Papel e Celulose
SUZANO S.A.
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Comunicações
56 documentos- FRE11 mai 2026Abrir fonte ↗
Suzano divulga estimativas de dívida líquida, alavancagem e custo caixa de celulose
A Suzano S.A. informou estimativas de dívida líquida e alavancagem para 2027-2028 e estimativas de custo caixa de produção de celulose para o 2T26 e média anual de 2026.
- A Companhia projeta metas de dívida líquida de US$11,0 bilhões e alavancagem abaixo de 2,5x, com expectativa de atingimento ao longo dos exercícios sociais de 2027 e 2028.
- O índice de alavancagem é medido pela relação entre dívida líquida sobre EBITDA Ajustado realizado nos 12 meses anteriores ao período de apuração.
- As estimativas de dívida e alavancagem consideram premissas de câmbio (USD/BRL) médio de R$5,17 para 2026, R$5,25 para 2027 e R$5,28 para 2028.
- A estimativa de custo caixa de produção de celulose para o segundo trimestre de 2026 está prevista entre R$830 e R$840 por tonelada, um aumento de 3% a 5% em relação ao primeiro trimestre de 2026.
- Esta estimativa de custo caixa 2T26 tem por premissa câmbio médio trimestral de R$5,00 e preço do petróleo Brent (ICE Brent Crude) em US$87 por barril.
- Para a média anual de 2026, a Companhia estima que o custo caixa de produção de celulose fique em torno de R$800 por tonelada.
- A estimativa de custo caixa anual 2026 considera premissas de câmbio médio de R$5,07 e Brent de US$84 por barril para o ano completo.
- A Companhia informou que o item 3 do Formulário de Referência será devidamente atualizado no prazo previsto na Resolução CVM nº 80/22.
- DFP3 mai 2026Abrir fonte ↗
Fatores de Risco da Suzano S.A.
O Formulário de Referência da Suzano S.A. detalha uma ampla gama de riscos operacionais, financeiros, legais, regulatórios, de mercado e macroeconômicos que podem impactar adversamente a Companhia e seus resultados.
- Riscos operacionais incluem falhas em equipamentos, sistemas de informação, acidentes, desastres naturais, tensões geopolíticas, que podem causar interrupções e danos ao patrimônio.
- A Companhia está sujeita a impactos de mudanças climáticas em seus ativos biológicos (valor justo, produtividade) e custos adicionais por novas regulamentações ESG.
- Falhas na cadeia de suprimentos, logística e contratos com terceiros podem afetar o fornecimento de insumos e entrega de produtos.
- Riscos de controle de qualidade dos produtos podem afetar o mercado consumidor e reputação.
- A Companhia não pode garantir o sucesso de aquisições e joint ventures, nem a integração de empresas ou a captura de sinergias, com potencial impacto financeiro e reputacional.
- Ágio e outros ativos intangíveis estão sujeitos a testes de recuperabilidade, podendo gerar perdas e afetar a condição financeira.
- Atrasos em projetos de expansão industrial podem aumentar custos e afetar resultados operacionais.
- A cobertura de seguro pode ser insuficiente, especialmente para danos florestais e eventos de magnitude catastrófica.
- Alterações ou não renovação de benefícios fiscais (SUDENE, SUDAM, PROMARANHÃO, Desenvolve) e regimes tributários (transfer pricing, dupla tributação) podem afetar a geração de caixa e resultados.
- O alto endividamento da Companhia (R$ 101,4 bilhões em 31/12/2024; R$ 91,6 bilhões em 30/06/2025) pode restringir o fluxo de caixa, limitar o acesso a financiamentos e impactar sua competitividade.
- Falhas em sistemas de TI, ciberataques e o não cumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) podem interromper negócios, causar multas e afetar a reputação.
- A redução da classificação de risco de crédito da Companhia ou do Brasil pode elevar o custo de captação e restringir o acesso a novos financiamentos.
- Oscilações em taxas de juros (CDI, TLP, SOFR) e na inflação (IPCA) podem aumentar o custo de serviço da dívida e impactar as despesas financeiras.
- Decisões desfavoráveis em processos judiciais, administrativos e arbitrais (cível, tributário, trabalhista, ambiental) podem gerar dispêndios significativos e afetar a liquidez e imagem, com contingências de R$ 2.846 milhões (prováveis) e R
- A Companhia está envolvida em disputas judiciais específicas relacionadas a IRPJ/CSLL (diversos processos com valores entre R$ 4 milhões e R$ 1.688 milhões), PIS/COFINS (R$ 206 milhões), questões de transporte de cargas com excesso de peso
- A gestão da Companhia é influenciada pelos acionistas controladores, cujos interesses podem divergir dos demais acionistas, e planos de remuneração baseados em ações podem focar em resultados de curto prazo.
- Dependência de fornecedores de madeira e insumos, com riscos de interrupção e aumento de custos, além de responsabilidade solidária por práticas inadequadas de terceiros.
- Os preços de produtos (celulose e papel) são cíclicos e afetados por fatores de mercado internacional (oferta, demanda, câmbio, concorrentes), impactando margens e lucratividade.
- A volatilidade do Real frente ao Dólar impacta receitas de exportação, custos operacionais e o serviço da dívida denominada em moeda estrangeira.
- A instabilidade política e econômica no Brasil, crises globais e alterações nas políticas fiscais (Reforma Tributária, taxação de dividendos, normas da OCDE) podem afetar adversamente a economia brasileira e, consequentemente, os negócios e
- Apresentação30 abr 2026Abrir fonte ↗
Suzano: Resultados do 1T26 e Estratégias Financeiras
A Suzano apresentou os resultados do 1T26, destacando desempenho operacional sólido, gestão financeira conservadora, estratégias de hedge para commodities e câmbio, e o andamento da JV com a K-C.
- No 1T26, o EBITDA Ajustado foi de R$ 4,6 bilhões, com Geração de Caixa Operacional de R$ 2,5 bilhões.
- O custo caixa da celulose (ex-paradas) foi de R$ 802/ton, e os estoques de celulose atingiram 2,8 milhões de toneladas.
- A alavancagem em Março de 2026 foi de 3,3x em US$ (Dívida Líquida/EBITDA Ajustado UDM), com Dívida Líquida de US$ 6,1 bilhões.
- O volume de vendas de papel e embalagem permaneceu estável em relação ao 1T25, com melhoria de custos nas operações brasileiras, embora as operações nos EUA enfrentem menor demanda.
- A produção de celulose foi totalmente vendida, com aumento no volume de vendas em relação ao 1T25 e elevação dos preços de celulose.
- A empresa mantém uma política financeira conservadora com um portfólio robusto de hedge de commodities, cobrindo 86% da exposição a insumos relacionados a petróleo em 2026.
- Um portfólio de hedge cambial com nocional de US$ 5,6 bilhões busca compensar parcialmente o risco de apreciação do BRL.
- O fechamento da Joint Venture com a K-C (Kimberly-Clark) está estimado para o 3T26, conforme o planejado.
- ITR29 abr 2026Abrir fonte ↗
Relatório de Revisão das Demonstrações Financeiras Intermediárias da Suzano S.A.
Este relatório da PricewaterhouseCoopers revisa as demonstrações financeiras intermediárias condensadas individuais e consolidadas da Suzano S.A. para o trimestre findo em 31 de março de 2026, e as Demonstrações do Valor Adicionado.
- Revisão das demonstrações financeiras intermediárias condensadas individuais e consolidadas da Suzano S.A. em 31 de março de 2026 e para o período de três meses findo nessa data.
- As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 21 e a norma internacional de contabilidade IAS 34.
- A conclusão da revisão é que não há fatos que levem a crer que as demonstrações não estejam preparadas, em todos os aspectos relevantes, conforme as normas contábeis aplicáveis.
- As Demonstrações do Valor Adicionado (DVA) condensadas, individuais e consolidadas, referentes ao período findo em 31 de março de 2026, foram elaboradas conforme Pronunciamento Técnico CPC 09.
- A revisão das DVA também não identificou inconsistências relevantes em relação aos critérios do CPC 09.
- Release29 abr 2026Abrir fonte ↗
Suzano - Resultados do 1T26
Suzano reportou resultados consolidados do primeiro trimestre de 2026, com sólido desempenho operacional e preços de celulose mais altos, apesar do EBITDA ser impactado pela valorização do Real Brasileiro.
- As vendas de celulose totalizaram 2.835 mil toneladas, um aumento de 7% em comparação ao 1T25.
- As vendas de papel atingiram 378 mil toneladas, uma redução de 3% em relação ao 1T25.
- O EBITDA Ajustado consolidado foi de R$4,6 bilhões, e a geração de caixa operacional de R$2,5 bilhões.
- O custo caixa de produção de celulose excluindo paradas foi de R$802/t, uma redução de 7% em comparação ao 1T25.
- A alavancagem medida por Dívida Líquida/EBITDA Ajustado foi de 3,3 vezes em US$ e 3,2 vezes em R$.
- O FCF Yield (LTM) foi de 13,6% e o ROIC (LTM) de 10,1%.
- A receita líquida consolidada foi de R$10.968 milhões, uma queda de 5% versus 1T25, com 81% proveniente de exportações.
- O resultado financeiro líquido foi positivo em R$4.616 milhões, contra um resultado negativo de R$3.411 milhões no 4T25, influenciado pela depreciação do US$ contra o R$.
- O lucro líquido atingiu R$4.312 milhões, comparado a R$6.348 milhões no 1T25.
- O Capex total em base caixa foi de R$3.184 milhões, com aumento de 10% em relação ao 4T25 devido a maiores desembolsos em Terras e Florestas.
- A classificação ESG da Suzano pela MSCI foi atualizada para BBB em março, refletindo progressos nas práticas de gestão.
- Release29 abr 2026Abrir fonte ↗
Suzano: Resultados Consolidados do 1T26
A Suzano reportou resultados consolidados do 1T26 com EBITDA Ajustado de R$ 4,6 bilhões e Geração de Caixa Operacional de R$ 2,5 bilhões, influenciados por preços de celulose e câmbio.
- A Suzano registrou EBITDA Ajustado de R$ 4,6 bilhões e Geração de Caixa Operacional de R$ 2,5 bilhões no 1T26.
- A Receita Líquida consolidada totalizou R$ 10.968 milhões, com queda de 16% no trimestre e 5% na comparação anual.
- As vendas de celulose atingiram 2.835 mil toneladas (+7% anual) e as vendas de papel 378 mil toneladas (-3% anual).
- O preço médio líquido da celulose no mercado externo foi de US$ 562/t (+1% anual), enquanto o do papel foi de R$ 6.933/t (-8% anual).
- O custo caixa de produção de celulose sem paradas foi de R$ 802/t (-7% anual).
- A alavancagem medida pela Dívida Líquida/EBITDA Ajustado foi de 3,3x em US$ e 3,2x em R$.
- O Resultado Financeiro Líquido foi positivo em R$ 4.616 milhões no 1T26, impulsionado pela desvalorização do dólar e pelo resultado positivo das operações com derivativos.
- Os investimentos de capital (Capex) totalizaram R$ 3.184 milhões no trimestre, com destaque para Terras e Florestas e manutenção florestal.
- O rating ESG da Suzano foi elevado para BBB pela MSCI.
- Outro23 abr 2026Abrir fonte ↗
Ata da AGOE da Suzano S.A. em 23 de abril de 2026
A ata detalha as deliberações da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária da Suzano de 23 de abril de 2026, incluindo aprovação de contas, distribuição de dividendos, eleição de conselhos e alterações estatutárias.
- As contas dos administradores e as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025 foram aprovadas.
- Foi aprovada a destinação do lucro líquido de 2025, com valores para Reserva Legal, Reserva de Incentivos Fiscais, dividendos mínimos obrigatórios e Reserva para Aumento de Capital.
- O número de membros do Conselho de Administração foi fixado em 9 e a chapa foi eleita para um mandato de dois anos, com David Feffer como Presidente.
- Quatro membros do Conselho de Administração foram enquadrados como conselheiros independentes, em conformidade com as regulamentações.
- O Conselho Fiscal foi instalado e seus 3 membros eleitos para um mandato até a Assembleia Geral Ordinária que deliberar sobre as demonstrações financeiras de 2026.
- A remuneração global anual da administração e do Conselho Fiscal foi fixada em até R$136.275.531,36.
- O Artigo 4º do Estatuto Social foi alterado para incluir a atividade de extração e beneficiamento de substâncias minerais, como basalto, cascalho e saibro.
- O Artigo 5º do Estatuto Social foi alterado para refletir o aumento do capital social para R$24.269.281.424,63, dividido em 1.264.117.615 ações ordinárias.
- O Estatuto Social foi consolidado para incorporar as alterações aprovadas.
- Outro23 abr 2026Abrir fonte ↗
Suzano: Aprovação de Dividendos Adicionais em AGOE 2026
A Suzano S.A. informa a aprovação, em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, da distribuição de dividendos adicionais referentes ao lucro líquido do exercício de 2025.
- A Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária da Suzano S.A., realizada em 23 de abril de 2026, aprovou a distribuição de dividendos adicionais.
- O montante total dos dividendos adicionais é de R$ 5.627.858,70, correspondendo a R$ 0,00455231 por ação, com base no número de ações 'ex-tesouraria'.
- Os dividendos são referentes ao lucro líquido do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.
- O pagamento será efetuado até 31 de dezembro de 2026, sem ajuste ou correção monetária.
- A posição acionária considerada para o pagamento será a do encerramento do pregão da B3 em 29 de abril de 2026, e as ações passarão a ser negociadas 'ex-dividendos' a partir de 30 de abril de 2026.
- Acionistas terão seus créditos disponíveis conforme domicílio bancário junto ao Itaú Corretora de Valores Mobiliários S.A., e detentores de ADRs seguirão procedimentos do The Bank of New York Mellon.
- Os dividendos adicionais poderão estar sujeitos à incidência de imposto de renda retido na fonte, conforme legislação aplicável.
- Outro19 mar 2026Abrir fonte ↗
Suzano: Ata do Conselho de Administração aprova pauta da AGOE 2026
O Conselho de Administração da Suzano S.A. aprovou a Proposta da Administração para a Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária (AGOE) de 23 de abril de 2026, que inclui demonstrações financeiras, eleição de conselheiros e alterações esta
- A reunião do Conselho de Administração da Suzano S.A. foi realizada digitalmente em 19 de março de 2026.
- O Conselho aprovou a Proposta da Administração para ser submetida à Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária (AGOE), agendada para 23 de abril de 2026, também de forma digital.
- A pauta da AGOE inclui a apreciação das contas e demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.
- Será deliberada na AGOE a destinação do lucro líquido apurado em 2025 e a distribuição de dividendos.
- A AGOE também definirá e elegerá os membros do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal (se instalado), além de fixar a remuneração global anual dos administradores para 2026.
- Estão previstas alterações no Estatuto Social para incluir a atividade de extração e aproveitamento de substâncias minerais e para refletir um aumento de capital social aprovado anteriormente.
- O Conselho aprovou o enquadramento de Maria Priscila Rodini Vansetti Machado, Paulo Rogerio Caffarelli, Paulo Sergio Kakinoff e Rodrigo Calvo Galindo como membros independentes do Conselho de Administração.
- Foi consignado que a alteração do objeto social não gera direito de recesso para acionistas, pois atende a solicitações regulatórias e não é uma modificação substancial.
- Outro10 mar 2026Abrir fonte ↗
Fitch Atribui ‘AAA(bra)’ a Debêntures da Suzano e Mantém Perspectiva Positiva
A Fitch Ratings atribuiu o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AAA(bra)’ à 12ª emissão de debêntures da Suzano, refletindo seu forte modelo de negócios e expectativa de redução da alavancagem.
- A Fitch Ratings atribuiu o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AAA(bra)’ à proposta de 12ª emissão de debêntures quirografárias da Suzano, no valor de BRL179 milhões, com prazo de até 15 anos.
- Os recursos da emissão serão utilizados para refinanciar e alongar os vencimentos de dívida da companhia.
- A Suzano possui IDRs de Longo Prazo 'BBB-' (Perspectiva Positiva) e Rating Nacional de Longo Prazo 'AAA(bra)' (Perspectiva Estável) atribuídos pela Fitch.
- Os ratings refletem o forte modelo de negócios da Suzano, seu baixo custo de produção e liderança mundial na produção de celulose de mercado, além da liderança em papéis para imprimir e escrever e papel-cartão no Brasil.
- A Perspectiva Positiva dos IDRs considera a expectativa de redução da alavancagem líquida para menos de 3,0 vezes em 2026, sustentada pela forte geração de caixa operacional.
- O início das operações da fábrica de Ribas do Rio Pardo e a joint venture (JV) com Kimberly-Clark (finalização em meados de 2026) devem fortalecer a geração de caixa da companhia.
- A JV com Kimberly-Clark adicionará 1,0 milhão de toneladas de papel tissue à capacidade de produção da Suzano, e espera-se que aumente a contribuição do segmento de bens de consumo para a receita e EBITDA consolidados.
- A Fitch projeta EBITDA de USD4,4 bilhões, Fluxo de Caixa Operacional (CFO) de USD3,7 bilhões e Fluxo de Caixa Livre (FCF) de USD1,2 bilhão para a Suzano em 2026.
- A alavancagem líquida da Suzano deve ficar abaixo de 3,0 vezes no final de 2026, mesmo após o pagamento de USD1,7 bilhão pela JV.
- A estrutura de baixo custo da Suzano é sustentável devido a fábricas modernas, florestas de alta produtividade, reduzida distância média das fábricas e logística eficiente, permitindo geração de CFO positivo em ciclos de preços baixos.
- A tonelada de celulose branqueada de eucalipto (BEKP) ficou em torno de USD530 em 2025, com a Fitch projetando uma média de USD625 por tonelada em 2026.
- Fatores que podem levar a uma ação de rating negativa incluem índice Dívida Líquida / EBITDA médio acima de 3,5 vezes ou Dívida Líquida superior a USD17 bilhões.
- Fatores que podem levar a uma ação de rating positiva incluem índice Dívida Líquida / EBITDA médio abaixo de 3,0 vezes ou Dívida Líquida inferior a USD14 bilhões, e maior diversificação das operações.
- Outro9 mar 2026Abrir fonte ↗
Fitch Atribui Rating ‘AAA(bra)’ à Proposta de Emissão de CPR-Fs da Suzano
A Fitch Ratings atribuiu o Rating Nacional de Longo Prazo 'AAA(bra)' à proposta de emissão de cédulas de produto rural (CPR-Fs) da Suzano, totalizando BRL2,5 bilhões, refletindo seu forte modelo de negócios e perfil financeiro.
- Fitch Ratings atribuiu o Rating Nacional de Longo Prazo 'AAA(bra)' à proposta de segunda emissão de CPR-Fs da Suzano, totalizando BRL2,5 bilhões, com vencimento em 2038, para formação e exploração florestal e conservação.
- Os IDRs de Longo Prazo da Suzano são 'BBB-' com Perspectiva Positiva e o Rating Nacional de Longo Prazo é 'AAA(bra)' com Perspectiva Estável.
- Os ratings refletem o forte modelo de negócios da Suzano, baixo custo de produção e liderança mundial na produção de celulose de mercado, além de liderança em papéis para imprimir e escrever e papel-cartão no Brasil.
- A Perspectiva Positiva dos IDRs é sustentada pela expectativa de redução da alavancagem líquida para menos de 3,0 vezes em 2026, impulsionada pela forte geração de caixa operacional.
- A fábrica de Ribas do Rio Pardo e a joint venture com Kimberly-Clark (finalização em meados de 2026) são esperadas para fortalecer a geração de caixa e diversificação da companhia.
- A JV com KMB adicionará 1,0 milhão de toneladas de capacidade de tissue, aumentando a contribuição do segmento de bens de consumo para a revenue consolidada de 6% para 31% e para o EBITDA de menos de 5% para 14%.
- A Fitch projeta para 2026 um EBITDA de USD4,4 bilhões, CFO de USD3,7 bilhões e FCF de USD1,2 bilhão para a Suzano.
- A alavancagem líquida da Suzano é esperada abaixo de 3,0 vezes no final de 2026, com o pagamento de USD1,7 bilhão pela JV tendo impacto limitado.
- Vantagens competitivas incluem fábricas modernas, alta produtividade florestal, logística eficiente e capacidade de gerar CFFO positivo em ciclos de preços baixos, com a nova planta de Ribas do Rio Pardo reforçando a posição de baixo custo.
- A sensibilidade do rating está ligada ao índice dívida líquida/EBITDA: acima de 3,5x pode levar a rebaixamento e abaixo de 3,0x a elevação.
- As premissas da Fitch incluem vendas de 12,8 milhões de toneladas de celulose e 1,5 milhão de toneladas de papel em 2026-2027, preço médio da celulose a USD625/ton em 2026 e USD675 em 2027, e taxa de câmbio BRL/USD 5,5.
- A Suzano possuía BRL25,1 bilhões em caixa e aplicações financeiras em 31 de dezembro de 2025, cobrindo vencimentos de dívida até o final de 2026.
- ITR10 fev 2026Abrir fonte ↗
Suzano: Relatório de Resultados do 4T25 e Ano de 2025
A Suzano reportou a continuidade da execução estratégica em 2025, com foco em competitividade estrutural e crescimento disciplinado, alcançando EBITDA Ajustado consolidado de R$ 21,7 bilhões e Lucro Líquido de R$ 13,4 bilhões.
- A estratégia de 2025 focou na ampliação da competitividade estrutural e crescimento com disciplina, com uma política financeira conservadora.
- Projetos industriais em Limeira e Aracruz foram concluídos, e a nova fábrica de Ribas do Rio Pardo operou acima do previsto, melhorando o custo caixa de celulose.
- A companhia avançou na internacionalização do negócio de tissue com a aquisição de 51% de uma joint venture global com a Kimberly-Clark, com conclusão prevista para meados de 2026.
- Os ativos de papelcartão adquiridos nos EUA no final de 2024 registraram EBITDA positivo em 2025.
- O EBITDA Ajustado consolidado totalizou R$ 21,7 bilhões em 2025, influenciado pelo cenário de preços de celulose.
- A geração operacional de caixa alcançou R$ 13,9 bilhões em 2025.
- A dívida líquida encerrou 2025 em US$ 12,6 bilhões, com alavancagem de 3,2x (dólar e real).
- A posição de liquidez imediata da companhia foi de R$ 32,4 bilhões em 31 de dezembro de 2025.
- Os investimentos de capital totalizaram R$ 13,3 bilhões em 2025, e o orçamento de capital para 2026 é de R$ 10,9 bilhões.
- A revenue líquida consolidada de 2025 foi de R$ 50.116 milhões, um aumento de 6% em relação a 2024.
- O cogs (custo dos produtos vendidos) consolidado de 2025 foi de R$ 33.890 milhões, 24% superior a 2024.
- O lucro bruto de 2025 totalizou R$ 16.226 milhões, uma redução de 19% em comparação a 2024.
- As despesas com vendas foram de R$ 3.313 milhões e as despesas administrativas de R$ 2.790 milhões em 2025.
- O financial_result líquido de 2025 foi positivo em R$ 9.762 milhões, revertendo o resultado negativo de 2024.
- O net_income registrado em 2025 foi de R$ 13.438 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 7.045 milhões de 2024.
- A Suzano anunciou novas metas de descarbonização validadas pela SBTi e uma parceria com o BNDES para restauração ambiental de 24 mil hectares.
- A companhia deu continuidade ao seu programa de recompra de ações, adquirindo 14.820.500 ações em 2025.
- A Suzano melhorou sua pontuação no rating MSCI de 4,6 para 4,8 em 2025 e alcançou a classificação 'A list' no CDP na temática de florestas.
- Release10 fev 2026Abrir fonte ↗
Resultados 4T25 Suzano: Crescimento de Vendas e Redução de Custos
A Suzano S.A. divulgou seus resultados consolidados do quarto trimestre e do ano de 2025, destacando o crescimento do volume de vendas de celulose e papel, a redução do custo caixa da celulose e o nível de alavancagem.
- O volume de vendas de celulose atingiu 3.406 mil toneladas no 4T25, um aumento de 4% em relação ao 4T24.
- O volume de vendas de papel foi de 474 mil toneladas no 4T25, representando um crescimento de 10% em comparação ao 4T24.
- O Adjusted EBITDA consolidado no 4T25 foi de R$5,6 bilhões, um aumento de 7% frente ao 3T25, e a Operating cash generation foi de R$3,7 bilhões.
- O custo caixa da celulose, excluindo paradas de manutenção, alcançou R$778/t no 4T25, uma redução de 4% em relação ao 4T24.
- A alavancagem medida pela relação Net Debt/Adjusted EBITDA em reais foi de 3,2x no 4T25.
- O net_income consolidado da Suzano no 4T25 foi de R$116 milhões, com um financial_result negativo de R$3,411 bilhões.
- A empresa avançou em projetos como a operação Ribas do Rio Pardo e a aquisição de 51% da joint venture global com a Kimberly-Clark.
- O capital expenditure total em 2025 foi de R$13,3 bilhões, com previsão de R$10,9 bilhões para 2026.
- Suzano obteve uma pontuação 'A' em Florestas, 'A-' em Água e 'B' em Clima da CDP, mantendo um perfil de 'Baixo Risco' no rating Sustainalytics.
- Release10 fev 2026Abrir fonte ↗
Suzano: Resultados Consolidados do 4T25 e Ano de 2025
A Suzano S.A. divulgou seus resultados consolidados do 4º trimestre de 2025, destacando volume de vendas recorde, redução do custo caixa da celulose e alavancagem de 3,2x.
- As vendas de celulose totalizaram 3.406 mil toneladas (+4% vs. 4T24) e as vendas de papel 474 mil toneladas (+10% vs. 4T24).
- O EBITDA Ajustado consolidado atingiu R$ 5,6 bilhões no 4T25 (+7% vs. 3T25) e R$ 21,7 bilhões no ano de 2025.
- O custo caixa de produção de celulose sem paradas foi de R$ 778/t no 4T25, o menor valor nominal desde o 4T21.
- A alavancagem (Dívida Líquida/EBITDA Ajustado) ficou em 3,2x em US$ e em R$ no 4T25.
- A Suzano registrou lucro líquido de R$ 116 milhões no 4T25, uma queda significativa em relação ao 3T25 (R$ 1.961 milhões).
- A dívida bruta totalizou R$ 94,8 bilhões e a dívida líquida foi de R$ 69,4 bilhões (US$ 12,6 bilhões) em 31 de dezembro de 2025.
- Os investimentos de capital (capex) totalizaram R$ 2.906 milhões no 4T25, com um orçamento de R$ 10,9 bilhões aprovado para 2026.
- A Companhia anunciou um 6º programa de recompra de ações, com 40 milhões de ações, e celebrou um financiamento de R$ 250 milhões com o BNDES para projetos de Restauração Ambiental.
- Apresentação10 fev 2026Abrir fonte ↗
Suzano: Resultados do 4T25 e Destaques Financeiros de 2025
A Suzano apresentou os resultados do quarto trimestre de 2025, destacando volumes de vendas recordes, menor custo caixa de produção e gestão financeira disciplinada, com foco na redução da dívida líquida.
- A Suzano registrou um volume de vendas de celulose de 12,5 milhões de toneladas e de papel e embalagem de 1,5 milhão de toneladas em 2025.
- O custo caixa ex-paradas para celulose foi de R$ 817 por tonelada em 2025, uma redução em relação ao ano anterior.
- O EBITDA Ajustado da empresa atingiu R$ 21,7 bilhões em 2025, com Geração de Caixa Operacional de R$ 13,9 bilhões.
- A dívida líquida encerrou 2025 em US$ 12,6 bilhões, resultando em uma alavancagem de 3,2 vezes em dólar.
- Os estoques de celulose atingiram o nível mais baixo do ano ao final de 2025.
- Os volumes do 4T25 foram impulsionados pela sazonalidade, enquanto o EBITDA foi impactado por menores preços, câmbio e paradas de manutenção no Brasil.
- O 4T25 marcou um novo patamar de custo caixa de produção de celulose, suportado por maior eficiência operacional e preços de insumos.
- A disciplina financeira é evidenciada pelo capex realizado em linha com o guidance e um portfólio eficiente de hedge cambial, com previsão de Capex total de R$ 10,9 bilhões para 2026.
- A empresa anunciou dividendos de R$ 1,17 por ação, totalizando R$ 1,4 bilhões, e o 6º programa de recompra de ações, com volume autorizado de 15 milhões de ações.
- As mensagens-chave incluem o foco na redução do Desembolso Total Operacional (DTO) e da dívida líquida, o avanço da joint venture com a K-C e a dinâmica favorável no mercado de celulose.
- Fato Relevante10 fev 2026Abrir fonte ↗
Suzano S.A. aprova novo programa de recompra de ações (Fevereiro/2026)
A Suzano S.A. aprovou um novo programa de recompra de ações, visando maximizar a geração de valor para os acionistas e sinalizar confiança na performance da Companhia, com validade até agosto de 2027.
- O Conselho de Administração da Suzano S.A. aprovou um novo programa de recompra de ações, denominado "Programa Fevereiro/2026".
- O objetivo é maximizar a geração de valor para os acionistas e sinalizar a confiança da administração na performance da Companhia.
- A Suzano poderá adquirir até 40.000.000 de ações ordinárias, correspondendo a aproximadamente 6,5% do total de ações em circulação na data da aprovação.
- O prazo máximo para as aquisições é de 18 meses, com encerramento previsto para 10 de agosto de 2027.
- As aquisições serão realizadas no mercado de bolsa de valores da B3, a preços de mercado, utilizando saldos de reservas de lucro e capital, além do resultado realizado do exercício em curso.
- As operações serão intermediadas por seis corretoras financeiras, incluindo XP Investimentos, Morgan Stanley e BTG Pactual.
- A Companhia considera que sua situação financeira é compatível e não prevê impacto no cumprimento de obrigações com credores ou no pagamento de dividendos obrigatórios.
- Fato Relevante10 fev 2026Abrir fonte ↗
Suzano mantém redução de produção de celulose em 3,5% abaixo da capacidade para 2026
A Suzano S.A. informa que manterá, ao longo de todo o ano de 2026, seu volume de produção de celulose de mercado aproximadamente 3,5% inferior à capacidade nominal anual, baseada na avaliação de retorno.
- A Suzano S.A. manterá o volume de produção de celulose de mercado aproximadamente 3,5% abaixo de sua capacidade nominal anual durante todo o ano de 2026.
- Esta deliberação representa a continuidade da redução do operating rate previamente divulgada em 6 de agosto de 2025.
- A decisão é fundamentada na avaliação de que a retomada do volume marginal não proporcionaria um retorno adequado para a Companhia.
- Outro12 jan 2026Abrir fonte ↗
Aviso aos Acionistas: Data da Assembleia Geral Ordinária da Suzano
A Suzano S.A. informa a data de sua próxima Assembleia Geral Ordinária, que ocorrerá em 23 de abril de 2026, em cumprimento à Resolução CVM nº 81.
- A Suzano S.A. cumpre o disposto no Artigo 37, §2°, da Resolução CVM nº 81, de 29 de março de 2022.
- A próxima Assembleia Geral Ordinária (AGO) da Companhia será realizada em 23 de abril de 2026.
- A data da AGO foi previamente divulgada no calendário anual de eventos corporativos da Companhia.
- Informações adicionais relacionadas ao evento serão disponibilizadas oportunamente pela Companhia.
- O departamento de Relações com Investidores está disponível para quaisquer esclarecimentos adicionais.
- Fato Relevante19 dez 2025Abrir fonte ↗
Suzano informa sobre Acordos de Acionistas na Suzano Holding e Companhia
A Suzano S.A. comunicou a celebração de acordos de acionistas para a Suzano Holding e para a Companhia, visando regras de governança e reorganização da estrutura de capital.
- Foram celebrados dois acordos de acionistas: um para a Suzano Holding S.A. (SH) e outro para a Suzano S.A. (Companhia).
- O Acordo de Acionistas – SH foi firmado entre o Grupo Max e o Grupo Fanny, estabelecendo regras de governança e reorganização de capital da Suzano Holding.
- O Acordo de Acionistas – SH prevê reduções desproporcionais do capital social da Suzano Holding anualmente, de 2026 a 2045, com o Grupo Fanny recebendo ações da Suzano S.A. em troca de suas ações da Suzano Holding canceladas.
- O Acordo de Acionistas – Companhia foi firmado entre a Suzano Holding e os acionistas do Grupo Fanny, definindo regras de governança e restrições à transferência de ações da Suzano S.A.
- Este último acordo vincula as ações da Suzano S.A. detidas pela Suzano Holding e as recebidas pelo Grupo Fanny, estabelecendo a obrigação de exercício do direito de voto em bloco e de maneira uniforme.
- A eficácia do Acordo de Acionistas – Companhia está condicionada ao recebimento das ações da Suzano S.A. pelo Grupo Fanny na primeira redução de capital.
- Apresentação11 dez 2025Abrir fonte ↗
Suzano: Estratégia de Geração de Valor em Novo Cenário Competitivo
A Suzano apresenta sua estratégia para impulsionar a geração de valor em um novo cenário competitivo, focando na otimização de custos, crescimento disciplinado e disciplina financeira.
- O mercado de celulose BHKP (fibra curta) apresenta trajetória favorável, impulsionado por mercados emergentes e ganho de participação sobre BSKP (fibra longa).
- Projetos confirmados de novas capacidades de BHKP na Ásia e o avanço da integração vertical são fatores de incerteza e potencial pressão nos custos no mercado global.
- A Suzano estabelece como meta desalavancar para uma Dívida Líquida/EBITDA Ajustado inferior a 2,5x e acelerar a estratégia Fiber-to-Fiber (F2F).
- A companhia expande sua capacidade de Eucafluff em 340 mil toneladas anuais, com conclusão do projeto prevista para dezembro de 2025.
- Uma joint venture com Kimberly-Clark (K-C) formará o 8º maior player global de tissue, visando ganhos operacionais de US$ 175 milhões nos próximos 3 anos.
- O negócio de papel e embalagens se beneficia de um modelo único de entrada no mercado e da competitividade de custo caixa, com destaque para o mercado norte-americano.
- Iniciativas de redução de custos, incluindo o uso de inteligência artificial, otimização logística e melhoria de processos fabris, são focos para aumentar a competitividade.
- Mudanças climáticas indicam um risco de redução da produtividade de Eucawood, que é mitigado por melhoramento genético e aumento da autossuficiência florestal.
- A fábrica de Ribas de Rio Pardo superou a expectativa inicial de produção em seus primeiros 12 meses, atingindo 2,3 milhões de toneladas.
- Um programa de aceleração da competitividade foca em 8 jornadas de valor para otimização da cadeia de suprimentos e redução do Desembolso Total Operacional (DTO).
- A sustentabilidade está incorporada ao modelo de negócio, com metas aprovadas para inclusão produtiva, gestão hídrica, conservação da biodiversidade e combate à crise climática.
- A gestão financeira busca manter uma abordagem conservadora da dívida líquida, otimizar o capital de giro, realizar venda de ativos não operacionais e proteger o fluxo de caixa com política de hedge.
- Fato Relevante11 dez 2025Abrir fonte ↗
Suzano atualiza estimativas de desembolsos operacionais de celulose para 2027
A Suzano S.A. divulgou uma atualização de suas estimativas de longo prazo para os desembolsos operacionais do negócio de celulose, projetando um total de R$ 1.983 por tonelada para o ano de 2027.
- A Suzano S.A. atualizou suas estimativas de longo prazo para os desembolsos operacionais do negócio de celulose.
- A estimativa de desembolso total operacional para 2027 foi revisada para R$ 1.983 por tonelada.
- Esta estimativa é composta por custo caixa de produção de R$ 787/tonelada, custos e despesas logísticas, de vendas e administrativas de R$ 677/tonelada, e investimentos de manutenção (capex) de R$ 520/tonelada.
- Os fatores considerados para a atualização incluem variação de índices de inflação e câmbio observados em 2025 e previstos para 2026, além de custos operacionais e iniciativas de gestão.
- As estimativas são apresentadas em valores reais em moeda de 2026, não considerando expectativas de inflação ou variação cambial para 2027.
- A capacidade considerada para a unidade Ribas do Rio Pardo é de aproximadamente 2.700 mil toneladas anuais.
- O período projetado para as estimativas abrange a evolução do desempenho operacional nos próximos dois anos, com atingimento dos valores previstos para o exercício social de 2027.
- O item 3 do Formulário de Referência da Companhia será atualizado conforme a Resolução CVM nº 80/22.
- Outro10 dez 2025Abrir fonte ↗
Aviso aos Acionistas sobre distribuição de dividendos intercalares
A Suzano S.A. comunicou a aprovação e distribuição de dividendos intercalares no valor total de R$1,38 bilhão, correspondendo a R$1,11658725 por ação, com pagamento em 04 de fevereiro de 2026.
- A Reunião do Conselho de Administração de 10 de dezembro de 2025 aprovou a distribuição de dividendos intercalares.
- O montante total dos dividendos é de R$1.380.000.000,00, equivalente a R$1,11658725 por ação.
- Os dividendos serão pagos em 04 de fevereiro de 2026, com base na posição acionária de 18 de dezembro de 2025.
- As ações da Companhia passarão a ser negociadas 'ex-dividendos' a partir de 19 de dezembro de 2025.
- Os dividendos foram declarados à conta de lucros acumulados apurados no balanço trimestral de 30 de setembro de 2025 e serão imputados ao dividendo mínimo obrigatório de 2025.
- Os dividendos são isentos de Imposto de Renda, conforme legislação vigente.
- O pagamento para detentores de American Depositary Receipts (ADR) será efetuado conforme procedimentos do banco depositário The Bank of New York Mellon.
- Outro10 dez 2025Abrir fonte ↗
Suzano aprova aumento de capital social via capitalização de reservas
A Suzano S.A. informa aos acionistas a aprovação, pelo Conselho de Administração, de um aumento do capital social de R$5 bilhões mediante capitalização de reservas, sem emissão de novas ações.
- O Conselho de Administração da Suzano aprovou um aumento do capital social em R$ 5.000.000.000,00 (cinco bilhões de reais).
- O aumento de capital será realizado mediante a capitalização do saldo da Reserva para Aumento de Capital e parte da Reserva de Investimentos.
- Não haverá emissão de novas ações nem distribuição de ações aos acionistas, mantendo-se o número de ações ordinárias.
- O capital social da companhia passará de R$ 19.269.281.424,63 para R$ 24.269.281.424,63.
- A operação visa otimizar a estrutura patrimonial da Companhia e reforçar a solidez patrimonial.
- Não haverá diluição da participação acionária, pois a operação é uma reclassificação interna no patrimônio líquido sem alteração do valor total do patrimônio.
- Fato Relevante9 dez 2025Abrir fonte ↗
Suzano S.A. informa estimativas de CAPEX para 2025 e 2026
Suzano S.A. divulgou a manutenção da estimativa de CAPEX para 2025 em R$ 13,3 bilhões e a aprovação de R$ 10,9 bilhões para 2026, detalhando as rubricas.
- A Suzano S.A. mantém sua estimativa de investimento de capital (CAPEX) para o exercício de 2025 em R$ 13,3 bilhões.
- O Conselho de Administração aprovou a estimativa de CAPEX para o exercício de 2026 no valor total de R$ 10,9 bilhões.
- O menor dispêndio em CAPEX de “Manutenção” para 2026 deve-se principalmente à redução em gastos com manutenção florestal, plantio físico e compra de madeira em pé.
- A rubrica “Expansão, Modernização e Outros” para 2026 inclui projetos de TI e modernização, com redução em relação a 2025 devido à menor intensidade de investimentos em projetos anteriores.
- Esta rubrica não contempla a monetização de aproximadamente R$ 145 milhões em créditos de ICMS para 2026, referente ao projeto de expansão de tissue no Espírito Santo.
- A rubrica “Terras e Florestas” abrange investimentos em expansão da base florestal, incluindo desembolsos pela permuta de madeira em pé e continuidade da estratégia de crescimento.
- A rubrica “Projeto Cerrado” contempla desembolsos referentes a bônus de performance por superação de parâmetros de desempenho da nova fábrica.
- As projeções serão incluídas no Formulário de Referência da Companhia e disponibilizadas nos sites da CVM e de Relações com Investidores da Suzano.
- As projeções de CAPEX refletem estimativas e expectativas atuais da administração, estando sujeitas a riscos e incertezas e não constituindo promessa de desempenho.
- Release6 nov 2025Abrir fonte ↗
Suzano: Resultados do 3T25 com Eficiência Operacional e Queda do Custo Caixa
A Suzano divulgou seus resultados do 3T25, com destaque para a eficiência operacional que impulsionou a redução do custo caixa de celulose, apesar da queda no EBITDA Ajustado e Receita Líquida.
- As vendas de celulose totalizaram 3.165 mil toneladas (+20% vs. 3T24) e as vendas de papel 436 mil toneladas (+21% vs. 3T24).
- O EBITDA Ajustado consolidado foi de R$ 5,2 bilhões e a geração de caixa operacional de R$ 3,4 bilhões.
- O EBITDA Ajustado por tonelada de celulose foi de R$ 1.410/t (-35% vs. 3T24) e de papel R$ 1.694/t (-26% vs. 3T24).
- O custo caixa de produção de celulose sem paradas atingiu R$ 801/t (-7% vs. 3T24), impulsionado por menor custo da madeira e insumos.
- A revenue consolidada foi de R$ 12,153 bilhões (-9% vs. 2T25 e -1% vs. 3T24).
- O net_income foi de R$ 1,961 bilhões (-61% vs. 2T25 e -39% vs. 3T24).
- A alavancagem em US$ ficou em 3,3x (Dívida Líquida/EBITDA Ajustado) e em R$ em 3,1x.
- A Suzano Packaging US (ativos de papelcartão) registrou EBITDA ajustado positivo de R$ 43 milhões pela primeira vez.
- Operações de liability management alongaram o prazo médio da dívida para 80 meses, mantendo o custo em 5,0% a.a.
- O Free Cash Flow Yield (UDM) foi de 18,1% e o ROIC (UDM) de 12,0%.
- Os Investimentos de Capital (capex) totalizaram R$ 3,659 bilhões no 3T25, incluindo desembolso por permuta de ativo biológico com a Eldorado Brasil Celulose.
- A empresa lançou o Programa Compartilhar Clima para apoiar fornecedores na agenda climática e na meta de engajamento da cadeia de valor SBTi.
- Release6 nov 2025Abrir fonte ↗
Suzano: Resultados Consolidados do 3T25
Suzano anuncia resultados consolidados do terceiro trimestre de 2025, com Adjusted EBITDA de R$5,2 bilhões e geração de caixa operacional de R$3,4 bilhões, impactados por preços de celulose e câmbio.
- As vendas de celulose atingiram 3.165 mil toneladas (+20% vs. 3T24) e as vendas de papel 436 mil toneladas (+21% vs. 3T24).
- O Adjusted EBITDA consolidado foi de R$5,2 bilhões e a geração de caixa operacional de R$3,4 bilhões.
- O custo caixa da celulose, excluindo paradas, foi de R$801/t (-7% vs. 3T24), beneficiado por menores custos de madeira e insumos.
- A dívida líquida em dólar manteve-se estável em US$13,0 bilhões, com a alavancagem em dólar finalizando o trimestre em 3,3 vezes.
- O lucro líquido do período foi de R$1,961 milhões, uma redução de 61% em relação ao 2T25.
- O Adjusted EBITDA do segmento de celulose diminuiu 17% vs. 2T25, impactado principalmente por um preço médio líquido menor em dólar e pela desvalorização do dólar frente ao real.
- O Adjusted EBITDA do segmento de papel teve um ligeiro aumento de 4% vs. 2T25, impulsionado por maiores volumes de vendas e o desempenho da Suzano Packaging US.
- O Capex total (base caixa) atingiu R$3,659 milhões, um aumento de 15% vs. 2T25, devido ao desembolso para aquisição de ativos biológicos.
- Apresentação6 nov 2025Abrir fonte ↗
Teleconferência de Resultados 3T25 da Suzano
A Suzano apresentou os resultados do terceiro trimestre de 2025, destacando a eficiência operacional que impulsionou a queda do custo caixa, aumento do EBITDA do negócio de papel e embalagem e a gestão financeira da dívida.
- O EBITDA Ajustado da Suzano alcançou R$ 5,2 bilhões no 3T25, com geração de caixa operacional de R$ 3,4 bilhões.
- O volume de vendas de celulose totalizou 3,2 milhões de toneladas e o custo caixa ex-paradas da celulose foi de R$ 801/tonelada no 3T25.
- O negócio de papel e embalagem registrou aumento de EBITDA, impulsionado pelo crescimento de vendas em todos os mercados e desempenho positivo das operações nos EUA.
- A dívida líquida foi de US$ 13,0 bilhões e a alavancagem atingiu 3,3x em US$ no 3T25, com a gestão de passivos estendendo o prazo médio da dívida.
- A Suzano confirmou sua estimativa de CAPEX de R$ 13,3 bilhões para 2025.
- A nova fábrica de tissue em Aracruz começará a operar no 4T25 e uma nova queda no custo caixa de produção é esperada para o 4T25.
- ITR30 set 2025Abrir fonte ↗
Suzano S.A. - Informações Trimestrais 3T25
A Suzano S.A. divulgou os resultados consolidados do 3T25, com vendas de celulose de 3.165 mil t e de papel de 436 mil t, EBITDA Ajustado de R$ 5,2 bilhões, geração de caixa operacional de R$ 3,4 bilhões e custo caixa de produção de celulos
- Vendas de celulose totalizaram 3.165 mil toneladas no 3T25, um aumento de 20% em relação ao 3T24.
- Vendas de papel totalizaram 436 mil toneladas no 3T25, um aumento de 21% em relação ao 3T24.
- O EBITDA Ajustado consolidado atingiu R$ 5,2 bilhões no 3T25, com uma queda de 15% em relação ao 2T25 e 20% em relação ao 3T24.
- A Geração de Caixa Operacional consolidada foi de R$ 3,4 bilhões no 3T25, uma redução de 18% versus o 2T25 e 22% na comparação anual.
- O custo caixa de produção de celulose sem paradas foi de R$ 801/t no 3T25, uma redução de 7% em relação ao 3T24.
- A alavancagem medida pela Dívida Líquida/EBITDA Ajustado em US$ foi de 3,3x no 3T25.
- Operações de liability management permitiram o alongamento do prazo médio da dívida de 74 para 80 meses.
- A Suzano Packaging US atingiu pela primeira vez EBITDA ajustado positivo de R$ 43 milhões no 3T25, após R$ 66 milhões negativos no trimestre anterior.
- A Companhia celebrou contrato para adquirir 51% do capital social de uma nova sociedade na Holanda, com ativos e negócios de tissue da Kimberly-Clark, com fechamento previsto para meados de 2026.
- A Companhia mantém uma política de hedge cambial para minimizar a volatilidade da geração de caixa, com cobertura de 64% da exposição cambial do fluxo de caixa ao final do 3T25.
- As demonstrações financeiras foram elaboradas conforme CPC 21 (R1) e IAS 34, e em conformidade com as normas da CVM e IFRS emitidas pelo IASB.
- Outro19 set 2025Abrir fonte ↗
Suzano: Resgate Antecipado Total da 8ª Emissão de Debêntures (SUZB18)
A Suzano S.A. comunicou o resgate antecipado facultativo total de sua 8ª emissão de debêntures (SUZB18), a ser realizado em 26 de setembro de 2025.
- A Suzano S.A. anunciou o Resgate Antecipado Facultativo Total da 8ª Emissão de Debêntures (SUZB18).
- O resgate será efetuado em 26 de setembro de 2025 para a totalidade das debêntures.
- O pagamento incluirá o Valor Nominal Unitário (ou saldo), a Remuneração calculada pro rata temporis e um Prêmio, conforme a Cláusula 7.14 da Escritura de Emissão.
- As debêntures resgatadas serão canceladas.
- A comunicação do evento de resgate antecipado será encaminhada à B3 com 3 dias úteis de antecedência.
- ITR6 ago 2025Abrir fonte ↗
Suzano: Resultados do 2T25 com Crescimento de Vendas e Aquisições Estratégicas
A Suzano reportou seus resultados consolidados do 2º trimestre de 2025, destacando o aumento nas vendas de celulose e papel, otimização do custo caixa e o anúncio de uma joint venture com a Kimberly-Clark e permuta de ativos biológicos com
- As vendas de celulose totalizaram 3.269 mil toneladas, um aumento de 28% em relação ao 2T24.
- As vendas de papel atingiram 411 mil toneladas, um crescimento de 24% comparado ao 2T24.
- O EBITDA Ajustado consolidado foi de R$ 6,1 bilhões, com Geração de caixa operacional de R$ 4,1 bilhões.
- O EBITDA Ajustado por tonelada de celulose foi de R$ 1.645/t, enquanto para papel foi de R$ 1.725/t.
- O custo caixa de produção de celulose sem paradas manteve-se estável em R$ 832/t em comparação com o 2T24.
- A alavancagem (Dívida Líquida/EBITDA Ajustado) em USD foi de 3,1x e em BRL de 3,0x.
- A Companhia anunciou a criação de uma joint venture com a Kimberly-Clark, adquirindo 51% de participação em um negócio global de tissue por US$ 1,734 bilhão.
- O projeto Cerrado (Unidade Ribas do Rio Pardo) completou aproximadamente 98% do desembolso do Capex total.
- A Suzano assinou um contrato com a Eldorado Brasil Celulose S.A. para permuta de 18 milhões de metros cúbicos de madeira em pé, com pagamento de R$ 1,317 bilhão.
- A estimativa de Capex para 2025 foi atualizada para R$ 13,3 bilhões devido à permuta de ativo biológico.
- Release6 ago 2025Abrir fonte ↗
Suzano: Fortes Volumes de Vendas e Redução do Custo Caixa no 2T25
A Suzano reportou resultados consolidados do segundo trimestre de 2025 com fortes volumes de vendas de celulose e papel, aumento do EBITDA ajustado e início de queda no custo caixa, além de anunciar joint venture e revisar capex.
- As vendas de celulose atingiram 3.269 mil toneladas e as de papel 411 mil toneladas no 2T25, representando aumentos de 28% e 24% respectivamente em comparação ao 2T24.
- O EBITDA Ajustado consolidado foi de R$6,1 bilhões no 2T25, crescendo 25% em relação ao 1T25 e diminuindo 3% frente ao 2T24.
- A geração de caixa operacional totalizou R$4,1 bilhões no trimestre, um aumento de 58% em comparação ao 1T25.
- O custo caixa da celulose, excluindo paradas, foi de R$832/t, mantendo-se estável em relação ao 2T24.
- A alavancagem medida pelo Net Debt/Adjusted EBITDA foi de 3,1 vezes em USD e 3,0 vezes em BRL.
- A Suzano anunciou uma joint venture com a Kimberly-Clark para produtos tissue na América do Sul, América Central, Europa, África, Oriente Médio, Ásia e Oceania, com uma participação de 51% e valor de aquisição de US$1,734 bilhão.
- A projeção de capital expenditure (capex) para 2025 foi revisada para R$13,3 bilhões, um aumento em relação aos R$12,4 bilhões anteriores, devido à aquisição de um ativo biológico de madeira em pé da Eldorado Brasil Celulose S.A.
- Exportações de celulose para os EUA permanecem isentas de tarifas, mas alguns produtos de papel foram incluídos na tarifa de 50%, com impacto comercial considerado limitado pela empresa.
- Novas metas de descarbonização da empresa foram validadas pela iniciativa Science Based Targets (SBTi), visando redução de 50,4% nas emissões de GEE de escopo 1 e 2 até 2032.
- Release6 ago 2025Abrir fonte ↗
Resultados da Suzano no 2T25: Vendas de Celulose e Papel, JV com Kimberly-Clark
A Suzano S.A. reportou resultados do segundo trimestre de 2025 com aumento nas vendas de celulose e papel, EBITDA Ajustado consolidado de R$ 6,1 bilhões e anunciou uma joint-venture com a Kimberly-Clark.
- As vendas de celulose totalizaram 3.269 mil toneladas, um aumento de 28% em relação ao 2T24, e as vendas de papel atingiram 411 mil toneladas, 24% acima do 2T24.
- O EBITDA Ajustado consolidado alcançou R$ 6,1 bilhões no 2T25, com a geração de caixa operacional em R$ 4,1 bilhões.
- O preço médio líquido da celulose no mercado externo foi de US$ 555/t, e o custo caixa de produção de celulose sem paradas ficou em R$ 832/t.
- A alavancagem medida pela Dívida Líquida/EBITDA Ajustado foi de 3,1x em USD e 3,0x em BRL.
- A Companhia anunciou a criação de uma joint-venture com a Kimberly-Clark, com a Suzano detendo 51% de participação e um valor de aquisição de US$ 1,7 bilhão.
- O lucro líquido registrado no 2T25 foi de R$ 5.012 milhões, acompanhado de um resultado financeiro líquido positivo de R$ 4.425 milhões.
- A estimativa de investimento de capital para 2025 foi revisada para R$ 13,3 bilhões, devido a um contrato de permuta de ativo biológico com a Eldorado Brasil Celulose S.A.
- Novas metas de descarbonização foram validadas pela Science Based Targets initiative (SBTi), visando reduzir em 50,4% as emissões de GEE dos escopos 1 e 2 até 2032.
- Apresentação6 ago 2025Abrir fonte ↗
Suzano: Teleconferência de Resultados do 2T25
A Suzano apresentou os resultados do segundo trimestre de 2025, destacando forte volume de vendas, redução do custo caixa e a solidez da gestão financeira, apesar da alavancagem.
- O volume de vendas de celulose atingiu 3,3 milhões de toneladas e o de papel e embalagem 348 mil toneladas no 2T25, ambos com crescimento significativo em relação ao trimestre anterior e ao ano anterior.
- O Custo Caixa ex-paradas de celulose reduziu para R$ 832/ton no 2T25, impulsionado pela melhor eficiência operacional e efeito cambial favorável.
- O EBITDA Ajustado da companhia totalizou R$ 6,1 bilhões e a Geração de Caixa Operacional foi de R$ 4,1 bilhões no 2T25.
- O negócio de Papel e Embalagem teve um maior EBITDA no Brasil, favorecido por volumes de vendas e custos menores, enquanto a operação nos EUA foi impactada por paradas programadas.
- O negócio de Celulose demonstrou forte crescimento nas vendas e EBITDA, atribuído a maiores volumes de produção e eficaz execução comercial.
- A Dívida Líquida encerrou o 2T25 em US$ 13,0 bilhões, resultando em uma Alavancagem de 3,1x (Dívida Líquida/EBITDA Ajustado UDM).
- A gestão financeira mantém foco na solidez do balanço, com liquidez de US$ 5,9 bilhões e cobertura cambial nocional de US$ 6,8 bilhões.
- As mensagens-chave incluem o foco estratégico em competitividade, a Joint Venture com a K-C e a redução da alavancagem financeira.
- A expectativa é de queda reiterada no custo caixa de produção para o segundo semestre de 2025 e EBITDA positivo para as operações de Suzano Packaging nos EUA a partir do 3T25.
- Fato Relevante6 ago 2025Abrir fonte ↗
Suzano revisa CAPEX 2025 para R$13,3 bi após permuta de ativos biológicos
A Suzano S.A. revisou sua estimativa de CAPEX para 2025 para R$ 13,3 bilhões, devido a uma transação de permuta de ativo biológico (madeira em pé) com a Eldorado Brasil Celulose S.A. e um pagamento associado.
- A Suzano S.A. revisou sua estimativa de investimento de capital (CAPEX) para 2025 de R$ 12,4 bilhões para R$ 13,3 bilhões.
- A revisão do CAPEX reflete a assinatura de contrato com a Eldorado Brasil Celulose S.A. para permuta de ativo biológico.
- A transação envolve a permuta de 18 milhões de metros cúbicos de madeira em pé, localizada no Mato Grosso do Sul.
- A Eldorado cederá madeira madura para colheita entre 2025 e 2027, e a Suzano entregará madeira imatura para colheita entre 2028 e 2031.
- A Suzano fará um pagamento de R$ 1,317 bilhão à Eldorado, sendo R$ 878 milhões em 2025 e R$ 439 milhões em 2026.
- A operação visa ampliar a idade média da base florestal da Suzano, viabilizar maior eficiência nas operações com redução do custo de colheita e do consumo específico de madeira na produção de celulose.
- A transação também busca reduzir a necessidade de investimentos em novos plantios de eucalipto e compra de madeira de terceiros, e criar opcionalidade para crescimento de volume de produção de celulose.
- O fechamento da operação está sujeito ao cumprimento de condições precedentes usuais de mercado.
- As projeções de CAPEX serão incluídas no Formulário de Referência da Companhia e disponibilizadas nos sites da CVM e de Relações com Investidores da Suzano.
- Fato Relevante6 ago 2025Abrir fonte ↗
Suzano anuncia redução de 3,5% na produção de celulose de mercado
A Suzano S.A. informou que reduzirá seu volume de produção de celulose de mercado em aproximadamente 3,5% nos próximos 12 meses devido a um mercado desafiador que não garante retorno adequado.
- A Suzano S.A. decidiu reduzir o volume de produção de celulose de mercado para os próximos 12 meses.
- A redução será de aproximadamente 3,5% em comparação com sua capacidade nominal de produção de celulose anual.
- A decisão baseia-se na avaliação de que o volume de produção total não geraria retorno adequado no atual cenário de mercado de celulose mais desafiador.
- Fato Relevante5 jun 2025Abrir fonte ↗
Suzano adquire 51% de nova sociedade com Kimberly-Clark em negócios de tissue
A Suzano, por meio de sua subsidiária Suzano International Holding B.V., adquiriu 51% de uma nova sociedade na Holanda que deterá os negócios de fabricação e venda de produtos de papel "tissue" da Kimberly-Clark em diversas regiões globais,
- A Suzano International Holding B.V. (subsidiária da Suzano) celebrará contrato para adquirir 51% do capital social de uma nova sociedade constituída na Holanda (Sociedade Alvo).
- A Kimberly-Clark Corporation (K-C) deterá os outros 49% de participação societária na Sociedade Alvo.
- A Sociedade Alvo será titular dos ativos referentes aos negócios de fabricação, marketing e venda de produtos "tissue" (incluindo "family care" e "professional business") na América do Sul, América Central, Irlanda, Reino Unido, Europa, Áfr
- Os principais ativos incluem 22 fábricas de produção de "tissue" localizadas em 14 países, com capacidade anual de produção de aproximadamente 1,0 milhão de toneladas, e comercialização em mais de 70 países.
- Marcas regionais da K-C serão transferidas para a Sociedade Alvo, e certas marcas globais serão licenciadas à Sociedade Alvo por longo prazo e sem royalties.
- A Suzano terá uma opção de compra para adquirir a participação de 49% da K-C na Sociedade Alvo, exercível a partir do terceiro aniversário do fechamento, sob certas condições.
- O preço de aquisição é de USD 1,734 bilhão, a ser pago em dinheiro e à vista no fechamento da Operação, sujeito a ajustes.
- O fechamento da Operação é esperado para meados de 2026, condicionado a aprovações regulatórias e à reorganização societária da K-C nas Regiões Incluídas.
- A Operação visa alinhar-se à estratégia de longo prazo da Suzano de crescimento com criação de valor e disciplina financeira, alavancando sua competitividade.
- Após o fechamento, as partes celebrarão um Contrato de Joint Venture estabelecendo direitos e obrigações relativos à gestão, controle e operação da Sociedade Alvo.
- Apresentação4 jun 2025Abrir fonte ↗
Suzano anuncia Joint Venture com Kimberly-Clark no mercado global de tissue
A Suzano anuncia uma Joint Venture com a Kimberly-Clark, onde a Suzano terá controle majoritário, visando acelerar a estratégia fiber-to-fiber no mercado global de tissue com um valor de aquisição de US$ 1,734 bilhão.
- A Suzano formará uma Joint Venture (NewCo B.V.) com a Kimberly-Clark, detendo 51% do controle da nova entidade.
- O valor da aquisição pela participação de 51% é de US$ 1,734 bilhão, com opção de compra dos 49% remanescentes.
- A JV busca acelerar a estratégia "fiber-to-fiber" no mercado global de tissue, combinando a excelência industrial da Suzano com a expertise comercial e de marcas da K-C.
- A NewCo terá aproximadamente 9.000 funcionários, capacidade de 1,0 Mt de tissue, e vendas em mais de 70 países, operando 22 fábricas em 14 países.
- São esperados uma Receita Líquida Pro Forma de ~US$ 3,3 bilhões e um EBITDA Ajustado Pro Forma de ~US$ 0,5 bilhão.
- A Suzano projeta uma TIR de 15,5% (US$ nominal) e ganhos de eficiência de US$ 175 milhões anuais, com captura total em 3 anos.
- A transação inclui o licenciamento de marcas globais por 30 anos sem pagamento de royalties e a transferência de marcas regionais.
- A conclusão da transação está prevista para meados de 2026, após aprovações regulatórias e reorganização corporativa.
- Apresentação8 mai 2025Abrir fonte ↗
Resultados 1T25 Suzano: Teleconferência de Apresentação
A apresentação discute os resultados do primeiro trimestre de 2025 da Suzano, detalhando o desempenho operacional, vendas de celulose e papel, e gestão financeira.
- Os volumes de vendas de celulose foram limitados por paradas programadas e recomposição de estoques no 1T25.
- O negócio de papel e embalagem registrou preços mais altos no Brasil e EUA, com EBITDA pressionado por custos de parada de manutenção.
- O desempenho do custo caixa da celulose ficou dentro do esperado, impactado pela concentração de paradas programadas.
- A dívida líquida e a alavancagem aumentaram devido a pagamentos discricionários de Juros Sobre Capital Próprio (JCP).
- A gestão financeira manteve foco na desalavancagem e aproveitou a volatilidade cambial para realizar hedges mais favoráveis.
- As mensagens-chave incluem a expectativa de redução do custo caixa de produção e geração de fluxo de caixa livre em qualquer cenário de preço.
- Outro25 abr 2025Abrir fonte ↗
Suzano S.A. - Ata da Assembleia Geral Ordinária de 25 de abril de 2025
A Assembleia Geral Ordinária da Suzano S.A. aprovou as contas dos administradores e demonstrações financeiras de 2024, a instalação e eleição do Conselho Fiscal, e a remuneração global anual para 2025.
- A Assembleia Geral Ordinária (AGO) da Suzano S.A. foi realizada em 25 de abril de 2025, exclusivamente de forma digital, com a presença de acionistas representando 78,16% das ações ordinárias.
- A ordem do dia incluiu a tomada de contas dos administradores, exame e votação das demonstrações financeiras de 2024, instalação e eleição do Conselho Fiscal, e fixação da remuneração global de administradores e conselheiros.
- Os acionistas aprovaram as contas dos administradores e as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2024.
- O prejuízo apurado em 2024, no valor de R$ 7.074.198.000,00, foi integralmente absorvido pelo saldo da conta de reservas de lucro.
- Foi aprovada a instalação do Conselho Fiscal, com 3 membros, e a eleição de Luiz Augusto Marques Paes, Luciano Douglas Colauto, Rubens Barletta, Roberto Figueiredo Mello, Eraldo Soares Peçanha e Kurt Janos Toth para o conselho, com mandato
- A remuneração global anual da Administração e do Conselho Fiscal para o exercício de 2025 foi aprovada em até R$ 176.643.034,42, englobando a remuneração dos membros do Conselho de Administração, da Diretoria Estatutária e do Conselho Fisca
- Outro9 jan 2025Abrir fonte ↗
Suzano informa data da Assembleia Geral Ordinária de 2025
A Suzano S.A. comunicou que sua próxima Assembleia Geral Ordinária (AGO) será realizada em 25 de abril de 2025, conforme previamente divulgado no calendário anual de eventos.
- A Suzano S.A. informou aos acionistas sobre a data da próxima Assembleia Geral Ordinária (AGO).
- A AGO da Companhia está marcada para 25 de abril de 2025.
- A data da AGO está em linha com o calendário anual de eventos corporativos da Companhia.
- Informações adicionais sobre o evento serão divulgadas oportunamente, em conformidade com a legislação aplicável.
- A equipe de Relações com Investidores está à disposição para esclarecimentos.
- ITR30 set 2024Abrir fonte ↗
Suzano: Informações Trimestrais 3T24
A Suzano reportou EBITDA Ajustado de R$ 6,5 bilhões e geração de caixa operacional de R$ 4,4 bilhões no 3T24, com aumento nas vendas de celulose e papel e alavancagem de 3,1x em US$, apesar do mercado desafiador.
- O EBITDA Ajustado da Suzano alcançou R$ 6,5 bilhões no 3T24, com geração de caixa operacional de R$ 4,4 bilhões.
- As vendas de celulose e papel aumentaram 6% e 9%, respectivamente, no 3T24 em comparação com o 3T23.
- O preço médio líquido de celulose no mercado externo foi de US$ 670/t no 3T24, um aumento de 23% versus 3T23.
- O custo caixa de produção de celulose, excluindo paradas, foi de R$ 863/t, estável em relação ao 3T23.
- A alavancagem em dólar da Companhia caiu para 3,1x no 3T24, justificada pelo aumento do EBITDA Ajustado dos últimos 12 meses.
- A nova Unidade de Ribas do Rio Pardo (Projeto Cerrado) iniciou operação em 21 de julho de 2024, contribuindo para a redução do custo caixa consolidado e com ramp-up esperado de 9 meses.
- A Suzano completou 93% do desembolso total de Investimentos de Capital para o Projeto Cerrado, com R$ 1,5 bilhão restante para 2024-2025.
- A Companhia concluiu a aquisição de participação minoritária na Lenzing Aktiengesellschaft e adquiriu 100% do capital social das empresas Timber VII e Timber XX (ativos florestais).
- Após o fechamento do trimestre, a Suzano Packaging LLC concluiu a aquisição de estoques e ativos imobilizados da Pactiv Evergreen Inc. nos EUA, marcando a entrada no mercado norte-americano de papelcartão e embalagens.
- Apresentação8 ago 2024Abrir fonte ↗
Suzano: Teleconferência de Resultados do 2T24
A Suzano divulgou os resultados do segundo trimestre de 2024, destacando o desempenho operacional, avanços estratégicos, gestão financeira e alocação de capital.
- A empresa reportou um EBITDA Ajustado de R$ 6,3 bilhões e Geração de Caixa Operacional de R$ 4,5 bilhões no 2T24.
- O volume de vendas total atingiu 2,5 milhões de toneladas, com celulose em 2,2 milhões e papel e embalagem em 270 mil toneladas.
- A dívida líquida foi de US$ 6,4 bilhões, resultando em uma alavancagem de 3,2x em US$.
- A Suzano avançou em suas avenidas estratégicas, incluindo a entrada no segmento de embalagens nos EUA (Pactiv), aquisição de 15% da Lenzing com opcionalidade de controle e o progresso do Projeto Cerrado.
- O Projeto Cerrado iniciou a operação com sucesso em 21 de julho, focando na curva de aprendizado e na evolução do volume de produção.
- A gestão financeira mantém disciplina, com liquidez de US$ 12,0 bilhões e prazo médio da dívida de 78 meses, sem risco de refinanciamento até 2029.
- A alocação de capital incluiu o pagamento de R$ 5,7 bilhões em dividendos/JCP e a execução de programas de recompra de ações, com anúncio do 5º programa de recompra.
- A empresa anunciou o Investor Day 2024 para dezembro, com apresentações e visita às operações em Ribas do Rio Pardo.
- Release9 mai 2024Abrir fonte ↗
Suzano: Resultados do 1T24 refletem cenário de mercado favorável
Suzano registrou EBITDA Ajustado de R$4,6 bilhões e geração de caixa operacional de R$2,5 bilhões no 1T24, com o Projeto Cerrado atingindo 94% físico e 87% financeiro, em mercado de celulose favorável.
- As vendas de celulose totalizaram 2.401 mil toneladas (-2% vs. 1T23) e as vendas de papel 313 mil toneladas (+12% vs. 1T23).
- O EBITDA Ajustado consolidado atingiu R$4,6 bilhões e a geração de caixa operacional foi de R$2,5 bilhões no 1T24.
- O Projeto Cerrado alcançou 94% de progresso físico e 87% de progresso financeiro até abril de 2024.
- O lucro líquido foi de R$220 milhões, representando quedas de 95% em relação ao 4T23 e 96% em relação ao 1T23, principalmente devido ao resultado financeiro negativo.
- A alavancagem, medida pela relação Net Debt/Adjusted EBITDA, foi de 3,5 vezes em USD e 3,6 vezes em BRL no 1T24.
- A Net Revenue totalizou R$9,46 bilhões, com uma diminuição de 9% frente ao 4T23 e 16% em comparação ao 1T23.
- O Pulp cash cost ex-downtime foi de R$812/ton, estável em relação ao 4T23 e 13% inferior ao 1T23.
- A Suzano adotou as recomendações da Taskforce on Nature-related Financial Disclosures (TNFD), sendo uma das primeiras empresas brasileiras a se comprometer com a iniciativa.
- O Capital expenditure (Capex) total (base caixa) foi de R$4,04 bilhões no 1T24.
- A dívida líquida encerrou o 1T24 em R$59,6 bilhões (US$11,9 bilhões), com 89% em moeda estrangeira após o efeito do hedge.
- Release9 mai 2024Abrir fonte ↗
Suzano: Resultados Consolidados do 1º Trimestre de 2024
A Suzano reportou lucro líquido de R$ 220 milhões no 1T24 e EBITDA Ajustado consolidado de R$ 4,6 bilhões, impactada por um resultado financeiro líquido negativo e aumento da dívida líquida, enquanto o Projeto Cerrado avança.
- A Companhia registrou um lucro líquido de R$ 220 milhões no 1T24, uma queda significativa em relação ao 4T23 e 1T23.
- O EBITDA Ajustado consolidado atingiu R$ 4,6 bilhões, representando um aumento de 1% QoQ, mas uma redução de 26% YoY.
- A receita líquida consolidada totalizou R$ 9.459 milhões, com quedas de 9% QoQ e 16% YoY.
- O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 3.040 milhões, influenciado pela desvalorização cambial sobre a dívida e operações com derivativos.
- As vendas de celulose somaram 2.401 mil toneladas (-2% vs. 1T23) e as vendas de papel 313 mil toneladas (+12% vs. 1T23).
- O custo caixa de celulose sem paradas foi de R$ 812/ton, estável em relação ao trimestre anterior e 13% menor que no 1T23.
- A dívida líquida da Suzano atingiu R$ 59,6 bilhões (US$ 11,9 bilhões), resultando em uma alavancagem de 3,5x (Dívida Líquida/EBITDA Ajustado) em USD.
- O Projeto Cerrado alcançou 94% de progresso físico e 87% de progresso financeiro até o final de abril.
- A geração de caixa operacional foi de R$ 2,5 bilhões, e o fluxo de caixa livre ajustado somou R$ 1.789 milhões.
- A Suzano aderiu às recomendações do TNFD (Taskforce on Nature-related Financial Disclosures) para gerenciamento e divulgação de riscos e oportunidades relacionadas à natureza.
- Apresentação27 abr 2023Abrir fonte ↗
Teleconferência de Resultados Suzano 1T23
A Suzano apresentou os resultados do primeiro trimestre de 2023, destacando a estabilidade da dívida líquida em meio a um forte ciclo de investimento e o avanço do Projeto Cerrado.
- O EBITDA ajustado no 1T23 foi de R$ 6.2 bilhões, refletindo crescimento ante o 1T22 e queda frente ao 4T22.
- A Geração de Caixa Operacional no período foi de R$ 4.7 bilhões.
- O custo caixa ex-paradas da celulose registrou R$ 937/ton no 1T23.
- A dívida líquida alcançou US$ 10.9 bilhões no 1T23, resultando em uma alavancagem de 1.9x em US$.
- O volume de vendas de celulose foi de 2.5 milhões de toneladas, enquanto o de papel somou 249 mil toneladas.
- Os estoques de celulose estão abaixo do nível ótimo operacional.
- O Projeto Cerrado avança no prazo e dentro do orçamento, com progresso físico de 57% e financeiro de 43%.
- A gestão financeira mantém disciplina, com um custo médio da dívida de 4.7% a.a. e um prazo médio de 77 meses.
- A empresa utiliza hedges de fluxo de caixa e do Projeto Cerrado para mitigar o impacto da apreciação cambial.
- Houve o lançamento do Relatório de Sustentabilidade 2022 e a aprovação do primeiro projeto de Crédito de Carbono.
- Apresentação27 out 2022Abrir fonte ↗
Resultados Suzano 3T22 e Destaques Estratégicos
A Suzano apresentou os resultados do terceiro trimestre de 2022, destacando recordes de geração de caixa e EBITDA, gestão financeira sólida e avanços em suas avenidas estratégicas, incluindo o Projeto Cerrado e a aquisição do negócio de tis
- Suzano registrou EBITDA ajustado de R$ 8,6 bilhões e geração de caixa operacional de R$ 7,2 bilhões no 3T22, atingindo patamares históricos.
- A dívida líquida da companhia foi de US$ 4,7 bilhões, resultando em alavancagem de 2,1x em US$ no 3T22.
- A produção de celulose alcançou 2,8 milhões de toneladas e a de papel 299 mil toneladas no 3T22, com estoques de celulose em níveis baixos.
- O custo caixa ex-paradas foi de R$ 883/ton no 3T22.
- Os negócios de Papel e Embalagem e de Celulose apresentaram novos recordes de EBITDA e EBITDA/ton, impulsionados por mercados aquecidos, eficiência operacional e evolução de preços e volumes.
- A gestão financeira destacou um balanço sólido com liquidez de US$ 10,7 bilhões, custo médio da dívida de 4,7% a.a. e prazo médio de 82 meses.
- Houve aprimoramento das políticas de hedge para maior efetividade de portfólio.
- O CAPEX total para 2022 foi reafirmado em R$ 16,1 bilhões, com R$ 11,2 bilhões alocados para o Projeto Cerrado.
- O Projeto Cerrado atingiu 31% de progresso físico e 24% de progresso financeiro (dentro da cerca) até 30/09/2022.
- A Suzano lançou um novo programa de recompra de ações, autorizado para até 20 milhões de ações.
- A companhia adquiriu o negócio de tissue da Kimberly Clark no Brasil por US$ 175 milhões, incluindo a marca premium "Neve".
- Fato Relevante4 mai 2022Abrir fonte ↗
Suzano aprova programa de recompra de até 20 milhões de ações ordinárias
A Suzano S.A. informou que seu Conselho de Administração aprovou um programa de recompra de até 20.000.000 de ações ordinárias para maximizar a geração de valor para os acionistas.
- O programa de recompra tem como objetivo maximizar a geração de valor para os acionistas e sinalizar a confiança da administração na performance da Companhia.
- A Suzano poderá adquirir até 20.000.000 de ações ordinárias de sua própria emissão, sem redução do capital social, para permanência em tesouraria e posterior alienação e/ou cancelamento.
- As Ações de Recompra representam aproximadamente 2,8% das Ações em Circulação, considerando a posição acionária de 31 de março de 2022.
- A Companhia já mantém 11.911.569 ações em tesouraria, o equivalente a aproximadamente 1,6% das Ações em Circulação.
- O número total de ações em tesouraria não poderá exceder o limite máximo de 10% das ações em circulação no mercado.
- Não haverá alterações na composição do controle acionário ou da estrutura administrativa da Companhia em decorrência das aquisições.
- A Companhia não pretende fazer uso de instrumentos derivativos no âmbito do programa de recompra.
- O prazo máximo para as aquisições é de 18 meses, com término em 4 de novembro de 2023.
- As aquisições serão realizadas na B3 a preços de mercado, utilizando saldos de reservas de lucro e de capital disponíveis, e o resultado realizado do exercício em curso.
- O Conselho de Administração avalia que a situação financeira da Suzano é compatível com o programa, sem impactos nas obrigações com credores ou no pagamento de dividendos.
- Apresentação13 mai 2021Abrir fonte ↗
Suzano: Resultados do 1T21 e detalhes do Projeto Cerrado
A Suzano apresentou os resultados do primeiro trimestre de 2021, destacando forte desempenho operacional e financeiro, e forneceu detalhes sobre a aprovação e estratégia do Projeto Cerrado.
- O EBITDA ajustado da Suzano atingiu R$ 4,9 bilhões no 1T21, um crescimento em comparação aos R$ 3,0 bilhões registrados no 1T20.
- A geração de caixa operacional no 1T21 foi de R$ 3,9 bilhões, acima dos R$ 2,3 bilhões do 1T20.
- O custo caixa ex-paradas da celulose no 1T21 foi de R$ 623 por tonelada.
- A dívida líquida da Companhia reduziu para US$ 11,6 bilhões e a alavancagem para 3,8x em US$ no 1T21, frente a US$ 12,3 bilhões e 4,3x no 4T20.
- O Projeto Cerrado foi aprovado pelo Conselho de Administração, condicionado a métricas de alavancagem de dívida líquida/EBITDA (próximo de 3,0x para desembolsos em 2021 e até 3,5x durante o ciclo de investimento).
- O Projeto Cerrado visa melhorar a competitividade da Suzano, aumentar sua posição de liderança no mercado de celulose e contribuir para as metas de sustentabilidade.
- O capex total estimado para o Projeto Cerrado é de R$ 14,7 bilhões (~US$ 2,8 bilhões).
- A Suzano atualizou o guidance de CAPEX total para 2021 para R$ 6,2 bilhões, incluindo R$ 1,0 bilhão destinado ao Projeto Cerrado.
- A Companhia prevê financiar o Projeto Cerrado principalmente através da geração de caixa, sem necessidade de novas captações.
- Fato Relevante12 mai 2021Abrir fonte ↗
Suzano atualiza estimativa de CAPEX para R$ 6,2 bilhões em 2021
A Suzano informou a atualização de sua estimativa de CAPEX para 2021, que passou de R$ 4,9 bilhões para R$ 6,2 bilhões, devido a novos investimentos em projetos e florestas.
- A Suzano atualizou a estimativa de CAPEX para o exercício social de 2021, aumentando-a de R$ 4,9 bilhões para R$ 6,2 bilhões.
- O aumento do CAPEX decorre da inclusão de valores relacionados a serviços preliminares para a implantação do Projeto Cerrado, já aprovados pelo Conselho de Administração.
- Também foram incluídos investimentos florestais no Mato Grosso do Sul, destinados a abastecer a nova planta industrial do Projeto Cerrado após sua aprovação completa.
- As novas projeções de CAPEX serão integradas à seção 11 do Formulário de Referência da Companhia e disponibilizadas nos sites da CVM e da Suzano.
- A Companhia reitera seu compromisso com a transparência e informa que as projeções de CAPEX são estimativas futuras sujeitas a riscos e incertezas.
- Fato Relevante24 mar 2021Abrir fonte ↗
Suzano atualiza estimativas de desembolsos operacionais de longo prazo para celulose
A Suzano divulgou uma atualização de suas estimativas de longo prazo para os desembolsos operacionais do negócio de celulose, projetando um total de R$ 1.400 por tonelada até 2024.
- A Suzano atualizou suas estimativas de longo prazo para os desembolsos operacionais do negócio de celulose, em linha com as melhores práticas de governança corporativa.
- A Companhia estima atingir gradualmente até 2024 um desembolso total operacional de aproximadamente R$ 1.400 por tonelada de celulose.
- A composição deste desembolso inclui aproximadamente R$ 560/tonelada para custo caixa de produção de celulose, R$ 500/tonelada para custos e despesas logísticas, com vendas e administrativas, e R$ 340/tonelada para investimentos de manutenç
- As estimativas são baseadas em valores reais, sem considerar expectativas de inflação ou variação cambial, e pressupõem a operação da Companhia à plena capacidade.
- O período projetado compreende a evolução do desempenho operacional nos próximos 4 anos, com os valores previstos para serem alcançados no exercício social de 2024.
- O item 11 do Formulário de Referência da Companhia será atualizado conforme a Instrução CVM nº 480/09.
- As projeções apresentadas são estimativas da administração, sujeitas a riscos e incertezas, e não constituem promessa de desempenho.
- ITR29 out 2020Abrir fonte ↗
Suzano: Resultados Consolidados do 3T20
Suzano registrou forte desempenho operacional no 3T20, com queda da dívida líquida e alavancagem, e avançou na agenda ESG com a emissão de bonds vinculados a metas de sustentabilidade.
- As vendas de celulose totalizaram 2,527 mil toneladas e as de papel 319 mil toneladas no 3T20.
- O Adjusted EBITDA consolidado foi de R$3.8 bilhões e a geração de caixa operacional atingiu R$2.9 bilhões.
- O custo caixa da celulose ex-paradas foi de R$600/ton, representando uma redução de 8% em relação ao 3T19.
- A empresa reduziu a dívida líquida e a alavancagem, com a relação Dívida Líquida/Adjusted EBITDA em 4.4x (em USD) no 3T20.
- Suzano emitiu Sustainability-Linked Bonds de US$750 milhões, vinculados à meta de redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) até 2025.
- O lucro líquido do 3T20 foi um prejuízo de R$1.158 milhões, uma melhora em comparação ao prejuízo de R$3.460 milhões no 3T19.
- O fluxo de caixa livre, ajustado por derivativos, totalizou R$1.065 milhões no 3T20.
- As sinergias operacionais da fusão com a Fibria estão sendo capturadas em linha com o planejamento, com estimativas entre R$1.100 milhões e R$1.200 milhões por ano.
- A companhia manteve ações de combate à COVID-19, focadas na segurança de pessoas, apoio à sociedade e continuidade dos negócios.
- A oferta secundária de ações da Suzano detidas pela BNDESPAR foi concluída em 6 de outubro de 2020, totalizando R$6.9 bilhões.
- ITR13 ago 2020Abrir fonte ↗
Suzano: Resultados do 2T20 com EBITDA Ajustado em alta e redução de dívida líquida
O relatório detalha os resultados consolidados da Suzano para o segundo trimestre de 2020, destacando o desempenho financeiro e operacional, as ações contra a COVID-19 e as iniciativas ESG.
- O EBITDA Ajustado alcançou R$ 4,2 bilhões no 2T20, um crescimento de 38% em relação ao 1T20, impulsionado pela valorização do USD e desempenho operacional.
- As vendas de celulose totalizaram 2.778 mil toneladas no 2T20 (+25% vs 2T19), resultando em uma nova redução de aproximadamente 220 mil toneladas nos estoques de celulose.
- O custo caixa de celulose sem paradas foi de R$ 599/ton no 2T20, uma redução de 14% vs. 2T19, devido a menores custos com madeira, custos fixos e energéticos.
- As vendas de papel totalizaram 235 mil toneladas (-22% vs. 2T19), impactadas pela redução da demanda de papéis de imprimir e escrever em função da pandemia.
- A dívida líquida foi de R$ 67,9 bilhões (US$ 12,4 bilhões) em 30 de junho de 2020, com o índice de alavancagem (dívida líquida/EBITDA Ajustado em USD) caindo para 4,7x.
- O financial_result líquido foi negativo em R$ 5.657 milhões no 2T20, impactado principalmente pela variação cambial sobre a dívida e o resultado negativo das operações com derivativos.
- A Companhia registrou net_income negativo (prejuízo) de R$ 2.053 milhões no 2T20, contra lucro de R$ 700 milhões no 2T19.
- A Suzano anunciou a devolução da linha de crédito rotativo de US$ 500 milhões em agosto de 2020, com liquidação prevista para 20 de agosto, otimizando a gestão do caixa.
- As ações de combate à COVID-19 totalizaram R$ 75 milhões em investimentos até junho, focando na proteção de pessoas, sociedade e continuidade dos negócios.
- A Companhia segue capturando sinergias operacionais da fusão com a Fibria conforme planejado, com estimativas de R$ 1.100 a R$ 1.200 milhões anuais e sinergias tributárias de R$ 2,0 bilhões anuais.
- Fato Relevante13 set 2018Abrir fonte ↗
Aprovação da Reorganização Societária para Combinação Suzano e Fibria
Suzano Papel e Celulose S.A. e Fibria Celulose S.A. informam que as assembleias gerais extraordinárias aprovaram a reorganização societária para a combinação de suas operações e bases acionárias.
- As assembleias gerais extraordinárias de Suzano e Fibria aprovaram todas as matérias relacionadas à reorganização societária para a combinação de suas operações e bases acionárias.
- A consumação da Operação está sujeita à verificação de condições suspensivas, incluindo a aprovação por autoridades de concorrência no Brasil e exterior.
- A Operação não ensejará direito de recesso aos acionistas da Suzano.
- Acionistas da Fibria que se opuseram ou não compareceram à AGE da Fibria terão direito de retirada, desde que manifestem a intenção em 30 dias.
- O reembolso aos acionistas dissidentes da Fibria será de R$ 26,36 por ação, equivalente ao valor do patrimônio líquido da ação em 31 de dezembro de 2017.
- Outro27 out 2016Abrir fonte ↗
Suzano adquire ativos florestais para otimizar custo e oferta de madeira da Unidade Imperatriz
A Suzano Papel e Celulose S.A. assinou acordo para adquirir ativos florestais e uma usina hidrelétrica por BRL 764 milhões (USD 245 milhões), visando otimizar a competitividade de custo e a garantia de suprimento de madeira para a fábrica d
- Suzano adquiriu ativos florestais nos estados do Maranhão e Tocantins, além de uma usina hidrelétrica de 19 MW, por um total de aproximadamente BRL 764 milhões (USD 245 milhões).
- A transação é considerada 'credit positive' pela Moody's, sem impacto nas classificações de risco da empresa, nem na liquidez ou alavancagem.
- A aquisição visa aumentar a competitividade de custo da fábrica de celulose de Imperatriz, reduzindo a distância média de transporte de madeira e assegurando 100% do suprimento de madeira.
- Os ativos incluem 75.000 hectares de terras, com 40.000 hectares de florestas plantadas, adicionando 9 milhões de metros cúbicos de madeira à base florestal da Suzano.
- A expectativa é de economia anual de aproximadamente BRL 110 milhões (USD 35 milhões) em capex e custos operacionais ao longo de 10 anos.
- A liquidez da Suzano foi sustentada por BRL 4,2 bilhões em caixa e equivalentes ao final do 3T16, com Dívida Total Reportada/EBITDA de 3,3x.
- A empresa reportou receitas líquidas consolidadas de BRL 10,1 bilhões nos doze meses encerrados em setembro de 2016.
- Os custos caixa da Suzano estavam em BRL 637/tonelada no 3T16, com meta de alcançar BRL 475/tonelada em 2021/2022.
- Outro26 fev 2016Abrir fonte ↗
Moody's afirma ratings Ba2 da Suzano, perspectiva alterada para estável
A Moody's América Latina afirmou os ratings Ba2 da Suzano Papel e Celulose S.A. e suas notas seniores sem garantia, alterando a perspectiva de positiva para estável, seguindo o rebaixamento do rating soberano do Brasil.
- A Moody's América Latina afirmou o rating Ba2 na escala global e Aa2.br na escala nacional brasileira para a Suzano Papel e Celulose S.A., bem como os ratings das notas seniores sem garantia.
- A perspectiva para todos os ratings foi alterada de positiva para estável, refletindo o rebaixamento do rating dos títulos de dívida do Brasil pela Moody's em 24 de fevereiro de 2016.
- Os ratings da Suzano incorporam sua posição como produtora de baixo custo de celulose branqueada de eucalipto e papel, liderança de mercado e alto nível de integração com autossuficiência em madeira e energia.
- Fatores positivos incluem o perfil de liquidez confortável e expectativas de melhora na alavancagem e outras métricas de crédito devido à maior participação da celulose no EBITDA.
- Fatores limitantes são a volatilidade da indústria de celulose (60-65% da receita esperada), a alta alavancagem relacionada à expansão no Maranhão e o enfraquecimento da economia brasileira no segmento de papel.
- A perspectiva estável reflete a perspectiva soberana do Brasil e a expectativa de melhora das métricas de crédito da Suzano nos próximos 12 a 18 meses, impulsionada pela geração de caixa, preços estáveis de celulose e redução gradual da ala
- Uma elevação dos ratings é improvável no curto prazo, mas a longo prazo dependeria de alavancagem (dívida total ajustada sobre EBITDA) próxima de 3,5x e cobertura de juros (EBITDA ajustado sobre despesas de juros) acima de 4,0x, além de for
- Uma pressão negativa nos ratings poderia surgir se a alavancagem ajustada permanecer acima de 4,5x por um período prolongado ou se a liquidez for insuficiente para cobrir o serviço da dívida de médio prazo.
- A Suzano reportou receita líquida consolidada de BRL 10 bilhões em 2015, com um mix de vendas de 73% celulose e 27% papel, fornecendo estabilidade de fluxo de caixa.
- Apresentação18 fev 2016Abrir fonte ↗
Documento sobre Suzano (metadata)
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