Exploração. Refino e Distribuição
PETROLEO BRASILEIRO S.A. PETROBRAS
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Comunicações
77 documentos- Relatório Anual24 mai 2026Abrir fonte ↗
Visão Geral das Atividades, Segmentos e Contexto Regulatório da Petrobras em 2025
O documento detalha as principais atividades de exploração e produção, refino, transporte, comercialização, gás e energias de baixo carbono da Petrobras, incluindo seu histórico, estrutura regulatória e desempenho financeiro por segmento em
- A Petrobras foi constituída em 1953 e, após reformas regulatórias, opera em ambiente competitivo desde 1997, mantendo participação majoritária da União Federal.
- Em 2025, os campos operados pela Petrobras foram responsáveis por 90% da produção total de óleo e gás natural do Brasil.
- Os segmentos de negócio são Exploração e Produção (E&P), Refino, Transporte e Comercialização (RTC), e Gás e Energias de Baixo Carbono (G&EBC).
- Em 2025, o segmento de E&P gerou 66,89% da revenue consolidada e 87,24% do net_income consolidado, enquanto RTC gerou 94,36% da revenue e 8,70% do net_income.
- Em 31 de dezembro de 2025, a Petrobras possuía 239 blocos e campos em exploração e produção, com 98% de sua produção de petróleo focada em águas profundas e ultraprofundas no Brasil.
- A produção total de óleo e gás natural da Companhia em 2025 alcançou 2,99 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), um aumento de 11% em relação a 2024.
- O Custo de Extração (CE) da Petrobras passou de aproximadamente US$ 9/boe (2015-2019) para um patamar entre US$5/boe e US$6,4/boe (2020-2025).
- As reservas provadas de petróleo, condensado e gás natural em 31 de dezembro de 2025 foram estimadas em 12.112 milhões de boe (critérios SEC), com Índice de reposição de reservas (IRR) de 175%.
- A Petrobras possui e opera 10 refinarias com capacidade total de destilação de 1,813 milhão de barris por dia, representando 79% da capacidade de refino no Brasil.
- O programa RefTOP, expandido para todas as 10 refinarias, busca eficiência operacional e energética, com a intensidade de emissões de GEE aumentando pontualmente 1,4% em 2025.
- O Complexo Energético Boaventura (antigo GASLUB) prevê conclusão e integração com a REDUC, com previsão de início de operação em maio de 2029.
- A Transpetro, subsidiária da Petrobras, opera uma malha de 7.768 km de dutos e 46 terminais, movimentando 658 milhões de m³ de produtos em 2025.
- Em 2025, a Petrobras comercializou 1.747 mbbl/d de derivados no mercado brasileiro, atendendo a cerca de 39% da demanda de gasolina e 62% da demanda de diesel.
- No setor petroquímico, a Petrobras mantém participação de 36,15% na Braskem S.A. e assinou novos contratos de longo prazo de fornecimento de matéria-prima em dezembro de 2025.
- A Petrobras retomou as atividades operacionais da Araucária Nitrogenados S.A. (ANSA) e a posse das FAFENs na Bahia e Sergipe, com início de produção de amônia e ureia em janeiro de 2026.
- O segmento de Gás e Energias de Baixo Carbono visa maximizar o valor da cadeia de gás, com capacidade total instalada de processamento de 121 milhões de m³/dia em 2025.
- Em 2025, a Companhia contava com um parque gerador de 13 usinas de energia elétrica, predominantemente a gás natural, com capacidade instalada de 4,9 mil MW, contribuindo com 818 MW médios para o SIN.
- A Petrobras avança na transição energética, com a aquisição de 49,99% das subsidiárias da Lightsource bp no Brasil para projetos de energia solar, e o desenvolvimento do programa Biorefino para combustíveis sustentáveis.
- A regulação governamental, notadamente da ANP e do CADE, tem efeitos relevantes nas atividades da Petrobras, exigindo autorizações e impactando a estrutura de mercado e as operações.
- O mercado global de petróleo e gás em 2025 foi marcado por volatilidade, com preços do Brent influenciados por tensões geopolíticas, decisões da OPEP+ e preocupações macroeconômicas.
- Fato Relevante20 mai 2026Abrir fonte ↗
Petrobras adere a nova subvenção econômica para combustíveis
A Petrobras aprovou a adesão à subvenção econômica para produtores e importadores de combustíveis derivados de petróleo, conforme Medida Provisória nº 1.358/2026, com a assinatura do termo condicionada à regulamentação.
- O Conselho de Administração da Petrobras aprovou a adesão da companhia à subvenção econômica para produtores e importadores de combustíveis.
- A subvenção foi instituída pela Medida Provisória (MP) nº 1.358, de 13 de maio de 2026, abrangendo gasolinas e óleo diesel de uso rodoviário.
- A adesão é considerada compatível com o interesse da companhia, dado seu caráter facultativo e potencial benefício.
- A assinatura do novo termo de adesão está condicionada à publicação e análise de Ato do Ministro de Estado da Fazenda e do regulamento necessário para a implementação da subvenção econômica.
- A Petrobras manterá sua estratégia comercial, buscando otimizar ativos de refino e garantir rentabilidade sustentável, evitando o repasse da volatilidade das cotações internacionais e da taxa de câmbio para os preços internos.
- A adesão à subvenção preserva a flexibilidade da companhia na implementação de sua estratégia comercial.
- Apresentação19 mai 2026Abrir fonte ↗
Relatório Fiscal Petrobras 1T26: Recolhimento de Tributos e PGOV
A Petrobras detalha os recolhimentos fiscais e participações governamentais realizados aos cofres públicos no primeiro trimestre de 2026, totalizando R$ 72,4 bilhões.
- A Petrobras recolheu R$ 72,4 bilhões aos cofres públicos no 1º trimestre de 2026.
- Este montante é composto por R$ 49,4 bilhões em tributos próprios, R$ 14,8 bilhões em participações governamentais (PGOV) e R$ 8,2 bilhões em tributos retidos de terceiros.
- A União recebeu R$ 42,1 bilhões (tributos federais e PGOV), representando aproximadamente 5,4% da arrecadação federal, com aumento de 8% em relação ao 1T25.
- Os pagamentos aos estados totalizaram R$ 29,6 bilhões, um aumento de 13,4% em comparação ao 1T25, impulsionado por maiores alíquotas de ICMS ad rem e aumento do percentual de etanol na gasolina.
- Os tributos municipais atingiram R$ 0,7 bilhão, com aumento de 18,3% frente ao 1T25, devido a serviços de exploração e produção sujeitos a ISS-ST.
- Em março de 2026, foram recolhidos R$ 5,5 milhões em Imposto de Exportação (IE) após a Medida Provisória nº 1.340.
- As informações são apresentadas pelo regime de caixa e não se confundem com as da Demonstração do Valor Adicionado (DVA), que segue o regime de competência.
- As participações governamentais de R$ 14,8 bilhões no 1T26 incluem R$ 9,7 bilhões em royalties e R$ 4,2 bilhões em participação especial, com redução de 9% na PGOV total em relação ao 1T25.
- No acumulado dos últimos quatro trimestres, a Petrobras recolheu R$ 284,3 bilhões em tributos e participações governamentais.
- A Petrobras possui papel relevante na arrecadação de ICMS em 20 Unidades da Federação, representando mais de 10% da arrecadação em cada uma.
- ITR12 mai 2026Abrir fonte ↗
Destaques do Desempenho Financeiro da Petrobras no 1T26
A Petrobras reportou resultados financeiros consistentes no primeiro trimestre de 2026, com forte geração de caixa, impulsionada pela performance operacional e recordes de produção de óleo e gás.
- A Petrobras registrou EBITDA Ajustado Sem Eventos Exclusivos de US$ 11,7 bilhões e Lucro Líquido Sem Eventos Exclusivos de US$ 4,5 bilhões no 1T26.
- A geração de caixa foi forte, com Fluxo de Caixa Operacional de US$ 8,4 bilhões e Fluxo de Caixa Livre de US$ 3,9 bilhões no trimestre.
- Foram pagos R$ 72,4 bilhões em tributos e aprovados R$ 9,0 bilhões em proventos relacionados ao resultado do 1T26.
- Os Investimentos totais somaram US$ 5,1 bilhões no 1T26, com 87,4% destinados ao segmento de Exploração e Produção.
- A Dívida bruta atingiu US$ 71,2 bilhões e a Dívida líquida US$ 62,1 bilhões em 31 de março de 2026, com a relação Dívida líquida/LTM EBITDA Ajustado em 1,43x.
- O lucro bruto do segmento de Exploração e Produção (E&P) cresceu 14,1% no 1T26 em relação ao 4T25, influenciado pela maior cotação do Brent.
- O segmento de Refino, Transporte e Comercialização (RTC) teve lucro bruto US$ 2,1 bilhões superior ao 4T25, impulsionado pelo giro de estoques e elevação do Brent.
- O resultado do Gás e Energias de Baixo Carbono (G&EBC) foi impactado pela maior oferta de gás nacional e menores importações de GNL e gás boliviano.
- A operação da plataforma FPSO P-79 (Búzios 8), com capacidade de produção de 180 mil barris de óleo por dia, foi antecipada para 1º de maio de 2026.
- Apresentação12 mai 2026Abrir fonte ↗
Resultados Operacionais e Financeiros 1T26 e Perspectivas
A empresa apresenta os destaques operacionais do primeiro trimestre de 2026, com recordes de produção e eficiência, além de detalhar projetos futuros e indicadores financeiros.
- Atingiu recordes de produção total operada (4,65 MM boed) e produção total própria no pré-sal (2,66 MM boed) no 1T26.
- Concluiu a negociação para contratação de 2 FPSOs para os projetos SEAP I e II no modelo BOT.
- Realizou aquisições de participação em blocos na Namíbia, São Tomé e Príncipe, e nos campos de Tartaruga Verde e Módulo III do Espadarte.
- Anunciou novas descobertas pré-sal na Bacia de Campos e uma descoberta de gás na Colômbia.
- Contratou 9 usinas termelétricas no LRCAP26, totalizando cerca de 2,6 GW de potência e receita fixa estimada de R$ 44 bilhões.
- Renovou a Licença Operacional na Margem Equatorial para perfuração de mais 2 poços exploratórios.
- Produziu 1.816 mbpd de derivados no 1T26, com 68% de produtos de maior valor agregado, e atingiu recorde mensal de Diesel S10 (512 mbpd) em março.
- Alcançou um Fator de Utilização (FUT) de 95% no 1T26, com 97,4% em março, o maior desde dezembro de 2014.
- Obteve diversas licenças ambientais e autorizações, incluindo para aumento de carga da RNEST e perfuração na Bacia Potiguar.
- As plataformas P-78 (dez/2025) e P-79 (mai/2026) entraram em operação em Búzios, cada uma com capacidade de 180 mil barris de óleo por dia.
- Para 2026 e 2027, prevê o avanço da construção dos FPSOs P-80, P-82 e P-83, que adicionarão 225 mbpd de capacidade cada.
- Informou que o endividamento bruto deverá convergir para US$ 65 bilhões, conforme o PN 2026-30.
- A contribuição em tributos e participações governamentais no 1T26 totalizou R$ 72,4 bilhões.
- Relatório Anual11 mai 2026Abrir fonte ↗
Visão Geral das Atividades, Segmentos e Ambiente Regulatório da Petrobras (2024-2025)
Este documento detalha o histórico, as principais atividades, os segmentos operacionais, a estrutura de governança e o ambiente regulatório da Petrobras, incluindo dados financeiros e operacionais para 2024 e o primeiro trimestre de 2025.
- A Petrobras foi constituída em 1953, operando inicialmente com exclusividade, e hoje atua em um ambiente competitivo regulado pela ANP após reformas legislativas como a Lei do Petróleo (1997) e o Novo Marco Regulatório do Pré-sal (2010).
- As atividades principais da Petrobras e suas controladas incluem pesquisa, lavra, refino, processamento, comércio e transporte de petróleo, gás natural e derivados, além de energia, transição energética e economia de baixo carbono.
- Os segmentos operacionais são Exploração e Produção (E&P), Refino, Transporte e Comercialização (RTC) e Gás e Energias de Baixo Carbono (G&EBC), com E&P e RTC contribuindo significativamente para a receita agregada.
- Em 2024, o segmento de E&P registrou receita de R$ 324,9 bilhões e lucro de R$ 97,8 bilhões, enquanto RTC teve receita de R$ 457,7 bilhões e lucro de R$ 6,6 bilhões.
- A Petrobras é líder mundial em exploração e produção em águas profundas e ultraprofundas, com 98% da produção de petróleo concentrada nessas áreas no Brasil.
- A produção de óleo e gás natural no pré-sal atingiu 1.813 mbbl/d em 2024, representando 84,2% da produção total de petróleo no Brasil.
- O custo de extração (CE) da Petrobras em 2024 foi de US$6,05/boe, refletindo aumento de 8% em relação a 2023 devido a maiores gastos com integridade e escoamento.
- As reservas provadas líquidas em 31 de dezembro de 2024 foram estimadas em 11.386 milhões de boe, com um índice de reposição de reservas (IRR) de 154% e índice Reserva/Produção (R/P) de 13,2 anos.
- A Companhia opera 10 refinarias no Brasil, com capacidade total de destilação de 1,813 milhão de barris por dia, e utilizou 93% dessa capacidade em 2024.
- A Transpetro, subsidiária da Petrobras, movimenta petróleo, derivados e biocombustíveis através de uma malha de 7.768 km de dutos, 45 terminais e uma frota de 33 navios.
- No segmento de Gás e Energias de Baixo Carbono, a Petrobras opera 13 UPGNs com capacidade de 142 milhões de m³/dia e 13 usinas termelétricas com capacidade instalada de 4,9 GW.
- A Petrobras busca a transição energética por meio de parcerias em energia eólica (onshore e offshore), solar, biocombustíveis, hidrogênio de baixo carbono e captura/armazenamento de carbono (CCS).
- O mercado de biocombustíveis inclui a produção de biodiesel pela subsidiária Petrobras Biocombustível (PBIO) e o programa Biorefino para desenvolver diesel renovável (Diesel-R) e combustível sustentável de aviação (SAF).
- A regulamentação estatal impacta todas as atividades da Petrobras, exigindo autorizações governamentais e a observância de leis como a Lei do Petróleo, o Novo Marco Regulatório do Gás e diretrizes do CADE.
- O mercado global de petróleo e gás foi influenciado por tensões geopolíticas, decisões da OPEP+, e preocupações com a economia global em 2024, com o preço médio do Brent em US$ 80,8/bbl.
- ITR11 mai 2026Abrir fonte ↗
Demonstrações Financeiras Intermediárias Petrobras 1T26
A Petrobras publicou suas demonstrações financeiras intermediárias consolidadas não auditadas em 31 de março de 2026, evidenciando resultados operacionais e patrimoniais do primeiro trimestre.
- A Companhia apresentou um net_income de US$ 6.218 milhões no 1º trimestre de 2026, comparado a US$ 5.995 milhões no 1º trimestre de 2025.
- A revenue de vendas atingiu US$ 23.535 milhões no 1º trimestre de 2026, um aumento em relação aos US$ 21.073 milhões do mesmo período de 2025.
- O financial_result no 1º trimestre de 2026 foi de US$ 1.467 milhões, inferior aos US$ 1.748 milhões registrados no 1º trimestre de 2025.
- Os recursos líquidos gerados pelas atividades operacionais totalizaram US$ 8.399 milhões no 1º trimestre de 2026.
- O patrimônio líquido da controladora aumentou para US$ 85.295 milhões em 31 de março de 2026, frente a US$ 75.565 milhões em 31 de dezembro de 2025.
- Foram reconhecidas reversões líquidas de perdas por impairment de US$ 409 milhões no período, destacando a Unidade de Fertilizantes Nitrogenados (UFN-III).
- A Companhia aderiu ao Programa REFIS, impactando o resultado do período em US$ 118 milhões em despesas tributárias, e provisionou US$ 122 milhões para o Imposto de Exportação sobre petróleo bruto e óleo diesel.
- Houve aprovação de Juros Sobre Capital Próprio (JCP) intercalares de US$ 1.845 milhões para o 1º trimestre de 2026, pagáveis em agosto e setembro de 2026.
- Eventos subsequentes incluem a aquisição de participações nos campos de Tartaruga Verde e Espadarte-Módulo III por US$ 450 milhões e a aquisição do ring-fence do Campo de Argonauta por US$ 134 milhões.
- Outro11 mai 2026Abrir fonte ↗
Petrobras informa remuneração aos acionistas para 2026
A Petrobras aprovou o pagamento de R$ 9,03 bilhões em remuneração aos acionistas, equivalente a R$ 0,70097272 por ação, como antecipação do exercício de 2026, a ser pago em duas parcelas.
- O Conselho de Administração da Petrobras aprovou o pagamento de remuneração aos acionistas no valor total de R$ 9,03 bilhões.
- O valor equivale a R$ 0,70097272 por ação ordinária e preferencial em circulação, como antecipação do exercício de 2026, com base no balanço de 31 de março de 2026.
- A distribuição está alinhada à Política de Remuneração aos Acionistas, que prevê a distribuição de 45% do fluxo de caixa livre em caso de endividamento bruto igual ou inferior ao nível máximo.
- Para detentores de ações negociadas na B3, a data base será 1º de junho de 2026, com as ações negociadas ex-direitos a partir de 2 de junho de 2026.
- O pagamento será feito em duas parcelas, ambas como juros sobre capital próprio (JCP): a primeira em 20 de agosto de 2026 (R$ 0,35048636 por ação) e a segunda em 21 de setembro de 2026 (R$ 0,35048636 por ação).
- Estes proventos serão descontados da remuneração total a ser aprovada na Assembleia Geral Ordinária de 2027 relativa ao exercício de 2026, com os valores reajustados pela taxa Selic.
- Para detentores de ADRs negociados na NYSE, a record date será 3 de junho de 2026, com pagamentos a partir de 27 de agosto e 28 de setembro de 2026, respectivamente.
- Relatório Anual3 mai 2026Abrir fonte ↗
Fatores de Risco da Companhia e Impactos Potenciais
O documento detalha os diversos fatores de risco da Companhia, incluindo operacionais, financeiros, regulatórios, sociais e ambientais, e processos judiciais relevantes.
- A Companhia categoriza seus fatores de risco em 14 grupos principais, abrangendo desde operações e acionistas até regulação e questões climáticas.
- Os cinco principais fatores de risco identificados incluem segurança operacional, falhas de TI/cibersegurança, capacidade de desenvolver reservas, volatilidade de preços de petróleo e impactos das mudanças climáticas.
- A Companhia está exposta a riscos de mercado significativos, como variações de preços de mercadorias (petróleo, gás), risco cambial devido à dívida em moeda estrangeira e risco de taxa de juros.
- Em 31 de março de 2025, a Companhia registrou R$ 16.270 milhões em provisões para contingências de perda provável e R$ 75.078 milhões em depósitos judiciais.
- O documento detalha múltiplos processos civis relevantes, incluindo disputas sobre fundos de pensão, ações anticoncorrenciais e pedidos de ressarcimento ligados à Operação Lava Jato, com valores envolvidos que superam bilhões de reais.
- Release30 abr 2026Abrir fonte ↗
Relatório de Produção e Vendas Operacionais no 1T26
O relatório detalha o desempenho operacional e as vendas da companhia no primeiro trimestre de 2026, com foco em recordes de produção, eficiência de refino, vendas de derivados e indicadores de emissões.
- A produção média de óleo, LGN e gás natural atingiu 3,23 MMboed no 1T26, um aumento de 16,1% em relação ao 1T25, impulsionado pelo ramp-up de novos FPSOs e eficiência operacional.
- No 1T26, entraram em operação 10 novos poços produtores, sendo 7 na Bacia de Campos e 3 na Bacia de Santos.
- As plataformas do campo de Búzios e Mero registraram recordes de produção diária de óleo e exportação de gás no trimestre.
- A produção total de derivados no segmento de Refino, Transporte e Comercialização cresceu 6,7% em relação ao 4T25, alcançando 1.816 Mbpd, com destaque para derivados médios e gasolina.
- O fator de utilização total (FUT) do parque de refino atingiu 95% no 1T26, o maior desde dezembro de 2014, demonstrando alta eficiência operacional.
- As vendas de derivados no mercado interno aumentaram 2,9% em comparação ao 1T25, impulsionadas pela competitividade da companhia e recuperação da atividade econômica.
- As vendas de gás natural aumentaram 2,2% no 1T26 em comparação ao 4T25, principalmente devido ao fornecimento para unidades de fertilizantes.
- As emissões de GEE de óleo e gás totalizaram 12,3 milhões de toneladas de CO2e no 1T26, um aumento de 1 milhão de toneladas em relação ao 1T25, devido à maior produção e aumento de carga nas refinarias.
- A Intensidade de Emissões de GEE no E&P (IGEE-E&P) manteve-se estável em 14,7 kgCO2e/boe no 1T26, enquanto a IGEE no Refino aumentou para 37,4 kgCO2e/CWT.
- ITR30 abr 2026Abrir fonte ↗
Destaques Operacionais da Petrobras no 1T26: Produção, Refino e Emissões
O documento detalha o desempenho operacional da Petrobras no 1T26, incluindo recordes de produção de óleo e gás, eficiência de refino e análise das emissões de gases de efeito estufa.
- A produção total de óleo, LGN e gás natural alcançou 3,23 MMboed no 1T26, um aumento de 3,7% sobre o 4T25 e 16,1% sobre o 1T25.
- O crescimento da produção foi impulsionado pelo ramp-up dos FPSOs P-78, Alexandre de Gusmão, Anna Nery e Anita Garibaldi, além da entrada em operação de 10 novos poços.
- As plataformas do campo de Búzios registraram recorde de produção diária de óleo (1,037 milhão de barris) e exportação de gás (12,4 milhões de m³), e Mero superou 700 mil barris de petróleo em um dia.
- A produção total de derivados no refino cresceu 6,7% no 1T26, atingindo 1.816 Mbpd, com o Fator de Utilização Total (FUT) do parque de refino em 95%.
- As vendas de derivados no mercado interno cresceram 2,9% em relação ao 1T25, demonstrando maior competitividade e eficiência operacional.
- As vendas de gás natural aumentaram 2,2% no 1T26, impulsionadas pelo fornecimento para unidades de fertilizantes.
- As emissões de GEE – O&G totalizaram 12,3 milhões de toneladas no 1T26, um aumento de 1 milhão de toneladas em comparação ao 1T25, devido à maior produção e novas unidades.
- A Intensidade de Emissões de GEE (IGEE) no E&P permaneceu estável em 14,7 kgCO2e/boe, enquanto no Refino aumentou para 37,4 kgCO2e/CWT.
- Apresentação27 abr 2026Abrir fonte ↗
Investor Tour Búzios 2026: Escala, Tecnologia e Geração de Valor
A apresentação detalha o campo de Búzios, sua relevância no Pré-Sal brasileiro, histórico de desenvolvimento, excelência operacional e tecnológica, e planos de expansão da produção e otimização para 2026 e futuro.
- A Petrobras tem 82% da sua produção própria vinda do Pré-Sal e alcançou a maior reserva provada em 10 anos.
- O campo de Búzios é o maior de águas ultraprofundas globalmente, conhecido por seu óleo de alta qualidade (27.5° API) e baixas emissões (10 kgCO2e/boe).
- Búzios atingiu marcos de produção notáveis, incluindo 1 bilhão de barris de óleo produzidos acumuladamente e 1 milhão de barris por dia em produção diária em 2025.
- A companhia planeja a entrada de 5 novos FPSOs (P-79, P-80, P-82, P-83, P-91) até 2029, visando expandir a capacidade de produção de óleo para 2,2 MM bpd.
- A excelência operacional é buscada através da otimização do gerenciamento de jazida, investimentos (CAPEX e OPEX) e aplicação de tecnologias como sísmica 4D e traçadores químicos.
- Novas tecnologias estão sendo implementadas para otimizar operações, segurança e produtividade, incluindo mini ROVs, drones e impressão 3D.
- A gestão energética e a redução de emissões são prioridades, com sistemas de recuperação de gases do flare e monitoramento de emissões de metano.
- O modelo regulatório de Búzios é complexo, envolvendo regimes de Cessão Onerosa (25,95%), Partilha (73,41% - ECO) e Concessão (0,64% - Tambuatá).
- Previsão de aumento do Indicador de Eficiência da Produção (IEP) para 2025 e 2026, impulsionado pela entrada de novas unidades e ações para reduzir perdas.
- Fato Relevante27 abr 2026Abrir fonte ↗
Petrobras adquire parte do ring-fence de Argonauta na Bacia de Campos
A Petrobras informou a celebração de acordo para adquirir 100% de parte do ring-fence do Campo de Argonauta na Bacia de Campos, aumentando sua participação na Jazida Compartilhada de Jubarte.
- A Petrobras celebrará acordo para adquirir 100% de uma porção do ring-fence do Campo de Argonauta (Concessão BC-10) na Bacia de Campos, detida por Shell, ONGC e Brava.
- A porção adquirida refere-se a 0,86% da Jazida Compartilhada de Jubarte, vinculada a um Acordo de Individualização da Produção (AIP) vigente desde 1º de agosto de 2025.
- O valor total da operação será de R$ 700 milhões e US$ 150 milhões, pagos em três parcelas, com a primeira no Closing, a segunda em 15/01/2027 ou Closing (o que for posterior) e a terceira dois anos após o Closing.
- Após a conclusão da operação, a Petrobras passará a deter 98,11% de participação na Jazida Compartilhada de Jubarte, e a União (PPSA) manterá 1,89%.
- A aquisição simplifica a gestão do ativo, fortalece a atuação na Bacia de Campos e está alinhada ao Plano de Negócios da Petrobras, buscando maximizar valor em ativos rentáveis.
- A conclusão da operação está sujeita a condições precedentes, incluindo aprovações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).
- A Jazida Compartilhada de Jubarte é operada pela Petrobras de forma integrada à infraestrutura de produção do Parque das Baleias, na Bacia de Campos, que atualmente produz cerca de 210 mil barris de óleo por dia.
- Fato Relevante23 abr 2026Abrir fonte ↗
Petrobras assina novo Acordo de Acionistas da Braskem com FIP
A Petrobras informou que não exercerá direitos de preferência e tag-along na Braskem e assinou um novo Acordo de Acionistas com o Shine I Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia (FIP) para a Braskem, visando governança e cont
- A Petrobras optou por não exercer os Direitos de Preferência e Tag Along previstos no Acordo de Acionistas vigente da Braskem S.A.
- Foi assinado um novo Acordo de Acionistas da Braskem entre Petrobras e o Shine I Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia Responsabilidade Limitada (FIP).
- O novo acordo visa aperfeiçoar a governança e estabelecer controle compartilhado na Braskem entre Petrobras e FIP.
- O acordo prevê a obrigação de consenso em deliberações do Conselho de Administração e da Assembleia Geral, e direito de indicação igual de membros para o Conselho e Diretoria Estatutária.
- O Acordo de Acionistas entrará em vigor após a conclusão da transferência de ações para o FIP e será acompanhado de uma proposta de novo Estatuto Social para a Braskem.
- A Petrobras mantém sua participação de 36,1% no capital total da Braskem e 47% do capital votante.
- Outro16 abr 2026Abrir fonte ↗
Ata da AGO Petrobras: Aprovação de Contas, Orçamento e Eleição de Conselhos
A Assembleia Geral Ordinária da Petrobras, realizada em 16 de abril de 2026, aprovou as contas de 2025, o orçamento de capital de 2026, a destinação do resultado e elegeu membros dos Conselhos de Administração e Fiscal.
- A Assembleia Geral Ordinária (AGO) da Petrobras ocorreu em 16 de abril de 2026, com quórum de instalação de 90,42% das ações ordinárias.
- As contas dos administradores, o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício de 2025 foram aprovados.
- O Orçamento de Capital para 2026 foi aprovado em R$114 bilhões, com R$83,6 bilhões para Exploração & Produção, R$19,9 bilhões para Refino, Transporte e Comercialização, R$7,5 bilhões para Gás e Energias de Baixo Carbono e R$3,0 bilhões para
- A destinação do resultado do exercício de 2025 foi aprovada, registrando um lucro líquido de R$110.128.538.405,46.
- Foi aprovada a manutenção de R$68.905.594.388,77 no patrimônio líquido como reserva de retenção de lucros para o programa anual de investimentos.
- A homologação de dividendos, incluindo Juros sobre Capital Próprio, totalizando R$41.235.750.000,00 (R$3,19936420 por ação), foi aprovada.
- A fixação de 11 membros para o Conselho de Administração, com mandato até a AGO de 2028, foi aprovada, e os membros foram eleitos, incluindo eleição por voto múltiplo e em separado.
- O Sr. Guilherme Santos Mello foi eleito Presidente do Conselho de Administração da Petrobras.
- A fixação de 5 membros para o Conselho Fiscal, com mandato até a AGO de 2027, foi aprovada, e os membros foram eleitos, incluindo eleição em separado para minoritários.
- A remuneração global dos administradores, membros do Conselho Fiscal e dos Comitês Estatutários de Assessoramento ao Conselho de Administração foi fixada para o período de abril/2026 a março/2027.
- A Acionista AEPET reiterou sua manifestação de rejeição das Demonstrações Contábeis e da destinação de resultados de 2025, enquanto a União Federal votou favoravelmente aos itens da pauta.
- Fato Relevante6 abr 2026Abrir fonte ↗
Petrobras: Novo Presidente do Conselho de Administração eleito
A Petrobras informou que seu Conselho de Administração elegeu Marcelo Weick Pogliese como Presidente do CA, em continuidade a um Fato Relevante anterior.
- O Conselho de Administração da Petrobras elegeu Marcelo Weick Pogliese como Presidente do CA.
- A eleição ocorreu em reunião do Conselho de Administração em 6 de abril de 2026.
- O mandato do novo Presidente do Conselho de Administração se estenderá até a próxima Assembleia Geral.
- A decisão está em conformidade com o §2º do art. 18 do Estatuto Social da companhia.
- Este informe dá continuidade ao Fato Relevante divulgado em 31 de março de 2026.
- Outro2 abr 2026Abrir fonte ↗
Petrobras divulga currículos de candidatos a Conselhos de Administração e Fiscal
A Petrobras comunicou a divulgação dos currículos e informações adicionais dos candidatos ao Conselho de Administração e Conselho Fiscal, em conformidade com as regulamentações da CVM.
- A Petrobras informou sobre a divulgação dos currículos e demais informações dos candidatos ao Conselho de Administração e ao Conselho Fiscal.
- As informações estão disponíveis no website de Relações com Investidores da Companhia, conforme o artigo 11 da Resolução CVM nº 81 e itens 7.3 a 7.6 do Formulário de Referência.
- A Companhia comunicou que, caso receba novas indicações, as respectivas informações serão divulgadas no mesmo endereço eletrônico oportunamente.
- Fato Relevante31 mar 2026Abrir fonte ↗
Petrobras: Renúncia do Presidente do Conselho de Administração
A Petrobras informou a renúncia imediata de Bruno Moretti dos cargos de Presidente e membro do Conselho de Administração, devido à sua nomeação como Ministro do Planejamento e Orçamento.
- A Petrobras recebeu a renúncia de Bruno Moretti como Presidente e membro do Conselho de Administração da companhia.
- A renúncia teve efeitos imediatos e foi comunicada em 31 de março de 2026.
- Bruno Moretti renunciou em função de sua nomeação como Ministro do Planejamento e Orçamento.
- Outro13 mar 2026Abrir fonte ↗
Petrobras anuncia pagamento de juros de debêntures da 7ª emissão
A Petrobras informou que realizará o pagamento de juros da 7ª emissão de debêntures em 16 de março de 2026, totalizando R$ 79 milhões brutos.
- A Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras realizará o pagamento de juros em 16 de março de 2026.
- O pagamento destina-se aos detentores das 1ª e 2ª séries da 7ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária.
- As debêntures foram emitidas em 15 de agosto de 2019 e o pagamento será feito através do Banco Bradesco S.A.
- O valor total bruto a ser pago em 16 de março de 2026 é de R$ 79.066.094,90.
- A companhia detém 7.309 debêntures da 1ª série em tesouraria.
- Haverá incidência de imposto de renda na fonte sobre o montante pago, salvo exceções legais comprovadas.
- Relatório Anual12 mar 2026Abrir fonte ↗
Relatório Fiscal Petrobras 2025: Contribuições e Carga Tributária
A Petrobras detalha suas contribuições fiscais e participações governamentais no Brasil e exterior em 2025, abordando o impacto da reforma tributária e a composição de preços de combustíveis.
- Em 2025, a Petrobras recolheu R$ 277,6 bilhões em tributos e Participações Governamentais (PGOV) no Brasil e US$ 448,65 milhões no exterior.
- A companhia contribuiu com R$ 45,2 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio distribuídos em 2025.
- A Petrobras respondeu por aproximadamente 7% da arrecadação total do país em 2025, sendo 6% na esfera federal e 14% na estadual.
- As contribuições fiscais em 2025 foram distribuídas entre esferas federal (R$ 93,3 bilhões), estadual (R$ 113,8 bilhões) e municipal (R$ 1,9 bilhão), além de R$ 68,6 bilhões em PGOV.
- A empresa utilizou cerca de R$ 8,9 bilhões em incentivos fiscais federais em 2025.
- O relatório aborda as mudanças da Reforma Tributária (EC nº 132 e LC nº 214/2025) e seus impactos na indústria de petróleo e gás, incluindo a instituição do IBS, CBS e IS.
- Detalhes sobre a carga tributária na composição dos preços da gasolina, óleo diesel e GLP ao consumidor final são apresentados.
- O contencioso tributário da Petrobras para 2025 totalizou R$ 160 bilhões, considerando expectativas de perda provável ou possível.
- Outro12 mar 2026Abrir fonte ↗
Metadados de Documento Corporativo
Este documento consiste apenas em metadados técnicos de um arquivo PDF, sem conteúdo textual corporativo ou financeiro.
- O documento contém exclusivamente metadados técnicos sobre sua criação e formatação.
- ITR5 mar 2026Abrir fonte ↗
Desempenho Financeiro Petrobras 4T25 e Ano de 2025
A Petrobras reportou resultados financeiros sólidos em 2025, com forte geração de caixa e aumento de investimentos, impulsionados pela performance operacional, apesar da queda no preço do Brent.
- A Petrobras registrou EBITDA Ajustado de R$ 244,3 bilhões e net_income de R$ 100,9 bilhões (ambos sem eventos exclusivos) em 2025.
- A geração de operating_cash_flow alcançou R$ 200,3 bilhões e o Fluxo de caixa livre foi de R$ 91,6 bilhões em 2025.
- Os Investimentos totalizaram US$ 20,3 bilhões em 2025, superando a previsão e com 84% direcionados ao segmento de Exploração e Produção (E&P).
- Entraram em operação os FPSOs Almirante Tamandaré, Alexandre de Gusmão e P-78, adicionando 585 mil barris de óleo por dia de capacidade.
- A Dívida bruta aumentou para US$ 69,8 bilhões e a net_debt para US$ 60,6 bilhões em 31 de dezembro de 2025, influenciadas pelo reconhecimento de FPSOs afretados e captações.
- O segmento de E&P apresentou gross_profit de R$ 176,4 bilhões em 2025, impactado pela queda do Brent, mas com crescimento de produção superior à meta.
- O segmento de Refino, Transporte e Comercialização (RTC) registrou maiores volumes de vendas e exportações recordes de petróleo em 2025.
- O segmento de Gás e Energias de Baixo Carbono teve redução do gross_profit anual devido a menores preços e volumes de gás.
- Apresentação5 mar 2026Abrir fonte ↗
Petrobras: Desempenho Financeiro no 4T25 e Ano de 2025
A Petrobras divulgou seus resultados financeiros do 4T25 e do ano de 2025, com destaque para a geração de caixa operacional robusta e o aumento da produção de óleo e gás, apesar da queda do preço do Brent.
- A Petrobras registrou um ebitda_adjusted (sem eventos exclusivos) de US$ 43,8 bilhões e net_income (sem eventos exclusivos) de US$ 18,1 bilhões em 2025.
- A geração de Fluxo de Caixa Operacional atingiu US$ 36,0 bilhões, com Fluxo de caixa livre de US$ 16,5 bilhões no ano de 2025.
- A Produção total de óleo e gás aumentou 11% em 2025, impulsionando o desempenho apesar da queda de 14% no Preço do Brent.
- Os Investimentos totalizaram US$ 20,3 bilhões em 2025, crescimento de 22,2% A/A, com 84% destinados ao segmento de Exploração e Produção.
- A Dívida bruta da companhia atingiu US$ 69,8 bilhões em 31/12/2025, resultando em uma Relação dívida bruta/EBITDA Ajustado de 1,64x.
- O lifting cost (sem participação governamental e afretamento) foi de US$ 6,35/boe em 2025, um aumento de 5% em relação ao ano anterior.
- Relatório Anual5 mar 2026Abrir fonte ↗
Relatório da Administração 2025: Destaques de Produção e Desempenho Financeiro
O Relatório da Administração de 2025 detalha o desempenho operacional e financeiro robusto da Petrobras, com produção recorde e sólidos resultados financeiros, além de investimentos estratégicos e foco em transição energética e ASG.
- A Petrobras registrou uma produção total de óleo e gás de 2,99 milhões de boed em 2025, um aumento de 11% em relação a 2024, superando a meta estabelecida.
- O EBITDA Ajustado totalizou R$ 244,3 bilhões e o lucro líquido sem eventos exclusivos R$ 100,9 bilhões em 2025, com forte geração de caixa operacional de R$ 200,3 bilhões, apesar da queda no preço do Brent.
- Os investimentos (CAPEX) em 2025 totalizaram US$ 20,3 bilhões, um aumento de 22% em relação a 2024, com 84% direcionados para o segmento de Exploração e Produção.
- As reservas provadas (critério SEC) atingiram 12,1 bilhões de boe, o maior volume dos últimos dez anos, com um índice de reposição de reservas orgânico de 175%.
- O Plano de Negócios 2026-2030 prevê investimentos totais (CAPEX) de US$ 109 bilhões, com US$ 13 bilhões destinados a projetos de transição energética e baixo carbono.
- A companhia planeja atingir um pico de produção de óleo de 2,7 milhões de bpd em 2028 e produção total de 3,4 milhões de boed em 2028 e 2029.
- No segmento de Refino, Transporte e Comercialização, a capacidade instalada será ampliada para 2,1 milhões de bpd até 2030, com foco em produtos de maior valor agregado e biocombustíveis.
- A dívida bruta da Petrobras alcançou US$ 69,8 bilhões em 31/12/2025, refletindo o reconhecimento de novas plataformas afretadas e captações de recursos.
- A Petrobras reforça seus compromissos ambientais, sociais e de governança (ASG), visando zero fatalidade e zero vazamento, neutralidade de emissões operacionais até 2050 e investimentos socioambientais de R$ 480 milhões em 2025.
- A força de trabalho da Petrobras atingiu 50.687 empregados em 2025, com foco na diversidade, equidade e programas de desenvolvimento profissional, pesquisa e inovação.
- Apresentação5 mar 2026Abrir fonte ↗
Destaques Financeiros e Operacionais 2025 e 4T25
O documento detalha o desempenho financeiro e operacional da companhia para o ano completo de 2025 e o quarto trimestre de 2025, destacando resultados chave e indicadores por segmento de negócio.
- A empresa registrou um EBITDA Ajustado de R$ 244,3 bilhões e um Lucro líquido de R$ 100,9 bilhões em 2025, ambos excluindo eventos exclusivos, apesar da queda de 14% no preço do Brent.
- O Fluxo de Caixa Operacional atingiu R$ 200,3 bilhões e o Fluxo de Caixa Livre R$ 91,6 bilhões em 2025, demonstrando forte geração de caixa.
- Os investimentos totalizaram US$ 20,3 bilhões em 2025, um aumento de 22,2% em relação a 2024, com 84% direcionados ao segmento de Exploração e Produção.
- Três novos FPSOs (Almirante Tamandaré, Alexandre de Gusmão e P-78) entraram em operação, adicionando 585 mil barris de óleo por dia à capacidade de produção operada pela Petrobras.
- A Dívida bruta alcançou US$ 69,8 bilhões e a Dívida líquida US$ 60,6 bilhões em 31 de dezembro de 2025, com a relação Dívida bruta/EBITDA Ajustado em 1,64x.
- No segmento de E&P, o lucro bruto de 2025 diminuiu devido à queda do Brent, compensado pela maior produção de óleo e gás; no RTC, o lucro bruto aumentou impulsionado por maiores volumes de vendas.
- O segmento de Gás e Energias de Baixo Carbono apresentou redução do lucro bruto em 2025, influenciado por menores preços e volumes de vendas de gás.
- Outro5 mar 2026Abrir fonte ↗
Petrobras informa proposta de remuneração aos acionistas para 2025
A Petrobras informou sobre a proposta de remuneração aos acionistas para o quarto trimestre e o exercício social de 2025, a ser submetida à Assembleia Geral Ordinária.
- O Conselho de Administração da Petrobras autorizou o encaminhamento de proposta de R$ 8,1 bilhões em remuneração aos acionistas, referente ao 4º trimestre de 2025, à Assembleia Geral Ordinária (AGO).
- Com a aprovação da AGO, a remuneração total relativa ao exercício social de 2025, incluindo proventos já antecipados e atualizados pela Selic, somará R$ 41,2 bilhões.
- A proposta está alinhada à Política de Remuneração aos Acionistas, que prevê distribuição de 45% do fluxo de caixa livre, caso o endividamento bruto esteja dentro do limite definido no plano estratégico.
- A data de corte para ações negociadas na B3 será 22 de abril de 2026, com negociação ex-direitos a partir de 23 de abril de 2026.
- O valor a ser pago é de R$ 0,62622908 por ação ordinária e preferencial, dividido em duas parcelas iguais de R$ 0,31311454 por ação.
- A primeira parcela será paga em 20 de maio de 2026 e a segunda em 22 de junho de 2026, ambas integralmente como Juros Sobre Capital Próprio (JCP).
- Os valores serão atualizados pela variação da taxa Selic de 31 de dezembro de 2025 até as datas de pagamento, com incidência de imposto de renda sobre a atualização monetária.
- Para os detentores de ADRs na NYSE, a record date será 24 de abril de 2026, com pagamentos a partir de 28 de maio de 2026 (primeira parcela) e 29 de junho de 2026 (segunda parcela).
- Fato Relevante12 fev 2026Abrir fonte ↗
Petrobras não exercerá Direitos de Preferência e Tag Along em transação da Braskem
A Petrobras informou que seu Conselho de Administração aprovou o não exercício dos Direitos de Preferência e Tag Along em uma potencial transferência de ações da Braskem S.A.
- A decisão da Petrobras se refere a uma potencial operação envolvendo a transferência de ações da Braskem S.A. detidas pela NSP Investimentos S.A., subsidiária da Novonor.
- As ações seriam transferidas para o Shine I Fundo de Investimento em Direitos Creditórios de Responsabilidade Limitada (FIDC).
- O Conselho de Administração da Petrobras aprovou o não exercício dos Direitos de Preferência e Tag Along previstos no Acordo de Acionistas da Braskem S.A.
- A decisão foi tomada em 11 de fevereiro de 2026, considerando o estágio das negociações em curso.
- A Diretoria Executiva da Petrobras foi autorizada a adotar as medidas necessárias para implementar a decisão.
- Fatos adicionais relevantes sobre o tema serão divulgados oportunamente ao mercado, incluindo os termos finais da operação.
- ITR10 fev 2026Abrir fonte ↗
Relatório de Produção e Vendas 4T25 e Ano Completo 2025
A empresa divulgou resultados históricos de produção e vendas em 2025, impulsionados pela eficiência operacional e entrada de novos FPSOs, enquanto avançou em iniciativas de refino, logística e energias de baixo carbono.
- A produção total própria de óleo e gás natural superou a meta em 2,8 p.p., atingindo 2,99 milhões de boed em 2025, um aumento de 11% em relação a 2024.
- A produção comercial de óleo e gás natural alcançou 2,62 milhões de boed em 2025, superando a meta projetada em 0,9 p.p.
- Recordes de produção foram alcançados em 2025, incluindo produção total operada (4,32 milhões de boed), produção total própria (2,99 milhões de boed) e produção no pré-sal (2,45 milhões de boed própria).
- FPSOs Almirante Tamandaré e Marechal Duque de Caxias aumentaram sua capacidade, e os FPSOs Maria Quitéria, Anita Garibaldi, Anna Nery e Alexandre de Gusmão contribuíram com ramp-up.
- A empresa adicionou 1,7 bilhão de boe em reservas em 2025, alcançando um Índice de Reposição de Reservas (IRR) de 175% e um indicador R/P de 12,5 anos.
- As vendas de derivados no mercado interno cresceram 1,6% em 2025, impulsionadas por diesel, gasolina e QAV, com exportações de petróleo atingindo recorde anual de 765 mbpd.
- O parque de refino atingiu um Fator de Utilização Total (FUT) de 91% em 2025, com a produção de diesel, gasolina e QAV representando 68% da produção total.
- Foram finalizadas as obras de modernização do Trem 1 da RNEST e iniciada a operação de Hidrotratamento de Diesel (HDT) na REPLAN e REVAP, aumentando a capacidade de produção de diesel S-10.
- A empresa iniciou a produção de Combustível Sustentável de Aviação (SAF) no Brasil e processos para a construção da primeira planta dedicada à produção de SBC e HVO na RPBC.
- Em dezembro de 2025, foi assinado um acordo com a Lightsource bp para estabelecer uma parceria estratégica em energias renováveis onshore, com a aquisição de 49,99% das subsidiárias da Lightsource bp no Brasil.
- A intensidade de emissões de GEE no E&P (IGEE-E&P) foi de 14,7 kgCO2e/boe, atingindo a meta pública de descarbonização prevista para 2025.
- Release28 jan 2026Abrir fonte ↗
Petrobras aumenta reservas provadas em 2025 e atinge 12,1 bilhões de boe
A Petrobras informou que suas estimativas de reservas provadas de óleo, condensado e gás natural, segundo critérios da SEC, atingiram 12,1 bilhões de barris de óleo equivalente (boe) em 31 de dezembro de 2025.
- As reservas provadas da Petrobras, conforme critérios da SEC, totalizaram 12,1 bilhões de boe em 31 de dezembro de 2025.
- Do total de reservas provadas, 84% correspondem a óleo e condensado, e 16% a gás natural.
- Em 2025, houve uma adição significativa de 1,7 bilhão de boe às reservas, resultando em um Índice de Reposição de Reservas (IRR) de 175%.
- A relação entre reservas provadas e produção (indicador R/P) é de 12,5 anos.
- O aumento das reservas foi impulsionado pelo desempenho de ativos como Búzios, Tupi, Itapu e Mero, na Bacia de Santos, e o avanço em Budião, Budião Noroeste e Budião Sudeste na Bacia de Sergipe-Alagoas.
- Os projetos demonstraram resiliência, sem alterações relevantes nas reservas devido à variação do preço do petróleo.
- A empresa submeteu mais de 90% de suas reservas provadas (critério SEC) à certificação pela DeGolyer and MacNaughton (D&M).
- Pelo critério ANP/SPE, as reservas provadas da Petrobras atingiram 12,5 bilhões de boe em 31 de dezembro de 2025, com diferenças em relação ao critério SEC ligadas a premissas econômicas e prazos contratuais.
- Outro14 jan 2026Abrir fonte ↗
Petrobras anuncia pagamento de juros e amortização de debêntures
A Petrobras informou o pagamento de juros e a amortização de séries da sua 6ª emissão de debêntures, com valor total bruto de R$ 1,82 bilhão.
- A Petrobras realizará o pagamento de juros referentes à 1ª, 2ª e 3ª séries da 6ª emissão de debêntures.
- O pagamento e a liquidação das debêntures ocorrerão em 15 de janeiro de 2026, por meio do Banco Citibank S.A.
- As 1ª e 3ª séries de debêntures terão seu saldo integralmente liquidado (amortizado).
- O valor total bruto a ser pago em 15 de janeiro de 2026 é de R$ 1.827.265.684,35.
- A companhia detém debêntures da 1ª, 2ª e 3ª séries em tesouraria.
- Haverá incidência de imposto de renda na fonte sobre o montante pago aos debenturistas, com alíquotas aplicadas à situação fiscal individual, exceto para casos de dispensa legal comprovada.
- Outro13 jan 2026Abrir fonte ↗
Petrobras: Previsão da Assembleia Geral Ordinária de 2026
A Petrobras informou a data prevista para sua Assembleia Geral Ordinária de 2026, conforme seu Calendário Anual de Eventos Corporativos.
- A Petrobras comunicou a previsão da data de sua Assembleia Geral Ordinária (AGO) de 2026.
- A AGO de 2026 está agendada para o dia 16 de abril de 2026.
- O horário, local e formato exatos da assembleia serão informados oportunamente.
- A divulgação foi feita nos termos do artigo 37, § 2º, da Resolução CVM nº 81/2022.
- Fato Relevante18 dez 2025Abrir fonte ↗
Petrobras celebra novos contratos comerciais de longo prazo com a Braskem
A Petrobras informa a celebração de novos contratos de longo prazo com a Braskem para o fornecimento de nafta, etano, propano, hidrogênio e propeno, com vigência a partir de 2026.
- A Petrobras assinou contratos de Compra e Venda de Nafta Petroquímica com a Braskem para plantas em SP, BA e RS, com preços atrelados a referência internacional, volumes de até 4,316 milhões de toneladas anuais em 2030 e valor estimado de U
- Foi celebrado um contrato de Compra e Venda de Etano, Propano e Hidrogênio para o RJ, com preços baseados em referências internacionais, prevendo fornecimento de 580 mil toneladas/ano de eteno equivalente até 2028 e 725 mil toneladas/ano a
- A empresa também firmou contratos de Compra e Venda de Propeno das refinarias Reduc, Recap e Refap, com base em referências internacionais, totalizando US$ 940 milhões por 5 anos.
- A celebração dos contratos é classificada como Transação com Parte Relacionada (TPR), aprovada pelo Comitê de Auditoria Estatutário (CAE), em observância às condições de mercado.
- Outro12 dez 2025Abrir fonte ↗
Petrobras anuncia pagamento de juros da 8ª emissão de debêntures
A Petrobras informou que realizará o pagamento de juros aos detentores das 1ª, 2ª e 3ª séries de sua 8ª emissão de debêntures em 15 de dezembro de 2025.
- A Petrobras pagará juros aos detentores da 1ª, 2ª e 3ª séries da 8ª emissão de debêntures.
- O pagamento está agendado para 15 de dezembro de 2025.
- As debêntures foram emitidas em 16 de junho de 2025.
- O valor total bruto a ser pago é de R$ 94.583.823,41.
- Haverá incidência de imposto de renda na fonte sobre o montante pago, com exceções para comprovação de dispensa.
- Fato Relevante4 dez 2025Abrir fonte ↗
Petrobras: Resultado do Leilão de Áreas Não Contratadas (Mero e Atapu)
A Petrobras informa que arrematou direitos e obrigações da União nos campos de Mero e Atapu em leilão, aumentando sua participação nessas jazidas, em alinhamento com seu Plano de Negócios 2026-30.
- A Petrobras arrematou direitos e obrigações da União nos campos de Mero e Atapu no Leilão de Áreas Não Contratadas, realizado pela Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA).
- No campo de Mero, o consórcio Petrobras (80%) e Shell Brasil (20%) adquiriu 3,500% da União por R$ 7.791.844.310,00, aumentando a participação da Petrobras de 38,60% para 41,40%.
- No campo de Atapu, a Petrobras (73,24%) em parceria com a Shell (26,76%) adquiriu 0,950% da União por R$ 1.001.456.652,00, elevando sua participação de 65,687% para 66,38%.
- O valor a ser pago pela Petrobras em dezembro de 2025 é de R$ 6,97 bilhões, com a assinatura dos contratos prevista para março de 2026.
- O desembolso já estava previsto pela companhia, e os volumes de produção, embora não previstos, estão dentro da margem de +-4% da projeção da curva de produção do Plano de Negócios 2026-30.
- A participação no leilão está alinhada à estratégia de longo prazo da companhia para reposição de suas reservas de óleo e gás, conforme reafirmado no Plano de Negócios 2026-30.
- Apresentação28 nov 2025Abrir fonte ↗
Plano de Negócios Petrobras 2026-2030
O plano de negócios da Petrobras para 2026-2030 detalha estratégias financeiras, exploração e produção, refino, gás, energias de baixo carbono e compromissos ESG, visando valor e sustentabilidade.
- O plano reafirma o propósito da Petrobras de prover energia de forma ética e competitiva, com a visão de ser uma empresa diversificada e integrada na geração de valor, conciliando óleo e gás com negócios de baixo carbono.
- A empresa reforça suas escolhas estratégicas, incluindo ambição de neutralidade das emissões operacionais, liderança na transição energética justa, reposição de reservas de óleo e gás e ampliação do parque industrial.
- A estratégia financeira visa um fluxo de caixa resiliente, com Brent de equilíbrio de US$ 59/bbl em 2026 e convergência da Dívida Bruta para US$ 65 bilhões, otimizando gastos operacionais em 8,5% anualmente.
- Os investimentos em Exploração e Produção totalizam US$ 69,2 bilhões na carteira Implantação Alvo, focando em grandes projetos do pré-sal (Búzios, Mero, Atapu, Sépia) e exploração em novas fronteiras, com expectativa de atingir 2,7 milhões
- O segmento de Refino, Transporte e Comercialização planeja aumentar a capacidade de processamento em 320 Mbpd e a produção de Diesel S10 em 307 Mbpd, investindo também em biorrefino, logística e fertilizantes.
- O segmento de Gás e Energias de Baixo Carbono foca na atuação competitiva e integrada em gás natural e energia, diversificando o portfólio com biometano, biodiesel, etanol, solar, eólica e hidrogênio de baixa emissão de carbono.
- Petrobras destinará US$ 13 bilhões (12% do CAPEX total) para a transição energética e US$ 1,2 bilhão em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) em baixo carbono, representando 40% do orçamento de PD&I até 2029-2030.
- Os compromissos ESG incluem Net Zero operacional até 2050, Near Zero Methane até 2030, redução das emissões anuais abaixo de 55 MM tCO2e até 2030, redução de 40% na captação de água doce, e direcionamento de 80% dos resíduos sólidos para re
- A gestão enfatiza a disciplina de capital, governança reforçada para aprovação de projetos com VPL positivo e um programa de digitalização e inteligência artificial para otimização e geração de valor.
- Release27 nov 2025Abrir fonte ↗
Petrobras aprova Plano de Negócios 2026-2030 com US$ 109 bilhões em investimentos
A Petrobras aprovou seu Plano de Negócios 2026-2030, que reafirma o foco em óleo e gás com diversificação em negócios de baixo carbono e prevê investimentos de US$ 109 bilhões.
- O Plano de Negócios 2026-2030 (PN 2026-30) foi aprovado pelo Conselho de Administração da Petrobras.
- A empresa mantém sua visão de ser uma empresa diversificada e integrada de energia, conciliando foco em óleo e gás com diversificação em baixo carbono.
- O PN 2026-30 prevê investimentos totais (Capex) de US$ 109 bilhões, com US$ 91 bilhões na Carteira em Implantação e US$ 18 bilhões na Carteira em Avaliação.
- A 'Carteira em Implantação Alvo' inclui US$ 81 bilhões de projetos base e US$ 10 bilhões condicionados à análise de financiabilidade, com avaliações trimestrais.
- Estima-se economia de US$ 12 bilhões nos gastos operacionais gerenciáveis entre 2025 e 2030, representando uma redução média anual de 8,5% em relação ao plano anterior.
- Investimentos em Exploração e Produção (E&P) somam US$ 69,2 bilhões, sendo 62% destinados ao Pré-Sal.
- O Custo Total do Petróleo Produzido (CTPP) médio é previsto em US$ 30,4/boe para 2026-2030, uma redução de cerca de US$ 6/barril em relação ao plano anterior.
- A companhia planeja implantar 8 novos sistemas de produção até 2030 e prevê atingir um pico de produção de óleo de 2,7 milhões bpd em 2028 e 3,4 milhões boed em 2028-2029.
- US$ 7,1 bilhões serão direcionados para atividades exploratórias, com foco nas bacias do Sul/Sudeste, Margem Equatorial e ativos internacionais.
- No segmento de Refino, Transporte e Comercialização + Petroquímica e Fertilizantes (RTC), serão investidos US$ 15,8 bilhões, visando ampliar a capacidade de processamento para 2,1 milhões bpd até 2030.
- Serão investidos US$ 2 bilhões na renovação da frota de navios de cabotagem (20 navios e 18 barcaças) e afretamento de 40 embarcações de apoio offshore.
- Investimentos em Gás e Energias de Baixo Carbono (G&EBC) totalizam US$ 4 bilhões, priorizando etanol, biodiesel, biometano, diesel R, SAF e biobunker, além de parcerias em solar e eólica.
- O investimento total em transição energética é de US$ 13 bilhões, englobando projetos de baixo carbono, bioprodutos, descarbonização e PD&I.
- Os compromissos de descarbonização incluem a redução de 30% das emissões operacionais absolutas até 2030 (vs. 2015) e a ambição de neutralidade das emissões operacionais até 2050.
- O Plano prevê um fluxo de caixa resiliente, com Brent de equilíbrio para neutralidade da dívida líquida de US$ 59/barril em 2026 e US$ 48/barril em 2030, e dividendos ordinários estimados entre US$ 45 bilhões e US$ 50 bilhões.
- A dívida bruta tem um limite de US$ 75 bilhões, com convergência ao patamar de US$ 65 bilhões.
- Apresentação7 nov 2025Abrir fonte ↗
Destaques Operacionais e Financeiros da Petrobras no 3T25 e Perspectivas
A Petrobras apresentou seus destaques operacionais e financeiros do 3T25, incluindo recordes de produção, avanços em projetos de baixo carbono e o desempenho de indicadores financeiros.
- O FPSO Almirante Tamandaré alcançou 250 mbpd de produção diária em outubro, superando sua capacidade nominal autorizada.
- A P-78 chegou ao campo de Búzios em setembro de 2025, com operação prevista para o 4T25.
- Houve um novo recorde de produção total de óleo e gás natural própria, atingindo 3,14 MM boed no 3T25.
- A Petrobras assinou contrato para afretamento de 4 embarcações ROV Support Vessel (RSV) para apoio a operações submarinas, com construção no Brasil e entregas em 2029 e 2030.
- Foram adquiridos os blocos exploratórios Jaspe e Citrino, e 27,5% de participação no bloco 4 em São Tomé e Príncipe.
- As vendas de derivados no mercado interno aumentaram 5% no 3T25, com destaque para o diesel, e as exportações de petróleo e derivados superaram 1 MM bbl/dia.
- A Companhia avançou em projetos de baixo carbono com a certificação ISCC para o SAF do REDUC, testes de SAF no REVAP e processo de contratação para planta de BioQAV na RPBC.
- Foram assinados 5 contratos para o Complexo Boaventura e 9 contratos para a conclusão do Trem 2 da RNEST, visando ampliar a produção de Diesel S10, QAV e lubrificantes.
- Foi registrado um recorde de 44 MMm³/d de gás natural especificado para venda em agosto de 2025, com 6,5 MMm³/d de volume contratado no Mercado Livre de GN.
- O net_income sem eventos exclusivos no 3T25 foi de US$ 5,2 bilhões e o EBITDA sem eventos exclusivos de US$ 12,0 bilhões.
- O Fluxo de Caixa Operacional (FCO) foi de US$ 9,9 bilhões e o Fluxo de Caixa Livre (FCL) de US$ 5,0 bilhões no 3T25.
- Foram declarados Dividendos de R$ 12,2 bilhões para o 3T25, equivalentes a R$ 0,94 por ação.
- O CAPEX totalizou US$ 5,5 bilhões no 3T25, com 67,5% alocados em Desenvolvimento da Produção e 8,5% em Exploração.
- A Companhia emitiu dois novos bonds em setembro de 2025, totalizando US$ 2 bilhões, com vencimentos em 2030 e 2036.
- Os taxes pagos no 3T25 contribuíram para um total de R$ 199,6 bilhões em 2025.
- A Petrobras iniciou a perfuração do poço Morpho na costa do Amapá, após obter a licença de exploração.
- Foi obtido parecer favorável do IBAMA para ampliação da capacidade do FPSO Almirante Tamandaré e de outras cinco UEPs.
- ITR6 nov 2025Abrir fonte ↗
Resultados 3T25 e 9M25 da Petrobras: Destaques Operacionais e Financeiros
A Petrobras reportou resultados financeiros consistentes no 3T25 e 9M25, impulsionados pelo aumento da produção de óleo e gás e eficiência operacional, com destaque para recordes de produção e exportação.
- O EBITDA Ajustado sem eventos exclusivos foi de R$ 65,1 bilhões e o Lucro Líquido sem eventos exclusivos de R$ 28,5 bilhões no 3T25.
- A companhia gerou R$ 53,7 bilhões de Fluxo de Caixa Operacional e R$ 27,0 bilhões de Fluxo de Caixa Livre no 3T25.
- Foram pagos R$ 68 bilhões em tributos à União, estados e municípios, e aprovados R$ 12,2 bilhões em dividendos relacionados ao resultado do 3T25.
- A produção média de óleo, LGN e gás natural atingiu 3,14 milhões de boed no 3T25, um aumento de 8% em relação ao 2T25.
- O FPSO Almirante Tamandaré alcançou 270 mil bpd em outubro, superando sua capacidade nominal e tornando-se a plataforma de maior produção de petróleo da Petrobras e do Brasil.
- Os investimentos totalizaram US$ 5,5 bilhões no 3T25 e US$ 14,0 bilhões nos nove primeiros meses de 2025, com foco em Exploração e Produção.
- A dívida bruta foi de US$ 70,7 bilhões e a dívida líquida atingiu US$ 59,1 bilhões em 30 de setembro de 2025.
- O Lifting cost apurado no 3T25, sem participação governamental e sem afretamento, foi de US$ 6,30/boe.
- O lucro bruto do segmento de Refino, Transporte e Comercialização aumentou, impulsionado por maiores exportações de petróleo e margens em diesel e QAV.
- Outro6 nov 2025Abrir fonte ↗
Petrobras aprova pagamento de dividendos intercalares para 2025
A Petrobras informou a aprovação pelo Conselho de Administração do pagamento de dividendos intercalares no valor de R$ 12,16 bilhões, relativos ao exercício de 2025, baseados no balanço de 30 de setembro de 2025.
- O Conselho de Administração da Petrobras aprovou o pagamento de dividendos intercalares de R$ 12,16 bilhões, equivalente a R$ 0,94320755 por ação ordinária e preferencial.
- A remuneração aos acionistas é uma antecipação referente ao exercício de 2025, declarada com base no balanço de 30 de setembro de 2025.
- O pagamento será realizado em duas parcelas iguais: a primeira em 20 de fevereiro de 2026 e a segunda em 20 de março de 2026.
- A data de corte para ações negociadas na B3 é 22 de dezembro de 2025, e a record date para ADRs na NYSE é 26 de dezembro de 2025, com as ações ex-direitos na B3 a partir de 23 de dezembro de 2025.
- A decisão está alinhada à Política de Remuneração aos Acionistas, que prevê distribuição de 45% do fluxo de caixa livre sob certas condições de endividamento bruto.
- Os valores das parcelas serão atualizados pela variação da taxa Selic de 31 de dezembro de 2025 até a data de cada pagamento.
- Caso o pagamento seja sob a forma de juros sobre capital próprio (JCP), haverá incidência de imposto de renda, e esses proventos serão abatidos da remuneração a ser aprovada na Assembleia Geral Ordinária de 2026.
- ITR24 out 2025Abrir fonte ↗
Destaques Operacionais 3T25: Produção, Vendas e Descarbonização
A empresa reportou recordes de produção de óleo e gás no 3T25, com destaque para o pré-sal, eficiência no refino e avanços em projetos de descarbonização e biocombustíveis.
- A produção média de óleo, LGN e gás natural atingiu 3,14 MMboed no 3T25, um aumento de 7,6% em relação ao 2T25 e 16,9% em relação ao 3T24.
- O FPSO Almirante Tamandaré (campo de Búzios) alcançou o topo de produção de 225 mil bpd em 14 de agosto e 250 mil bpd em 09 de outubro, tornando-se a maior plataforma de produção de petróleo do Brasil.
- O FPSO Marechal Duque de Caxias atingiu 200 mil bpd em 25 de setembro, superando sua capacidade nominal de projeto.
- Foram iniciados 11 novos poços produtores no trimestre, sendo 7 na Bacia de Campos e 4 na Bacia de Santos.
- A navio-plataforma P-78 chegou ao campo de Búzios, com início de produção previsto para o 4T25 e capacidade de 180 mil bpd de petróleo e 7,2 milhões de m³ de gás.
- Foram registrados recordes de produção total operada (4,54 MMboed), produção total própria (3,14 MMboed), produção total operada no pré-sal (3,88 MMboed) e produção total própria no pré-sal (2,56 MMboed) no 3T25.
- As vendas de derivados no mercado interno apresentaram um aumento de 5,3% no 3T25, com destaque para o diesel que cresceu 12,2%, e as exportações de petróleo atingiram 814 Mbpd.
- O fator de utilização total do parque de refino (FUT) atingiu 94% no 3T25, com a produção de derivados crescendo 3,5% em relação ao 2T25.
- A empresa assinou contratos para o Projeto Refino Boaventura, que visa ampliar a produção de diesel S10, Querosene de Aviação (QAV) e lubrificantes Grupo II.
- Avanços em descarbonização incluem o teste de produção de Combustível Sustentável de Aviação (SAF) na REVAP e a certificação internacional ISCC para produção de SAF na REDUC, com previsão de produção de até 10 Mbpd em 2025.
- O volume contratado de gás natural no mercado livre cresceu 14% em relação ao 2T25, atingindo 6,5 MMm³/d.
- As usinas termelétricas Ibirité e TermoRio iniciaram a entrega antecipada de 1,12 GW de potência ao Operador Nacional do Sistema (ONS) em agosto de 2025.
- As emissões de GEE – O&G aumentaram aproximadamente 8% no 9M25 (35 milhões de toneladas) em comparação com o 9M24 (32,4 milhões de toneladas), principalmente devido ao comissionamento de novas unidades.
- A Petrobras aprovou o Projeto Piloto de CCS São Tomé, o primeiro no Brasil, com o objetivo de capturar até 100 mil toneladas de CO₂ por ano a partir de 2028.
- Apresentação30 set 2025Abrir fonte ↗
Petrobras: Destaques Financeiros e Operacionais do Terceiro Trimestre de 2025
A Petrobras reportou resultados financeiros e operacionais robustos no 3T25, com crescimento na produção de óleo, aumento do EBITDA Ajustado e lucro líquido, e avanços em projetos estratégicos de refino e exploração.
- O EBITDA Ajustado sem eventos exclusivos foi de US$ 12,0 bilhões e o Lucro líquido sem eventos exclusivos atingiu US$ 5,2 bilhões no 3T25.
- O Fluxo de Caixa Operacional alcançou US$ 9,9 bilhões e o Fluxo de caixa livre foi de US$ 5,0 bilhões no trimestre.
- A empresa pagou R$ 68 bilhões em tributos e aprovou R$ 12,2 bilhões em dividendos relacionados ao resultado do 3T25.
- A produção média de óleo, LGN e gás natural aumentou 8% em relação ao 2T25, atingindo 3,14 milhões de boed.
- O FPSO Almirante Tamandaré no campo de Búzios superou sua capacidade nominal, alcançando 270 mil bpd em outubro e tornando-se a maior plataforma de produção de petróleo da Petrobras e do Brasil.
- Foram assinados cinco contratos para a construção das unidades do Projeto Refino Boaventura, com o objetivo de modernizar o parque de refino e ampliar a produção de derivados de maior valor agregado.
- As exportações de petróleo registraram um recorde no 3T25, atingindo 814 Mbpd, reflexo da maior produção de óleo.
- Os investimentos totais somaram US$ 5,5 bilhões no 3T25 e US$ 14,0 bilhões no acumulado dos nove primeiros meses de 2025, com foco em Exploração & Produção, especialmente no pré-sal da Bacia de Santos.
- A dívida bruta aumentou 3,9% para US$ 70,7 bilhões em 30/09/2025, enquanto a dívida líquida atingiu US$ 59,1 bilhões, um crescimento de 0,8% no trimestre.
- O lifting cost no E&P (sem participação governamental e afretamento) foi de US$ 6,30/boe no 3T25, com aumento no pré-sal devido a maiores gastos com integridade e inspeções.
- Outro12 set 2025Abrir fonte ↗
Petrobras anuncia pagamento de juros da 7ª emissão de debêntures
A Petrobras informou o pagamento de juros para detentores das 1ª e 2ª séries da 7ª emissão de debêntures, com data prevista para 15 de setembro de 2025.
- Petrobras realizará o pagamento de juros da 7ª emissão de debêntures, referentes à 1ª e 2ª séries.
- O pagamento está programado para 15 de setembro de 2025.
- As debêntures são simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, emitidas em 15 de agosto de 2019.
- O valor total bruto a ser pago é de R$ 78.044.250,43.
- A 1ª série inclui 1.522.030 debêntures com preço unitário de R$ 24,99212059.
- A 2ª série inclui 1.478.670 debêntures com preço unitário de R$ 27,05505158.
- A companhia detém 7.309 debêntures da 1ª série em tesouraria.
- Haverá incidência de imposto de renda na fonte sobre os juros pagos, salvo comprovação de dispensa legal.
- Fato Relevante21 ago 2025Abrir fonte ↗
Petrobras: Conselho de Administração aprova Bruno Moretti como Presidente
O Conselho de Administração da Petrobras aprovou Bruno Moretti como seu novo Presidente, com mandato até a próxima Assembleia Geral, conforme comunicado hoje.
- O Conselho de Administração da Petrobras aprovou Bruno Moretti como o novo Presidente do Conselho.
- O mandato de Bruno Moretti se estenderá até a próxima Assembleia Geral.
- Bruno Moretti possui formação em Economia (UFF, UFRJ), Sociologia (UnB) e está cursando doutorado em Desenvolvimento Econômico (Unicamp).
- Sua experiência profissional inclui cargos no Ministério do Planejamento, Ministério da Saúde, Casa-Civil da Presidência da República e Senado Federal.
- Atualmente, ele é Secretário Especial de Análise Governamental da Presidência da República e membro do Comitê de Investimentos da Petrobras.
- Fato Relevante20 ago 2025Abrir fonte ↗
Renúncia do Presidente do Conselho de Administração da Petrobras
A Petrobras informou a renúncia, com efeitos imediatos, de Pietro Adamo Sampaio Mendes dos cargos de Presidente e membro do Conselho de Administração, devido a novos desafios profissionais.
- Pietro Adamo Sampaio Mendes renunciou, com efeitos imediatos, aos cargos de Presidente e membro do Conselho de Administração da Petrobras.
- A renúncia ocorreu em razão de novos desafios profissionais do Sr. Mendes.
- O Estatuto Social da Petrobras permite que o próprio Conselho de Administração eleja um substituto para o Presidente em caso de vacância, com a eleição válida até a próxima Assembleia Geral.
- A Petrobras manterá o mercado informado sobre o tema.
- Apresentação8 ago 2025Abrir fonte ↗
Destaques Operacionais e Financeiros do 2T25 da Petrobras
A Petrobras apresentou os destaques operacionais e financeiros do segundo trimestre de 2025, evidenciando o crescimento da produção, investimentos estratégicos e resultados robustos, apesar da queda do Brent.
- O FPSO Alexandre de Gusmão iniciou a produção no campo de Mero em 24 de maio, com capacidade diária de 180 mil barris de óleo e 12 milhões de m³ de gás.
- A produção total própria de óleo e gás natural alcançou 2,91 MM boed, um aumento de 5,0% em relação ao 1T25, com recordes de produção total operada (4,19 MM boed) e própria no pré-sal (2,39 MM boed).
- A Companhia anunciou novas descobertas no pré-sal da Bacia de Santos (Bloco de Aram) e adquiriu 10 blocos exploratórios na Margem Equatorial e 3 na Bacia de Pelotas, além de demonstrar interesse em áreas na Costa do Marfim.
- O FPSO P-78 está a caminho do Brasil com entrada em operação esperada para o 4T25 e foram obtidas licenças importantes para o Plano de Negócios 2025-2029.
- Investimentos no parque de refino incluem a operação do novo HDT da Replan, ampliando a produção de diesel S-10 e QAV, e a assinatura de 5 contratos para o Trem 2 da RNEST, dobrando a capacidade de processamento até 2029.
- A retomada da produção de fertilizantes começou com o Arla 32 na ANSA e o Complexo Boaventura teve seu 2º módulo da UPGN em operação, elevando a capacidade de processamento para 21 MMm³/d.
- Iniciativas de inovação e sustentabilidade no transporte marítimo incluem a contratação do navio Buran e testes de otimização de viagens com o navio Aquila, gerando economia de combustível e redução de emissões.
- A Petrobras criou a Corregedoria Geral para fortalecer o Sistema de Integridade e fortaleceu sua capacidade tecnológica com a adição dos supercomputadores Ada e Capivara.
- A Companhia celebrou novos contratos no mercado livre de gás, aumentando em 170% os volumes contratados no 1º semestre de 2025, e antecipou o início dos contratos de leilão (LRCAP 2021) para as UTE Ibirité e Termorio.
- A produção comercial de óleo e gás cresceu, compensando a queda do Brent, e a performance operacional sustentou resultados financeiros sólidos e uma robusta geração de caixa.
- O endividamento aumentou ao longo de 2025 devido à entrada dos FPSOs Alexandre de Gusmão e Almirante Tamandaré, além de captações financeiras.
- 85% do Capex foi destinado ao E&P, com 48 poços interligados, superando o total de 2024, e os FPSOs Marechal Duque de Caxias e Almirante Tamandaré demonstraram ramp-up acelerado.
- A produção de óleo no Brasil em julho atingiu 2,47 milhões de barris por dia, e a produção média de óleo e gás em 2025 é esperada na banda superior da meta.
- A política de remuneração aos acionistas prevê a distribuição de R$ 8,7 bilhões em dividendos no 2T25, com parcelas em 21/11 e 22/12, refletindo a sustentabilidade financeira e disciplina de capital da Companhia.
- ITR7 ago 2025Abrir fonte ↗
Relatório de Desempenho 2T25 – Resultados Operacionais e Financeiros
A empresa divulgou seus resultados do segundo trimestre de 2025, destacando a performance operacional impulsionada por novos sistemas de produção e melhoria da eficiência, além de resultados financeiros consistentes.
- A produção de óleo e LGN alcançou 2,32 milhões de bpd no 2T25, um aumento de 5% em relação ao 1T25, impulsionada pelo ramp-up de projetos e entrada em produção do FPSO Alexandre de Gusmão.
- O EBITDA Ajustado sem eventos exclusivos foi de R$ 57,9 bilhões e o lucro líquido sem eventos exclusivos de R$ 23,2 bilhões no 2T25.
- Os investimentos (Capex) totalizaram US$ 4,4 bilhões no 2T25, com foco principal no desenvolvimento do polo pré-sal da Bacia de Santos.
- A dívida bruta alcançou US$ 68,1 bilhões e a dívida líquida atingiu US$ 58,6 bilhões em 30 de junho de 2025.
- O custo de extração (lifting cost) no Brasil foi de US$ 5,96/boe no 2T25, representando uma redução de 12,3% em comparação com o trimestre anterior.
- Marcos operacionais incluíram o início de produção do FPSO Alexandre de Gusmão, o trânsito do navio-plataforma P-78 para o Brasil, novas descobertas de petróleo e aquisição de blocos exploratórios.
- O segmento de Refino, Transporte e Comercialização registrou investimentos de US$ 0,51 bilhão, com destaque para a conclusão da ampliação da capacidade da RNEST e o início da operação da unidade de hidrotratamento de diesel (HDT) da REPLAN.
- O lucro bruto do segmento de Gás e Energias de Baixo Carbono aumentou 35,7% no 2T25 devido ao crescimento das vendas de gás natural e à redução dos custos de importação.
- Outro7 ago 2025Abrir fonte ↗
Petrobras informa sobre remuneração aos acionistas de R$ 8,66 bilhões
A Petrobras aprovou o pagamento de dividendos e Juros Sobre Capital Próprio (JCP) intercalares totalizando R$ 8,66 bilhões, equivalentes a R$ 0,67192409 por ação, com base no balanço de 30 de junho de 2025.
- O Conselho de Administração da Petrobras aprovou o pagamento de R$ 8,66 bilhões em dividendos e JCP intercalares, ou R$ 0,67192409 por ação ordinária e preferencial.
- A remuneração aos acionistas é uma antecipação referente ao exercício de 2025, baseada no balanço de 30 de junho de 2025.
- O pagamento está em conformidade com a Política de Remuneração aos Acionistas, que prevê a distribuição de 45% do fluxo de caixa livre sob certas condições de endividamento bruto.
- Os proventos serão pagos em duas parcelas: a primeira em 21 de novembro de 2025 (integralmente JCP) e a segunda em 22 de dezembro de 2025 (dividendo e JCP).
- A data base para a posição acionária na B3 é 21 de agosto de 2025, com ações negociadas ex-direitos a partir de 22 de agosto de 2025.
- Os valores desses proventos serão abatidos da remuneração total a ser aprovada na Assembleia Geral Ordinária de 2026 para o exercício de 2025, com reajuste pela taxa Selic.
- Release7 ago 2025Abrir fonte ↗
Petrobras: Posicionamento Estratégico em Distribuição Aprovado
A Petrobras informou que seu Conselho de Administração aprovou o posicionamento estratégico da companhia em distribuição, focando em negócios rentáveis e parcerias, incluindo GLP e soluções de baixo carbono.
- O Conselho de Administração da Petrobras aprovou o posicionamento da companhia em distribuição no âmbito de seus elementos estratégicos.
- O posicionamento abrange os segmentos de RTC, G&E e Baixo Carbono.
- A estratégia define atuar em negócios rentáveis e de parcerias nas atividades de distribuição, respeitando disposições contratuais vigentes.
- Os direcionadores do posicionamento incluem atuar na distribuição de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP).
- A companhia buscará integrar-se com demais negócios no Brasil e no mundo.
- Um dos direcionadores é oferecer soluções de baixo carbono para seus clientes.
- Release29 jul 2025Abrir fonte ↗
Destaques Operacionais e de Vendas da Petrobras no 2T25
A Petrobras reportou aumento da produção média de óleo, LGN e gás natural no 2T25, impulsionado pela entrada em operação e ramp-up de novas plataformas, além de melhorias no refino e vendas.
- A produção média de óleo, LGN e gás natural alcançou 2,91 MMboed no 2T25, um aumento de 5,0% em comparação ao 1T25.
- O desempenho da produção foi impulsionado pelo ramp-up dos FPSOs Almirante Tamandaré, Maria Quitéria, Anita Garibaldi e Anna Nery, o atingimento do topo de produção do Marechal Duque de Caxias e a entrada em operação do FPSO Alexandre de Gu
- Foram atingidos recordes de produção total operada de 4,19 MMboed e de produção total própria no pré-sal de 2,39 MMboed no 2T25.
- O novo HDT da Refinaria de Paulínia (REPLAN) ampliou a capacidade de produção de diesel S-10 em até 63 mbpd e de querosene de aviação (QAV) em até 21 mbpd.
- As vendas de derivados no mercado interno cresceram 1% no 2T25, com destaque para GLP, gasolina e nafta; a produção de derivados aumentou 1,4%.
- A venda de gás natural aumentou em 3 MM m³/dia no 2T25, e a oferta de gás nacional cresceu devido à entrada em operação das novas infraestruturas do Rota 3 e do processamento na UPGN de Itaboraí.
- O segundo módulo da Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) do Complexo de Energias Boaventura entrou em operação comercial, elevando a capacidade total de processamento para 21 MM m³/dia.
- As emissões operacionais de GEE das atividades de óleo e gás aumentaram para 23 milhões de toneladas de CO2e no 1S25, um crescimento de 7% em relação ao 1S24, devido ao comissionamento de novas unidades.
- A Petrobras lançou um edital para seleção de gestor para um Fundo de Corporate Venture Capital focado em transição energética e descarbonização, em parceria com BNDES e FINEP.
- Outro14 jul 2025Abrir fonte ↗
Petrobras anuncia pagamento de juros de debêntures da 6ª emissão
A Petrobras informou que realizará o pagamento de juros para as 1ª, 2ª e 3ª séries da 6ª emissão de debêntures em 15 de julho de 2025.
- A Petrobras efetuará o pagamento de juros aos detentores das debêntures em 15 de julho de 2025.
- O pagamento refere-se às 1ª, 2ª e 3ª séries da 6ª emissão de debêntures, emitidas em 15 de janeiro de 2019.
- O valor total bruto a ser pago é de R$ 102.363.658,58.
- A companhia detém debêntures em tesouraria nas três séries.
- Haverá incidência de imposto de renda na fonte sobre o montante pago, salvo exceções legais comprovadas.
- Fato Relevante30 mai 2025Abrir fonte ↗
Petrobras solicita registro de oferta pública de debêntures de R$3 bilhões
A Petrobras informou à CVM o pedido de registro para uma oferta pública de debêntures simples, não conversíveis em ações, no valor total de R$ 3 bilhões, para financiar projetos prioritários.
- A Petrobras apresentou à CVM o pedido de registro da 8ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, com valor total de R$ 3 bilhões.
- A oferta será distribuída em até 3 séries, sob rito de registro automático conforme a Resolução CVM nº 160.
- As debêntures terão valores nominais atualizados pelo IPCA e juros remuneratórios definidos via bookbuilding.
- Os prazos de vencimento das debêntures são 15 de junho de 2035 (1ª série), 15 de junho de 2040 (2ª série) e 15 de junho de 2045 (3ª série).
- Os recursos captados serão destinados exclusivamente ao custeio de investimentos em projetos prioritários.
- A distribuição ocorrerá sob regime de garantia firme de colocação, coordenada por diversas instituições financeiras.
- A Companhia disponibilizou o prospecto preliminar, aviso ao mercado, lâmina da oferta e seu Formulário de Referência atualizado na mesma data.
- Fato Relevante28 mai 2025Abrir fonte ↗
Petrobras aprova oferta pública de debêntures
A Petrobras informou a aprovação de sua 8ª emissão de debêntures simples, no valor total de R$ 3 bilhões, destinada a financiar projetos prioritários.
- A Diretoria Executiva da Petrobras aprovou a 8ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações.
- A emissão será em até 3 séries, da espécie quirografária, totalizando R$ 3.000.000.000,00 (três bilhões de reais).
- A oferta será pública, em conformidade com a Resolução CVM nº 160 e outras legislações aplicáveis.
- Os recursos captados serão destinados ao custeio de gastos, despesas ou dívidas relacionadas a investimentos em projetos prioritários.
- O pedido de registro da oferta perante a CVM será realizado oportunamente.
- Outro26 mai 2025Abrir fonte ↗
Petrobras avalia potencial emissão de debêntures de até R$ 3 bilhões
A Petrobras informou que está avaliando uma potencial emissão de debêntures incentivadas no montante de até R$ 3 bilhões, sujeita a aprovações internas da companhia.
- A Petrobras está considerando uma potencial emissão de debêntures incentivadas.
- O montante da potencial emissão pode atingir até R$ 3 bilhões.
- A emissão ainda está em fase de discussão interna.
- A conclusão da emissão está sujeita às aprovações internas competentes, conforme o Estatuto da Companhia.
- A companhia se compromete a divulgar fatos julgados relevantes ao mercado tempestivamente.
- Apresentação13 mai 2025Abrir fonte ↗
Destaques Operacionais e Financeiros da Petrobras no 1T25
A Petrobras apresentou os destaques operacionais e financeiros referentes ao primeiro trimestre de 2025, incluindo marcos de produção, resultados financeiros e sua contribuição social.
- O FPSO Almirante Tamandaré (Búzios 7) entrou em produção no Campo de Búzios em 15 de fevereiro de 2025.
- A produção total de óleo e gás natural alcançou 2,77 milhões de boed, representando um aumento de 5,4% em relação ao trimestre anterior.
- Foram confirmadas novas descobertas nas Bacias de Campos e Santos, além da conclusão de teste de formação na Colômbia.
- A Companhia realizou a primeira venda de VLSFO com 24% de conteúdo renovável no mercado asiático e assinou contrato para exportar até 6 milhões de barris de petróleo por ano para a BPCL a partir de 2025.
- O lucro líquido, sem eventos exclusivos, aumentou 31% e o EBITDA, sem eventos exclusivos, cresceu 8% em relação ao 4T24.
- O Lucro Líquido foi impactado por maiores volumes de petróleo produzido e vendido, e pela variação cambial do período.
- O CAPEX realizado está vinculado a entregas físicas que sustentam a produção futura, com aumento de investimentos no 4T24 para cumprimento de pacotes e redução de atrasos.
- A dívida bruta permanece dentro do limite estabelecido pelo Plano de Negócios, com aumento decorrente da entrada do FPSO Almirante Tamandaré.
- Foram declarados R$ 11,7 bilhões em dividendos referentes ao 1T25, com pagamento em duas parcelas.
- A contribuição da Petrobras à sociedade no 1T25 incluiu R$ 66 bilhões em tributos (federais, estaduais e municipais) e participação governamental, além de R$ 66 milhões investidos em projetos socioambientais e patrocínios.
- Outro12 mai 2025Abrir fonte ↗
Petrobras aprova pagamento de dividendos e JCP intercalares
Petrobras informa a aprovação de R$ 11,72 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) intercalares, referentes ao exercício de 2025, com pagamentos em agosto e setembro.
- O Conselho de Administração da Petrobras aprovou o pagamento de R$ 11,72 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) intercalares.
- O valor corresponde a R$ 0,90916619 por ação ordinária e preferencial, como antecipação da remuneração de 2025, com base no balanço de 31 de março de 2025.
- O pagamento será feito em duas parcelas: a primeira em 20 de agosto de 2025 (R$ 0,45458310/ação, como JCP) e a segunda em 22 de setembro de 2025 (R$ 0,45458309/ação, dividida em dividendos e JCP).
- A data-base para os detentores de ações na B3 é 02 de junho de 2025 e para os detentores de ADRs na NYSE é 04 de junho de 2025.
- As ações da Petrobras serão negociadas ex-direitos na B3 a partir de 03 de junho de 2025.
- A remuneração está alinhada à Política de Remuneração aos Acionistas, que prevê a distribuição de 45% do fluxo de caixa livre sob certas condições.
- Os proventos serão abatidos da remuneração a ser aprovada na Assembleia Geral Ordinária de 2026 para o exercício de 2025, com valores reajustados pela taxa Selic.
- Apresentação6 mai 2025Abrir fonte ↗
Carteira de Investimentos e Oportunidades da Petrobras no Brasil
A Petrobras apresenta sua carteira de investimentos para 2025-2029, destacando necessidades para o mercado offshore, novos projetos e oportunidades de parcerias no Brasil.
- O Plano de Negócios 2025-2029 da Petrobras prevê US$ 111 bilhões em investimentos, com US$ 98 bilhões já sancionados e US$ 13 bilhões em avaliação.
- O CAPEX total para transição energética é de US$ 16,3 bilhões, abrangendo diversas áreas da empresa.
- A Petrobras planeja a contratação de 10 novos sistemas de produção (FPSOs) até 2029, além de 6 projetos em estudo, incluindo Búzios 12.
- As principais demandas para os próximos 5 anos incluem a contratação de 11 FPSOs, 70 Árvores de Natal Molhadas (ANMs), 6.000 km de dutos e uma frota de 80-90 sondas.
- Novos projetos de contratação de FPSOs utilizam o modelo BOT (Build-Operate-Transfer) e focam na otimização de CAPEX e redução do tamanho das plataformas.
- Requisitos de conteúdo local são aplicados nos processos de contratação, com incentivos de juros do Fundo da Marinha Mercante para modernização de estaleiros brasileiros.
- Há demanda para a indústria naval brasileira em descomissionamento de plataformas, módulos de FPSO, petroleiros e 40 novas embarcações de apoio marítimo.
- Estaleiros brasileiros como Brasfels, EJA, NavShip, Detroit e Rio Grande já estão envolvidos na fabricação de módulos e embarcações.
- A empresa busca parcerias para execução de projetos, engenharia, construção de módulos, fornecimento de equipamentos e outros serviços.
- Apresentação28 abr 2025Abrir fonte ↗
Destaques Operacionais da Petrobras no 1T25
A Petrobras reportou um aumento na produção de óleo, LGN e gás natural no 1T25, impulsionado pela entrada em operação de novos FPSOs e poços, além de destacar o desempenho de vendas e iniciativas de descarbonização.
- A produção média de óleo, LGN e gás natural aumentou 5,4% no 1T25, alcançando 2,77 MMboed, devido a menor volume de perdas por paradas e melhor eficiência na Bacia de Santos.
- O FPSO Almirante Tamandaré iniciou produção em fevereiro no campo de Búzios, e o FPSO Marechal Duque de Caxias teve ramp-up no campo de Mero, contribuindo para a produção.
- Foram iniciadas operações de 11 novos poços produtores no 1T25, sendo 6 na Bacia de Campos e 5 na Bacia de Santos.
- A produção operada de óleo + LGN no pré-sal e a produção total operada no pré-sal atingiram recordes no 1T25, com 2,77 MMboed e 3,38 MMboed, respectivamente.
- As vendas de derivados no mercado interno cresceram 2,9% no 1T25 em comparação anual, impulsionadas por diesel, gasolina e QAV.
- A participação do óleo do pré-sal na carga processada das refinarias alcançou 73% no 1T25, igualando o recorde anterior.
- As obras de modernização do Trem 1 da Refinaria Abreu e Lima (RNEST) foram concluídas, visando aumentar a produção de derivados de maior valor agregado, como o diesel.
- A Petrobras realizou sua primeira venda de VLSFO com 24% de conteúdo renovável no mercado asiático em fevereiro de 2025.
- As vendas de gás natural e energia elétrica registraram quedas no 1T25 em comparação com o trimestre anterior, devido à menor demanda termelétrica e cenário hidrológico mais equilibrado.
- As emissões operacionais de GEE O&G aumentaram 3% no 1T25 ano a ano, principalmente pelo comissionamento de novas unidades como FPSOs e UTG Itaboraí.
- A intensidade de carbono no E&P aumentou para 15,6 kgCO2e/boe no 1T25, impactada pelo comissionamento do FPSO Almirante Tamandaré.
- A Petrobras e o BNDES firmaram parceria para reflorestar até 50 mil hectares na Amazônia e fortalecer o mercado de créditos de carbono, com potencial de capturar 15 milhões de toneladas de carbono.
- A China aumentou sua participação como destino das exportações de petróleo da Petrobras no 1T25, e um contrato para exportar até 6 milhões de barris por ano foi assinado com a BPCL da Índia a partir de 2025.
- Outro16 abr 2025Abrir fonte ↗
Ata da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária da Petrobras (AGOE 2025)
A ata da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária da Petrobras, realizada em 16 de abril de 2025, detalha a aprovação das contas de 2024, a destinação do lucro, a eleição de membros do Conselho de Administração e Fiscal, a fixação de rem
- A Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária (AGOE) da Petrobras foi realizada de modo híbrido em 16 de abril de 2025, com quórum de 93,89% para a AGO e 94,15% para a AGE das ações ordinárias.
- A AGO aprovou a tomada de contas dos administradores, o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2024.
- Foi aprovada a proposta de destinação do Resultado do exercício de 2024, incluindo o dividendo mínimo obrigatório e dividendos adicionais, totalizando R$64.760.597.494,77 em antecipações e R$9.145.138.735,08 em adicionais.
- Foram eleitos 8 membros para o Conselho de Administração, incluindo a eleição de Pietro Adamo Sampaio Mendes como Presidente do Conselho, com gestão até a AGO de 2026.
- Foi aprovada a fixação de 5 membros para o Conselho Fiscal, com a eleição dos membros e seus suplentes, incluindo indicações da União Federal e de acionistas minoritários, com gestão até a AGO de 2026.
- A remuneração global dos administradores, membros do Conselho Fiscal e Comitês Estatutários foi fixada para o período de abril/2025 a março/2026, com limites específicos para cada grupo.
- A AGE aprovou a alteração de diversos artigos do Estatuto Social da Petrobras e sua consequente consolidação, abrangendo o objeto social, capital social, governança e outras disposições.
- As alterações estatutárias incluíram detalhes sobre a atuação da Companhia em relação ao interesse público, a composição do Conselho de Administração com requisito de membros independentes, e regras de impedimento para ex-membros da adminis
- O Capital Social foi atualizado para R$ 205.431.960.490,52, dividido em 12.888.732.761 ações sem valor nominal, sendo 7.442.231.382 ordinárias e 5.446.501.379 preferenciais.
- O Estatuto Social consolidado define a estrutura de governança, incluindo a composição e competências do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva, e os comitês de assessoramento.
- Outro3 fev 2025Abrir fonte ↗
Relatório de Produção e Vendas 4T24 e Anual - Destaques Operacionais
Este relatório da Petrobras detalha os resultados de produção e vendas do quarto trimestre de 2024 e do ano completo de 2024, abordando os segmentos de Exploração & Produção, Refino, Transporte e Comercialização, Gás e Energias de Baixo Car
- A Petrobras atingiu todas as metas de produção de 2024 estabelecidas no Plano Estratégico 2024-2028+.
- A produção total de óleo e gás natural em 2024 alcançou 2,7 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed).
- Foram estabelecidos novos recordes anuais de produção total própria e operada no pré-sal em 2024, com 2,2 milhões e 3,2 milhões de boed, respectivamente.
- Início de produção dos FPSOs Maria Quitéria e Marechal Duque de Caxias, e previsão de início do FPSO Almirante Tamandaré para 2025.
- A produção de óleo no pré-sal no 4T24 foi de 1.760 Mbpd, impactada por paradas para manutenção no campo de Búzios, mas compensada por novos FPSOs.
- O fator de utilização total (FUT) do refino em 2024 foi de 93%, o maior desde 2014, com recordes de produção de gasolina (420 mil bpd) e diesel S-10 (452 mil bpd).
- A participação do óleo do pré-sal na carga processada alcançou recorde de 70% em 2024.
- As vendas de derivados no 4T24 tiveram variações sazonais, com aumento em gasolina e QAV e redução em diesel e GLP.
- A UPGN do Complexo de Energias Boaventura iniciou operação em 10 de novembro de 2024, com capacidade de 10,5 MMm³/d de gás natural.
- As emissões operacionais de GEE das atividades de óleo e gás aumentaram para 44 milhões de toneladas em 2024, principalmente devido ao comissionamento de FPSOs.
- A intensidade de emissões de GEE (IGEE) no E&P aumentou devido ao comissionamento de FPSOs, enquanto no Refino diminuiu devido à eficiência energética.
- Outro10 jan 2025Abrir fonte ↗
Petrobras agenda Assembleia Geral Ordinária de 2025 para 16 de abril
A Petrobras informou que sua Assembleia Geral Ordinária de 2025 está prevista para o dia 16 de abril de 2025, conforme o Calendário Anual de Eventos Corporativos.
- A Assembleia Geral Ordinária (AGO) de 2025 da Petrobras foi agendada para 16 de abril de 2025.
- A data da AGO está em linha com o Calendário Anual de Eventos Corporativos da Companhia.
- Detalhes sobre o horário, local e formato da assembleia serão divulgados oportunamente.
- Apresentação4 abr 2023Abrir fonte ↗
Desempenho Financeiro - 1º trimestre 2023
Documento apresenta o desempenho financeiro da empresa referente ao primeiro trimestre de 2023.
- Sumário dos resultados financeiros do 1º trimestre de 2023.
- Destaques operacionais e financeiros do período.
- Análise das principais métricas de desempenho econômico.
- Informações sobre a situação financeira da companhia.
- Fato Relevante30 nov 2022Abrir fonte ↗
Petrobras aprova Plano Estratégico 2023-2027
A Petrobras anunciou a aprovação de seu Plano Estratégico para 2023-2027, detalhando investimentos de quase US$ 100 bilhões, metas de produção, foco em baixo carbono e estratégias ASG.
- A Petrobras aprovou seu Plano Estratégico para o quinquênio 2023-2027 (PE 2023-27).
- O plano mantém a visão, valores e propósito da companhia, aprimorando estratégias de ASG e Inovação.
- As quatro métricas de topo do plano anterior foram reafirmadas: IAGEE, VAZO, Delta do EVA® Petrobras e TAR.
- Os investimentos (CAPEX) previstos são de US$ 78 bilhões, com adicional de US$ 20 bilhões em afretamentos de plataformas, totalizando quase US$ 100 bilhões em recursos para projetos.
- O CAPEX é focado principalmente em Exploração e Produção (83%), com 67% destinados ao pré-sal, e US$ 6 bilhões para exploração, dos quais aproximadamente 50% na Margem Equatorial.
- US$ 4,4 bilhões do CAPEX total (6%) são direcionados a iniciativas de baixo carbono, incluindo descarbonização de operações (escopos 1 e 2), biorrefino e P&D.
- O orçamento do Fundo de Descarbonização foi aumentado para US$ 600 milhões no PE 2023-27.
- Estudos para novos negócios incluem eólicas offshore, hidrogênio e captura de carbono, além da continuidade em biorrefino.
- A gestão de portfólio ativa prevê desinvestimentos entre US$ 10 bilhões e US$ 20 bilhões no quinquênio.
- A projeção de produção de óleo e gás indica crescimento contínuo, com 18 novas plataformas, mantendo a meta de produção para 2023 (2.1 milhões bpd de óleo e 2.6 milhões boed total).
- As projeções de produção de óleo para 2024 e 2025 foram reduzidas em aproximadamente 0.1 milhão de bpd devido a ajustes no cronograma de interligação de poços.
- O PE 2023-27 é autofinanciável, com premissas de preço Brent médio de US$ 75/bbl e taxa de câmbio média de R$ 5/US$ no quinquênio.
- A dívida bruta terá um intervalo de referência de US$ 50 bilhões a US$ 65 bilhões, com gestão para mantê-la em torno de US$ 55 bilhões.
- Outro13 abr 2022Abrir fonte ↗
Ata da AGOE Petrobras 2022: Aprovação de Contas, Dividendos e Eleições
A Ata da AGOE Petrobras de 13/04/2022 aprovou contas e DFs de 2021, destinação de R$101,4 bilhões em dividendos, eleição de Conselhos, e a reforma do Estatuto Social foi retirada da pauta.
- As contas dos administradores, o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2021 foram aprovados.
- A destinação do Resultado de 2021 foi aprovada, com R$101.395.211.330,41 destinados a dividendos, equivalentes a 95,06% do lucro líquido.
- A política de remuneração aos acionistas considera a distribuição de 60% da diferença entre o fluxo de caixa operacional e as aquisições de imobilizados e intangíveis, sob condições específicas de dívida bruta.
- Foram eleitos 11 membros para o Conselho de Administração (mandato até AGO 2024) e 5 membros para o Conselho Fiscal (mandato até AGO 2023).
- A remuneração global dos administradores, membros do Conselho Fiscal e Comitês Estatutários de Assessoramento foi aprovada, com até R$39.584.080,39 para administradores no período de abril de 2022 a março de 2023.
- A proposta de Reforma do Estatuto Social foi retirada da pauta da Assembleia Geral Extraordinária a pedido da União Federal.
- Outro5 mar 2022Abrir fonte ↗
Petrobras: Indicação de candidatos para os Conselhos de Administração e Fiscal
A Petrobras informou que recebeu indicações do acionista controlador para o Conselho de Administração e o Conselho Fiscal, que serão deliberadas na Assembleia Geral Ordinária de 13 de abril de 2022.
- O Ministério de Minas e Energia indicou oito candidatos para o Conselho de Administração e quatro para o Conselho Fiscal da Petrobras.
- A Secretaria do Tesouro Nacional indicou dois candidatos adicionais para o Conselho Fiscal da Companhia.
- As indicações incluem nomes como Luiz Rodolfo Landim Machado para Presidente do Conselho de Administração e Agnes Maria de Aragão da Costa como membro titular do Conselho Fiscal.
- A lista de candidatos para o Conselho de Administração inclui Carlos Eduardo Lessa Brandão, Joaquim Silva e Luna, Luiz Henrique Caroli, Márcio Andrade Weber, Murilo Marroquim de Souza, Ruy Flaks Schneider e Sonia Julia Sulzbeck Villalobos.
- Para o Conselho Fiscal, foram indicados Marisete Fátima Dadald Pereira (suplente), Janete Duarte Mol (titular), Otavio Ladeira de Medeiros (suplente), Sérgio Henrique Lopes de Sousa (titular) e Alan Sampaio Santos (suplente).
- Os currículos detalhados de cada candidato indicado estão anexados ao comunicado para deliberação na Assembleia Geral Ordinária.
- Fato Relevante20 dez 2021Abrir fonte ↗
Petrobras sobre venda de ativo de E&P na Bacia do Paraná para Ubuntu
A Petrobras informa a assinatura de contrato com a Ubuntu Engenharia e Serviços Ltda. para a venda da totalidade de sua participação na concessão PAR-T-198_R12, localizada em terra na Bacia do Paraná.
- A Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras assinou contrato com a Ubuntu Engenharia e Serviços Ltda. para a venda da concessão PAR-T-198_R12.
- A concessão PAR-T-198_R12 está localizada em terra, na Bacia do Paraná.
- O valor total da transação é de US$ 31 mil.
- O fechamento da transação está sujeito ao cumprimento de condições precedentes e à aprovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
- A operação está alinhada à estratégia de gestão de portfólio e à melhoria de alocação de capital da companhia, visando a maximização de valor.
- A Petrobras foca seus recursos em ativos em águas profundas e ultraprofundas, onde possui diferencial competitivo.
- A Concessão PAR-T-198_R12 foi adquirida em 2013 na 12ª Rodada de Licitações da ANP e está no 1º Período Exploratório com os compromissos mínimos cumpridos.
- A Petrobras detém 100% de participação na concessão PAR-T-198_R12.
- Outro28 out 2021Abrir fonte ↗
Petrobras aprova pagamento adicional de remuneração a acionistas
A Petrobras informou que seu Conselho de Administração aprovou o pagamento adicional de R$ 31,8 bilhões em remuneração aos acionistas para o exercício de 2021.
- O Conselho de Administração da Petrobras aprovou o pagamento adicional de remuneração aos acionistas no valor total de R$ 31,8 bilhões (cerca de US$ 6 bilhões), equivalente a R$ 2,437865 bruto por ação.
- Este valor adicional se soma aos R$ 31,6 bilhões anunciados anteriormente, totalizando R$ 63,4 bilhões (cerca de US$ 12 bilhões) em antecipação de remuneração para o exercício de 2021.
- A distribuição considera as perspectivas de resultado e geração de caixa da Petrobras, sendo compatível com a sustentabilidade financeira, a redução do endividamento e a liquidez da companhia.
- O pagamento total a ser efetuado em dezembro será de R$ 42,4 bilhões (R$ 3,250487 bruto por ação), englobando a parcela adicional e a parcela previamente aprovada.
- A data de corte para ações negociadas na B3 é 01 de dezembro de 2021 e para ADRs é 03 de dezembro de 2021, com negociação ex-direitos a partir de 02 de dezembro de 2021.
- O pagamento para detentores de ações na B3 será em 15 de dezembro de 2021, e para detentores de ADRs a partir de 22 de dezembro de 2021.
- A forma de distribuição (dividendos e/ou Juros sobre Capital Próprio - JCP) será comunicada antes da data de corte.
- Os valores antecipados serão ajustados pela taxa Selic e descontados dos dividendos mínimos obrigatórios.
- Fato Relevante22 out 2021Abrir fonte ↗
Petrobras inicia teaser para venda de 100% do Campo de Catuá (BC-60)
A Petrobras anunciou o início da divulgação do teaser para a venda integral de sua participação de 100% no Campo de Catuá, localizado no Bloco Exploratório BC-60, na Bacia de Campos.
- Petrobras iniciou a divulgação do teaser para a venda integral de sua participação (100%) no Campo de Catuá.
- O Campo de Catuá pertence ao Bloco Exploratório BC-60, localizado na Bacia de Campos, no Estado do Espírito Santo.
- O teaser, contendo informações e critérios de elegibilidade, está disponível no site de Relações com Investidores da Petrobras.
- A operação está alinhada à estratégia de otimização de portfólio, redução do endividamento e melhoria da alocação de capital da companhia.
- A Petrobras busca concentrar seus recursos em ativos de classe mundial em águas profundas e ultra-profundas.
- O Campo de Catuá possui 4 poços perfurados que revelaram óleos leves em reservatórios carbonáticos, a cerca de 128 km da costa do Espírito Santo.
- O processo de cessão de direitos não inclui outros campos que compõem o Contrato de Concessão nº 48000.003560/97-49 do Bloco BC-60.
- Apresentação24 fev 2021Abrir fonte ↗
Petrobras: Desempenho Financeiro 4T20 e 2020
A Petrobras divulga seus resultados financeiros do 4º trimestre e do ano de 2020, destacando recordes de produção, redução de custos, forte geração de caixa e desalavancagem da dívida em um ambiente desafiador.
- A produção de óleo e gás alcançou recordes históricos em 2020, com 2,28 MMbpd de óleo e 2,84 MMboed de óleo e gás.
- O lifting cost total médio caiu 42,2% em 2020 para US$ 5,2/boe, comparado a US$ 9,0/boe na média de 2015-2019.
- O fluxo de caixa operacional (FCO) cresceu 13% para US$ 28,9 bilhões em 2020, o maior dos últimos 10 anos.
- O fluxo de caixa livre (FCL) atingiu US$ 22,1 bilhões em 2020, o maior entre as grandes empresas globais de petróleo.
- A dívida total foi reduzida em US$ 11,6 bilhões em 2020, para US$ 75,5 bilhões, e a dívida líquida caiu US$ 15,7 bilhões para US$ 63,2 bilhões.
- Os dividendos propostos foram de R$ 10,3 bilhões, mais que o dobro do mandatório para o ano contábil de 2020.
- Os gastos operacionais gerenciáveis caíram para US$ 16,9 bilhões em 2020, uma redução de US$ 4,9 bilhões em relação a 2019.
- A receita líquida de 2020 foi 10% menor que em 2019 devido à queda de 35% nos preços do Brent e nas vendas de derivados, parcialmente compensada por efeitos cambiais e aumento de 30% nas exportações.
- O EBITDA Ajustado subiu 11% em 2020 para R$ 143 bilhões, apesar do cenário adverso da pandemia.
- O lucro líquido de 2020 reduziu 82% para R$ 7,1 bilhões, impactado pela queda do Brent, maior impairment e desvalorização do real.
- Os investimentos (Capex) totalizaram US$ 8,1 bilhões em 2020, uma redução de 25% em relação a 2019, focando em projetos com breakeven de até US$ 35/barril.
- A entrada de caixa por desinvestimentos totalizou US$ 2,1 bilhões em 2020 e até fevereiro de 2021, contribuindo para a otimização do portfólio.
- A empresa registrou redução de 6% nas emissões totais de GEE em 2020, atingindo 56 milhões de tCO2e, alinhada à meta de 25% de redução até 2030.
- Fato Relevante9 dez 2020Abrir fonte ↗
Petrobras conclui venda de campos terrestres na Bacia do Tucano, Bahia
A Petrobras finalizou a venda de 100% de suas participações em quatro campos terrestres na Bacia do Tucano, Bahia, para a Eagle Exploração de Óleo e Gás Ltda, por US$ 3,173 milhões.
- A Petrobras concluiu a venda de 100% de suas participações em quatro campos terrestres na Bacia do Tucano, Bahia, para a Eagle Exploração de Óleo e Gás Ltda.
- O valor total da transação foi de US$ 3,173 milhões, incluindo um pagamento inicial de US$ 602 mil e US$ 2,571 milhões no fechamento, após ajustes contratuais.
- Os campos vendidos são Conceição, Quererá, Fazenda Matinha e Fazenda Santa Rosa.
- A produção média desses campos entre janeiro e outubro de 2020 foi de aproximadamente 24,30 mil m³/dia de gás natural (153 boe/dia), sem produção de óleo.
- Esta operação está alinhada à estratégia da Petrobras de otimização de portfólio, focando em ativos de águas profundas e ultra-profundas.
- Fato Relevante18 out 2019Abrir fonte ↗
Petrobras informa sobre provisionamentos
A Petrobras anunciou um provisionamento de R$ 3,2 bilhões decorrente de litígios e um processo ambiental, que será reconhecido no resultado consolidado do 3º trimestre de 2019.
- A Petrobras efetuará provisionamentos no valor de R$ 3,2 bilhões.
- Os provisionamentos são referentes a litígios envolvendo a empresa Sete Brasil, um processo ambiental no Estado do Paraná e litígios sobre participação especial e royalties com a ANP.
- O impacto financeiro desses provisionamentos será reconhecido no resultado consolidado do 3º trimestre de 2019.
- Detalhes sobre estas contingências podem ser encontrados nas demonstrações financeiras do 4º trimestre de 2018, na nota explicativa 31.3 (Processos judiciais não provisionados).
- A companhia mantém sua defesa em relação aos processos em curso.
- Fato Relevante23 jul 2019Abrir fonte ↗
Petrobras aprova 7ª emissão de debêntures para investimento em projetos prioritários e caixa
A Petrobras aprovou a 7ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, no montante inicial de R$ 3 bilhões, para distribuição pública sob regime de melhores esforços.
- O Conselho de Administração da Petrobras aprovou a 7ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária e sem garantia.
- A emissão será em até 3 séries, com montante inicial de R$ 3.000.000.000,00, podendo haver acréscimo de até 20% sobre esse valor.
- A oferta prevê colocação mínima de R$ 1.000.000.000,00, a ser definida por procedimento de bookbuilding.
- As debêntures da 1ª (vencimento em 15/09/2029) e 2ª (vencimento em 15/09/2034) séries contam com incentivo fiscal da Lei nº 12.431/2011 e os recursos captados serão destinados a projetos prioritários de exploração, avaliação, desenvolviment
- Os projetos prioritários incluem atividades nos blocos de Franco, Florim, Nordeste de Tupi e Entorno de Iara, e nos campos de Búzios, Itapu, Sépia e Atapu.
- As debêntures da 3ª série (vencimento em 15/09/2026) não terão tratamento tributário incentivado e seus recursos serão usados para reforço de caixa e uso ordinário dos negócios da companhia.
- As remunerações das debêntures serão definidas após o procedimento de bookbuilding e o registro da oferta será protocolado na CVM.
- Release17 mai 2019Abrir fonte ↗
Petrobras: Pagamento de juros da 4ª Emissão de Debêntures
A Petrobras informa que realizará o pagamento de juros da 4ª Emissão de Debêntures Simples Não Conversíveis em Ações, totalizando R$ 25.717.720,00.
- A Petrobras efetuará o pagamento de juros das debêntures da 4ª Emissão de Debêntures Simples Não Conversíveis em Ações.
- As debêntures foram emitidas em 20 de maio de 2014.
- O valor total bruto a ser pago é de R$ 25.717.720,00.
- Cada uma das 20 debêntures emitidas receberá R$ 1.285.886,00 brutos.
- O pagamento será realizado em 20 de maio de 2019, através do Banco Bradesco.
- Haverá incidência de imposto de renda na fonte sobre o montante pago aos debenturistas, salvo exceções previstas em lei.
- Outro2 abr 2019Abrir fonte ↗
Petrobras: Novas indicações ao Conselho Fiscal por não-controladores
A Petrobras informou as indicações de novos candidatos para o Conselho Fiscal por acionistas não-controladores, cujas eleições ocorrerão na Assembleia Geral Ordinária de 25 de abril de 2019.
- A Petrobras recebeu novas indicações de candidatos para o Conselho Fiscal por acionistas não-controladores.
- Marcelo Gasparino da Silva foi indicado como membro titular e Patrícia Valente Stierli como membro suplente para os acionistas minoritários.
- Daniel Alves Ferreira foi indicado como membro titular e Aloísio Macário Ferreira de Souza como membro suplente para os acionistas preferencialistas.
- Essas indicações substituem as previamente divulgadas em 25 de março de 2019, para as eleições na Assembleia Geral Ordinária de 25 de abril de 2019.
- O comunicado inclui o currículo detalhado de cada um dos quatro candidatos indicados.
- Outro15 dez 2017Abrir fonte ↗
Ata de AGE da Petrobras: Reforma do Estatuto Social e Adequação à Nível 2 B3
A Petrobras realizou Assembleia Geral Extraordinária para aprovar a reforma de seu Estatuto Social, visando a adequação às normas de direito privado e aos regulamentos de Governança Corporativa Nível 2 da B3.
- A Assembleia Geral Extraordinária (AGE) da Petrobras, realizada em 15 de dezembro de 2017, aprovou a reforma de seu Estatuto Social.
- O principal objetivo da reforma é adaptar o Estatuto às normas de direito privado (Lei nº 13.303/16 e Decreto nº 8.945/16) e aos regulamentos do Nível 2 de Governança Corporativa da B3.
- As alterações incluem requisitos aprimorados para independência e composição do Conselho de Administração, bem como a criação de comitês de assessoramento, notadamente um Comitê de Minoritários.
- O novo Estatuto detalha as atribuições e responsabilidades do Conselho de Administração, da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal, enfatizando a gestão de riscos e controles internos.
- Foram estabelecidas disposições para ofertas públicas de aquisição de ações (OPAs) para proteger os acionistas em casos de alienação de controle ou saída do Nível 2 da B3.
- O Estatuto define o capital social, os tipos de ações e as regras para distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio, com um mínimo de 25% do lucro líquido ajustado.
- Também são clarificados o objeto social da companhia, permitindo atividades relacionadas a todas as formas de energia, e as condições para a orientação da União em assuntos de interesse público.
- Fato Relevante19 out 2017Abrir fonte ↗
Decisão Favorável do CARF sobre Dedução de Gastos de Desenvolvimento para IRPJ e CSLL
A Petrobras informou uma decisão favorável do CARF, por unanimidade, em processo administrativo fiscal de R$ 7,8 bilhões referente à dedutibilidade de gastos com desenvolvimento da produção para IRPJ e CSLL.
- O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF) proferiu decisão unânime favorável à Petrobras.
- O processo administrativo fiscal em questão tem o valor de R$ 7,8 bilhões.
- A decisão aborda o momento da dedutibilidade dos gastos com desenvolvimento da produção de petróleo e gás para fins de apuração do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).
- A questão se refere ao exercício fiscal de 2010.
- Informações sobre este processo foram apresentadas nas demonstrações financeiras (ITR) do 2º trimestre de 2017, na nota explicativa 29 (Processos judiciais e contingências - item 29.3 - processos de natureza fiscal).
- Outro24 mar 2017Abrir fonte ↗
Documento corporativo sem conteúdo disponível
Este resumo indica que o documento corporativo analisado não continha informações ou texto para extração de conteúdo.
- O documento não continha conteúdo textual para análise ou resumo.
- Fato Relevante5 dez 2016Abrir fonte ↗
Suspensão judicial do processo de venda da Petrobras Distribuidora e campos terrestres
A Petrobras informou a suspensão judicial, por liminares da 3ª Vara da Justiça Federal de Sergipe, dos processos de venda da BR Distribuidora e de campos terrestres, e que irá recorrer.
- Liminares da 3ª Vara da Justiça Federal de Sergipe suspenderam o processo de alienação de participação acionária na BR Distribuidora.
- As liminares também suspenderam o processo de cessão dos direitos de exploração, desenvolvimento e produção de um conjunto de campos terrestres.
- A Petrobras declarou que irá recorrer das decisões liminares.
- A companhia esclarece que a condução de seus processos de desinvestimento observa a Sistemática para Desinvestimentos, garantindo competitividade e o melhor negócio.
- Os processos de desinvestimentos da Petrobras passam por análise de comitês internos e são submetidos a órgãos competentes para aprovação.