Energia Elétrica
AUREN ENERGIA S.A.
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Comunicações
43 documentos- Outro21 mai 2026Abrir fonte ↗
Auren Energia: Teleconferência 1T26 - Destaques Operacionais e Financeiros
A Auren Energia discutiu seus resultados do 1T26, destacando ganhos de modulação superando o curtailment, avanço na reorganização societária e expectativas de desalavancagem a partir de 2027.
- A Auren Energia apresentou os resultados do 1T26 em teleconferência com Fabio Zanfelice (CEO) e Mateus Ferreira (CFO e DRI).
- Ganhos de modulação de R$ 97 milhões superaram os impactos negativos de R$ 86 milhões do curtailment no 1T26, evidenciando a resiliência do portfólio.
- A reorganização societária avançou com a aprovação da Fase 1, visando concentrar ativos hidrelétricos sob a CESP para simplificar a estrutura e a gestão.
- Os custos da Companhia cresceram 3,8% no trimestre, abaixo da inflação acumulada de 4,2%, demonstrando disciplina e captura de sinergias.
- O EBITDA ajustado do 1T26 foi de R$ 926 milhões, 23% inferior ao 1T25, explicado por desempenho abaixo da geração eólica e hidrelétrica.
- A dívida líquida foi reduzida em R$ 135 milhões, e a relação dívida líquida/EBITDA encerrou o trimestre em 5,2x, com expectativa de forte desalavancagem a partir de 2027.
- O projeto Cajuína 3 está com mais de 70% do cronograma físico-financeiro cumprido, com entrada em operação prevista para dezembro de 2026, dentro do prazo e orçamento.
- O cenário hidrológico mostrou recuperação a partir de fevereiro, com o armazenamento atingindo 69% no final de março, alinhado com o ano anterior.
- O PLD médio no 1T26 foi de R$ 308/MWh, significativamente superior aos R$ 162/MWh do 1T25, com maior volatilidade.
- O curtailment energético representou 53% do total no 1T26, influenciado pelo crescimento da micro e minigeração.
- A empresa realizou a venda de 55 MW médios de autoprodução atrelada à curva de preço de mercado a longo prazo mais um spread de R$ 58/MWh.
- A Auren está implementando orçamento base zero e inteligência artificial para eficiência e melhoria contínua, com foco na disponibilidade dos ativos eólicos.
- O portfólio da Companhia está descontratado em cerca de 30% até 2030, posicionando-a para um cenário de aumento de preços de longo prazo.
- Não há preocupações com covenants de dívida líquida/EBITDA, pois as dívidas com esse tipo de covenant estão em veículos com alavancagem abaixo do limite.
- A companhia adota uma estratégia de estar mais contratada nos primeiros anos pós-aquisição da AES (2025-2027) para reduzir a volatilidade dos resultados.
- A expectativa de um El Niño intenso no 2S26 pode favorecer a recuperação hidrológica no Sul, potencialmente impactando os preços de energia.
- Ganhos de modulação devem continuar a ser amplificados pela crescente inserção de micro e minigeração distribuída.
- Apresentação7 mai 2026Abrir fonte ↗
Auren: Apresentação de Resultados do 1T26
A Auren registrou EBITDA Ajustado de R$ 926 milhões no 1T26, impulsionado por ganhos de modulação que compensaram integralmente o impacto do curtailment.
- O EBITDA Ajustado atingiu R$ 926 milhões no 1T26, uma queda de 23% em comparação ao 1T25, impactado por menor geração eólica, solar e hidrelétrica, e resultado da comercializadora.
- A companhia capturou R$ 97 milhões em ganhos com modulação no 1T26, neutralizando o impacto de R$ 86 milhões do curtailment no período.
- Aprovada a fase 1 da reorganização societária, visando concentrar ativos hidrelétricos, simplificar a estrutura e aumentar a eficiência na gestão de caixa e endividamento.
- A dívida líquida foi reduzida em R$ 135 milhões no 1T26, com a alavancagem encerrando o período em 5,2x Dívida Líquida/EBITDA Ajustado, e projeção de desalavancagem acentuada a partir de 2027.
- A construção do projeto Cajuína 3 (112,1 MW) segue dentro do cronograma e orçamento, com avanço físico de 72% e operação comercial total estimada para dezembro de 2026.
- O PMSO recorrente cresceu abaixo da inflação no trimestre, demonstrando o foco em aprimoramento de processos e ganhos de eficiência.
- A ENA média do SIN foi de 79% da MLT no 1T26, 5 p.p. abaixo do 1T25, mas com recuperação significativa a partir de fevereiro.
- O PLD médio do submercado SE/CO foi de R$ 308/MWh no 1T26, com volatilidade intraday de 45%, refletindo cenário hidrológico desfavorável.
- A produção de energia da companhia no 1T26 foi influenciada pelo menor recurso eólico e solar, além do menor despacho hidrelétrico das usinas do MRE.
- O nível de contratação do portfólio consolidado da Auren é de 95% para 2026, com volume descontratado significativo a partir de 2029, posicionando a empresa para capturar aumento nos preços de longo prazo.
- Apresentação7 mai 2026Abrir fonte ↗
Auren Energia: Apresentação de Resultados do 1T26
A Auren Energia apresentou seus resultados do 1T26, com EBITDA Ajustado de R$ 926 milhões, impulsionado por ganhos de modulação, e detalhou a reorganização societária.
- A Auren registrou EBITDA Ajustado de R$ 926 milhões no 1T26, com ganhos de modulação de R$ 97 milhões que compensaram integralmente o impacto do curtailment de R$ 86 milhões.
- A fase 1 da reorganização societária foi aprovada, visando concentrar ativos hidrelétricos, simplificar a estrutura e aumentar a eficiência na gestão de caixa e dívida.
- A dívida líquida foi reduzida em R$ 135 milhões no 1T26, encerrando o período com alavancagem de 5,2x Dívida Líquida/EBITDA Ajustado, com projeção de desalavancagem a partir de 2027.
- A construção do projeto Cajuína 3 (112,1 MW) está com 72% de avanço físico, com comissionamento previsto para o ano e operação comercial total em dezembro de 2026.
- A Energia Natural Afluente (ENA) média do SIN foi de 79% da MLT no 1T26, e os níveis dos reservatórios recuperaram-se para 69% da capacidade máxima.
- O PLD médio do submercado SE/CO atingiu R$ 308/MWh no 1T26, com 45% de volatilidade intraday, reflexo do cenário hidrológico desfavorável.
- O curtailment sobre a geração total do SIN no 1T26 foi de 15% para a fonte eólica e 16% para a solar, com a maior parte atribuída a Razões Energéticas (53%).
- A geração de energia da Companhia no 1T26 foi influenciada por menor recurso eólico e solar e menor despacho hidrelétrico das usinas do MRE.
- A Auren está bem posicionada para capturar oportunidades de mercado, com mais de 30% do portfólio descontratado a longo prazo, especialmente a partir de 2029.
- A Companhia foca no aprimoramento de processos, implementação de orçamento base zero, busca contínua por eficiência e avanço na estratégia de inteligência artificial.
- Release6 mai 2026Abrir fonte ↗
Auren Energia: Release de Resultados do 1T26
Auren Energia registrou EBITDA Ajustado de R$ 925,9 milhões no 1T26, com ganhos de modulação compensando integralmente o efeito do curtailment, em um trimestre marcado por avanços na reorganização societária e eficiência na gestão de custos
- O EBITDA Ajustado da Auren registrou R$ 925,9 milhões no 1T26, uma redução de 23,2% em relação ao 1T25.
- Os ganhos de modulação totalizaram R$ 97,2 milhões no 1T26, compensando integralmente o impacto de R$ 86,2 milhões do curtailment no período.
- A primeira fase da reorganização societária, que visa concentrar os ativos hidrelétricos na CESP e simplificar a estrutura, foi aprovada e a segunda fase segue em avaliação.
- Os Custos e Despesas (PMSO) aumentaram 3,8% no 1T26 em comparação ao 1T25, um crescimento abaixo da inflação do período.
- A dívida líquida reduziu R$ 135,4 milhões no trimestre, mas a alavancagem (Dívida Líquida/EBITDA Ajustado) subiu marginalmente para 5,2x devido à queda do EBITDA dos últimos 12 meses.
- O projeto eólico Cajuína 3 (112,1 MW) atingiu aproximadamente 72% de avanço físico, com operação comercial completa prevista para dezembro de 2026.
- A Companhia registrou um prejuízo de R$ 601,6 milhões no Resultado Líquido do 1T26, comparado a um lucro de R$ 54,0 milhões no 1T25, influenciado pela marcação a mercado de contratos futuros de energia.
- A liquidez da Companhia em 31 de março de 2026 foi de R$ 4.719,0 milhões, com a dívida bruta consolidada totalizando R$ 23,7 bilhões.
- A geração total de energia própria no 1T26 reduziu 18,3% em relação ao 1T25, impactada pelo menor recurso eólico e solar e menor geração hidrelétrica do MRE.
- O PLD médio no submercado SE/CO foi de R$ 308/MWh no 1T26, um aumento significativo em relação ao 1T25.
- ITR6 mai 2026Abrir fonte ↗
Demonstrações Financeiras Intermediárias Condensadas: 1º Trimestre de 2026
A Auren Energia S.A. divulgou suas demonstrações financeiras intermediárias condensadas consolidadas e individuais para o período findo em 31 de março de 2026, destacando o desempenho financeiro e eventos subsequentes.
- O EBITDA Ajustado consolidado no 1T26 foi de R$ 925,9 milhões, uma redução de 23,2% em relação ao 1T25, com a Margem EBITDA Ajustada caindo 10,7 p.p.
- A Companhia registrou um prejuízo líquido de R$ 601,6 milhões no 1T26, em contraste com um lucro líquido de R$ 54,0 milhões no 1T25, impactado principalmente pela marcação a mercado de contratos futuros de energia.
- O resultado financeiro líquido no 1T26 foi uma despesa de R$ 589,8 milhões, uma melhoria em relação à despesa de R$ 732,1 milhões no 1T25, devido principalmente à redução de despesas com juros e da dívida bruta.
- A Auren atua nos segmentos de geração (eólica, solar, hidrelétrica), comercialização e holding & pipeline, com a ANEEL regulando e fiscalizando suas atividades.
- Foi proposta uma reorganização societária em duas fases sequenciais para simplificar a estrutura, concentrar ativos hidrelétricos e aumentar a eficiência na gestão de caixa e endividamento do grupo.
- A Companhia reclassificou itens na Demonstração do Valor Adicionado (DVA) referente ao 1T25 para atender à Resolução CVM 199/2024, sem impacto relevante nos índices ou resultados consolidados e individuais.
- DFP6 mai 2026Abrir fonte ↗
DFP 1T2026 - Auren Energia S.A.
O documento apresenta as demonstrações financeiras consolidadas da Auren Energia S.A. para o trimestre encerrado em 31 de março de 2026, com notas explicativas sobre políticas contábeis e resultados operacionais.
- As demonstrações financeiras consolidadas foram preparadas de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro (IFRS), adotando a base de custo histórico e a premissa de continuidade operacional.
- Os julgamentos e estimativas contábeis críticos incluem testes de imparidade de ativos, mensuração do valor justo de instrumentos financeiros, recuperabilidade de ativos fiscais e provisões para riscos.
- A Auren Energia S.A. controla investimentos em negócios em conjunto, como Salto Grande Energia, Machadinho, Barra Grande e Usina Hidrelétrica Teles Pires, que são consolidados proporcionalmente.
- A empresa utiliza instrumentos financeiros derivativos para gerenciar a exposição a riscos de mercado, incluindo flutuações nas taxas de juros, câmbio e preços de energia.
- O controle conjunto ocorre quando a Companhia detém direitos sobre os ativos líquidos de um arranjo e possui controle compartilhado por contrato.
- A Companhia realiza a mensuração de ativos e passivos financeiros ao valor justo, com metodologia e premissas detalhadas nas notas explicativas.
- As atividades de venda de energia elétrica e serviços são a principal fonte de receita da Companhia, detalhadas por tipo de contrato e mercado (cativo e livre).
- Release6 mai 2026Abrir fonte ↗
Auren Energia: Resultados do 1T26 destacam EBITDA Ajustado e ganhos de modulação
Auren Energia reportou seu desempenho do primeiro trimestre de 2026, com EBITDA Ajustado de R$ 925,9 milhões, resiliência do portfólio e avanço na reorganização societária.
- A Auren registrou EBITDA Ajustado de R$ 925,9 milhões no 1T26, uma redução de 23,2% em relação ao 1T25.
- Ganhos de modulação de R$ 97,2 milhões no 1T26 compensaram integralmente o efeito do curtailment de R$ 86,2 milhões.
- A Companhia aprovou a primeira fase da reorganização societária, visando concentrar ativos hidrelétricos na CESP e simplificar a estrutura.
- O PMSO (Custos e Despesas Operacionais) aumentou 3,8% no 1T26 vs. 1T25, um incremento nominal abaixo da inflação.
- A dívida líquida reduziu R$ 135,4 milhões no trimestre, mas a alavancagem subiu marginalmente para 5,2x Dívida Líquida/EBITDA Ajustado devido à queda do EBITDA dos últimos 12 meses.
- As obras de Cajuína 3 (112,1 MW) atingiram 72% de avanço físico, com operação comercial completa estimada para dezembro de 2026.
- A Receita Líquida foi de R$ 3.074,5 milhões no 1T26, um crescimento de 4,1% em comparação ao 1T25.
- O Resultado Líquido foi um prejuízo de R$ 601,6 milhões no 1T26, impactado principalmente pela marcação a mercado de contratos futuros de energia.
- A liquidez da Auren alcançou R$ 4.719,0 milhões em março de 2026, e o rating corporativo da Companhia manteve o grau máximo (AAA) pela Fitch Ratings e Moody’s.
- Outro27 abr 2026Abrir fonte ↗
Auren Energia: Ata da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária de 27/04/2026
A assembleia geral ordinária e extraordinária da Auren Energia S.A. aprovou as demonstrações financeiras de 2025, elegeu novos membros para o Conselho de Administração e reformou o estatuto social da companhia.
- A Assembleia Geral Ordinária aprovou as demonstrações financeiras e o relatório da administração referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.
- Foi aprovada a proposta de destinação do resultado de 2025, com o prejuízo líquido de R$ 664.031.517,54 sendo integralmente absorvido pela Reserva de Investimentos.
- O número de membros do Conselho de Administração foi fixado em 8, e os novos conselheiros foram eleitos para um mandato de dois anos, incluindo a nomeação do Presidente.
- Sergio Ricardo Romani e Maria Letícia Freitas Costa foram caracterizados como conselheiros independentes do Conselho de Administração.
- A remuneração global anual dos administradores para 2026 foi aprovada no montante de até R$ 47.505.976,02.
- A Assembleia Geral Extraordinária aprovou a reforma e a consolidação do Estatuto Social da Companhia, com ajustes em diversas cláusulas, incluindo a limitação do direito de voto do acionista Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB) em c
- O novo estatuto social define o capital social da Companhia em R$ 6.187.771.522,46, dividido em 1.050.377.974 ações ordinárias, e prevê um limite de capital autorizado de 1.525.000.000 ações ordinárias.
- O estatuto estabelece que a Companhia está sujeita às disposições do Regulamento do Novo Mercado da B3 e prevê que os acionistas terão direito a receber um percentual mínimo obrigatório de 25% sobre o lucro líquido como dividendos.
- Fato Relevante14 abr 2026Abrir fonte ↗
Auren Energia: Proposta de Reorganização Societária com Incorporação Reversa
Auren Energia e suas controladas informam proposta de reorganização societária em duas fases, visando simplificação estrutural, concentração de ativos hidrelétricos e maior eficiência na gestão.
- A Auren Energia S.A., Auren Participações S.A., Auren Operações S.A. e CESP – Companhia Energética de São Paulo informam sobre uma proposta de reorganização societária em duas fases.
- Os objetivos da reorganização incluem a concentração de ativos hidrelétricos, a racionalização e simplificação da estrutura societária com redução do número de companhias abertas, e maior eficiência na gestão de caixa e endividamento.
- A Fase 1, denominada Incorporação Reversa, consiste na incorporação da Auren Participações pela Auren Operações, resultando na Auren Energia detendo 100% do capital social da Auren Operações.
- A Fase 2 prevê a transferência de ativos e passivos da Auren Energia para a CESP, incluindo as ações da Auren Operações, seguida pela incorporação da Auren Operações pela CESP.
- As assembleias gerais da Auren Participações e Auren Operações já aprovaram a Incorporação Reversa (Fase 1), que está condicionada à aprovação da ANEEL e outras condições suspensivas.
- Os benefícios esperados da Incorporação Reversa incluem a simplificação da estrutura, consolidação e redução de gastos e despesas operacionais, e otimização dos recursos empresariais.
- Os custos estimados para a implementação da Incorporação Reversa são de aproximadamente R$ 1.100.000,00, sem considerar desembolsos para aprovações de terceiros.
- Não haverá relação de substituição de ações na Incorporação Reversa, nem direito de recesso para acionistas, devido ao controle total da Auren Energia sobre as entidades envolvidas.
- Apresentação31 mar 2026Abrir fonte ↗
Auren: Visita ao Complexo Eólico Cajuína e Performance Operacional
A Auren apresentou uma visão geral do Complexo Eólico Cajuína, incluindo detalhes sobre suas fases, performance operacional, desafios de turnaround e avanços da construção de Cajuína III, além de programas socioambientais.
- A Auren é a 3ª maior geradora e uma das maiores comercializadoras de energia do Brasil, com 8,7 GW de Capacidade Instalada própria e 100% renovável.
- O Complexo Eólico Cajuína é composto por Cajuína I (COD Fev.2023), Cajuína II (COD Jan.2024) e Cajuína III (COD estimado Dez.2026), totalizando 797,9 MW de Capacidade Instalada e 413,8 MWm de Garantia Física após conclusão da Fase III.
- Aproximadamente 90% da energia assegurada do complexo Cajuína é contratada em PPAs de longo prazo, com preço médio superior a R$ 210/MWh.
- A geração de energia do Complexo Cajuína apresenta complementaridade estratégica ao portfólio da Auren, intensificando-se quando a produção solar diminui e contribuindo mais em períodos de maior PLD.
- Desafios de turnaround em 2024 incluíram baixa aderência à curva de potência e ausência de sistema de monitoramento em tempo real, resultando em um impacto financeiro de aproximadamente R$ 137 milhões.
- A Disponibilidade Média de Cajuína I e II mostrou uma evolução positiva, atingindo 94,3% em março de 2026, impulsionada por melhorias na filosofia de manutenção e sistema de gestão de performance.
- O projeto Cajuína III tem um Capex estimado de R$ 750 milhões, com R$ 485 milhões (65%) já realizados até dezembro de 2025, e está previsto para ter seu COD completo em dezembro de 2026.
- A Auren mantém programas socioambientais focados em resiliência climática, acesso à água, fomento ao empreendedorismo, restauração de áreas verdes, fortalecimento do Geoparque Seridó e proteção de pequenos e médios felinos.
- ITR31 mar 2026Abrir fonte ↗
Demonstrações Financeiras Condensadas Intermediárias em 31 de Março de 2026
Este documento apresenta as demonstrações financeiras condensadas intermediárias consolidadas e da companhia controladora referentes ao período encerrado em 31 de março de 2026.
- Apresentação das demonstrações financeiras condensadas intermediárias.
- O relatório abrange as demonstrações financeiras consolidadas.
- O relatório também inclui as demonstrações financeiras da companhia controladora.
- As informações financeiras são referentes ao período encerrado em 31 de março de 2026.
- Apresentação4 mar 2026Abrir fonte ↗
Auren: Resultados 4T25 e Estratégia Pós-Aquisição AES Brasil
Auren apresenta seus resultados do 4T25, destacando sinergias da aquisição da AES Brasil, desempenho operacional, indicadores financeiros e planos estratégicos para 2026 e 2027.
- A Companhia encerrou 2025 com um EBITDA Ajustado recorde de R$ 4,0 bilhões.
- A captura de sinergias recorrentes em PMSO totalizou R$ 279 milhões desde a aquisição da AES Brasil, superando as expectativas iniciais.
- Aprovação da taxa atuarial de 6,28% para o plano de pensão da CESP e imunização na Auren Operações reduziu o déficit atuarial em R$ 991 milhões.
- O impacto do curtailment no 4T25 foi de R$ 207 milhões, mitigado em R$ 70 milhões (34%) por ganhos de modulação.
- A Lei 15.269/2025 e a Consulta Pública nº 210 indicam avanço na redução da incerteza regulatória para reembolso de cortes de geração.
- A Energia Natural Afluente (ENA) Bruta do SIN no 4T25 totalizou 68% da Média de Longo Termo (MLT), caracterizando um início desfavorável do período úmido.
- O GSF foi de 67% no 4T25, inferior aos 80% do 4T24, influenciado por maior alocação de garantia física e menor carga.
- O Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) médio do submercado SE/CO atingiu R$ 265/MWh no 4T25, com volatilidade intraday de 36%.
- O curtailment sobre a geração total do SIN foi de 23% para a fonte eólica e 22% para a solar no 4T25.
- A disponibilidade média dos ativos eólicos incorporados alcançou 95%, um ano antes do planejado.
- O portfólio de geração da Companhia estava 98% contratado para 2025 e 88% para 2026, com maior volume descontratado a partir de 2029.
- A Dívida Líquida/EBITDA Ajustado reduziu de 5,7x em dezembro de 2024 para 4,8x em dezembro de 2025.
- A Auren iniciou a implementação do Orçamento Base Zero (OBZ) em dezembro de 2025 para otimização de custos e captura de eficiências adicionais.
- A Companhia planeja uma reorganização societária para simplificar a estrutura, concentrar ativos hidrelétricos e aumentar a eficiência.
- ITR4 mar 2026Abrir fonte ↗
Auren Energia: Resultados do 4T25 e Ano de 2025
Auren Energia reportou um EBITDA Ajustado recorde de R$ 4,0 bilhões em 2025, impulsionado por sinergias da aquisição da AES Brasil, melhoria na disponibilidade de ativos e progresso regulatório no setor elétrico.
- O EBITDA Ajustado da Auren alcançou R$ 1,0 bilhão no 4T25 e um recorde de R$ 4,0 bilhões em 2025, um aumento de 20% em relação a 2024 pro forma.
- A Companhia capturou R$ 278,7 milhões em sinergias recorrentes de PMSO desde a aquisição da AES Brasil, superando a meta anual de R$ 250 milhões.
- A disponibilidade média dos ativos eólicos incorporados atingiu 94,6% em dezembro de 2025, um ano antes do previsto, e 95% nas últimas duas semanas do mês.
- A alavancagem da Auren encerrou o 4T25 em 4,8x Dívida Líquida/EBITDA Ajustado LTM, com a Companhia tendo antecipado 59% do financiamento da aquisição.
- A Auren reconheceu R$ 498,8 milhões em indenização por investimentos prudentes da CESP, com impacto positivo de R$ 142,8 milhões no EBITDA Ajustado do 4T25.
- A Lei 15.269/2025 foi promulgada em novembro de 2025, permitindo o reembolso por cortes de geração (curtailment) relacionados a riscos de confiabilidade do SIN, com impacto estimado de R$ 312,0 milhões para a Auren.
- A imunização do plano de pensão da CESP e Auren Operações reduziu o déficit atuarial em R$ 879 milhões e R$ 112 milhões, respectivamente, evitando aumentos nas contribuições anuais.
- O portfólio diversificado da Companhia gerou ganhos de modulação de R$ 70,4 milhões no 4T25 e R$ 195,9 milhões em 2025, compensando parte do impacto do curtailment.
- A dívida bruta consolidada diminuiu R$ 2,5 bilhões, chegando a R$ 24,5 bilhões em 31 de dezembro de 2025, e a maturidade média da dívida foi estendida para 6,9 anos.
- A Companhia registrou um lucro líquido de R$ 354,7 milhões no 4T25, revertendo um prejuízo de R$ 363,6 milhões no 4T24.
- O Capex de manutenção (Sustaining Capex) foi de R$ 167,2 milhões e o Capex de expansão (Project Capex) foi de R$ 299,3 milhões no 4T25, este último focado no projeto Cajuína 3.
- Fitch reafirmou o rating corporativo 'AAA' da Auren com perspectiva estável, reforçando a solidez financeira da empresa.
- Apresentação4 mar 2026Abrir fonte ↗
Auren Energia: Resultados do 4T25 e Ano de 2025, com Destaques Operacionais e Financeiros
A Auren Energia S.A. divulga seus resultados do quarto trimestre e ano de 2025, destacando a integração com AES Brasil, captura de sinergias, desempenho do mercado de energia e projeções futuras.
- A Auren encerrou o ano de 2025 com um EBITDA Ajustado recorde de R$ 4,0 bilhões, incluindo R$ 1,0 bilhão no 4T25.
- Foram capturados R$ 279 milhões em sinergias recorrentes de PMSO desde a aquisição da AES Brasil, superando a expectativa de R$ 250 milhões.
- A imunização do passivo previdenciário resultou na redução de R$ 991 milhões no déficit atuarial e mitigação de R$ 54 milhões anuais em contribuições a partir de 2026.
- O impacto de R$ 207 milhões do curtailment no 4T25 foi 34% mitigado por R$ 70 milhões em ganhos de modulação, resultando em um impacto líquido de R$ 137 milhões.
- A disponibilidade média dos ativos eólicos incorporados atingiu 95% um ano antes do planejado.
- A Lei 15.269/2025 e a Consulta Pública nº 210 representam um avanço na redução da incerteza regulatória sobre o reembolso de cortes de geração.
- O 4T25 foi caracterizado por um cenário hidrológico adverso, com a ENA Bruta do SIN em 68% da MLT, o 3º pior desempenho histórico para o trimestre.
- O Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) médio no 4T25 para o submercado SE/CO foi de R$ 265/MWh, mantendo patamares elevados.
- O curtailment sobre a geração total do SIN no 4T25 foi de 23% para a fonte eólica e 22% para a solar, sendo 58% atribuído a Razões Energéticas.
- A Receita Líquida consolidada atingiu R$ 3,8 bilhões no 4T25 e R$ 13,2 bilhões em 2025, impulsionada por ajuste de inflação e cessão de contratos.
- A Dívida Líquida/EBITDA Ajustado foi reduzida em 0,9x desde dezembro de 2024, com projeção de desalavancagem para 3,0-3,5x a partir de 2027.
- A empresa iniciou a implementação do Orçamento Base Zero em dezembro de 2025 para otimização de custos e eficiências adicionais em 2026.
- Atos preparatórios para simplificação da estrutura societária foram iniciados, visando consolidar ativos hidrelétricos e reduzir o número de companhias listadas.
- A integração com a AES Brasil foi concluída em 10 meses, resultando na captura de ganhos de sinergia acima do esperado.
- Apresentação15 jan 2026Abrir fonte ↗
Guia de Modelagem Financeira Auren Energia - Janeiro 2026
Este guia fornece informações detalhadas e sugestões metodológicas para auxiliar o mercado na leitura e modelagem financeira da Auren Energia, abordando aspectos de EBITDA ajustado, fluxo de caixa, tributação e indenizações de concessões.
- O documento apresenta o portfólio da Auren Energia, incluindo capacidade instalada e garantia física de seus ativos próprios e participações.
- Detalha a modelagem do EBITDA Ajustado, segregando-o em EBITDA Ajustado de Geração, de Comercialização, dividendos de participações e participação de acionistas não-controladores.
- Fornece premissas e cálculos para o balanço energético de geração, considerando GSF, curtailment e ganhos de modulação, e para o balanço energético de comercialização.
- Aborda a modelagem do Fluxo de Caixa, dividindo-o em Fluxo Operacional, Fluxo de Investimentos e Fluxo de Financiamentos.
- Explica o tratamento do Imposto de Renda e CSLL, sugerindo a proporcionalização do EBT consolidado pela Garantia Física e aplicando diferentes regimes tributários (Lucro Real ou Presumido) aos ativos.
- Discute as indenizações das concessões hidrelétricas, incluindo o reconhecimento de R$ 498,8 milhões pela ANEEL para investimentos da CESP e a metodologia para concessões originárias da AES.
- Apresenta sugestões de simplificação para a modelagem de passivos como déficit atuarial (VIVEST) e provisões para litígios, além de Capex de expansão e sustaining, e endividamento.
- Outro15 jan 2026Abrir fonte ↗
Auren Energia: Aviso sobre a Assembleia Geral Ordinária
A Auren Energia S.A. comunica aos acionistas a data prevista para a realização da Assembleia Geral Ordinária em 27 de abril de 2026.
- A Auren Energia S.A. (B3: AURE3) comunica, nos termos do §2º do Artigo 37 da Resolução CVM nº 81/22, a data de sua Assembleia Geral Ordinária.
- A Assembleia Geral Ordinária da Companhia está prevista para ser realizada no dia 27 de abril de 2026.
- Informações e orientações adicionais sobre a assembleia serão divulgadas oportunamente pela Companhia, conforme prazos e termos da legislação e regulamentação aplicáveis.
- Relatório Anual31 dez 2025Abrir fonte ↗
Relatório Anual Auren Energia 2025: Destaques de Integração e Sustentabilidade
O Relatório Anual da Auren Energia detalha o desempenho de 2025, destacando a integração bem-sucedida da AES Brasil, a execução da estratégia de sustentabilidade e os resultados operacionais e financeiros.
- A Auren concluiu a integração da AES Brasil em 2025, alcançando 8,7 GW de capacidade instalada e tornando-se a terceira maior geradora do país.
- Foram capturadas R$ 278 milhões em sinergias relacionadas à redução de despesas de PMSO, superando as projeções iniciais.
- A companhia refinanciou R$ 13 bilhões em dívidas, alongando o perfil e reduzindo o custo, e obteve decisão favorável para recebimento de R$ 498 milhões em indenização da ANEEL.
- As leis nº 15.235/2025 e nº 15.269/2025 modernizaram o setor elétrico, com foco na abertura total do mercado, armazenamento de energia e compensação de curtailment.
- A disponibilidade média dos parques eólicos adquiridos atingiu 95%, e houve crescimento na produção de energia hidrelétrica (5,8%), eólica (9,0%) e solar (22,5%).
- A revenue consolidada foi de R$ 13.177 milhões e o Ebitda Ajustado alcançou R$ 3.968 milhões, impulsionados pela expansão do volume de energia comercializada.
- A relação Dívida Líquida/Ebitda Ajustado foi reduzida para 4,8x em 2025, e a liquidez da companhia somou R$ 5,5 bilhões.
- A Estratégia de Sustentabilidade 2030 foi atualizada com novos temas materiais e cinco compromissos alinhados aos pilares Planeta, Pessoas e Prosperidade.
- A Auren investiu R$ 11,1 milhões em projetos de inovação, desenvolvendo soluções como a Plataforma Integraflow e o Projeto Open Energy.
- Na comercialização, a companhia transacionou 6,5 GW médios de energia e atendeu mais de 3.900 clientes, expandindo para autoprodução e data centers.
- Foram investidos R$ 15,5 milhões em 96 projetos e 39 ações sociais, beneficiando diretamente 28 mil pessoas e indiretamente 84 mil.
- A segurança do trabalho teve como meta zero fatalidades e acidentes graves, com investimento de R$ 4 milhões em barreiras físicas e implementação das '10 Regras pela Vida'.
- A gestão ambiental foi fortalecida com a certificação ISO 14001 em 22 unidades e aprimoramento contínuo de processos e monitoramento da biodiversidade e recursos hídricos.
- Em 2025, não houve queixas de violação de privacidade ou perda de dados de clientes, nem incidentes de não conformidade com padrões de segurança cibernética.
- Fato Relevante24 nov 2025Abrir fonte ↗
Auren Energia aprova 2º Programa de Recompra de Ações
A Auren Energia S.A. informou a aprovação do seu 2º Programa de Recompra de Ações, autorizando a aquisição de até 450.000 ações ordinárias para atender ao Plano de Outorga de Ações Restritas.
- O Conselho de Administração da Auren Energia S.A. aprovou o 2º Programa de Recompra de Ações da Companhia.
- O programa autoriza a aquisição de até 450.000 ações ordinárias de sua própria emissão.
- O objetivo é permitir o cumprimento de obrigações decorrentes do Plano de Outorga de Ações Restritas da Companhia.
- As ações recompradas poderão ser mantidas em tesouraria, alienadas ou canceladas, sem redução do capital social.
- A Companhia possui atualmente 318.249.925 ações ordinárias em circulação e 5.400.000 ações em tesouraria.
- A quantidade máxima a ser adquirida (450.000 ações) corresponde a 0,04% do total de ações emitidas ou 0,14% das ações em circulação.
- As recompras serão realizadas na B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão, a preço de mercado, com prazo máximo de 30 dias.
- A aquisição será intermediada pela Itaú Corretora de Valores S.A.
- Os recursos para as operações serão suportados pelo saldo da Reserva de Capital da Companhia.
- Ações mantidas em tesouraria não terão direitos patrimoniais ou políticos e não serão consideradas para quóruns.
- Release13 nov 2025Abrir fonte ↗
Auren Energia: Resultados do 3T25 e Avanços Estratégicos
A Auren Energia reportou EBITDA Ajustado de R$ 772,7 milhões e prejuízo líquido de R$ 403,7 milhões no 3T25, enquanto avançou na integração da AES Brasil e em planos de reorganização societária.
- Auren Energia registrou EBITDA Ajustado de R$ 772,7 milhões no 3T25, uma redução de 10,4% em relação ao 3T24, e R$ 3,0 bilhões nos primeiros 9 meses de 2025, um aumento de 22,3%.
- O Resultado Líquido consolidado foi um prejuízo de R$ 403,7 milhões no 3T25, comparado a um lucro de R$ 197,2 milhões no 3T24.
- A integração da AES Brasil foi concluída, resultando na captura de R$ 58,1 milhões em sinergias PMSO no 3T25 e um total de R$ 212,1 milhões desde a aquisição.
- A produção de energia foi impactada por curtailment de 20,7% para a fonte eólica e 33,1% para a fonte solar, e um GSF de 65% no 3T25.
- A ANEEL aprovou a indenização de R$ 498,8 milhões para investimentos prudentes da CESP, aguardando definição de fonte, cronograma e índice de correção pelo MME.
- A Companhia iniciou uma reorganização societária para concentrar ativos hidrelétricos na CESP e simplificar a estrutura, com conclusão prevista para 2027.
- A alavancagem (Dívida Líquida/EBITDA Ajustado UDM) atingiu 4,9x no final do 3T25.
- Foram realizadas captações de R$ 3,3 bilhões em debêntures, utilizadas para pré-pagar financiamentos de custo mais elevado e para a implantação de Cajuína 3.
- Ganhos de modulação de geração totalizaram R$ 65,6 milhões no 3T25, acumulando R$ 124,0 milhões no ano, devido ao perfil de geração diversificado da Companhia.
- Apresentação13 nov 2025Abrir fonte ↗
Apresentação de Resultados 3T25: Destaques Financeiros e Operacionais da Auren
A Auren Energia S.A. divulgou seus resultados do terceiro trimestre de 2025, destacando o EBITDA Ajustado, a integração da AES Brasil, os impactos do curtailment e a gestão da estrutura de capital e reestruturação societária.
- O EBITDA Ajustado da Auren atingiu R$ 773 milhões no 3T25, com R$ 3,0 bilhões nos primeiros 9 meses de 2025.
- A integração da AES Brasil foi concluída em tempo recorde, acelerando a captura de sinergias e melhorando a disponibilidade dos ativos.
- A ANEEL aprovou indenização de R$ 499 milhões pelos investimentos não depreciados da CESP nas UHEs Jupiá, Ilha Solteira, Jaguari e Paraibuna.
- O curtailment impactou o trimestre negativamente em R$ 196 milhões, parcialmente mitigado por ganhos de modulação de R$ 66 milhões.
- A Companhia concluiu o processo de Liability Management, alongando o prazo médio e diminuindo o custo médio da dívida, com a alavancagem em 4,9x Dívida Líquida/EBITDA.
- A MP 1.304, pendente de sanção presidencial, permite o reembolso do curtailment de confiabilidade e avança na discussão do curtailment energético, além de estabelecer princípios para renovação de concessões hidrelétricas.
- A geração dos ativos próprios da Auren alcançou 3,3 GW médios no 3T25, em linha com o 3T24, com alta disponibilidade dos ativos hidrelétricos e eólicos.
- Sinergias de PMSO de R$ 58 milhões foram capturadas no 3T25, totalizando R$ 212 milhões desde a aquisição da AES Brasil, superando o montante inicialmente anunciado.
- A Auren iniciou a reavaliação de sua estrutura societária para simplificá-la e torná-la mais eficiente, visando a concentração de ativos hidrelétricos e a redução de companhias de capital aberto.
- Release12 nov 2025Abrir fonte ↗
Auren Energia: Resultados do 3T25 e Destaques Operacionais e Financeiros
A Auren Energia divulgou seus resultados do 3T25, com EBITDA Ajustado de R$ 772,7 milhões e lucro líquido negativo devido a impactos de curtailment e GSF, enquanto avança na integração e reorganização societária.
- O EBITDA Ajustado da Auren atingiu R$ 772,7 milhões no 3T25, uma redução de 10,4% em relação ao 3T24, influenciado por curtailment e GSF, e R$ 3,0 bilhões nos 9M25, crescimento de 22,3%.
- A Companhia finalizou a integração da AES Brasil em tempo recorde, capturando R$ 58,1 milhões em sinergias recorrentes de PMSO no 3T25, totalizando R$ 212,1 milhões desde a aquisição.
- A produção de energia total dos ativos próprios no 3T25 foi de 3,3 GW médios, 1,3% inferior ao 3T24, devido a curtailment e GSF (65%).
- A Auren registrou ganhos de modulação de R$ 65,6 milhões no 3T25, totalizando R$ 124,0 milhões nos 9M25, mitigando parte do impacto do curtailment.
- A ANEEL aprovou a indenização de R$ 498,8 milhões para Investimentos Prudentes da CESP, com os termos de pagamento a serem definidos pelo MME.
- A Companhia iniciou os atos preparatórios para uma reorganização societária, visando concentrar ativos hidrelétricos na CESP e simplificar a estrutura até 2027.
- O Resultado Líquido consolidado foi um prejuízo de R$ 403,7 milhões no 3T25, comparado a um lucro de R$ 197,2 milhões no 3T24, impactado por custos financeiros e efeitos de mercado.
- A dívida líquida/EBITDA Ajustado dos últimos 12 meses (UDM) encerrou o 3T25 em 4,9x, com a dívida bruta totalizando R$ 24,8 bilhões.
- A disponibilidade média dos ativos eólicos incorporados alcançou 93,3% no 3T25, com o portfólio solar atingindo 99,0% de disponibilidade no mesmo período.
- Apresentação12 nov 2025Abrir fonte ↗
Auren: Apresentação de Resultados do 3T25
A Auren Energia apresentou seus resultados do 3T25, destacando um EBITDA Ajustado de R$ 773 milhões e a conclusão da integração da AES Brasil, apesar do impacto do curtailment na geração.
- A Auren registrou EBITDA Ajustado de R$ 773 milhões no 3T25, atingindo R$ 3,0 bilhões nos 9M25 e R$ 3,8 bilhões nos últimos 12 meses.
- A ANEEL aprovou a indenização de R$ 499 milhões para investimentos não-depreciados da CESP referentes às UHEs Jupiá, Ilha Solteira, Jaguari e Paraibuna.
- A integração da AES Brasil foi concluída, resultando na captura de sinergias e na otimização de processos.
- O curtailment gerou um impacto líquido de R$ 130 milhões no trimestre, mitigado por ganhos de modulação de R$ 66 milhões.
- O processo de Liability Management foi concluído, alongando o prazo e diminuindo o custo médio da dívida para CDI-2,2%, com a alavancagem em 4,9x Dívida Líquida/EBITDA.
- A MP 1.304, pendente de sanção presidencial, permite o reembolso do curtailment de confiabilidade (estimado em R$ 250 milhões) e estabelece princípios para renovação de concessões hidrelétricas.
- A geração dos ativos próprios da Auren atingiu 3,3 GW médios no 3T25, com a disponibilidade dos ativos hidrelétricos e eólicos em 99% e 95% respectivamente.
- Foram capturadas R$ 58 milhões em sinergias de PMSO no 3T25, totalizando R$ 212 milhões desde a aquisição da AES Brasil, em linha com a meta anual de R$ 250 milhões.
- O nível de contratação do portfólio consolidado para 2025 é de 97% (ACR) e 95% (ACL), com o preço médio de venda da geração de R$ 196/MWh no 3T25.
- A Companhia iniciou a reavaliação de sua estrutura societária visando maior simplicidade, eficiência e adequação à nova escala, buscando concentrar ativos hidrelétricos em um único veículo e reduzir o número de companhias de capital aberto.
- ITR12 nov 2025Abrir fonte ↗
Auren Energia: Resultados do 3T25 e Demonstrações Financeiras Intermediárias
A Auren Energia divulgou suas demonstrações financeiras intermediárias consolidadas e individuais para o 3T25, destacando o impacto da aquisição da Auren Participações e um prejuízo líquido no período.
- As demonstrações financeiras consolidadas do 3T25 não são comparáveis ao 3T24 devido à consolidação da Auren Participações a partir de novembro de 2024.
- A Margem Líquida totalizou R$ 993,6 milhões no 3T25, um aumento de 83,6% em relação ao 3T24, impulsionada pela combinação de negócios com a AES Brasil.
- A receita líquida cresceu R$ 1.490,9 milhões (72,9%), devido principalmente à combinação de negócios com a AES Brasil e a entrada em operação de novos complexos solares e eólicos.
- Os Custos e Despesas Operacionais (PMSO) atingiram R$ 335,7 milhões no 3T25, um aumento de 112,3%, explicado majoritariamente pela aquisição da AES Brasil.
- O EBITDA Ajustado foi de R$ 772,7 milhões no 3T25, um crescimento de 59,6% em comparação ao 3T24, reflexo da contribuição da Auren Participações e novos projetos.
- O resultado financeiro líquido foi uma despesa de R$ 625,3 milhões no 3T25, contra uma despesa de R$ 102,6 milhões no 3T24, devido ao maior endividamento e despesas com juros.
- A Companhia registrou um prejuízo líquido de R$ 403,7 milhões no 3T25, revertendo o lucro líquido de R$ 270,9 milhões no 3T24.
- A Auren Participações e a CESP realizaram novas emissões de debêntures em 2025 para otimização de fluxo de caixa e financiamento de projetos.
- A 4ª Emissão de Debêntures (acquisition finance) foi integralmente resgatada antecipadamente em abril e agosto de 2025, visando reduzir o custo médio e alongar o prazo de endividamento.
- Em evento subsequente, a CESP obteve deliberação favorável da ANEEL para uma indenização de R$ 498,815 milhões referente a bens reversíveis.
- A Medida Provisória nº 1.304 foi aprovada, permitindo o reembolso para cortes de geração (curtailment) relacionados à confiabilidade do SIN a partir de setembro de 2023, o que pode beneficiar a Companhia.
- ITR12 nov 2025Abrir fonte ↗
Auren Energia: Resultados Financeiros do 3º Trimestre de 2025 e Eventos Relevantes
A Auren Energia S.A. divulgou seus resultados consolidados do terceiro trimestre de 2025, com os números sendo significativamente impactados pela combinação de negócios com a Auren Participações (ex-AES Brasil) e a consolidação de novas ope
- A informação financeira do 3T25 não é comparável com o 3T24 devido à conclusão da combinação de negócios com a Auren Participações S.A. (ex-AES Brasil S.A.) em outubro de 2024.
- A Net Margin atingiu R$ 993,6 milhões no 3T25, um aumento de 83,6% em relação ao 3T24, impulsionada pela combinação de negócios e entrada em operação de complexos solares e eólicos.
- Os Costs and Expenses (PMSO) totalizaram R$ 335,7 milhões no 3T25, com aumento de 112,3% comparado ao 3T24, principalmente devido à aquisição da AES Brasil e à consolidação de Esfera e Way2.
- O Adjusted EBITDA cresceu 59,6%, para R$ 772,7 milhões no 3T25, beneficiado pela contribuição da Auren Participações e dos novos complexos Jaíba e Cajuína.
- O net_financial_result foi uma despesa de R$ 625,3 milhões no 3T25, significativamente maior que os R$ 102,6 milhões no 3T24, refletindo saldos da aquisição da Auren Participações e aumento da base da dívida.
- A Companhia registrou um net_income (prejuízo) de R$ 403,7 milhões no 3T25, revertendo o lucro de R$ 270,8 milhões do 3T24, impactado por maiores despesas financeiras, depreciação e amortização.
- A Auren Participações realizou emissões de debêntures (2ª e 3ª) para capital de giro e novos projetos, totalizando R$ 3,15 bilhões, e a Companhia realizou o resgate antecipado da 4ª Emissão de Debêntures.
- A subsidiária CESP obteve decisão favorável da ANEEL para compensação de R$ 498,8 milhões referente à Base de Remuneração Regulatória Líquida de ativos reversíveis de usinas hidrelétricas.
- ITR12 nov 2025Abrir fonte ↗
Resultados Consolidados da Auren Energia no 3T2025
A Auren Energia reportou seus resultados consolidados e da controladora referentes ao terceiro trimestre de 2025, destacando o impacto da combinação de negócios com a Auren Participações e um prejuízo líquido no período.
- Os resultados do 3T2025 não são comparáveis ao 3T2024 devido à conclusão da combinação de negócios com a Auren Participações (antiga AES Brasil S.A.) em 31 de outubro de 2024.
- A receita líquida totalizou R$ 3.537,4 milhões no 3T2025, um aumento de 72,9% em relação ao 3T2024, impulsionada principalmente pela combinação de negócios e entrada em operação de complexos solares e eólicos.
- O EBITDA Ajustado atingiu R$ 772,7 milhões no 3T2025, crescimento de 59,6% sobre o 3T2024, beneficiado pela combinação de negócios e pelos novos complexos Jaíba e Cajuína.
- O resultado financeiro líquido foi uma despesa de R$ 625,3 milhões no 3T2025, em comparação com R$ 102,6 milhões no 3T2024, devido principalmente a maiores despesas financeiras relacionadas ao aumento da base de dívida após a aquisição da A
- A Companhia registrou um prejuízo líquido de R$ 403,7 milhões no 3T2025, revertendo o lucro líquido de R$ 270,8 milhões no 3T2024, impactado por maiores custos financeiros e despesas de depreciação e amortização.
- Os custos e despesas operacionais (PMSO) aumentaram 112,3% no 3T2025, totalizando R$ 335,7 milhões, devido principalmente à aquisição da AES Brasil e à consolidação de Esfera e Way2.
- A Auren Participações realizou emissões de debêntures (2ª e 3ª) no 3T2025 para capital de giro e novos projetos, convertendo o custo do IPCA para CDI via instrumentos derivativos.
- A Companhia efetuou a liquidação antecipada integral da 4ª Emissão de Debêntures (financiamento de aquisição) em agosto de 2025, otimizando o cronograma de amortização da dívida.
- Eventos subsequentes incluem um novo financiamento do BNDES para os complexos Ventos de São Ricardo 01 e 02 e a aprovação de compensação por Ativos Reversíveis para a CESP pela ANEEL.
- A Lei Provisória 1.304, aguardando sanção presidencial, aborda o reembolso de cortes de geração (curtailment) relacionados à confiabilidade da operação do SIN e define cortes por excesso de oferta de energia renovável.
- Fato Relevante15 out 2025Abrir fonte ↗
ANEEL delibera indenização de R$ 498,8 milhões para CESP
A Auren Energia e CESP informam que a ANEEL deliberou uma indenização de R$ 498,8 milhões para a CESP referente a investimentos em bens reversíveis de usinas hidrelétricas.
- A Auren Energia S.A. e a CESP informaram sobre a deliberação da ANEEL referente à indenização de bens reversíveis.
- A ANEEL decidiu em favor da CESP no processo 48500.906736/2022-09 no 2º Circuito Deliberativo Público Ordinário da Diretoria, em 14/10/2025.
- Foi estabelecida uma indenização no valor de R$ 498,8 milhões para a CESP.
- O valor corresponde à Base de Remuneração Regulatória Líquida dos investimentos vinculados a bens reversíveis, ainda não amortizados ou depreciados.
- Os investimentos foram realizados nas usinas hidrelétricas Jupiá, Ilha Solteira, Paraibuna e Jaguari.
- Após a publicação da decisão, a ANEEL encaminhará o processo ao MME para definir o meio de pagamento, o fator de correção monetária e o cronograma de pagamento.
- A Auren e a CESP manterão o mercado informado sobre os fatos subsequentes relacionados ao processo.
- ITR30 set 2025Abrir fonte ↗
Auren Energia: Demonstrações Financeiras Intermediárias 3T25
A Auren Energia divulgou suas demonstrações financeiras intermediárias condensadas individuais e consolidadas para o 3T25, com a análise de desempenho financeiro e o relatório de revisão de auditores independentes.
- O documento apresenta as demonstrações financeiras intermediárias condensadas individuais e consolidadas em 30 de setembro de 2025, com relatório de revisão de auditores independentes (PwC).
- A informação financeira do 3T25 não é comparativa com o 3T24 devido à conclusão da combinação de negócios com a Auren Participações (antiga AES Brasil S.A.) em 31 de outubro de 2024, consolidando seus resultados a partir de novembro de 2024
- A Margem Líquida totalizou R$ 993,6 milhões no 3T25, um aumento de 83,6% em relação ao 3T24, impulsionada pela combinação de negócios e entrada em operação de complexos solar e eólicos.
- O PMSO (Custos e Despesas) aumentou 112,3% para R$ 335,7 milhões no 3T25, principalmente devido à aquisição da AES Brasil e à consolidação de Esfera e Way2.
- O EBITDA Ajustado atingiu R$ 772,7 milhões no 3T25, crescimento de 59,6% em comparação ao 3T24, impactado pela combinação de negócios e pelos novos complexos operacionais.
- O resultado financeiro líquido foi uma despesa de R$ 625,3 milhões no 3T25, ante R$ 102,6 milhões no 3T24, principalmente pelo maior saldo de endividamento resultante da aquisição da AES Brasil.
- A Companhia registrou prejuízo líquido de R$ 403,7 milhões no 3T25, em contraste com lucro líquido de R$ 270,9 milhões no 3T24, devido a fatores como depreciação/amortização e custos financeiros.
- Eventos operacionais incluem emissões de debêntures pela Auren Participações e CESP em 2025, além do resgate antecipado total da 4ª Emissão de Debêntures da Companhia para otimizar o perfil de dívida.
- Foram destacadas novas normas e alterações regulatórias, incluindo as IFRS S1 e S2 de sustentabilidade (obrigatórias em 2026), IFRS 18 (2027) e a reforma tributária brasileira sobre o consumo (transição a partir de 2026).
- Eventos subsequentes incluem novos financiamentos do BNDES para complexos solares e eólicos, deliberação da ANEEL sobre indenização de R$ 498,815 milhões para a CESP, e a aprovação da MP nº 1.304 sobre ressarcimento de curtailment.
- Apresentação8 ago 2025Abrir fonte ↗
Auren: Apresentação de Resultados do 2T25
A Auren reportou resultados recordes no 2T25 e 6M25, com forte EBITDA ajustado, redução da alavancagem, avanços na integração pós-aquisição da AES Brasil e captura de sinergias.
- Auren registrou EBITDA Ajustado de R$ 981 milhões no 2T25 e um EBITDA Ajustado recorde de R$ 2,2 bilhões no semestre (6M25), representando crescimentos de 18% e 40% respectivamente.
- A alavancagem (Dívida Líquida/EBITDA Ajustado) reduziu para 4,8x no 2T25, uma queda de 0,9x desde o 4T24.
- O processo de integração com a AES Brasil está na última etapa, com marcos como a unificação do Centro de Operações e o go-live do SAP unificado em agosto.
- A Companhia concluiu o processo de Liability Management no 3T25, alongando o prazo médio da dívida para 7 anos e diminuindo o custo médio para CDI-2,1%.
- Sinergias recorrentes em PMSO geraram uma economia de R$ 55 milhões no 2T25, totalizando R$ 154 milhões acumulados desde o 4T24.
- A imunização do plano de aposentadoria da VIVEST visa reduzir o déficit atuarial em até R$ 693 milhões e a volatilidade dos resultados.
- A geração dos ativos próprios da Auren atingiu 3,2 GW médios, 15% superior ao 2T24, com destaque para a disponibilidade média de 92% dos ativos eólicos adquiridos.
- O PLD médio para o submercado Sudeste/Centro-Oeste foi de R$ 216/MWh no 2T25, devido principalmente aos impactos do novo modelo de preço.
- O nível de contratação do portfólio de geração consolidado é de 94% para 2025 e 82% para 2026.
- Houve mudanças na administração, com João Guillaumon assumindo a Vice-Presidência de Clientes e Comercialização.
- Release8 ago 2025Abrir fonte ↗
Auren: Resultados 2T25, Avanços na Integração e Redução da Alavancagem
A Auren registrou EBITDA Ajustado recorde no 2T25 e no semestre, com avanço na integração de ativos da AES Brasil e significativa redução da alavancagem, enquanto navegava em um cenário regulatório dinâmico e otimizava a geração de energia.
- A Auren alcançou EBITDA Ajustado recorde de R$ 981 milhões no 2T25 e R$ 2,2 bilhões no semestre, um crescimento de 18% e 40% respectivamente sobre o ano anterior proforma.
- A alavancagem da Companhia foi reduzida para 4,8x Dívida Líquida/EBITDA Ajustado nos últimos 12 meses, uma queda de 0,2x em relação ao 1T25, com a conclusão do processo de liability management.
- O processo de integração dos ativos da AES Brasil está em sua última etapa, com 85% dos sistemas descomissionados e unificação de centros de operação e serviços, visando conclusão até o final de 2025.
- A geração de energia própria atingiu 3,2 GW médios no 2T25, 15,3% superior ao 2T24, com destaque para ativos eólicos que superaram o P90 em 2,1% no trimestre, apesar do elevado curtailment.
- As sinergias recorrentes em PMSO representaram uma economia de R$ 54,5 milhões no 2T25, totalizando R$ 154 milhões desde o 4T24.
- A Comercializadora celebrou acordos para venda de aproximadamente 200 MW médios de energia com preço médio superior a R$ 220/MWh e prazo médio de 15 anos.
- O passivo previdenciário da CESP (VIVEST) foi imunizado, com expectativa de redução do déficit atuarial em até R$ 693 milhões e das contribuições anuais em até R$ 36 milhões.
- Foram emitidas debêntures na CESP (R$ 2,1 bilhões) e Auren Participações (R$ 1,15 bilhão) para pré-pagar dívidas de maior custo e financiar Cajuína 3, alongando o prazo médio da dívida consolidada para 7,0 anos.
- O Resultado Líquido consolidado foi um prejuízo de R$ 562,9 milhões no 2T25, ante R$ 17,6 milhões de prejuízo no 2T24, impactado principalmente por Outras Receitas/Despesas Operacionais e Resultado Financeiro.
- Medidas provisórias foram publicadas abordando ZPEs, teto para a CDE, substituição de contratação de termelétricas por PCHs, e reforma estrutural do setor elétrico com abertura de mercado e mudanças em subsídios.
- A ANEEL deliberou sobre o cálculo das indenizações RBSE, prevendo um ganho total de R$ 5,49 bilhões a serem distribuídos a consumidores e geradores nos próximos ciclos tarifários.
- Apresentação8 ago 2025Abrir fonte ↗
Apresentação de Resultados 2T25 - Auren Energia
A Auren Energia apresentou seus resultados do 2T25, destacando crescimento de EBITDA, redução da alavancagem, sinergias da integração e avanços operacionais.
- A Auren registrou EBITDA Ajustado de R$ 981 milhões no 2T25, um crescimento de 18% comparado ao 2T24 proforma, e R$ 2,2 bilhões no semestre.
- A alavancagem foi reduzida para 4,8x Dívida Líquida/EBITDA Ajustado no 2T25, uma diminuição de 0,9x desde o 4T24.
- O processo de integração com a AES Brasil Energia está em sua última etapa, com a unificação do Centro de Operações e Serviços Compartilhados e go-live do SAP unificado em agosto.
- Foram concluídas novas emissões para pré-pagamento de dívidas, alongando o prazo médio para 7 anos e diminuindo o custo médio para CDI-2,1%.
- Ganhos com sinergias recorrentes em PMSO representaram R$ 55 milhões no 2T25, totalizando R$ 154 milhões acumulados desde o 4T24.
- A imunização do plano de aposentadoria VIVEST resultou em uma redução do déficit atuarial em até R$ 693 milhões.
- A disponibilidade média dos ativos eólicos adquiridos foi de 92% no trimestre, atingindo 93% em junho, com expectativa de 95% até dezembro.
- A geração dos ativos próprios da Auren atingiu 3,2 GW médios no 2T25, 15% superior ao 2T24.
- A Receita Líquida e o EBITDA Ajustado de Geração e Comercialização apresentaram crescimento no trimestre.
- Houve mudanças na administração, com João Guillaumon assumindo como novo Vice-Presidente de Clientes e Comercialização, e Joaquim Spinola liderando Estratégia, Inovação, Realização de Valor, M&A e Novos Negócios.
- ITR7 ago 2025Abrir fonte ↗
Relatório de Revisão das Demonstrações Financeiras Intermediárias da Auren - 2T2025
Este documento apresenta o relatório de revisão das demonstrações financeiras intermediárias condensadas, consolidadas e individuais, da Auren Energia S.A. para o segundo trimestre e primeiro semestre de 2025.
- O relatório de revisão abrange o balanço patrimonial, demonstrações de resultado, resultado abrangente, mutações do patrimônio líquido e fluxos de caixa da Auren Energia S.A.
- As demonstrações financeiras intermediárias condensadas são para os períodos findos em 30 de junho de 2025, em bases consolidadas e individuais.
- A revisão foi conduzida de acordo com as normas brasileiras (NBC TR 2410) e internacionais (ISRE 2410) para revisão de informações intermediárias.
- A conclusão da revisão não identificou fatos que levem a crer que as demonstrações não estejam em conformidade com o Pronunciamento Técnico CPC 21 e a norma internacional de contabilidade IAS 34.
- As demonstrações do valor adicionado (DVA) consolidadas e individuais para o período de seis meses findo em 30 de junho de 2025 também foram revisadas, com conformidade ao Pronunciamento Técnico CPC 09.
- ITR7 ago 2025Abrir fonte ↗
Relatório de Revisão das Demonstrações Financeiras Intermediárias da Auren Energia S.A. 2T25
Este relatório contém a conclusão da revisão das demonstrações financeiras intermediárias condensadas individuais e consolidadas da Auren Energia S.A. para o segundo trimestre de 2025.
- A auditoria refere-se à revisão das demonstrações financeiras intermediárias condensadas individuais e consolidadas da Auren Energia S.A. em 30 de junho de 2025.
- As demonstrações financeiras revisadas incluem o balanço patrimonial, demonstrações de operações e resultado abrangente, de mutações do patrimônio líquido e de fluxos de caixa.
- A administração é responsável pela preparação das demonstrações financeiras conforme CPC 21 e IAS 34.
- A revisão foi realizada em conformidade com as normas brasileiras e internacionais de revisão de informações financeiras intermediárias (NBC TR 2410 e ISRE 2410).
- A conclusão da revisão é que não há indícios de que as demonstrações financeiras não estejam preparadas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com o CPC 21 e IAS 34.
- Foram revisadas também as demonstrações de valor adicionado para o período de seis meses encerrado em 30 de junho de 2025, em conformidade com o CPC 09, sem irregularidades constatadas.
- Investor Day15 jul 2025Abrir fonte ↗
Auren Day 2025: Perspectivas, Integração e Estratégia
A Auren apresenta suas perspectivas de mercado, estratégias de comercialização e geração, o processo de integração da AES Brasil e a gestão financeira, destacando a captura de valor e projeções futuras.
- O setor elétrico brasileiro enfrenta transformações com volatilidade de preços, intermitência e crescente demanda por flexibilidade, além do fim de subsídios que desafiam a viabilidade de novos projetos.
- A Auren posiciona-se com um portfólio de geração diversificado e complementar, visando a integração geração-cliente para vantagem competitiva na abertura do mercado.
- A estratégia de comercialização multissegmentada busca mitigar riscos, gerar valor e prover soluções customizadas aos clientes, demonstrando um histórico consistente de resultados e margem futura agregada.
- A integração da AES Brasil está capturando valor aceleradamente, com projeções de redução de PMSO, aumento da disponibilidade de ativos e ganhos significativos com a gestão de passivos (liability management).
- Planos de recuperação de ativos eólicos estão em andamento, com foco na melhoria da disponibilidade e performance para complexos como Tucano, Mandacaru e Cajuína, com impacto positivo esperado na receita.
- A companhia implementa uma estratégia de desalavancagem que prevê forte redução inicial e aceleração a partir de 2027, atingindo uma alavancagem-alvo entre 3,0x e 3,5x, e alonga o cronograma de amortização da dívida.
- A Auren se prepara para o futuro com um portfólio robusto e resiliente, excelência operacional e disciplina financeira, com foco na flexibilidade para atender o mercado e alocação inteligente de capital.
- Apresentação8 mai 2025Abrir fonte ↗
Auren: Destaques de Resultados do 1T25 e Início da Desalavancagem
A Auren reportou resultados recordes no primeiro trimestre de 2025, impulsionados pela integração da AES Brasil e captura de sinergias, e iniciou o processo de desalavancagem.
- A Auren registrou EBITDA Ajustado recorde de R$ 1,2 bilhão no 1T25, representando um crescimento de 66% em relação ao 1T24, e uma Receita Líquida 34% superior.
- A alavancagem (Dívida Líquida/EBITDA Ajustado dos últimos 12 meses) reduziu 0,7x no trimestre, atingindo 5,0x, com a Companhia focada na desalavancagem.
- Foram capturadas sinergias recorrentes de R$ 56 milhões em PMSO no 1T25, alinhadas à meta anual de R$ 250 milhões.
- A disponibilidade dos ativos incorporados alcançou 90% no 1T25, 12,4 p.p. superior ao 1T24, com o processo de recuperação visando 95% até o final de 2025.
- A geração total dos ativos próprios da Auren atingiu 3,8 GW médios, 31% superior ao 1T24, com destaque para a geração hidrelétrica 7% acima da garantia física e eólica 101% da expectativa P90.
- O portfólio de geração diversificado gerou ganhos de R$ 60 milhões com a diferença de preços entre submercados e R$ 18 milhões com modulação horária.
- A demanda de energia no SIN aumentou 5% no 1T25, com o PLD médio para o submercado Sudeste/Centro-Oeste em R$ 162,3/MWh.
- Outro24 abr 2025Abrir fonte ↗
Auren Energia - Ata da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária 2025
A Auren Energia S.A. realizou uma Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária em 24 de abril de 2025, aprovando demonstrações financeiras, destinação de lucro, dividendos, eleição de conselheiro e alterações estatutárias.
- A Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária da Auren Energia S.A. ocorreu em 24 de abril de 2025, de forma exclusivamente digital, com representação significativa de acionistas (aproximadamente 75,84% na AGO e 75,82% na AGE do capital vot
- A Assembleia Geral Ordinária aprovou as demonstrações financeiras, as contas dos administradores e o relatório da administração referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2024.
- Foi aprovada a destinação do lucro líquido de R$ 250.938.433,81 para o exercício de 2024, com R$ 12.547.021,69 (5%) para reserva legal e R$ 178.793.534,09 para a Reserva de Investimento.
- A Companhia aprovou a distribuição de dividendos obrigatórios de R$ 59.597.878,03 (R$ 0,057032664336 por ação) referentes a 25% do lucro líquido ajustado, com pagamento em 05 de maio de 2025 e negociação ex-dividendos a partir de 25 de abri
- A Assembleia Geral Extraordinária elegeu a Sra. Caroline Carlos como membro do Conselho de Administração para o mandato em curso.
- Foi aprovada a remuneração global anual dos administradores e membros do Comitê de Auditoria Estatutário para 2025, totalizando R$ 42.907.997,16.
- Aprovadas alterações no Estatuto Social para refletir a composição do capital, prorrogar o prazo de restrição de voto e excetuar contratos de comercialização de energia e derivativos (até R$ 300.000.000,00) da alçada do Conselho de Administ
- A consolidação do Estatuto Social foi retirada da pauta da AGE devido a uma inconsistência no boletim de voto a distância, sendo que uma nova AGE será convocada para deliberar sobre o tema.
- A Companhia informou a mudança de seu jornal de publicações legais da 'Folha de São Paulo' para 'O Estado de São Paulo'.
- Outro24 abr 2025Abrir fonte ↗
Auren Energia: Aviso aos Acionistas sobre Distribuição de Dividendos
A Auren Energia S.A. comunicou a aprovação e distribuição de dividendos obrigatórios referentes ao exercício de 2024, detalhando valores, datas e procedimentos de pagamento.
- A Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária da Companhia aprovou a declaração e distribuição de dividendos obrigatórios.
- O montante total dos dividendos é de R$ 59.597.878,03, equivalente a R$ 0,057032664336 por ação ordinária.
- Os dividendos correspondem a 25% do lucro líquido ajustado do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2024.
- A data-base para direito aos dividendos é 24 de abril de 2025, com as ações negociadas ex-dividendos a partir de 25 de abril de 2025.
- O pagamento dos dividendos será realizado em parcela única no dia 05 de maio de 2025, sem atualização monetária ou incidência de juros.
- O crédito aos acionistas será feito conforme o domicílio bancário registrado ou via instituições de custódia, com necessidade de atualização cadastral para dados incompletos.
- Relatório Anual24 fev 2025Abrir fonte ↗
Auren Energia: Crescimento em 2024 com Aquisições Estratégicas e Resultados Financeiros
Auren Energia expandiu sua capacidade e liderança no mercado de energia renovável em 2024 através de aquisições, registrando aumento na receita e lucro líquido, mas também elevação do endividamento.
- Auren Energia consolidou sua posição como a 3ª maior geradora de energia renovável e líder em comercialização no Brasil em 2024.
- A Companhia opera com 8,8 GW de capacidade instalada, distribuída em fontes hidrelétrica (54%), eólica (36%) e solar (10%) em 39 ativos.
- A receita líquida de vendas de energia consolidada cresceu 30,4% em 2024, atingindo R$ 8.059.951 mil, impulsionada pelas aquisições da Auren Participações (ex-AES Brasil) e Esfera Energia, e pela entrada em operação do Complexo Solar Sol de
- O EBITDA Ajustado de 2024 foi de R$ 2.010.597 mil, um aumento de 12,1% em relação a 2023.
- O lucro líquido de 2024 foi de R$ 271.869 mil, revertendo o prejuízo de R$ 317.689 mil em 2023.
- A dívida líquida aumentou para R$ 18.919.209 mil em 31 de dezembro de 2024, resultando em uma alavancagem financeira (Dívida Líquida/EBITDA ajustado) proforma de 5,7x.
- A Companhia mantém compromissos e divulgações alinhadas à agenda ESG, com metas e reportes em conformidade com padrões como GRI, SASB, CDP, GHG Protocol e TCFD.
- Planos futuros incluem o desenvolvimento do parque eólico Cajuína 3 (112 MW) e a expansão da GUD Energia em parceria com a Vivo, focando na comercialização varejista para clientes de baixa tensão.
- Outro15 jan 2025Abrir fonte ↗
Auren Energia: Aviso sobre Assembleia Geral Ordinária (AGO)
A Auren Energia S.A. comunica que sua Assembleia Geral Ordinária (AGO) será realizada em 24 de abril de 2025, conforme regulamentação da CVM.
- A Auren Energia S.A. informou a data de sua Assembleia Geral Ordinária (AGO).
- A AGO da Companhia está prevista para ser realizada no dia 24 de abril de 2025.
- A comunicação é feita em conformidade com o §2º do Artigo 37 da Resolução CVM nº 81/22.
- Demais informações e orientações sobre a assembleia serão divulgadas oportunamente pela Companhia.
- DFP31 dez 2024Abrir fonte ↗
Fatores de Risco Auren: Combinação de Negócios, Desalavancagem e Setor Elétrico
O documento detalha os principais fatores de risco que podem afetar adversamente os negócios, resultados operacionais e financeiros da Companhia, suas controladas e investidas, incluindo a combinação de negócios, plano de desalavancagem e a
- A implementação bem-sucedida da combinação de negócios com a AES Brasil (atual Auren Participações) é incerta, podendo gerar custos adicionais e dificultar a obtenção de sinergias esperadas.
- A Companhia pode falhar em executar seu plano de desalavancagem pós-combinação de negócios, impactando indicadores financeiros e capacidade de financiamento.
- Cortes de geração impostos pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), devido a razões técnicas, elétricas ou energéticas, podem afetar adversamente os resultados operacionais e financeiros.
- Condições meteorológicas desfavoráveis e o Mecanismo de Realocação de Energia (MRE) podem impactar a geração de energia elétrica e expor a Companhia a preços elevados no mercado de curto prazo (PLD).
- Alterações na legislação e regulamentação do setor elétrico, incluindo as tarifas de uso do sistema de transmissão e distribuição, ou na tributação, podem afetar adversamente os resultados operacionais.
- Riscos como holding incluem dependência dos resultados das controladas, necessidade de capital adicional e potencial diluição da participação acionária em emissões futuras.
- A Companhia e suas controladas estão expostas a riscos financeiros de mercado, como câmbio, taxa de juros (DI, IPCA, TJLP), preço e volume de energia, e crédito.
- Incidentes de segurança cibernética, fragilidades na propriedade intelectual e a possibilidade de responsabilidade solidária por práticas irregulares de fornecedores ou inadimplência de clientes representam riscos operacionais e financeiros
- Processos judiciais e administrativos significativos, como as ações cíveis mencionadas com valores elevados (e.g., R$188 mi, R$103 mi, R$255 mi, R$217 mi em 31/12/2024), podem gerar impactos financeiros.
- Instabilidade política e econômica no Brasil, flutuações cambiais e degradação do rating de crédito soberano podem afetar negativamente os negócios e o valor dos valores mobiliários.
- Outro10 set 2024Abrir fonte ↗
Auren Energia: Ata da AGE aprova incorporação de ações da AES Brasil via ARN
A Assembleia Geral Extraordinária da Auren Energia S.A. aprovou a incorporação das ações da AES Brasil Energia S.A. pela ARN Energia Holding S.A. e, subsequentemente, a incorporação da ARN pela Auren, além de alterações de capital e eleição
- A assembleia aprovou o Protocolo e Justificação para a incorporação das ações da AES Brasil pela ARN Energia Holding e a incorporação da ARN pela Auren Energia.
- Foi ratificada a nomeação e contratação da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes para elaborar o laudo de avaliação da ARN Energia Holding.
- O laudo de avaliação da ARN Energia Holding, com data-base de 31 de março de 2024, foi aprovado, indicando um patrimônio líquido contábil de R$ 6.504.915.000,00.
- A incorporação da ARN pela Auren foi aprovada, condicionada à verificação de condições e à Data de Fechamento, com uma relação de substituição de 0,07596975658 novas ações Auren para cada ação ordinária ARN.
- Os acionistas da Companhia incorporadora (Auren) não terão direito de retirada decorrente da aprovação da incorporação.
- Foi aprovado o aumento do limite do capital autorizado no Estatuto Social da Companhia para até 1.525.000.000 ações ordinárias.
- Um aumento de capital social de até R$ 247.634.937,47 foi aprovado, mediante a emissão de até 217.464.346 novas ações Auren para os acionistas da ARN.
- Após a incorporação e o aumento de capital, o capital social da Auren Energia S.A. será de até R$ 6.187.771.522,46, dividido em até 1.217.464.346 ações ordinárias.
- O Sr. João Henrique Batista de Souza Schmidt foi eleito como membro e Presidente do Conselho de Administração.
- Outro20 mai 2024Abrir fonte ↗
Fitch coloca ratings de Auren e Cesp em Observação Negativa
A Fitch Ratings colocou os ratings da Auren Energia e Cesp em Observação Negativa, citando a esperada deterioração do perfil financeiro consolidado da Auren após a aquisição da AES Brasil Energia.
- Fitch colocou os IDRs de Longo Prazo da Auren (BB+ e BBB–) e os Ratings Nacionais de Longo Prazo da Auren, Cesp e suas debêntures em Observação Negativa.
- A Observação Negativa reflete a expectativa de deterioração do perfil financeiro consolidado da Auren, podendo levar a um rebaixamento de até três graus do IDR em Moeda Local.
- A deterioração é esperada após a aquisição de 100% da AES Brasil Energia, anunciada em 15 de maio de 2024, por BRL7,0 bilhões, a ser liquidada via ações e caixa.
- A liquidação financeira da aquisição pode variar de BRL3,3 bilhões a BRL7,0 bilhões, com a Auren possuindo BRL4,3 bilhões em caixa e BRL5,4 bilhões em empréstimo disponível.
- A Fitch projeta que o índice dívida líquida/EBITDA consolidado da Auren aumente para cerca de 5,4 vezes em 2024 e 5,2 vezes em 2025, acima do gatilho de rebaixamento de 3,0 vezes.
- A aquisição é vista como benéfica para o perfil de negócios da Auren, fortalecendo a escala, diversificação de ativos e energia assegurada, que aumentaria para 3,7 GWm em 2024.
- Fatores que podem remover a Observação Negativa incluem a Auren levantar capital significativo para financiar parcialmente a aquisição da AES Brasil.
- A conclusão da aquisição sem emissão significativa de ações levaria ao rebaixamento do IDR em Moeda Local da Auren.
- A Auren encerrou março de 2024 com BRL3,1 bilhões em caixa e aplicações financeiras e uma dívida total de BRL6,5 bilhões; a AES Brasil tinha BRL2,4 bilhões em caixa e BRL12,5 bilhões em dívida total.
- Outro3 dez 2021Abrir fonte ↗
VTRM Energia: Aprovação de Fiança Corporativa para Debêntures
A VTRM Energia Participações S.A. aprovou em Assembleia Geral Extraordinária a prestação de fiança corporativa para a 1ª Emissão de Debêntures da Ventos de Santo Estevao Holding S.A. no valor de R$ 160 milhões.
- A VTRM Energia Participações S.A. realizou uma Assembleia Geral Extraordinária em 03 de dezembro de 2021.
- A assembleia aprovou a prestação de fiança corporativa para a 1ª Emissão de Debêntures da Ventos de Santo Estevao Holding S.A.
- O valor total da emissão garantida é de R$160.000.000,00.
- A VTRM passará a ser fiadora e principal pagadora, responsabilizando-se solidariamente pelo valor da emissão, atualização monetária, juros e encargos moratórios.
- A Diretoria da Companhia foi autorizada a praticar todos os atos necessários para a efetivação das deliberações.
- Outro16 dez 2020Abrir fonte ↗
Ata da AGE da VTRM Energia Part. S.A. sobre Contratos de Construção
A Assembleia Geral Extraordinária da VTRM Energia Participações S.A., realizada em 16 de dezembro de 2020, aprovou a celebração de contratos de construção e a prestação de garantias por suas subsidiárias.
- A Assembleia Geral Extraordinária (AGE) da VTRM Energia Participações S.A. foi realizada em 16 de dezembro de 2020.
- A AGE dispensou formalidades de convocação devido à presença de acionistas representando a totalidade do capital social.
- A ordem do dia incluiu deliberação sobre a celebração, pela Companhia como interveniente garantidora, de Contratos de Construção, Engenharia, Aquisição, Fornecimento, Montagem e Comissionamento em Regime de Empreitada por Preço Global.
- Foi aprovada a celebração dos Contratos com a ABB Power Grids Brasil Ltda. e Pampulha Engenharia Ltda., celebrados pelas subsidiárias de energias renováveis da Companhia.
- Os contratos visam a construção de Subestações Coletoras e ampliação da Subestação Curral Novo do Piauí II.
- A Diretoria da Companhia foi autorizada a praticar todos os atos necessários à celebração e cumprimento dos contratos.
- Todos os atos previamente praticados pela Diretoria no âmbito da negociação dos Contratos foram ratificados.