembolsados até agosto de 2025) e Brumadinho (R$ 18,9 bilhões pagos até agosto de 2025).
- A Vale compromete-se a reduzir emissões de GEE de Escopos 1 e 2 em 33% até 2030, alcançar emissão líquida zero até 2050, e reduzir a captação de água doce em 27% até 2030.
- Apresentação1 out 2025Abrir fonte ↗
Apresentação Institucional da Vale: Estratégia, Operações e ESG (Outubro 2025)
A Vale apresentou sua estratégia focada em soluções de minério de ferro e metais para transição energética, detalhando desempenho operacional, governança, metas ESG e alocação de capital.
- A Vale é líder global em produção de minério de ferro, níquel e um dos maiores produtores de cobre.
- Em 2024, a Vale registrou US$ 38,1 bilhões em receitas operacionais líquidas, US$ 15,4 bilhões em EBITDA Proforma e US$ 6,0 bilhões em CAPEX.
- A dívida líquida expandida da empresa em 31 de março de 2025 foi de US$ 18,2 bilhões.
- A empresa adota as melhores práticas de governança, incluindo maioria de membros independentes no Conselho de Administração e adesão ao Novo Mercado da B3.
- A estratégia da Vale está estruturada em soluções de minério de ferro e metais para transição energética, buscando um portfólio competitivo e resiliente.
- A Vale reportou produção de 328 Mt de minério de ferro e 37 Mt de pelotas em 2024, com custo caixa C1 de US$ 21,8/t (excl. compras de terceiros).
- A produção de Metais para Transição Energética em 2024 foi de 348 kt de cobre e 160 kt de níquel, com custos all-in de US$ 2.616/t para cobre e US$ 15.420/t para níquel.
- A segurança é um valor fundamental, com TRIFR de 1,1 em 2024 e progresso na descaracterização de barragens, com 18 barragens descaracterizadas.
- A empresa foca em mineração circular, com plantas de filtragem em operação e reprocessamento de rejeitos para reduzir o uso de barragens e emissões de CO2.
- A demanda por aço é suportada por tendências seculares, e a Vale ajusta seu portfólio para otimização de valor e descarbonização, incluindo o modelo de Mega Hubs.
- A Vale projeta uma produção de minério de ferro de ~360 Mt até 2030 e busca produção de níquel entre 210-250 ktpa e cobre entre 420-500 ktpa até 2030.
- A Vale tem como meta um custo caixa C1 de minério de ferro entre US$ 18,0-19,5/t até 2030 e projeta CAPEX estável em torno de US$ 5,4-5,7 bilhões anuais.
- A empresa reportou cerca de R$ 70 bilhões desembolsados em remediação e indenização para Mariana, e progresso no acordo de reparação de Brumadinho.
- As metas ESG incluem a redução de 33% nas emissões de Escopo 1 e 2 até 2030, neutralidade de carbono até 2050 e redução de 27% na captação de água doce até 2030.
- A Vale investiu US$ 1,4 bilhão em descarbonização desde 2020 e é pioneira na adoção dos padrões ISSB para relatórios de sustentabilidade.
- Outro29 set 2025Abrir fonte ↗
Relatório de Debêntures Participativas 1S25
A Vale S.A. anunciou o pagamento de R$1,539897539 por debênture participativa, totalizando R$598.341.134,23, referente ao prêmio apurado para o período entre janeiro e junho de 2025.
- A Vale pagará R$1,539897539 por debênture participativa (total de R$598.341.134,23) para 1S25, com liquidação financeira em 1º de outubro de 2025.
- O prêmio total é composto por 1,80% do faturamento líquido de minério de ferro, 1,25% do faturamento líquido de concentrado de cobre (mina de Sossego) e R$95.000,00 da venda de áreas no Bloco do Cachoeiro.
- Haverá retenção de imposto de renda (IR) na fonte sobre o pagamento do prêmio, conforme tributação de renda fixa.
- No 1S25, as vendas de minério de ferro da Vale somaram 124,4 Mt, gerando um faturamento de R$ 51,3 bilhões (descontado frete marítimo).
- O prêmio de minério de ferro do Sistema Norte foi de R$ 479,6 milhões e do Sistema Sudeste foi de R$ 93,5 milhões no 1S25.
- As vendas de concentrado de cobre de Sossego no 1S25 somaram 131 mil toneladas métricas, resultando em um prêmio de R$ 25,2 milhões.
- A empresa vendeu oito áreas dos Direitos Minerários do Bloco do Cachoeiro no 1S25 e os direitos minerários vigentes totalizaram 259 processos e 1.484.710,12 hectares em 30 de junho de 2025.
- As debêntures participativas são passivos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado, e o prêmio é pago semestralmente, em 31 de março e 30 de setembro.
- Outro22 set 2025Abrir fonte ↗
Vale informa pagamento de remuneração semestral de Debêntures Participativas
A Vale S.A. anunciou o pagamento de R$ 598,34 milhões em remuneração semestral de debêntures participativas, com liquidação financeira em 1º de outubro de 2025.
- A Vale realizará o pagamento de remuneração das debêntures participativas em 30 de setembro de 2025.
- O valor bruto por debênture será de R$ 1,539897539, totalizando R$ 598.341.134,23.
- Os detentores de debêntures com posição em custódia na B3 e/ou Banco Bradesco S.A. no fechamento de 29 de setembro de 2025 serão elegíveis ao pagamento.
- O valor contempla prêmio sobre venda de minério de ferro (R$ 573.064.234,30), prêmio sobre venda de concentrado de cobre (R$ 25.181.899,93) e prêmio sobre alienação de direito minerário (R$ 95.000,00).
- A liquidação financeira ocorrerá em 1º de outubro de 2025, por meio da B3 ou do Bradesco, conforme o agente custodiante.
- Haverá incidência de imposto de renda na fonte sobre o montante pago aos debenturistas, com alíquota relativa à situação individual do beneficiário, salvo exceções legais.
- Fato Relevante18 set 2025Abrir fonte ↗
Vale conclui formação de joint-venture na Aliança Energia
A Vale S.A. concluiu a formação de uma joint-venture com a Global Infrastructure Partners (GIP) na Aliança Energia, recebendo US$ 1 bilhão e retendo 30% de participação.
- A Vale S.A. e a Global Infrastructure Partners (GIP) finalizaram a formação da joint venture na Aliança Geração de Energia S.A. (Aliança Energia).
- A conclusão da transação ocorreu após o cumprimento de todas as condições precedentes, incluindo aprovações regulatórias.
- A Vale recebeu aproximadamente US$ 1 bilhão em caixa e agora detém uma participação de 30% na joint venture, enquanto a GIP possui os 70% restantes.
- A Aliança Energia consolidará integralmente o parque solar Sol do Cerrado, a Usina Hidrelétrica Risoleta Neves, outras seis usinas hidrelétricas em Minas Gerais e três parques eólicos no Rio Grande do Norte e Ceará.
- A transação assegura volume estratégico de energia para a Vale a custos competitivos, com preços em dólares americanos sem ajuste de inflação, e apoia a manutenção de sua matriz energética 100% renovável no Brasil.
- Outro17 set 2025Abrir fonte ↗
S&P Global eleva rating de crédito da Vale
A S&P Global Ratings elevou o rating de crédito global da Vale de BBB- (estável) para BBB (estável) devido a avanços em gestão de riscos e estrutura financeira sólida.
- A S&P Global Ratings elevou o rating global de crédito da Vale de "BBB- (estável)" para "BBB (estável)".
- A revisão para cima foi atribuída aos avanços consistentes da Companhia em supervisão e gestão de riscos.
- A remoção da última barragem classificada em nível 3 de emergência foi um dos fatores considerados pela agência.
- A manutenção de uma estrutura financeira sólida da Vale também contribuiu para a elevação do rating.
- O relatório completo da S&P está disponível nos idiomas inglês e português no website da agência e como anexo à comunicação.
- Apresentação10 set 2025Abrir fonte ↗
Analyst & Investor Tour 2025: Estratégia de Portfólio e Performance da Vale
A Vale apresentou sua estratégia de portfólio de minério de ferro, planos de otimização operacional, metas de descarbonização e projeções financeiras, incluindo custos e CAPEX para 2025.
- A Vale possui mais de 6 bilhões de toneladas em reservas de minério de ferro em Minas Gerais, responsável por 45% da produção da empresa em 2023 e 2024.
- A estratégia Vale 2030 visa um portfólio competitivo e resiliente, focado em alta qualidade, soluções para clientes, crescimento do cobre e excelência operacional e em segurança.
- A empresa busca otimizar o portfólio de minério de ferro para produção de aço verde, com foco na descarbonização e no ajuste de especificações de sílica e alumina.
- Lançamentos de produtos incluem um minério de teor médio de Carajás (25 Mt a serem vendidas em 2025) e uma nova especificação do IOCJ para maior flexibilidade.
- A cadeia de suprimentos da Vale possui flexibilidade com capacidades de concentração (>165 Mtpa), blendagem (20 portos) e aglomeração (>120 Mtpa), além de uma frota de frete otimizada.
- A Vale avança na produção de ferro de baixo carbono através de Mega Hubs, parcerias e otimização de aglomerados.
- A empresa reforça seu compromisso com a segurança, visando reduzir eventos de alto potencial e utilizando ferramentas como CRM (Gestão de Riscos Críticos).
- A automação de frotas autônomas em Brucutu e Capanema está prevista, com impactos positivos na utilização de ativos, consumo de combustível, velocidade média e custo caixa C1.
- Planos de retomada de capacidade incluem Brucutu (atingindo 30 Mtpa até 2029 com melhoria de mix de produtos e custo caixa C1 reduzido para <US$ 20/t) e Itabira (Conceição II) para aumento de produção de pellet feed.
- As projeções de custo caixa C1 para 2025 são de US$ 20,5-22/t para minério de ferro, US$ 14,0-15,5/t para cobre e US$ 1,5-2,0/t para níquel.
- O CAPEX para 2025 está projetado entre US$ 5,4-5,7 bilhões, dividido entre manutenção (~US$ 4,1 bilhões) e crescimento (~US$ 1,6 bilhão), com foco em disciplina e otimização.
- Apresentação10 set 2025Abrir fonte ↗
Vale: Analyst & Investor Tour 2025 - Estratégia e Operações
A Vale apresenta sua estratégia para 2025, focada na otimização do portfólio de minério de ferro, descarbonização, excelência operacional e disciplina na alocação de capital.
- Apresentação destaca a presença da Vale em Minas Gerais, com mais de 6 bilhões de toneladas em reservas de minério de ferro e 45% da produção da empresa.
- A estratégia "Vale 2030" visa um portfólio competitivo e resiliente, com foco em resultados, impacto positivo, minério de alta qualidade, crescimento do cobre e segurança.
- A jornada de descarbonização da Vale busca otimizar o portfólio de produtos e desenvolver soluções para a produção de aço verde.
- A empresa otimiza seu portfólio de minério de ferro ajustando especificações, concentrando minérios e lançando novos produtos de teor médio para atender à "zona ideal de carga" da siderurgia.
- A cadeia de suprimentos da Vale possui grande flexibilidade, com capacidades significativas de concentração, blendagem e aglomeração, além de uma frota de navios eficiente.
- A segurança é um valor fundamental, com melhorias contínuas em indicadores de eventos N2, N3 e P, e a implementação de gestão de riscos críticos.
- A Vale está implementando tecnologia e automação, incluindo uma frota autônoma, para melhorar a estabilidade e eficiência operacional e reduzir custos C1.
- Projetos-chave como Brucutu, Capanema e Itabira estão retomando e expandindo capacidade, melhorando o mix de produtos e reduzindo custos operacionais.
- A empresa prevê redução de custos C1 em minério de ferro, cobre e níquel em 2025 devido a volumes maiores, eficiências operacionais e otimização do mix de produtos.
- A disciplina na alocação de capital é mantida, com um CAPEX direcionado para crescimento e manutenção, e foco na geração de fluxo de caixa livre (FCL) e retornos aos acionistas.
- Fato Relevante10 set 2025Abrir fonte ↗
Vale atualiza projeções de investimentos de capital e vendas de minério de ferro
A Vale S.A. informa a atualização de suas projeções de investimentos de capital por tipo e por negócio para 2025, além de novas projeções de vendas para os produtos Carajás Médio Teor e PFC.
- A Vale atualizou as projeções para investimentos de capital por tipo e por negócio em 2025, refletindo iniciativas de otimização do portfólio.
- As projeções de investimentos de capital foram realizadas considerando uma taxa de câmbio BRL/USD de 5,60.
- A Companhia passa a divulgar projeções de vendas para 2025 para os produtos “Carajás Médio Teor” e “PFC”.
- A projeção de participação de produtos vendidos no portfólio de Soluções de Minério de Ferro (%) foi descontinuada devido à estratégia de maior flexibilidade.
- Todas as demais estimativas divulgadas anteriormente pela Companhia permanecem inalteradas.
- Apresentação2 set 2025Abrir fonte ↗
Apresentação Institucional da Vale e Estratégia 2030
A apresentação institucional da Vale detalha sua estratégia para 2030, incluindo soluções de minério de ferro, metais para transição energética, governança, ESG, alocação de capital e desempenho operacional.
- A Vale se posiciona como líder global na produção de minério de ferro, níquel e cobre, com forte presença nos mercados transoceânicos.
- Em 2024, a empresa registrou US$ 38,1 bilhões em revenue e US$ 15,4 bilhões em EBITDA Proforma, além de US$ 6,0 bilhões em CAPEX.
- A governança corporativa da Vale adere às melhores práticas do Novo Mercado da B3, com conselho majoritariamente independente e base acionária diversificada.
- A estratégia de minério de ferro da Vale foca na flexibilidade do portfólio, otimização para descarbonização e desenvolvimento de Mega Hubs com parcerias.
- A divisão de Metais para Transição Energética possui uma dotação significativa de reservas de cobre e níquel, com operações em jurisdições consideradas atrativas para mineração.
- A Vale prioriza a segurança, com progresso na descaracterização de barragens e redução da Taxa Total de Frequência de Acidentes Registráveis (TRIFR) para 1,1 em 2024.
- O pipeline de projetos inclui expansões em minério de ferro (e.g., Itabira, Vargem Grande) e metais básicos (e.g., Salobo, Onça Puma, VBME) para o período até 2030.
- A empresa mira um Custo Caixa C1 para minério de ferro entre US$ 18-19,5/t até 2030, impulsionado por um programa de eficiência.
- A alocação de capital é disciplinada, com CAPEX estável para sustentação e crescimento, mantendo uma dívida líquida expandida confortável dentro da meta.
- A Vale reporta o progresso nos acordos de reparação de Mariana (R$ 63 bilhões desembolsados até julho de 2025) e Brumadinho (R$ 18,4 bilhões pagos até julho de 2025).
- Os compromissos ESG incluem a redução de emissões de Escopo 1 e 2, proteção de florestas, redução do consumo de água doce e apoio a comunidades, com foco em direitos humanos e combate à pobreza.
- A Vale é a primeira empresa brasileira e grande mineradora a adotar os padrões do International Sustainability Standards Board (ISSB) para maior transparência climática.
- Fato Relevante28 ago 2025Abrir fonte ↗
Vale: Sem consenso para repactuação de contratos de concessão ferroviária
A Vale informa que não foi possível alcançar consenso com ANTT e a União Federal para a repactuação dos contratos de concessão ferroviária da Estrada de Ferro Carajás e Vitória a Minas, mas os contratos prorrogados permanecem vigentes.
- A Vale divulgou uma atualização sobre a repactuação dos contratos de concessão ferroviária da Estrada de Ferro Carajás e da Estrada de Ferro Vitória a Minas.
- Não foi possível chegar a um consenso com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a União Federal, representada pelo Ministério dos Transportes, no prazo estabelecido para a repactuação.
- A mediação foi realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
- Os Contratos de Concessão, que foram prorrogados antecipadamente até 2057 por termos aditivos estabelecidos em 16 de dezembro de 2020, permanecem vigentes.
- A Vale mantém o compromisso com as bases gerais para a repactuação estabelecidas no acordo celebrado em 30 de dezembro de 2024.
- A Companhia declara estar adimplente, continuará cumprindo todas as obrigações contratuais e adotará medidas para assegurar seus direitos e responsabilidades.
- Apresentação5 ago 2025Abrir fonte ↗
Apresentação Institucional da Vale: Estratégia, Desempenho e ESG
A Vale apresenta sua estratégia corporativa, destacando desempenho em minério de ferro e metais para transição energética, governança, segurança e compromissos ESG.
- A Vale se posiciona como líder global na produção de minério de ferro, pelotas e níquel, com reservas significativas de cobre, destacando-se na mineração de metais para transição energética.
- A produção de 2024 foi de 328 Mt de minério de ferro, 37 Mt de pelotas, 348 kt de cobre e 160 kt de níquel, com receitas operacionais líquidas de US$ 38,1 bilhões.
- A empresa mantém foco em segurança operacional (TRIFR de 1,1 em 2024) e progresso na descaracterização de barragens, com 57% das 30 barragens a montante concluídas em 2024.
- A estratégia de Mega Hubs e a otimização do portfólio visam a descarbonização da siderurgia e a maximização de valor do minério de ferro, com parcerias em andamento.
- A Vale projeta um crescimento da produção de minério de ferro para aproximadamente 360 Mt em 2030 e de cobre para 420-500 ktpa até 2030, com potencial de 700 ktpa até 2035.
- A companhia busca disciplina de custos, com uma meta de Custo Caixa C1 de minério de ferro entre US$ 18-19,5/t até 2030, e capex estável de US$ 5,9 bilhões em 2025.
- Os compromissos ESG incluem a redução de 33% das emissões de Escopo 1 e 2 até 2030, 100% de energia renovável no Brasil (atingido em 2023) e avanços na reparação de Brumadinho e Mariana.
- Apresentação1 ago 2025Abrir fonte ↗
Apresentação Institucional: Estratégia, Operações e Compromissos ESG da Vale
A apresentação institucional da Vale detalha sua estratégia de negócios, o desempenho operacional em minério de ferro e metais para transição energética, os compromissos ESG, e a disciplina na alocação de capital.
- A Vale é a 2ª maior produtora de minério de ferro, a 6ª de níquel e a 11ª em reservas de cobre globalmente.
- Em 2024, a empresa registrou US$ 38,1 bilhões em revenue e US$ 15,4 bilhões em EBITDA Proforma.
- A estratégia da Vale foca em soluções de minério de ferro e metais para transição energética, com foco na maximização de valor.
- A empresa opera três sistemas de produção de minério de ferro no Brasil e possui uma cadeia de suprimentos integrada e flexível.
- A Vale busca ser referência em segurança, com redução significativa na Taxa Total de Frequência de Acidentes Registráveis (TRIFR) e avanço na descaracterização de barragens.
- A demanda por aço é suportada por tendências seculares, e a Vale ajusta seu portfólio para otimizar valor e atender à jornada de descarbonização da siderurgia através de Mega Hubs.
- A Vale projeta um crescimento da produção de minério de ferro para ~360 Mt até 2030 e de cobre para ~700 kt até 2030+.
- As metas de custos incluem um C1 cash cost para minério de ferro entre US$ 18-19,5/t até 2030 e CAPEX estável em torno de US$ 5,9-6,0 bilhões anuais.
- A dívida líquida expandida está na faixa-meta de US$ 10-20 bilhões, com alocação de capital disciplinada para crescimento e retorno aos acionistas.
- Nos compromissos ESG, a Vale avança na reparação dos acordos de Mariana e Brumadinho, com 77% do Acordo de Reparação Integral de Brumadinho concluído até junho de 2025.
- As metas ESG incluem 100% de energia renovável no Brasil, redução de 33% nas emissões de GEE de Escopos 1 e 2 até 2030, e apoio a comunidades e povos indígenas.
- ITR31 jul 2025Abrir fonte ↗
Demonstrações Financeiras Intermediárias Vale S.A. 2T25
Este documento apresenta as demonstrações financeiras intermediárias individuais e consolidadas da Vale S.A. para o período de seis meses findo em 30 de junho de 2025, incluindo notas explicativas.
- O documento contém o Relatório de Revisão, Demonstrações do Resultado, Fluxos de Caixa, Balanço Patrimonial, Mutações do Patrimônio Líquido e Valor Adicionado, além de notas explicativas detalhadas.
- A Companhia opera nos segmentos de "Soluções de Minério de Ferro" e "Metais para Transição Energética", com presença global na mineração de minério de ferro, pelotas, níquel e cobre.
- Eventos relevantes no período incluem a aprovação de remuneração aos acionistas no valor de R$ 8,091 bilhões e a emissão de R$ 6 bilhões em debêntures com vencimento entre 2032 e 2037.
- O LAJIDA (EBITDA) ajustado consolidado para os seis meses findos em 30 de junho de 2025 foi de R$ 37,852 bilhões e o lucro operacional de R$ 32,489 bilhões.
- A receita líquida de vendas consolidada para os seis meses findos em 30 de junho de 2025 totalizou R$ 93,626 bilhões, sendo a China Continental o principal mercado com R$ 46,092 bilhões.
- O custo dos produtos vendidos e serviços prestados consolidado para o semestre foi de R$ 59,728 bilhões, com destaque para serviços, frete e depreciação, exaustão e amortização.
- A Vale está sujeita às regras do Pilar Dois da OCDE em diversas jurisdições, mas não espera impactos materiais no cálculo do imposto de renda ou nas demonstrações financeiras.
- Foram contraídos múltiplos empréstimos com bancos internacionais e emitidos bonds totalizando bilhões de reais/dólares para financiamento de projetos e gestão da dívida.
- As provisões relacionadas ao rompimento da barragem de Brumadinho totalizaram R$ 26,081 bilhões em 30 de junho de 2025, com fluxos de caixa projetados para 5 a 7 anos.
- O Acordo Definitivo para Reparação Integral do rompimento da barragem da Samarco totaliza R$ 170 bilhões, com a Samarco tendo responsabilidade primária e Vale/BHPB subsidiária em 50% cada.
- A Companhia possui processos judiciais remanescentes, incluindo ações coletivas nos EUA, Reino Unido e Holanda, e arbitragens no Brasil, com expectativa de perda classificada como possível.
- O capital social da Vale é de R$ 77,300 bilhões, com 4.539.007.580 ações ordinárias, e o Conselho de Administração aprovou um programa de recompra de ações limitado a 120 milhões de ações.
- Release31 jul 2025Abrir fonte ↗
Vale: Destaques de Desempenho Operacional e Financeiro no 2T25
A Vale apresentou resultados sólidos no segundo trimestre de 2025, impulsionados pela excelência operacional e redução de custos, enquanto avançou em projetos de crescimento e sustentabilidade.
- O CEO destacou um trimestre sólido, foco na excelência operacional, disciplina de execução, segurança e progresso em direção aos guidances de 2025.
- A empresa obteve a licença prévia para o primeiro projeto de mina de cobre do programa Novo Carajás.
- A revenue líquida de vendas atingiu US$ 8,804 milhões no 2T25, uma queda de 11% em relação ao ano anterior.
- O EBITDA Proforma totalizou US$ 3,4 bilhões no 2T25, 14% menor a/a, impactado por menores preços de minério de ferro, mas parcialmente compensado por eficiências de custo.
- A net_income atribuível aos acionistas da Vale foi de US$ 2,117 milhões no 2T25, registrando uma redução de 24% a/a.
- As vendas de cobre e níquel aumentaram 17% e 21% a/a, respectivamente, enquanto os embarques de minério de ferro diminuíram 3% a/a.
- O custo caixa C1 de finos de minério de ferro, excluindo compras de terceiros, reduziu 11% a/a, para US$ 22,2/t, marcando o quarto trimestre consecutivo de redução anual.
- Os custos all-in diminuíram 10% no minério de ferro, 60% no cobre e 30% no níquel a/a, devido a iniciativas de eficiência e maior produção.
- O guidance de custo all-in do cobre para 2025 foi revisado para US$ 1.500-2.000/t (anteriormente US$ 2.800-3.300/t).
- O CAPEX totalizou US$ 1,1 bilhão, 21% menor a/a, e o fluxo de caixa livre recorrente foi de US$ 1,0 bilhão, US$ 0,8 bilhão maior a/a.
- A dívida líquida expandida reduziu US$ 0,8 bilhão t/t, totalizando US$ 17,4 bilhões em 30 de junho de 2025.
- Foi aprovado o pagamento de US$ 1,448 bilhão em juros sobre capital próprio em setembro de 2025.
- O projeto Capanema de minério de ferro concluiu o primeiro embarque, adicionando 15 Mtpa de capacidade, com ramp-up previsto para o 1S26.
- O projeto Bacaba de cobre obteve licença prévia, com objetivo de estender a vida útil do Complexo Sossego e produção média anual de 50 ktpa de cobre por 8 anos.
- O comissionamento do 2º forno de Onça Puma (níquel) iniciou em julho, esperando aumentar a capacidade de produção de níquel em 12-15 ktpa com produção inicial no 4T25.
- A barragem Grupo foi removida do nível de emergência e a barragem Xingu teve seu nível reduzido; 17 das 30 barragens a montante foram descaracterizadas desde 2019.
- O programa de mineração circular produziu cerca de 9 Mt no 1S25, um aumento de 14% a/a, e a Vale atingiu 200.000 hectares de conservação florestal.
- Os programas de reparação de Brumadinho e Samarco continuam em andamento, com 77% dos compromissos de Brumadinho concluídos e R$ 60 bilhões desembolsados pela Samarco.
- ITR31 jul 2025Abrir fonte ↗
Desempenho da Vale no 2T25
A Vale registrou melhoria no desempenho operacional e de custos no 2T25, com o EBITDA Proforma de US$ 3,4 bilhões, impactado por menores preços de commodities mas impulsionado por eficiências.
- O desempenho operacional e de custo melhorou em todos os segmentos de negócios, com as vendas de cobre e níquel aumentando 17% e 21% a/a, respectivamente, enquanto os embarques de minério de ferro diminuíram 3% a/a.
- O preço médio realizado de finos de minério de ferro foi de US$ 85,1/t (13% menor a/a), mas o custo caixa C1 de finos de minério de ferro (excluindo compras de terceiros) diminuiu 11% a/a, atingindo US$ 22,2/t.
- Os custos all-in reduziram em 10% no minério de ferro, 60% no cobre e 30% no níquel a/a, e o guidance de custo all-in do cobre para 2025 foi revisado para US$ 1.500-2.000/t (de US$ 2.800-3.300/t).
- O EBITDA Proforma totalizou US$ 3,4 bilhões (14% menor a/a), influenciado pela queda nos preços de referência do minério de ferro, mas parcialmente compensado pelo desempenho de cobre e níquel e menor custo caixa C1.
- O lucro líquido proforma foi de US$ 2,1 bilhões (6% maior a/a), beneficiado positivamente pela marcação a mercado de swaps, que compensou parcialmente o menor EBITDA Proforma.
- O CAPEX totalizou US$ 1,1 bilhão (US$ 0,2 bilhão menor a/a), em linha com as projeções, refletindo iniciativas de eficiência e menores desembolsos em projetos de crescimento e manutenção.
- O fluxo de caixa livre recorrente foi de US$ 1,0 bilhão (US$ 0,8 bilhão maior a/a), resultado de variação mais favorável do capital de giro e menor CAPEX.
- A dívida líquida expandida totalizou US$ 17,4 bilhões em 30 de junho, com uma redução de US$ 0,8 bilhão t/t, principalmente devido à geração de fluxo de caixa livre.
- Foi aprovado o pagamento de US$ 1,448 bilhão em juros sobre capital próprio em setembro de 2025, implicando em um dividend yield anualizado de 7%.
- Release31 jul 2025Abrir fonte ↗
Vale: Resultados do 2T25 com melhora operacional e redução de custos
A Vale reportou resultados sólidos no 2T25, com foco na excelência operacional, disciplina de execução e progresso em projetos, enquanto avançava em suas estratégias ESG e de reparação.
- O desempenho operacional e de custo melhorou em todos os segmentos, com vendas de cobre e níquel aumentando 17% e 21% a/a, respectivamente.
- O custo caixa C1 de finos de minério de ferro (ex-compras de terceiros) diminuiu 11% a/a, atingindo US$ 22,2/t, marcando o quarto trimestre consecutivo de redução.
- Os custos all-in reduziram 10% no minério de ferro, 60% no cobre e 30% no níquel, impulsionados por iniciativas de eficiência e maior produção.
- O guidance de custo all-in do cobre para 2025 foi revisado para US$ 1.500-2.000/t (de US$ 2.800-3.300/t), devido ao desempenho operacional e preços de ouro.
- O EBITDA Proforma totalizou US$ 3,4 bilhões (queda de 14% a/a, alta de 7% t/t), impactado por menores preços de commodities, mas parcialmente compensado pelo desempenho dos metais de transição energética.
- O Fluxo de Caixa Livre Recorrente atingiu US$ 1,0 bilhão, um aumento de 412% a/a, impulsionado por capital de giro mais favorável e menor CAPEX.
- A dívida líquida expandida diminuiu US$ 0,8 bilhão t/t, para US$ 17,4 bilhões em 30 de junho, impulsionada pela geração de fluxo de caixa livre.
- Projetos estratégicos avançaram, incluindo o primeiro embarque do Capanema, a licença prévia para o projeto Bacaba (cobre) e o comissionamento do 2º forno de Onça Puma (níquel).
- Aprovação de US$ 1,448 bilhão em juros sobre capital próprio, com pagamento previsto para setembro de 2025.
- Progresso nos programas de reparação de Brumadinho (77% dos compromissos concluídos) e Samarco (R$ 60 bilhões desembolsados e alta adesão ao PID).
- Iniciativas ESG incluíram a remoção da barragem Grupo do nível de emergência e o avanço do programa de mineração circular, com produção de 9 Mt de fontes de circularidade no 1S25.
- Fato Relevante31 jul 2025Abrir fonte ↗
Vale anuncia distribuição de Juros sobre Capital Próprio (JCP)
A Vale S.A. informou a aprovação da distribuição de Juros sobre Capital Próprio (JCP) no valor bruto de R$ 1,895387417 por ação, com datas de corte e pagamento definidas para B3 e NYSE.
- O Conselho de Administração da Vale aprovou a distribuição de Juros sobre Capital Próprio (JCP).
- O valor bruto do JCP é de R$ 1,895387417 por ação.
- O JCP foi apurado com base no balanço de 30 de junho de 2025 e está em linha com a política de remuneração aos acionistas.
- A data de corte para ações negociadas na B3 é 12 de agosto de 2025, com pagamento em 03 de setembro de 2025.
- A record date para ADRs negociados na NYSE é 13 de agosto de 2025, com pagamento a partir de 10 de setembro de 2025.
- As ações da Vale serão negociadas ex-remuneração na B3 e na NYSE a partir de 13 de agosto de 2025.
- O valor do JCP por ação pode sofrer pequena variação devido ao programa de recompra de ações.
- Fato Relevante31 jul 2025Abrir fonte ↗
Vale aprova uso de instrumentos financeiros para programa de recompra de ações
A Vale S.A. aprovou o uso de contratos de Total Return Equity Swap, Enhanced Share Repurchase e Accelerated Share Repurchase para apoiar a execução de seu programa de recompra de ações.
- O Conselho de Administração da Vale autorizou o uso de Total Return Equity Swap (TSR), Enhanced Share Repurchase (ESR) e Accelerated Share Repurchase (ASR).
- Estes instrumentos financeiros apoiam a estratégia de execução do programa de recompra de até 120 milhões de ações ordinárias (incluindo ADRs).
- A iniciativa visa trazer opcionalidades ao programa de recompra, reiterar a confiança da administração e evidenciar o compromisso com alocação de capital e criação de valor.
- Em 30 de junho de 2025, a Companhia possuía 4.268.778.775 ações em circulação e 270.228.793 ações em tesouraria.
- Os instrumentos ESR e ASR têm como efeito econômico esperado a aceleração da execução do programa de recompra e a diminuição das ações em circulação.
- O Equity Swap permite exposição sintética ao ativo sem posse física, com liquidação financeira, ampliando a flexibilidade e reduzindo o impacto imediato no caixa.
- Os contratos dos instrumentos financeiros deverão ser liquidados até 18 de agosto de 2026, prazo de encerramento do programa de recompra em vigor.
- Serão utilizados recursos disponíveis em reserva de lucros ou capital apurados nas Demonstrações Financeiras da Companhia relativas ao exercício social de 2024.
- O Conselho de Administração considera que a situação financeira da Vale é compatível com a celebração dos instrumentos e não comprometerá obrigações ou pagamento de dividendos.
- Não há impacto relevante esperado sobre a composição do controle acionário ou da estrutura administrativa da sociedade.
- Fato Relevante31 jul 2025Abrir fonte ↗
Vale atualiza projeção de custo all-in do cobre para 2025
A Vale S.A. informa a atualização de suas estimativas para o custo all-in do cobre em 2025, impulsionada pelo desempenho operacional e preços de ouro acima do esperado.
- A Vale atualizou suas estimativas para o custo all-in do cobre em 2025.
- A atualização reflete o sólido desempenho operacional do negócio e os preços do ouro como subproduto acima das expectativas.
- Todas as demais estimativas divulgadas anteriormente pela Companhia permanecem inalteradas.
- A projeção do custo all-in para 2025 considera preços de ouro de US$3.210/onça troy.
- A Companhia reitera que as estimativas são hipotéticas e podem sofrer alterações devido a fatores de mercado alheios ao seu controle.
- A Vale irá reapresentar o item 3 de seu Formulário de Referência no prazo previsto pela Resolução CVM nº 80/2022.
- Fato Relevante2 jul 2025Abrir fonte ↗
Vale atualiza projeção de produção de pelotas para 2025
A Vale S.A. informou a atualização de suas estimativas de produção de aglomerados para 2025, antecipando manutenções na usina de São Luís devido às condições de mercado.
- A Vale S.A. atualizou suas estimativas de produção de aglomerados para o ano de 2025.
- A atualização das estimativas decorre das atuais condições de mercado de pelotas, com as demais estimativas da Vale permanecendo inalteradas.
- A Companhia decidiu antecipar manutenções preventivas da usina de pelotização de São Luís (MA) para o 3T25, resultando na paralisação da produção no período.
- O pellet feed, que seria insumo para as pelotizadoras, será direcionado para vendas de finos de minério de ferro, visando otimizar a geração de valor do portfólio.
- As estimativas divulgadas são dados hipotéticos e podem sofrer novas alterações, conforme a Companhia reitera a influência de fatores de mercado.
- A Vale irá reapresentar o item 3 de seu Formulário de Referência, no prazo previsto na Resolução nº 80/2022.
- Apresentação1 jul 2025Abrir fonte ↗
Apresentação Institucional da Vale: Estratégia, Operações e ESG
A Vale detalha sua estratégia, operações de minério de ferro e metais para transição energética, governança, alocação de capital e compromissos ESG em apresentação institucional.
- A Vale se posiciona como líder global na produção de minério de ferro, níquel e cobre, com forte presença em 19 países.
- Apresenta dados de desempenho de 2024, incluindo receita operacional líquida de US$ 38,1 bilhões e EBITDA Proforma de US$ 15,4 bilhões.
- A governança corporativa da empresa adota as melhores práticas da B3 (Novo Mercado), com maioria de conselheiros independentes e não executivos.
- A estratégia foca em soluções de minério de ferro e metais para transição energética, com projetos de crescimento e otimização de portfólio.
- A empresa busca alcançar ~360 Mt de produção de minério de ferro até 2030 e 420-500 ktpa de cobre no mesmo período, com potencial de aceleração em Carajás.
- A Vale implementa o programa de descaracterização de barragens a montante, com 17 de 30 barragens descaracterizadas até o final de 2024, e zero barragens em nível 3 de emergência até 2025.
- Compromissos ESG incluem meta de zerar lesões de alto potencial até 2025, 100% de energia renovável no Brasil (já alcançada), redução de 33% nas emissões de GEE Escopo 1 e 2 até 2030, e apoio a comunidades.
- A Vale mantém disciplina de custos, visando um Custo Caixa C1 entre US$ 18-19,5/t até 2030 para minério de ferro, e capex estável para equilibrar crescimento e valor.
- Desembolsou cerca de R$ 48 bilhões em remediação e indenização para os acordos de Mariana e Brumadinho, com progresso contínuo nas reparações.
- A Vale é uma das primeiras empresas a adotar os padrões ISSB para transparência em riscos e oportunidades relacionadas ao clima.
- Outro30 jun 2025Abrir fonte ↗
Inventário dos Direitos Minerários - Vale S.A. (Escritura de Debêntures)
Este documento apresenta o inventário dos direitos minerários da Vale S.A. relacionados à Escritura de Debêntures, atualizado em 30/06/2025, detalhando a situação dos processos e alterações no primeiro semestre de 2025.
- O inventário consolida os direitos minerários da Vale S.A. vinculados à Escritura de Debêntures, com dados atualizados em 30 de junho de 2025.
- O total de áreas vigentes diminuiu de 281 em 31/12/2023 para 259 em 30/06/2025, representando uma redução de 8 áreas e 74,91 hectares entre 31/12/2024 e 30/06/2025.
- No primeiro semestre de 2025, houve o indeferimento de um requerimento de portaria de lavra para um processo no Bloco Quadrilátero (ANM 830.702/1979), resultando em um recurso da empresa.
- Também no primeiro semestre de 2025, ocorreu a negociação de oito áreas do Bloco Cachoeiro-ES com a empresa Indústria de Mármores Italva Ltda.
- O documento detalha os direitos minerários por blocos geográficos como Carajás, Espinhaço, Gradaús, Parú Jari Sul, Quadrilátero Ferrífero, Riacho dos Machados e Vazante, especificando a quantidade de processos, área em hectares e fase de ca
- Apresentação12 jun 2025Abrir fonte ↗
Apresentação ESG: Rumo a uma Vale 2030 mais Sustentável e Resiliente
A Vale apresenta suas iniciativas e progressos em ESG, focando em segurança, reparação, desempenho social, sustentabilidade ambiental e metas de descarbonização para 2030 e 2050.
- A Vale reduziu em 68% as lesões registráveis de alto potencial (N2) e em 61% a Taxa Total de Frequência de Acidentes Registráveis (TRIFR) entre 2019 e 2024.
- A empresa visa não ter nenhuma barragem em nível de emergência 3 até 2025, tendo já reduzido significativamente as barragens em níveis 1, 2 e 3.
- O programa de descaracterização de barragens a montante prevê um investimento de US$ 5.0 bilhões, com US$ 2.2 bilhões já aplicados.
- O programa de mineração circular da Vale tem o potencial de produzir mais de 30 Mt de minério de ferro até 2030 e reduzir as emissões de CO2 em 5%.
- A Vale destinou mais de R$ 63 bilhões para Brumadinho (75% concluído até 2024) e R$ 170 bilhões para Mariana (28% concluído até 2024), com progresso significativo nas reparações.
- Metas ESG incluem zerar lesões N2 até 2025, 100% energia renovável no Brasil até 2025 (já atingido em 2023) e globalmente até 2030, e reduzir GEE Escopos 1 e 2 em 33% até 2030 (net zero até 2050).
- As metas ambientais abrangem a recuperação e proteção de +500.000 ha de áreas florestais, e a redução da captação de água doce em 10% até 2030.
- A Vale é pioneira na adoção dos padrões ISSB, sendo a primeira empresa brasileira e primeira grande mineradora a fazê-lo, investindo US$ 1.4 bilhão em descarbonização desde 2020.
- A empresa foca em soluções para descarbonização do Escopo 3 e transição energética através de Mega Hubs, aglomerados e o crescimento de cobre e níquel.
- Fato Relevante6 jun 2025Abrir fonte ↗
Vale informa sobre atualização da opinião de crédito pela Moody's
A Vale comunicou a disponibilização da versão em português do relatório da Moody's Investor Service que atualiza a opinião de crédito sobre a Companhia.
- A Vale anunciou a versão em português do relatório da Moody's Investor Service está disponível para consulta.
- O relatório da Moody's, divulgado inicialmente em 04 de junho de 2025, contém a atualização da opinião de crédito sobre a Vale S.A.
- Apresentação4 jun 2025Abrir fonte ↗
Apresentação Institucional da Vale: Estratégia, Operações e Compromissos ESG
A Vale apresenta sua estratégia corporativa, detalhando operações de minério de ferro e metais para transição energética, desempenho financeiro, compromissos ESG e metas de crescimento e custos.
- A Vale é uma das líderes globais na produção de minério de ferro, níquel e cobre, com posições de destaque no mercado transoceânico.
- Apresentou revenue operacional líquida de US$38.1 bilhões e EBITDA Proforma de US$15.4 bilhões em 2024.
- A dívida líquida expandida da empresa era de US$18.2 bilhões em 31 de março de 2025.
- A produção em 2024 atingiu 328 Mt de minério de ferro, 37 Mt de pelotas, 348 kt de cobre e 160 kt de níquel.
- A estratégia de minério de ferro foca em soluções de alta qualidade e flexibilidade da cadeia de suprimentos, com destaque para novos produtos como briquetes e os Mega Hubs.
- O negócio de Metais para Transição Energética possui dotação significativa de reservas de cobre e níquel, com operações em jurisdições favoráveis no Canadá e Brasil.
- Projetos de crescimento para cobre e níquel visam aumentar a produção, com metas de ~700 kt de cobre até 2035 e 210-250 kt de níquel até 2030.
- Os custos C1 do minério de ferro são projetados para atingir US$18-19.5/t até 2030, buscando competitividade e eficiência.
- O CAPEX anual previsto é de aproximadamente US$5.9 bilhões, divididos entre manutenção e crescimento.
- A empresa mantém o compromisso com a política de dividendos e a meta de dívida líquida expandida entre US$10-20 bilhões.
- Na área de ESG, a Vale visa zerar lesões de alto potencial até 2025, ter 100% de energia renovável globalmente até 2030 e reduzir as Emissões de GEE (Escopo 1 e 2) em 33% até 2030.
- O programa de segurança de barragens busca eliminar barragens em nível 3 de emergência até 2025 e descaracterizar todas as barragens a montante no Brasil até 2035.
- A Vale detalhou os progressos na remediação dos acordos de Mariana e Brumadinho, com bilhões de reais já desembolsados em indenizações e reparos.
- A empresa implementa práticas de governança corporativa de alto padrão, incluindo conselho com maioria independente e listagem no Novo Mercado da B3.
- Iniciativas sociais incluem combater a pobreza e fortalecer o relacionamento com comunidades indígenas, incluindo a desistência de processos de mineração em terras indígenas no Brasil.
- Fato Relevante4 jun 2025Abrir fonte ↗
Vale informa sobre atualização da perspectiva de crédito pela Moody's
A Vale S.A. comunica ao mercado a disponibilização da versão em português do relatório da Moody's Investor Service que revisou a perspectiva do rating da Companhia.
- A Vale S.A. informa sobre a atualização da perspectiva de crédito realizada pela Moody's Investor Service.
- A Moody's revisou a perspectiva do rating da Companhia, conforme relatório original divulgado em 02 de junho de 2025.
- A versão em português do referido relatório da Moody's está disponível ao mercado.
- O documento inclui um disclaimer sobre declarações prospectivas e fatores de risco inerentes às operações da Vale.
- Outro4 jun 2025Abrir fonte ↗
Vale: Moody's atualiza opinião de crédito para Baa2 estável
A Moody's Investor Service atualizou sua opinião de crédito sobre a Vale S.A. para Baa2 estável, conforme comunicado pela companhia em 04 de junho de 2025.
- A Moody's Investor Service atualizou sua opinião de crédito sobre a Vale S.A.
- A classificação de crédito atribuída à Vale é Baa2 com perspectiva estável.
- O relatório completo da Moody's está disponível em inglês no website da agência e como anexo ao comunicado.
- Uma tradução livre do relatório para o português será disponibilizada futuramente.
- Fato Relevante2 jun 2025Abrir fonte ↗
Vale: Moody's revisa perspectiva de crédito para estável, mantendo rating Baa2
A Vale S.A. informa que a Moody’s Investor Service revisou a perspectiva do rating da Companhia de positiva para estável, mantendo a nota em Baa2, refletindo a alteração do rating soberano do Brasil.
- A Moody’s Investor Service revisou a perspectiva do rating da Vale de positiva para estável.
- O rating da Companhia foi mantido em Baa2.
- A decisão reflete a alteração da perspectiva do rating soberano do Brasil de positivo para estável (Ba1 estável).
- O relatório da Moody’s está disponível em inglês no website da agência e como anexo, com uma tradução livre em português a ser divulgada em breve.
- Release23 mai 2025Abrir fonte ↗
Moody’s Local atribui rating AAA.br à 11ª Emissão de Debêntures da Vale
A Moody’s Local Brasil atribuiu o rating AAA.br à proposta da 11ª Emissão de Debêntures da Vale S.A., no valor de R$ 6 bilhões, destinadas a projetos de investimento prioritários.
- A Moody’s Local Brasil atribuiu rating AAA.br às três séries da 11ª Emissão de Debêntures da Vale S.A., em linha com o Rating Corporativo da Companhia.
- As debêntures serão simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, para distribuição pública, totalizando R$ 6 bilhões em três séries.
- Os recursos captados serão integral e exclusivamente destinados a projetos de investimento prioritários, conforme a Lei 12.431 e regulamentos associados.
- As três séries terão vencimentos finais em 2032, 2035 e 2037, com saldo de principal atualizado pelo IPCA e juros pré-fixados baseados no Tesouro IPCA+.
- A emissão confere flexibilidade financeira à Vale para investimentos estratégicos em sua malha logística e não deve impactar materialmente suas métricas de crédito.
- A Vale possui forte perfil de crédito, sendo uma das maiores mineradoras de minério de ferro e com atuação relevante em metais de transição energética, com diversificação geográfica e de commodities.
- A alavancagem bruta ajustada da Companhia (Dívida Bruta / EBITDA) foi de 1.33x no primeiro trimestre de 2025, com projeção de se manter em torno de 1.0x.
- A Companhia detinha US$ 4 bilhões em caixa em março de 2025, cobrindo vencimentos de dívidas até 2028, e US$ 5 bilhões em linhas de crédito rotativo.
- O prazo médio da dívida da Vale era de 9.5 anos em março de 2025, demonstrando gestão diligente de passivos.
- Fato Relevante22 mai 2025Abrir fonte ↗
Vale aprova oferta pública de debêntures no valor de R$6 bilhões
A Vale S.A. informa que seu Conselho de Administração aprovou a 11ª emissão de debêntures simples, não-conversíveis em ações, no valor total de R$6 bilhões, destinadas a financiar projetos prioritários no setor de transportes.
- O Conselho de Administração da Vale S.A. aprovou a 11ª emissão de debêntures simples, não-conversíveis em ações, da espécie quirografária.
- A emissão será realizada em 3 séries, com prazos de 7, 10 e 12 anos, totalizando R$6.000.000.000,00.
- A oferta pública de distribuição será no mercado brasileiro, sob o rito de registro automático de valores mobiliários.
- Os projetos de investimento vinculados à emissão são enquadrados como prioritários no setor de transportes, conforme Lei n.º 12.431 e Decreto n.º 11.964.
- O protocolo do pedido de registro da oferta perante a CVM será realizado oportunamente.
- O presente Fato Relevante tem caráter exclusivamente informativo, não sendo um material de venda ou divulgação da emissão e oferta.
- Apresentação13 mai 2025Abrir fonte ↗
Vale: Estratégia e Perspectivas 2030 na Conferência BoFA
A Vale apresentou sua estratégia para 2030 na Conferência de Metais, Mineração e Siderurgia do Bank of America, detalhando planos para crescimento de produção, redução de custos e otimização de capital.
- A Vale delineou a visão 'Vale 2030' focada em ser uma parceira confiável com um portfólio competitivo e resiliente, buscando resultados, impacto positivo e transparência.
- A estratégia para minério de ferro visa um crescimento flexível, com projeção de produção entre 340-360 Mtpa até 2026 e 60-70 Mtpa de aglomerados até 2030.
- A empresa foca no avanço da descarbonização, na criação de Mega Hubs com clientes e na otimização de seu portfólio flexível de minério de ferro.
- O custo caixa C1 de minério de ferro é projetado para diminuir, atingindo US$ 20,5-22/t em 2025 e abaixo de US$ 20/t até 2026.
- A produção de cobre deve acelerar, com projeções de 420-500 kt em 2030 e ~700 kt em 2035, impulsionada pelos recursos de Carajás e o programa Novo Carajás.
- A Vale prevê um CAGR de 3% nos volumes de vendas (equivalente a cobre) e uma otimização de CAPEX para aproximadamente US$5,9 bilhões anuais.
- A empresa antecipa um yield robusto de fluxo de caixa livre de cerca de 10% em 2025, atribuído à eficiência de capital e a um portfólio focado nas commodities principais.
- A nova gestão da Vale enfatiza a evolução cultural, uma mentalidade de eficiência e a segurança como valor central nas operações.
- Apresentação13 mai 2025Abrir fonte ↗
Apresentação: Metals, Mining and Steel Conference - 13 de maio de 2025
A Vale apresentou sua estratégia e perspectivas para minério de ferro e cobre em uma conferência de metais, mineração e siderurgia, destacando planos de produção, otimização de custos e foco em capital eficiente.
- A Vale tem como meta ser uma parceira confiável com um portfólio competitivo e resiliente até 2030, focando em minério de ferro de alta qualidade e crescimento de cobre.
- A produção de minério de ferro visa atingir 325-335 Mt em 2024, 340-360 Mt em 2025-2026 e aproximadamente 360 Mt em 2030, com 30 Mtpa de crescimento da produção e projetos em estágio avançado.
- O custo caixa C1 de minério de ferro está em trajetória descendente, com expectativa de atingir <US$ 20/t até 2026 através de otimização contínua de despesas e mentalidade de eficiência.
- A produção de cobre projeta 340-370 kt em 2024 e 420-500 kt em 2025-2030, buscando ~700 kt até 2035, aproveitando os recursos de Carajás e o programa Novo Carajás.
- A empresa prevê um CAGR de 3% nos volumes de vendas (Mt, Cu eq.) até 2030, com um `CAPEX` otimizado de aproximadamente US$ 5,9 bilhões e um robusto `FCF yield` de ~10%.
- A estratégia da Vale inclui eficiência de capital, custos em queda, um portfólio focado em commodities essenciais e remuneração saudável aos acionistas, com uma nova gestão implementando uma cultura de segurança e eficiência.
- Outro30 abr 2025Abrir fonte ↗
Vale S.A.: Assembleias aprovam contas e plano de incentivo; acionista diverge sobre ESG e governança
As Assembleias Gerais Ordinária e Extraordinária da Vale S.A. aprovaram as contas de 2024, a eleição de conselheiros e um novo plano de incentivo baseado em ações, enquanto uma acionista registrou voto de dissenso em relação a diversas ques
- As Assembleias Gerais Ordinária e Extraordinária da Vale S.A. foram realizadas em 30 de abril de 2025, com quórum de 79,64% e 79,55% do capital social, respectivamente.
- Foram aprovados o relatório e as contas da administração, as demonstrações financeiras e a destinação do resultado referentes ao exercício social de 2024.
- Aprovação da fixação do Conselho de Administração em 13 membros efetivos e 1 suplente, com eleição individual dos membros, incluindo o Presidente (Daniel André Stieler) e Vice-Presidente (Marcelo Gasparino da Silva).
- Eleição de 5 membros efetivos e suplentes para o Conselho Fiscal, com prazo de gestão até a Assembleia Geral Ordinária de 2026.
- Aprovação da remuneração anual global dos administradores e membros do Conselho Fiscal para 2025, no valor de até R$195.389.263,00.
- Foi aprovado o Plano Global de Incentivo de Longo Prazo Baseado em Ações, que inclui Performance Shares e Ações Restritas, com foco em criação de valor, retenção de liderança e alinhamento de interesses com acionistas.
- O Plano de Incentivo estabelece um limite máximo de 0,5% do capital social em ações (22.695.037 ações) e 0,1% por exercício social (4.539.007 ações) com base no capital social de 30/06/2024.
- Uma acionista registrou voto de dissenso sobre a retomada das atividades da Mina da Jangada (Complexo Paraopeba) via arrendamento, citando falta de transparência, riscos e desrespeito a acordos internacionais.
- A acionista também manifestou desacordo com o Projeto Apolo (Serra da Gandarela), apontando contradições sobre sustentabilidade hídrica, ameaça à segurança hídrica da RMBH e conflito com áreas protegidas.
- Foram levantadas críticas à atuação da Vale na transição energética e COP 30, à narrativa da 'Vale do Futuro', e à falta de transparência na aquisição de minério de terceiros, com impactos socioambientais.
- A acionista votou pela reprovação das contas de 2024 devido à suposta falta de respeito a tratados internacionais sobre direitos indígenas, assédio a lideranças e não conformidade com a legislação de igualdade salarial.
- Apresentação25 abr 2025Abrir fonte ↗
Vale - Webcast 1T25
A Vale apresenta o desempenho operacional e financeiro do primeiro trimestre de 2025, destacando produção, custos, iniciativas ESG e a situação da dívida líquida.
- A produção de minério de ferro no 1T25 foi menor que no ano anterior, conforme planejado, mas as vendas foram maiores devido à flexibilidade da cadeia estendida.
- Projetos de minério de ferro como Serra Sul +20, Capanema e Planta VGR1 adicionarão 50 Mt de capacidade até o segundo semestre de 2026.
- O programa de operações autônomas da Vale opera 89 equipamentos e melhorou a segurança e eficiência em minas e no porto TIG.
- A produção de Cobre e Níquel aumentou 11% cada no 1T25, impulsionada pelo ramp-up da mina de Voisey’s Bay (VBME).
- A Vale formará uma Joint-Venture com a Global Infrastructure Partners para o setor de energia, com expectativa de conclusão no 2S25, resultando em ~US$ 1 bilhão e 30% de participação para a Vale.
- As iniciativas ESG incluem 12,7 Mt de minério de ferro produzidos a partir da reutilização de resíduos em 2024 e mais de US$ 250 milhões investidos em descarbonização no mesmo ano.
- O EBITDA Proforma foi impactado por menores preços do minério de ferro, parcialmente compensados pelo desempenho de Metais para Transição Energética e uma sólida gestão de custos.
- O Custo Caixa C1 de minério de ferro reduziu para US$ 21,0/t no 1T25, enquanto os custos all-in de Cobre diminuíram 63% e os de Níquel caíram 4% em relação ao ano anterior.
- O Fluxo de Caixa Livre (FCL) recorrente no 1T25 foi de US$ 504 milhões, partindo de um EBITDA Proforma de US$ 3.212 milhões.
- A Dívida líquida expandida atingiu US$ 18.242 milhões no 1T25, um aumento explicado principalmente pelos dividendos e juros sobre capital próprio pagos, permanecendo dentro da meta de US$ 10-20 bilhões.
- Outro14 abr 2025Abrir fonte ↗
Vale: Pagamento de Juros das Debêntures Incentivadas da 10ª Emissão
A Vale S.A. anuncia o pagamento de juros remuneratórios referentes às debêntures incentivadas da 10ª emissão, totalizando R$ 166,9 milhões, em 15 de abril de 2025.
- A Vale S.A. realizará o pagamento de juros remuneratórios de suas debêntures incentivadas da 10ª emissão.
- O pagamento totaliza R$ 166.922.937,38 e será efetuado em 15 de abril de 2025.
- As debêntures são simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, das séries 1ª, 2ª e 3ª.
- Os detentores elegíveis são aqueles com composição em custódia na B3 S.A. e/ou no Banco Itaú Unibanco S.A. no fechamento do dia 14 de abril de 2025.
- Apresentação1 abr 2025Abrir fonte ↗
Apresentação Institucional Vale: Estratégia, Operações e ESG (Abril 2025)
A Vale apresenta sua visão institucional, detalhando a estratégia para minério de ferro e metais para transição energética, desempenho operacional, compromissos ESG e disciplina na alocação de capital.
- A Vale é líder global na produção de minério de ferro (#2), níquel (#6) e maior produtora de pelotas, com significativa reserva de cobre (#11).
- Em 2024, a produção foi de 328 Mt de minério de ferro, 37 Mt de pelotas, 348 kt de cobre e 160 kt de níquel.
- A receita operacional líquida em 2024 foi de US$ 38,1 bilhões, com EBITDA Proforma de US$ 15,4 bilhões e CAPEX de US$ 6,0 bilhões.
- A dívida líquida expandida em 31 de março de 2025 foi de US$ 18,2 bilhões, dentro da meta da empresa de US$ 10-20 bilhões.
- A empresa mantém uma governança robusta com maioria de membros independentes no Conselho de Administração e segue o padrão Novo Mercado da B3.
- A estratégia foca em Soluções de Minério de Ferro e Metais para Transição Energética, com ênfase na descarbonização da siderurgia via Mega Hubs e briquetes.
- O negócio de minério de ferro projeta uma produção de 340-360 Mt para 2026 e ~360 Mt para 2030, visando um custo caixa C1 entre US$ 18-19,5/t até 2030.
- Para Metais para Transição Energética, a produção de cobre é projetada para 420-500 ktpa e níquel para 210-250 ktpa até 2030.
- A Vale tem um programa de descaracterização de barragens a montante, com 57% completado até dezembro de 2024, e tem como meta zero barragens em nível 3 de emergência até 2025.
- A empresa compromete-se com metas ESG ambiciosas, incluindo 100% de energia renovável no Brasil até 2025 e globalmente até 2030, e redução de 33% das emissões de GEE (Escopos 1 e 2) até 2030.
- Os acordos de reparação de Mariana e Brumadinho envolvem R$ 170 bilhões e R$ 63 bilhões, respectivamente, com progressos significativos na remediação e indenização.
- Outro31 mar 2025Abrir fonte ↗
Vale informa sobre indicação ao Conselho de Administração
Vale comunicou o recebimento de uma indicação de candidato ao Conselho de Administração pelo acionista Franklin Templeton Investments, que não atende aos requisitos mínimos da CVM.
- A Vale recebeu uma carta do acionista Franklin Templeton Investments.
- A carta indicou o Sr. Mauro Gentile Rodrigues da Cunha como candidato a membro do Conselho de Administração para o mandato 2025-2027.
- A eleição para o cargo de conselheiro ocorrerá nas Assembleias Gerais Ordinária e Extraordinária, convocadas para 30 de abril de 2025.
- A indicação não atende à posição acionária mínima exigida pela Resolução CVM 81, artigo 31, inciso I.
- Devido ao não cumprimento dos requisitos, a indicação não será refletida no boletim de voto à distância e no proxy card aplicáveis às Assembleias.
- A carta de indicação e as informações requeridas foram divulgadas em anexo à comunicação.
- Apresentação13 mar 2025Abrir fonte ↗
Vale: Apresentação Institucional e Estratégia (Março 2025)
A Vale apresenta sua estratégia, desempenho operacional de 2024 em minério de ferro e metais para transição energética, e os avanços em segurança, ESG e alocação de capital.
- A Vale é um dos líderes na produção global de Minério de ferro, Níquel e Cobre, com presença em 18 países.
- Em 2024, a produção foi de 328 Mt de minério de ferro, 37 Mt de pelotas, 348 kt de cobre e 160 kt de níquel.
- As receitas operacionais líquidas em 2024 atingiram US$ 38,1 bilhões e o EBITDA Proforma foi de US$ 15,4 bilhões.
- A dívida líquida expandida em 31 de dezembro de 2024 foi de US$ 16,5 bilhões.
- A estratégia da empresa foca em Soluções de Minério de Ferro e Metais para Transição Energética.
- Houve progresso na descaracterização de barragens, com 17 de 30 barragens concluídas até o final de 2024.
- A empresa projeta a produção de minério de ferro entre 340-360 Mt em 2026 e ~360 Mt em 2030, e pelotas/briquetes entre 45-50 Mt em 2026 e 60-70 Mt em 2030.
- A produção de cobre é projetada para 340-370 kt em 2026 e 420-500 kt até 2030, e níquel entre 175-210 kt em 2026 e 210-250 kt até 2030.
- As metas de custo C1 para minério de ferro são de US$ 20,5-22/t em 2025 e menos de US$ 20/t em 2026, buscando US$ 18,0-19,5/t até 2030.
- O CAPEX total projetado para 2025+ é de aproximadamente US$ 5,9 bilhões, equilibrando crescimento e geração de valor.
- A Vale mantém compromissos de ESG, incluindo zerar lesões de alto potencial até 2025, alcançar 100% de energia renovável no Brasil e reduzir emissões de GEE.
- A empresa reportou R$ 45 bilhões desembolsados em remediação e indenização para Mariana e progresso de 75% na reparação de Brumadinho até dezembro de 2024.
- Apresentação1 mar 2025Abrir fonte ↗
Apresentação Institucional Vale: Estratégia, Operações e Compromissos ESG 2024-2030
A Vale detalha sua estratégia, desempenho operacional e financeiro em 2024, além de projetos de crescimento, disciplina de custos e compromissos ESG para a década até 2030.
- A Vale se posiciona como líder global na produção de minério de ferro, níquel e cobre.
- Em 2024, a empresa registrou receita de US$ 38,1 bilhões e um EBITDA Proforma de US$ 15,4 bilhões, com uma dívida líquida expandida de US$ 16,5 bilhões.
- A produção em 2024 incluiu 328 Mt de minério de ferro, 37 Mt de pelotas, 348 kt de cobre e 160 kt de níquel.
- A estratégia da Vale para o minério de ferro visa flexibilidade do portfólio e criação de 'Mega Hubs' para descarbonização da siderurgia.
- A companhia projeta aumentar a produção de minério de ferro para ~360 Mt até 2030 e busca um crescimento acelerado na produção de cobre, visando ~700 kt até 2035.
- A meta de custo caixa C1 para minério de ferro é de US$ 18-19,5/t até 2030, com CAPEX controlado de aproximadamente US$ 5,9 bilhões para 2025.
- Os compromissos ESG da Vale incluem zerar lesões de alto potencial até 2025, alcançar 100% de energia renovável no Brasil até 2025 e reduzir as emissões de GEE Escopos 1 e 2 em 33% até 2030.
- A Vale já desembolsou cerca de R$ 45 bilhões em remediação e indenizações relacionadas a Brumadinho e Mariana, reportando progresso contínuo nas reparações.
- Outro28 fev 2025Abrir fonte ↗
Aviso aos Acionistas: Indicação de Candidatos ao Conselho Fiscal pela Previ
A Vale S.A. informa o recebimento de indicações de candidatos pela Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil – Previ para compor o Conselho Fiscal da Companhia.
- A Vale S.A. recebeu carta da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil – Previ com indicações de candidatos.
- As indicações são para membro titular e suplente do Conselho Fiscal da Companhia.
- O Sr. Marcio de Souza foi indicado como candidato a membro titular do Conselho Fiscal.
- A Sra. Alessandra Eloy Gadelha foi indicada como candidata a suplente do Conselho Fiscal.
- A eleição do Conselho Fiscal ocorrerá na Assembleia Geral Ordinária da Vale em 30 de abril de 2025.
- A convocação para a Assembleia Geral Ordinária está prevista para 17 de março de 2025.
- Outro13 jan 2025Abrir fonte ↗
Vale informa data da Assembleia Geral Ordinária (AGO)
A Vale S.A. comunica aos acionistas a data prevista para a realização de sua Assembleia Geral Ordinária (AGO) em 30 de abril de 2025.
- A Vale S.A. divulgou a data prevista para a realização de sua Assembleia Geral Ordinária (AGO).
- A Assembleia Geral Ordinária está programada para 30 de abril de 2025.
- A informação é fornecida nos termos do Art. 37, § 2º, da Resolução CVM nº 81/2022.
- A data havia sido previamente informada no Calendário Anual de Eventos Corporativos, divulgado em 10 de dezembro de 2024.
- Informações adicionais sobre a Assembleia Geral Ordinária serão divulgadas em momento oportuno.
- Fato Relevante22 fev 2024Abrir fonte ↗
Vale: Conselho aprova proposta de incorporação de Florestas Rio Doce S.A.
A Vale S.A. informou que seu Conselho de Administração aprovou a proposta de incorporação de sua subsidiária Florestas Rio Doce S.A. com o objetivo de reduzir custos e simplificar a estrutura do Grupo.
- O Conselho de Administração da Vale aprovou a proposta de incorporação de Florestas Rio Doce S.A.
- Florestas Rio Doce S.A. é uma subsidiária 100% controlada pela Vale e não-operacional.
- O objetivo da incorporação é a redução de custos e a simplificação da estrutura do Grupo Vale.
- A proposta será submetida à apreciação da Assembleia Geral de Acionistas, prevista para 26 de abril de 2024.
- Fato Relevante26 out 2023Abrir fonte ↗
Vale anuncia remuneração e novo programa de recompra de ações
A Vale S.A. comunicou a aprovação da distribuição de proventos aos acionistas, incluindo dividendos e juros sobre capital próprio, e um novo programa de recompra de ações ordinárias.
- A Vale aprovou a distribuição de proventos aos acionistas, totalizando R$ 2,331661567 por ação, com R$ 1,565890809 como dividendos e R$ 0,765770758 como juros sobre capital próprio.
- A remuneração será paga em 1º de dezembro de 2023, com data de corte de 21 de novembro de 2023 para ações na B3 e 24 de novembro de 2023 para ADRs na NYSE.
- Foi anunciado um novo programa de recompra de ações, permitindo a aquisição de até 150 milhões de ações ordinárias e ADRs, representando cerca de 3,5% das ações em circulação.
- O novo programa de recompra terá duração de 18 meses, iniciando após o encerramento do programa vigente em 27 de outubro de 2023.
- O programa vigente adquiriu 360.324.179 ações, que serão objeto de futuro cancelamento.
- Release16 fev 2023Abrir fonte ↗
Desempenho da Vale no 4T22 e 2022
A Vale divulga seu desempenho financeiro e operacional do quarto trimestre e do ano de 2022, destacando o progresso em prioridades estratégicas, resultados de negócios, alocação de capital e iniciativas de mineração sustentável.
- O EBITDA ajustado proforma das operações continuadas foi de US$ 5,0 bilhões no 4T22 e US$ 20,9 bilhões em 2022, este último 38% menor que em 2021 devido a menores preços realizados de finos de minério de ferro.
- O Fluxo de Caixa Livre das Operações totalizou US$ 5,7 bilhões em 2022, uma redução significativa em relação a 2021 (US$ 20,0 bilhões).
- Os investimentos no imobilizado e intangível somaram US$ 5,4 bilhões em 2022, 8% maiores que em 2021, impulsionados por projetos de energia solar e minério de ferro.
- A dívida líquida expandida atingiu US$ 14,1 bilhões em 31 de dezembro de 2022, alinhada à meta de alavancagem de US$ 10-20 bilhões, com US$ 966 milhões desembolsados para o programa de recompra de ações no 4T22.
- A empresa pagou US$ 12,6 bilhões em dividendos, juros sobre capital próprio e recompra de ações em 2022, com US$ 1,8 bilhão em dividendos a serem pagos em março de 2023.
- Houve progresso na cadeia de valor de veículos elétricos com acordos de fornecimento de níquel com Northvolt AB, Tesla e General Motors.
- A Vale avançou na descarbonização da siderurgia, com a assinatura de três acordos para desenvolver Mega Hubs e MoUs para soluções de produção de aço neutro em carbono.
- Projetos importantes foram avançados, como o início de Salobo III (cobre), a aprovação do 2º forno de Onça Puma (níquel) e o comissionamento dos projetos Sistema Norte 240 Mtpa e Gelado (minério de ferro).
- Um total de 12 estruturas a montante foram eliminadas até o final de 2022, representando 40% do Programa de Descaracterização de Barragens da Vale, e o nível de emergência da barragem B3/B4 foi reduzido de 3 para 2.
- O acordo de Reparação Integral de Brumadinho foi 58% executado, com US$ 7,5 bilhões desembolsados desde 2019 e mais US$ 1,6 bilhão estimados para 2023.
- A Vale realizou desinvestimento responsável de ativos não-essenciais, totalizando 9 negócios em 5 países desde 2019, e reorganizou suas operações de Materiais para Transição Energética.
- Outro2 mar 2021Abrir fonte ↗
Vale informa sobre análise da CVM acerca de proposta de votação em AGE
A Vale S.A. informou que, após análise da CVM sobre sua proposta de votação para o Conselho de Administração na AGE de 12 de março de 2021, decidiu excluir o item da pauta.
- A Vale recebeu análise da CVM a respeito da proposta de votação para o Conselho de Administração, a ser submetida à Assembleia Geral Extraordinária (AGE) de 12 de março de 2021.
- A Superintendência de Relações com Empresas da CVM concluiu que o processo de eleição de membros do Conselho de Administração não suporta o sistema de votação binário, não admitindo votos contrários para fins do quórum de deliberação.
- Em decorrência do entendimento da CVM, a Vale decidiu excluir o item referente à votação majoritária com votos contrários da ordem do dia da AGE de 12 de março de 2021.
- Todos os votos já recebidos para o item excluído da pauta serão desconsiderados.
- A Companhia se reserva o direito de, oportunamente, solicitar o reexame da matéria pelo Colegiado da CVM.
- As demais matérias da ordem do dia da AGE, relativas a outras alterações estatutárias visando aprimorar a governança da Vale, estão mantidas.
- O relatório da CVM analisou uma consulta de um conselheiro da Vale sobre a validade da proposta de alteração estatutária que permitiria o cômputo de votos contrários na eleição de conselheiros.
- A CVM argumentou que a Lei nº 6.404/1976 estabelece que as deliberações em Assembleia Geral se dão por maioria absoluta de votos, sem o cômputo de votos em branco, e que a eleição de administradores não é uma deliberação binária (sim/não).
- A conclusão da CVM é que a proposta da Vale, ao considerar votos contrários para a elegibilidade de candidatos, não se coaduna com a sistemática da Lei nº 6.404/1976 e pode cercear o direito de voto do acionista.
- Release17 abr 2020Abrir fonte ↗
Vale atualiza projeções de produção para minério de ferro, pelotas, níquel e cobre
A Vale atualizou suas projeções de produção para 2020 de minério de ferro, pelotas, níquel e cobre, e descontinuou as projeções para o segmento de Carvão.
- A projeção de produção de finos de minério de ferro para 2020 foi atualizada para 310 a 330 milhões de toneladas (Mt).
- A projeção de produção de pelotas para 2020 foi atualizada para 35 a 40 Mt.
- A projeção de produção de níquel (excluindo Vale Nova Caledônia) para 2020 foi atualizada para 180.000 a 195.000 toneladas (t).
- A projeção de produção de cobre para 2020 foi atualizada para 360.000 a 380.000 t.
- As projeções de produção e de custos do segmento de Carvão foram descontinuadas para os anos de 2020, 2021, 2022 e 2023.
- A Vale esclarece que as informações divulgadas são estimativas e não constituem promessa de desempenho, estando sujeitas a fatores de mercado alheios ao seu controle.
- A empresa informa que reapresentará oportunamente o item 11 de seu Formulário de Referência.
- Fato Relevante20 fev 2020Abrir fonte ↗
Vale: Proposta de Incorporação de Subsidiárias
A Vale S.A. propôs a incorporação de seis de suas subsidiárias integrais para simplificar sua estrutura societária, aguardando aprovação em Assembleia Geral de Acionistas.
- A Vale S.A., na forma da Instrução CVM nº 358, informou a proposta de incorporação de seis sociedades.
- As subsidiárias a serem incorporadas são: Ferrous Resources do Brasil S.A., Mineração Jacuípe S.A., Minas da Serra Geral S.A., MSE – Serviços de Operação, Manutenção e Montagens Ltda., Mineração Guariba Ltda. e Retiro Novo Reflorestamento L
- A Vale detém 100% das ações ou quotas representativas do capital social de todas as sociedades propostas para incorporação.
- O objetivo principal das incorporações propostas é a simplificação da estrutura societária da Companhia.
- As propostas de incorporação foram aprovadas pelo Conselho de Administração da Vale.
- As propostas serão submetidas à deliberação em Assembleia Geral de Acionistas da Vale, a ser convocada no prazo legal.
- Apresentação2 dez 2019Abrir fonte ↗
A Trajetória de De-risking da Vale e Estratégias Futuras
A Vale apresenta sua estratégia de "de-risking" focada em reparação de Brumadinho, segurança operacional, estabilização da produção e alocação disciplinada de capital, com metas ESG ambiciosas e planos de negócios para minério de ferro, níq
- Apresentação detalha a estratégia de "de-risking" da Vale focada em reparação de Brumadinho, segurança de barragens, estabilização da produção e disciplina na alocação de capital.
- A Vale está progredindo na reparação de Brumadinho, com 25 acordos de compensação assinados beneficiando mais de 111.000 pessoas e cerca de US$1,6 bilhão em indenizações e despesas em 2019.
- A companhia está investindo em soluções alternativas às barragens de rejeitos, com previsão de US$1,8 bilhão entre 2020-2024 para processamento a seco e empilhamento a seco.
- Novos compromissos ESG para 2030 incluem 100% de autoprodução de energia limpa globalmente, redução de emissões de GEE alinhada ao Acordo de Paris, e ser carbono neutra no escopo 1 e 2 até 2050.
- A meta de captação de água nova foi revista para redução de 10% e a de recuperação/proteção de área degradada para 500.000 hectares até 2030.
- A Vale pretende dobrar a força de trabalho feminina até 2030 (de 13% para 26%) e vincular 20% da compensação de longo prazo a métricas ESG.
- A produção de minério de ferro deve retornar a 390-400 Mtpa, com o C1 cost e o custo de frete se aproximando dos níveis de 2018 através do retorno de operações e otimizações.
- A estratégia para Níquel foca na confiabilidade da produção (meta de 360 kt) e na adaptação a uma nova dinâmica de mercado, incluindo a venda do segmento de Metais Básicos (JVs na Indonésia, desinvestimento em PTVI).
- A produção de Cobre tem potencial de aumento, com projetos como Salobo 3, Victor, Alemão e Hu’u visando atingir 480 kt até 2023.
- Os investimentos correntes (incluindo reposição) e em projetos de capital são projetados em US$5,0 bilhões para 2020 e 2021, com média de US$4,5 bilhões nos próximos anos.
- A expectativa é de redução dos redutores de fluxo de caixa (Moatize, VNC, Samarco, Brumadinho) a partir de 2020, levando a uma geração de caixa robusta.
- Projeções indicam um EBITDA de até US$23,5 bilhões e um Fluxo de caixa livre de até US$14,0 bilhões em 2022, dependendo dos preços de minério de ferro e níquel, com retorno potencial aos acionistas de até 39% p.a.
- Fato Relevante26 set 2019Abrir fonte ↗
Vale revisa guidance de produção de pelotas para 2019
A Vale S.A. revisou seu guidance de produção de pelotas de 45 Mt para 43 Mt em 2019, mantendo o guidance de vendas de minério de ferro e pelotas inalterado.
- A Vale revisou seu guidance de produção de pelotas para 2019 de 45 Mt para 43 Mt.
- A revisão visa adequar o portfólio de produtos às condições temporárias de mercado.
- O guidance de vendas de minério de ferro e pelotas para 2019, de 307-332 milhões de toneladas, permanece inalterado.
- A decisão está em linha com a estratégia de margem sobre volume e alocação eficiente de capital.
- A empresa mantém confiança nos fundamentos de longo prazo do mercado global de minério de ferro e pelotas.
- A Vale reapresentará oportunamente o item 11 de seu Formulário de Referência, conforme Instrução CVM nº 480.
- Fato Relevante21 mar 2019Abrir fonte ↗
Vale informa sobre operação na mina de Brucutu e decisões sobre barragens
A Vale obteve autorização para retomar as operações na mina de Brucutu via barragem de Laranjeiras e informou que uma decisão liminar sobre o Dique III não impactará sua produção.
- A Vale recebeu da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD) a Autorização Provisória para Operar (APO) da barragem de Laranjeiras.
- A autorização possibilitará o retorno das operações na mina de Brucutu em até 72 horas.
- Uma decisão liminar da 1ª Vara Cível de Nova Lima, proferida no dia, relacionada à barragem Dique III, não trará impacto adicional na produção da Vale.
- O Dique III está localizado no complexo de Vargem Grande, cujas operações já foram paralisadas pela Agência Nacional de Mineração (ANM).
- A Vale aguarda notificação da decisão judicial sobre o Dique III para adotar as medidas cabíveis.