Minerais Metálicos

COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMÍNIO

CBAV3

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Comunicações

46 documentos
  1. Apresentação13 mai 2026
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    Apresentação Institucional 1T26

    Este documento é uma apresentação institucional que detalha os pilares estratégicos, operações integradas, governança, agenda ESG e desempenho financeiro da CBA no primeiro trimestre de 2026.

    • A CBA destaca seus pilares estratégicos de competitividade, impacto positivo, transformação e crescimento, suportados por um pipeline robusto de projetos.
    • A Companhia opera com integração vertical em toda a cadeia de valor do alumínio e garante 100% de produção de alumínio de baixo carbono (Alennium) utilizando energia renovável.
    • CBA faz parte da Votorantim S.A., uma holding investidora com participações em 12 empresas diversas e atuação em 22 países.
    • A governança da CBA é composta por um Conselho de Administração com 8 membros, sendo 3 independentes, e uma equipe executiva com experiência consolidada no setor.
    • As operações da CBA incluem minerações, unidades industriais, centros de processamento e reciclagem para o negócio de alumínio, além de 21 usinas hidrelétricas e 4 complexos eólicos que fornecem energia 100% renovável.
    • O negócio de Energia mantém uma posição energética 'long', com a contratação de novos ativos eólicos e a expectativa de melhor custo médio com o vencimento de contratos mais caros em 2028.
    • A demanda por alumínio é impulsionada pela transição energética e descarbonização, com o metal sendo um material preferencial para energia solar, eólica, infraestrutura elétrica e veículos elétricos.
    • A reciclagem é um pilar estratégico para a descarbonização, visto que o alumínio é infinitamente reciclável e seu processo de reciclagem consome 95% menos energia que a produção primária.
    • A Companhia possui um portfólio de projetos de investimento e M&A focado em crescimento da reciclagem, modernização de instalações e aumento de capacidade de produção.
    • A Estratégia ESG 2030 da CBA está estruturada em dez alavancas temáticas, com metas de redução de emissões e certificação Alennium para seu alumínio de baixo carbono.
    • A CBA detém diversas certificações e reconhecimentos ESG, como ASI, ISO, ratings A- no CDP e inclusão em índices como ISE B3, reforçando seu compromisso com a sustentabilidade.
    • O desempenho financeiro consolidado da CBA é apresentado com foco em receita líquida, EBITDA ajustado, volume de vendas, custo dos produtos vendidos, CAPEX e fluxos de caixa operacional e livre.
  2. Apresentação13 mai 2026
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    Apresentação Institucional da CBA

    A CBA, parte da Votorantim S.A., destaca sua integração vertical na cadeia de valor do alumínio, seu compromisso com a sustentabilidade através de energia 100% renovável e produção de alumínio de baixo carbono, e um robusto pipeline de proj

    • A CBA apresenta pilares estratégicos de competitividade, impacto positivo, transformação e crescimento, com pipeline de projetos de expansão e modernização.
    • A Companhia possui integração vertical completa na cadeia de valor do alumínio, do minério ao produto transformado, e portfólio otimizado de geração de energia 100% renovável.
    • Apresenta marcos históricos desde sua fundação em 1955, incluindo expansões, aquisições, IPO em 2021 e recentes operações de venda de ativos.
    • A CBA é a única produtora de alumínio verticalmente integrada no Brasil, parte de um grupo Votorantim com 12 empresas em 22 países e mais de 70 mil colaboradores.
    • A governança da CBA é composta por um Conselho de Administração com 8 membros (sendo 3 independentes) e uma equipe executiva com experiência consolidada no setor.
    • Suas operações de alumínio incluem 3 minerações, 4 unidades industriais, 2 centros de processamento e reciclagem, e unidades administrativas, complementadas por 21 usinas hidrelétricas e 4 complexos eólicos para o negócio de energia.
    • A integração vertical da CBA resulta em custos competitivos, segurança no fornecimento com baixa pegada de carbono, autossuficiência energética e flexibilidade produtiva.
    • O alumínio produzido pela CBA é de baixo carbono (Alennium), com emissões significativamente menores que a média mundial, e a energia utilizada é 100% renovável e rastreável.
    • A Companhia possui um portfólio diversificado de projetos de crescimento concluídos e em pipeline, focados em reciclagem, aumento de capacidade e modernização.
    • A estratégia ESG 2030 da CBA está estruturada em dez alavancas temáticas, com metas corporativas vinculadas à remuneração variável e múltiplas certificações e compromissos internacionais.
    • A CBA se beneficia de um mercado de alumínio em crescimento, impulsionado pela descarbonização e transição energética, com a reciclagem como caminho para a sustentabilidade da indústria.
    • O desempenho da CBA destaca receita líquida consolidada, EBITDA ajustado consolidado e volume de vendas de alumínio, além de competitividade de custos, especialmente em energia e alumina, com alavancagem de 3,0x.
  3. Outro7 mai 2026
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    CBA anuncia pagamento de dividendos referentes ao exercício de 2025

    A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) informa aos acionistas sobre o pagamento de dividendos mínimos obrigatórios relativos ao lucro líquido ajustado do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.

    • A CBA realizará o pagamento de R$0,0441532902 por ação em 13 de maio de 2026.
    • O valor total dos dividendos a serem pagos é de R$28.747.001,70, correspondente a 25% do lucro líquido ajustado do exercício de 2025.
    • A decisão de pagamento foi deliberada na Assembleia Geral Ordinária realizada em 29 de abril de 2026.
    • A data-base para elegibilidade aos dividendos foi 29 de abril de 2026, com as ações negociadas 'ex' dividendos a partir de 30 de abril de 2026.
    • Dividendos que excedam R$50.000,00 para pessoas físicas residentes no Brasil e todos os dividendos para beneficiários no exterior estarão sujeitos à retenção de IRRF de 10%, conforme a Lei nº 15.270/2025.
    • Os pagamentos serão efetuados via depósito em conta corrente para acionistas diretos ou por intermédio dos agentes de custódia para ações depositadas na B3.
  4. Apresentação6 mai 2026
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    Apresentação de Resultados 1T26 da CBA: Destaques Financeiros e de Mercado

    A CBA reportou resultados do primeiro trimestre de 2026 com EBITDA Ajustado e margem EBITDA ajustada em ascensão, melhoria na estrutura de custos, redução da alavancagem e um panorama de mercado de alumínio em superávit com preços LME cresc

    • O EBITDA Ajustado atingiu R$466 milhões e a margem EBITDA ajustada foi de 20% no 1T26, o maior patamar desde o 4T24.
    • Houve uma melhora sequencial na estrutura de custos, com redução de 4% em relação ao 4T25, impulsionada pela maior geração própria de energia com o complexo eólico Serra do Tigre.
    • A CBA mantém sua posição como a única empresa de alumínio primário do mundo na A-list do CDP e foi reconhecida pelo S&P Global Sustainability Yearbook 2025.
    • A Votorantim assinou contrato para vender sua participação na CBA para Chalco e Rio Tinto, aguardando aprovações legais e regulatórias.
    • No 1T26, a oferta global de alumínio superou a demanda, resultando em um superávit de 637kt, com a demanda na China retraída e fora da China em leve alta.
    • O preço do alumínio na LME apresenta tendência ascendente desde o 2T25, atingindo o valor mais elevado desde 2022 em abril de 2026, com prêmios globais também em alta.
    • Indicadores setoriais no Brasil mostram crescimento na produção de veículos leves (+7% YoY) e motocicletas (+12% YoY), e avanço nas vendas de cimento (+2% YoY).
    • O volume de produção de alumínio líquido aumentou 5% no 1T26 em comparação ao 4T25.
    • O cash cost foi de US$1.729/t no 1T26, uma redução em relação aos US$2.019/t do 4T25 e US$2.102/t do 1T25.
    • A Receita Líquida no 1T26 foi de R$2.308 milhões e o CAPEX totalizou R$183 milhões, focado em manutenção e reforma de fornos.
    • A dívida líquida foi de R$3.079 milhões e a alavancagem (Dívida líquida/EBITDA UDM) reduziu para 2,71x no 1T26, com prazo médio de 5,4 anos.
  5. ITR6 mai 2026
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    Demonstrações Financeiras Intermediárias Condensadas Individuais e Consolidadas

    A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) divulgou suas demonstrações financeiras intermediárias condensadas para o período de três meses findo em 31 de março de 2026, com eventos notáveis incluindo a venda do controle acionário e impactos d

    • As demonstrações financeiras intermediárias condensadas individuais e consolidadas foram elaboradas em conformidade com o CPC 21 (R1) e IAS 34 para o período de três meses findo em 31 de março de 2026.
    • O acionista controlador, Votorantim S.A., informou a celebração de contrato de compra e venda da totalidade de sua participação acionária na Companhia (68,596%) para Aluminum Corporation of China Limited (Chalco) e Rio Tinto, por R$ 10,50 p
    • A transação de venda de controle acionário está sujeita a condições precedentes usuais, incluindo aprovações concorrenciais e regulatórias, e implica a obrigação de realizar uma Oferta Pública de Aquisição (OPA).
    • Os conflitos no Oriente Médio resultaram em volatilidade nos mercados internacionais de alumínio e energia, potencialmente aumentando os custos de insumos, mas também elevando o preço do alumínio na LME.
    • A Companhia firmou um novo contrato de financiamento com o BNDES no montante de R$ 715.977 para projetos de imobilizado, com a primeira liberação de R$ 250.002 em março de 2026.
    • Houve reclassificações na Demonstração do Valor Adicionado (DVA) referente ao trimestre findo em 31 de março de 2025, em atendimento à Resolução CVM 199/2024, sem alterar o resultado ou patrimônio líquido.
    • A Companhia registrou créditos históricos de PIS e COFINS no montante de R$ 42.363, devido a uma decisão do STF sobre a inconstitucionalidade dos artigos 47 e 48 da Lei 11.196/2005.
    • No período subsequente ao trimestre, foi aprovado um aumento de capital de R$ 50.000 na controlada Metalex Ltda. e a Companhia aderiu à renegociação do Uso de Bem Público (UBP), com uma obrigação estimada de R$ 227 milhões.
    • Os segmentos operacionais da Companhia são Alumínio, Energia e Outros, sem alterações em relação à última demonstração financeira divulgada.
  6. ITR6 mai 2026
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    Resultados do 1T26 da CBA: Destaques Financeiros, Operacionais e Venda de Controle

    A CBA divulgou seus resultados do primeiro trimestre de 2026, com crescimento de EBITDA ajustado e lucro líquido, apesar de receita líquida estável, além de melhorias em ESG e o anúncio da venda de controle acionário.

    • A `revenue` líquida consolidada da CBA totalizou R$2,3 bilhões no 1T26, estável (-1%) em relação ao 1T25, com `volume de vendas` de alumínio de 120 mil toneladas.
    • O EBITDA ajustado alcançou R$466 milhões (+8% vs. 1T25), e a `Margem EBITDA ajustada` foi de 20% (+2 p.p.).
    • O `net_income` atingiu R$341 milhões no 1T26, um aumento de 1% em comparação ao 1T25.
    • A `Alavancagem` financeira, medida pela relação `dívida líquida`/EBITDA ajustado, reduziu para 2,71x no 1T26, ante 2,97x no 4T25.
    • O `custo médio de produção do alumínio líquido` foi de R$12.046 por tonelada no 1T26, representando uma redução de 6% em relação ao 4T25, impulsionado pela maior geração própria de energia.
    • A CBA manteve a melhor performance mundial em `emissões de GEE` na refinaria de alumina e nas Salas Fornos, com redução acumulada de 36% desde 2019.
    • A Companhia foi mantida na A-list do CDP e no "S&P Global Sustainability Yearbook 2025", reconhecendo suas práticas sustentáveis.
    • A Votorantim S.A., acionista majoritária, anunciou a assinatura de contrato para a venda de sua participação acionária (68,596%) na CBA para um consórcio formado pela Chalco e Rio Tinto, sujeita a aprovações regulatórias.
    • O `financial_result` líquido foi positivo em R$122 milhões no 1T26, uma melhoria significativa de R$142 milhões vs. 1T25, devido a novos derivativos e à valorização do real.
    • A `dívida bruta` da CBA era de R$4,4 bilhões em março de 2026, sendo que 57% do endividamento estava vinculado a financiamentos sustentáveis.
    • O total de `CAPEX` no 1T26 avançou 4% em comparação ao 1T25, com foco em manutenção, reforma de fornos, modernização e expansão de ativos.
  7. ITR6 mai 2026
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    CBA: Resultados do 1T26 com aumento de EBITDA e Lucro Líquido

    A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) divulgou seus resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26), destacando um aumento no EBITDA Ajustado e Lucro Líquido, impulsionado por preços favoráveis de alumínio e contribuição do segmento de e

    • O preço médio do alumínio na LME foi de US$3.199/tonelada no 1T26, um aumento de 22% em relação ao 1T25.
    • O volume de vendas de alumínio foi de 120 mil toneladas, estável em comparação com o 1T25, com a receita líquida consolidada totalizando R$2,3 bilhões (-1% vs. 1T25).
    • O EBITDA Ajustado atingiu R$466 milhões no 1T26, um crescimento de 8% em relação ao 1T25, com margem EBITDA Ajustada de 20% (+2 p.p. vs. 1T25).
    • O net_income foi de R$341 milhões no 1T26, um aumento de 1% em relação ao 1T25.
    • A alavancagem medida pelo Net Debt/Adjusted EBITDA encerrou o 1T26 em 2,71x, uma redução em relação aos 2,97x do 4T25.
    • O custo médio de produção de alumínio líquido foi de R$12.046/tonelada, com redução de 6% em relação ao 4T25 e aumento de 4% vs. 1T25.
    • O COGS consolidado foi de R$1,9 bilhão, refletindo melhorias nos custos de produção de alumínio e na eficiência operacional.
    • O resultado financeiro líquido foi positivo em R$122 milhões no 1T26, impulsionado pela valorização do Real frente ao Dólar e pelos resultados de derivativos.
    • A CBA manteve o melhor desempenho global em emissões na refinaria de alumina e nas fundições, com redução acumulada de 36% nas emissões desde 2019.
    • A Votorantim, acionista controladora, anunciou a assinatura de um acordo de compra e venda para alienação de sua participação a um consórcio formado por Chalco e Rio Tinto.
  8. Apresentação6 mai 2026
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    Apresentação de Resultados do 1T26 da CBA

    A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) apresenta seus resultados do primeiro trimestre de 2026, destacando a recuperação do EBITDA ajustado, a melhora na estrutura de custos e um panorama do mercado de alumínio.

    • A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) registrou EBITDA Ajustado de R$466 milhões e margem EBITDA ajustada de 20% no 1T26, o patamar mais alto desde o 4T24.
    • A estrutura de custos melhorou sequencialmente, com uma redução de 4% em relação ao 4T25, impulsionada pela maior geração própria de energia devido ao complexo eólico Serra do Tigre.
    • A CBA foi reconhecida como a única empresa de alumínio primário globalmente na A-list do CDP e no "S&P Global Sustainability Yearbook 2025" por suas práticas sustentáveis.
    • A Votorantim assinou contrato para vender sua participação na CBA para Chalco e Rio Tinto, aguardando aprovações legais e regulatórias.
    • O mercado global de alumínio no 1T26 teve superávit de 637kt, com demanda retraída na China e leve alta fora dela, e estoques globais em dias de consumo retornaram aos níveis do 1T25.
    • O preço do alumínio na LME teve tendência ascendente desde o 2T25, atingindo o valor mais elevado desde 2022 em abril de 2026, com aumento dos prêmios globais.
    • No Brasil, a demanda por alumínio foi sustentada pelo crescimento na produção de veículos leves e motocicletas, e pelas vendas de cimento, apesar da acomodação na produção de embalagens.
    • O Cash Cost de produção de alumínio líquido foi de US$ 1.729/t no 1T26.
    • O CAPEX no 1T26 foi de R$ 183 milhões, focado em manutenção e reforma de fornos para prolongar a vida útil dos ativos.
    • A dívida líquida da CBA no 1T26 foi de R$ 3.079 milhões, com a relação Dívida Líquida/EBITDA UDM reduzida para 2,71x e um prazo médio de 5,4 anos.
  9. Apresentação5 mai 2026
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    Panorama do Mercado de Alumínio no 1T26

    Este relatório analisa o panorama do mercado global e brasileiro de alumínio no primeiro trimestre de 2026, cobrindo oferta, demanda, preços, estoques e custos, com destaque para impactos geopolíticos.

    • No 1T26, a oferta global de alumínio superou a demanda em 637kt, impulsionada pela sazonalidade do Ano Novo Chinês que diminuiu a atividade econômica na China.
    • A demanda por alumínio primário retraiu na China, enquanto fora da China apresentou leve alta devido à resiliência cíclica, forte expansão da Índia e crescimento no setor elétrico.
    • Os estoques globais, incluindo LME e SHFE, retornaram aos níveis do 1T25, refletindo a retração da demanda, com movimentação mista entre as bolsas.
    • O preço do alumínio na LME registrou tendência ascendente desde o 2T25, atingindo o pico de quatro anos em abril, devido a tensões no Oriente Médio que impactaram custos energéticos e logística.
    • Prêmios globais de alumínio (Midwest Duty-paid e Rotterdam) também aumentaram, influenciados por interrupções no fornecimento no Oriente Médio.
    • O PMI de manufatura na China se manteve acima da linha de expansão no 1T26, indicando resiliência econômica, apesar da desaceleração sazonal do consumo de alumínio.
    • A demanda por alumínio primário fora da China manteve-se estável, com os PMIs de manufatura dos EUA e da Zona do Euro mostrando melhora e expansão da atividade industrial.
    • China e Índia são apontados como os principais impulsionadores do crescimento da demanda global de alumínio transformado em 2026, com manufatura compensando a fraqueza da construção na China.
    • A produção anualizada de alumínio primário na China foi afetada em fevereiro pelo Ano Novo, mas recuperou-se em março, enquanto as exportações líquidas apresentaram leve moderação.
    • No Brasil, a demanda por alumínio foi sustentada pelo crescimento na produção de veículos leves e motocicletas, e investimentos em transmissão de energia, apesar de ajustes em segmentos como implementos rodoviários e embalagens.
    • Os preços da alumina caíram no 1T26 devido à oferta abundante, enquanto o mercado de soda cáustica se recuperou por ajustes de oferta, e a crise no Oriente Médio elevou os preços de petróleo e energia elétrica.
    • A alta dos preços da LME impulsionou as margens dos produtores para o maior patamar dos últimos anos, compensando o aumento dos custos de energia, com as operações chinesas vendo um aumento de rentabilidade de quase 3x no ano.
  10. Apresentação5 mai 2026
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    CBA: Panorama do Mercado de Alumínio no 1T26

    O documento da CBA apresenta um panorama do mercado global de alumínio no 1T26, abordando o balanço de oferta e demanda, a evolução dos preços na LME, o impacto de eventos geopolíticos e a resiliência da demanda em diferentes regiões.

    • O mercado global de alumínio entrou em superávit de 637kt no 1T26, impulsionado pela sazonalidade do Ano Novo Chinês, que impactou a atividade econômica na China.
    • A demanda por alumínio primário na China retraiu no 1T26, enquanto a demanda fora da China registrou uma leve alta devido à resiliência cíclica, expansão na Índia e crescimento no setor elétrico.
    • Os estoques globais em dias de consumo retornaram aos níveis do 1T25, com movimentos mistos na LME (diminuição) e SHFE (crescimento).
    • O preço do alumínio na LME atingiu um pico de 4 anos em abril de 2026, com uma tendência ascendente desde o 2T25, intensificada por tensões no Oriente Médio e seus impactos nos custos energéticos.
    • Os prêmios globais do alumínio, incluindo o Midwest Duty-paid nos EUA e o de Rotterdam na Europa, aumentaram no 1T26, impulsionados por interrupções no fornecimento no Oriente Médio.
    • Na China, o PMI de manufatura se manteve acima da linha de expansão no 1T26, indicando resiliência econômica apesar da queda sazonal no consumo de alumínio.
    • A demanda por alumínio primário fora da China permaneceu estável, com os PMIs de manufatura dos EUA e Zona do Euro mostrando fortalecimento da atividade industrial.
    • China e Índia são os principais motores do crescimento da demanda global de alumínio transformado em 2026, com a manufatura compensando a fraqueza da construção na China.
    • A produção anualizada de alumínio primário na China recuperou-se em março de 2026 após o impacto do Ano Novo, e as exportações líquidas apresentaram leve moderação.
    • No Brasil, segmentos como produção de veículos leves, motocicletas, vendas de cimento e investimentos em infraestrutura elétrica sustentaram a demanda por alumínio no 1T26, apesar de ajustes pontuais em outros setores.
    • O mercado de soda cáustica registrou recuperação de preços devido a ajustes de oferta, enquanto os preços da alumina tiveram queda devido à oferta abundante e ataques a smelters no Oriente Médio.
    • A crise no Oriente Médio e o fechamento do Estreito de Ormuz elevaram significativamente os preços do barril de petróleo e da energia elétrica globalmente no 1T26.
    • A alta da LME impulsionou as margens dos produtores globais ao maior patamar dos últimos anos, compensando o aumento dos custos energéticos, com a rentabilidade das operações chinesas aumentando quase 3x no ano.
  11. DFP3 mai 2026
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    Fatores de Risco da Companhia e Setores de Atuação

    O documento detalha os principais riscos relacionados à Companhia, seus acionistas, fornecedores, clientes e aos setores de mineração e energia, além de riscos regulatórios, ambientais e macroeconômicos.

    • A Companhia está exposta a riscos significativos na exploração mineral, incluindo localização de depósitos, licenciamento ambiental e operacional, e manutenção de barragens, com detalhamento de suas barragens e classificações de risco.
    • As estimativas de recursos e reservas minerais podem ser imprecisas, e a não recomposição de reservas pode afetar a produção e exigir a compra de bauxita de terceiros.
    • Mudanças na legislação tributária brasileira, contingências fiscais e a não manutenção de benefícios fiscais podem impactar adversamente os resultados operacionais e financeiros, com menção à Reforma Tributária de 2023.
    • A Companhia opera diversas usinas hidrelétricas, enfrentando riscos relacionados à prorrogação de concessões, compensações por não renovação e dependência de condições hidrológicas e climáticas.
    • Riscos operacionais, geotécnicos, de segurança cibernética e falhas na gestão de riscos e compliance podem afetar as operações, a reputação e os resultados financeiros da Companhia.
    • Processos judiciais, administrativos e arbitrais em esferas cível, tributária, trabalhista, regulatória e ambiental representam contingências financeiras, com valores provisionados para risco provável e possível.
    • Riscos macroeconômicos como inflação, taxas de câmbio, instabilidade política, volatilidade do mercado de commodities (LME) e eventos geopolíticos podem impactar a rentabilidade e a situação financeira da Companhia.
    • A Companhia depende de um fornecimento estável de insumos e serviços, além de estar sujeita a riscos relacionados à sua base de clientes e à concorrência no setor de mineração e metais.
  12. Outro29 abr 2026
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    CBA: Ata da Assembleia Geral Ordinária aprova contas de 2025 e dividendos

    A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) realizou sua Assembleia Geral Ordinária em 29 de abril de 2026, aprovando as demonstrações financeiras de 2025, a destinação dos resultados, incluindo dividendos, e a remuneração da administração par

    • A Assembleia Geral Ordinária (AGO) foi realizada em 29 de abril de 2026, de forma exclusivamente digital, contando com a presença de acionistas representando 72,26% do capital social votante.
    • As contas dos administradores e as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025 foram aprovadas por maioria de votos, sem ressalvas.
    • A destinação do resultado do exercício de 2025 foi aprovada, incluindo R$6.052.000,36 para a constituição de reserva legal e R$28.747.001,70 para declaração e pagamento de dividendos.
    • O saldo remanescente do lucro líquido ajustado, no valor de R$86.241.005,10, foi destinado à constituição da reserva estatutária denominada “Reserva de Reforço de Caixa”.
    • Os dividendos aprovados correspondem a 25% do lucro líquido ajustado, com data ex-dividendos a partir de 30 de abril de 2026, e pagamento previsto em até 60 dias da data da assembleia.
    • A remuneração anual global dos administradores para o exercício social de 2026 foi aprovada em valor não inferior a R$46.667.563,75.
    • Um pedido de instalação do Conselho Fiscal por acionistas minoritários não foi atendido devido ao não atingimento do quórum mínimo exigido pela Resolução CVM nº 70.
  13. FRE29 abr 2026
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    CBA: Aprovação e Pagamento de Dividendos Referentes ao Exercício 2025

    A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) informou a aprovação do pagamento de dividendos de R$ 28,7 milhões referentes ao exercício de 2025, detalhando as condições de retenção de IRRF e datas importantes.

    • Acionistas da CBA aprovaram o pagamento de dividendos no valor total de R$ 28.747.001,70, referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.
    • O valor corresponde ao dividendo mínimo obrigatório de 25% do lucro líquido ajustado, equivalente a R$0,0441532902 por ação.
    • Dividendos a acionistas pessoas físicas residentes no Brasil que excedam R$ 50.000,00/mês estarão sujeitos a retenção de Imposto de Renda na Fonte (IRRF) de 10%.
    • Lucros e dividendos pagos a beneficiários residentes ou domiciliados no exterior também estarão sujeitos a retenção de IRRF de 10%, independentemente do valor.
    • Acionistas imunes ou isentos de IRRF devem apresentar documentação comprobatória completa à Companhia até 06 de maio de 2026.
    • O pagamento aos acionistas será realizado em até 60 dias da data de declaração, com a posição acionária base de 29 de abril de 2026.
    • A partir de 30 de abril de 2026 (inclusive), as ações da Companhia serão negociadas 'ex' estes dividendos.
  14. Relatório Anual4 mar 2026
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    Relatório da Administração CBA - Exercício Social 2025

    O Relatório da Administração da CBA para 2025 detalha um ano de volatilidade no mercado de alumínio, manutenções, expansão em energia e mudança no controle acionário.

    • O mercado global de alumínio em 2025 foi caracterizado por volatilidade e recuperação de preços, atingindo uma média de US$2.632/t, impulsionado pela demanda e oferta restrita.
    • A CBA enfrentou desafios operacionais em 2025, incluindo paradas programadas para manutenção na refinaria de alumina, redução temporária da produção e pressão sobre custos e capital de giro.
    • A Companhia avançou na estratégia de energia, contratando 50MWm a longo prazo, adquirindo ativos eólicos da Casa dos Ventos (60 MWm) e iniciando processo de aquisição em Cajuína III (55MWm a partir de 2027).
    • A gestão de dívidas em 2025 incluiu a emissão de debêntures de R$530 milhões vinculada a indicadores ESG, pré-pagamentos e refinanciamentos, resultando em melhoria do prazo médio e custo da dívida.
    • A CBA integrou o S&P Global Sustainability Yearbook 2025, elevou seu rating MSCI para AA, e foi selecionada para os índices ISE B3 e IDIVERSA B3, demonstrando avanços em práticas ESG.
    • A Votorantim S.A., acionista controladora, anunciou em janeiro de 2026 a venda da totalidade de sua participação para um consórcio formado pela Chalco e Rio Tinto, operação sujeita a aprovações e que implicará uma OPA.
    • O volume total de vendas de alumínio da CBA em 2025 foi de 499 mil toneladas, representando uma redução de 1% em relação a 2024, com queda em primários e estabilidade em transformados.
    • A revenue consolidada atingiu R$8,8 bilhões em 2025, um aumento de 8% em relação a 2024, impulsionada pela melhora nos preços do alumínio, apreciação do dólar e crescimento da receita de energia.
    • O custo médio de produção do alumínio líquido aumentou 14% em 2025, devido principalmente ao maior custo da alumina, da soda cáustica e da energia, além do aumento dos custos fixos.
    • O EBITDA ajustado da Companhia em 2025 foi de R$1,1 bilhão (margem de 13%), uma redução em relação aos R$1,4 bilhão em 2024 (margem de 17%).
    • O financial_result líquido de 2025 foi negativo em R$226 milhões, representando uma melhora de R$793 milhões em comparação a 2024, principalmente devido à valorização do real frente ao dólar.
    • A Companhia reverteu o prejuízo de 2024, registrando um net_income de R$230 milhões em 2025.
    • O CAPEX total teve um leve aumento de 4% em 2025, com 56% dos investimentos direcionados para manutenção e extensão da vida útil dos ativos.
    • A dívida bruta reduziu para R$4,3 bilhões em dezembro de 2025, enquanto a alavancagem líquida (Dívida líquida / EBITDA ajustado LTM) aumentou marginalmente de 2,84x em 2024 para 2,97x em 2025.
    • Em 2025, a CBA manteve emissões de GEE de alumínio líquido abaixo de 4 tCO2e/t e a refinaria de alumina com a menor emissão de carbono do mundo.
    • A representatividade feminina na liderança (gerentes e acima) na CBA alcançou 22,5% em 2025, aproximando-se da meta de 25%.
  15. DFP4 mar 2026
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    Declaração CVM 80/22 sobre Demonstrações Financeiras de 2025 da CBA

    A Diretora Financeira e de Relações com Investidores da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) declara ter revisado e concordado com as Demonstrações Financeiras de 2025 e o relatório dos auditores, conforme Resolução CVM nº 80/22.

    • A declaração é feita pela Diretora Financeira e de Relações com Investidores da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), Camila Abel Correia da Silva.
    • A declaração cumpre as exigências do Artigo 27 da Resolução CVM nº 80, de 29 de março de 2022.
    • A diretora revisou, discutiu e concorda com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia.
    • A diretora revisou, discutiu e concorda com o formulário das Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 2025, elaboradas para fins de registro.
  16. Release4 mar 2026
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    CBA: Anuncia Resultados do 4T25 e Transação de Controle Acionário

    CBA reportou resultados do 4T25, com Adjusted EBITDA de R$ 257 milhões e prejuízo líquido de R$ 164 milhões, e anunciou a assinatura de acordo para venda do controle acionário da Votorantim.

    • O Adjusted EBITDA consolidado atingiu R$ 257 milhões no 4T25, representando uma queda de 47% em comparação ao 4T24.
    • A empresa registrou um prejuízo líquido de R$ 164 milhões no 4T25, ante um prejuízo de R$ 56 milhões no 4T24.
    • A revenue líquida consolidada totalizou R$ 2.2 bilhões no 4T25, uma redução de 4% em relação ao 4T24.
    • O volume total de vendas de alumínio foi de 128 mil toneladas, um aumento de 2% comparado ao 4T24.
    • A Leverage (Dívida Líquida/Adjusted EBITDA UDM) alcançou 2.97x no 4T25, refletindo a redução do EBITDA acumulado nos últimos doze meses.
    • A Votorantim assinou um acordo para vender sua participação controladora (68.596%) na CBA para um consórcio formado por Chalco e Rio Tinto, por R$ 10.50 por ação, sujeito a aprovações regulatórias.
    • A CBA concluiu a aquisição de participação no Complexo Eólico Serra do Tigre, adicionando 60 aMW ao seu portfólio de produção de energia proprietária.
    • O custo médio de produção de alumínio líquido foi de R$ 12.847/t, um aumento de 13% versus 4T24, impulsionado principalmente pelos maiores custos de alumina e energia.
    • O capital de giro foi positivo em R$ 309 milhões, impulsionado pela redução de estoques e realização de recebíveis.
  17. ITR4 mar 2026
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    CBA: Resultados do Quarto Trimestre e Ano de 2025 (4T25)

    A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) divulgou seus resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25), destacando o EBITDA ajustado de R$257 milhões e prejuízo líquido de R$164 milhões, com a Votorantim S.A. anunciando a venda de sua partici

    • O EBITDA ajustado consolidado da CBA foi de R$257 milhões no 4T25, com uma margem EBITDA ajustada de 12%.
    • O net_income (prejuízo líquido) no 4T25 totalizou R$164 milhões, comparado a um prejuízo de R$56 milhões no 4T24.
    • A revenue (receita líquida) consolidada atingiu R$2,2 bilhões no 4T25, uma redução de 4% em relação ao 4T24.
    • O volume de vendas de alumínio foi de 128 mil toneladas no 4T25, representando um aumento de 2% frente ao 4T24.
    • A alavancagem financeira, medida pela dívida líquida sobre o EBITDA ajustado, atingiu 2,97x no 4T25, comparado a 2,45x no 3T25.
    • A Votorantim S.A. assinou contrato para vender sua participação de 68,596% na CBA para um consórcio formado por Chalco e Rio Tinto, com um preço base de R$10,50 por ação.
    • O custo médio de produção do alumínio líquido aumentou 13% em relação ao 4T24, devido principalmente aos custos de alumina e energia.
    • A Companhia concluiu a aquisição de participação no Complexo Eólico Serra do Tigre, adicionando 60 MW médios ao portfólio de autoprodução.
    • O financial_result (resultado financeiro) líquido no 4T25 foi negativo em R$153 milhões, apresentando melhora em relação ao 4T24 devido à apreciação do real frente ao dólar.
    • O capital de giro foi positivo em R$309 milhões no 4T25, impulsionado pela redução de estoques e de contas a receber.
    • A CBA firmou um novo contrato de financiamento com o BNDES no valor de R$716 milhões, com vencimento em fevereiro de 2046.
    • Em dezembro de 2025, 58% do endividamento da Companhia estava vinculado a financiamentos sustentáveis (Sustainability-Linked Loans).
    • A Companhia participou da COP 30, destacando o alumínio de baixo carbono da Linha Primora e doando a estrutura utilizada no evento.
  18. Apresentação4 mar 2026
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    CBA: Apresentação de Resultados do 4T25

    Apresentação da CBA detalha resultados do 4T25 com aumento de vendas, EBITDA ajustado de R$321 milhões, dívida líquida estável, e mercado de alumínio em alta na LME.

    • CBA reportou aumento no volume total de vendas de alumínio no 4T25 para 128 mil toneladas, impulsionado pelo segmento de primários.
    • O EBITDA ajustado pro forma alcançou R$321 milhões no 4T25, um crescimento de 37% em relação ao 3T25, após neutralizar reclassificação de R$64 milhões de CAPEX para OPEX.
    • O mercado global de alumínio apresentou superávit no 4T25, mas fechou 2025 deficitário em 241 kt, enquanto o preço do alumínio na LME manteve trajetória de alta.
    • O custo de produção do alumínio líquido aumentou no 4T25, influenciado pela menor geração própria de energia devido à sazonalidade hídrica.
    • A Receita Líquida foi de R$2.194 milhões no 4T25, com redução em relação aos trimestres anteriores.
    • O Capex no 4T25 totalizou R$216 milhões, focado no reforço de manutenção e extensão da vida útil dos ativos.
    • A Companhia gerou caixa positivo no 4T25, resultado do desinvestimento em capital de giro, incluindo redução de estoque e contas a receber.
    • A dívida líquida permaneceu estável, com alavancagem financeira de 2,97x Dívida Líquida/EBITDA UDM.
    • A Votorantim assinou contrato para vender sua participação na CBA para Chalco e Rio Tinto, dependendo de aprovações regulatórias.
  19. Apresentação26 fev 2026
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    Panorama do Mercado de Alumínio - 4T25

    O mercado global de alumínio apresentou superávit no 4T25, com demanda resiliente, preços da LME em alta e melhora nas margens da indústria, embora o ano de 2025 tenha sido deficitário.

    • O mercado global de alumínio voltou a apresentar superávit no 4T25, após um déficit no 3T25, mas encerrou o ano de 2025 deficitário em 241 kt.
    • O preço do alumínio na LME manteve tendência de alta no 4T25, atingindo os níveis mais elevados desde 2022, com novo preço recorde em janeiro de 2026.
    • Os prêmios regionais, como Midwest e Rotterdam, apresentaram alta no 4T25, influenciados por tarifação e antecipação regulatória (CBAM).
    • A demanda por alumínio na China recuperou-se no 4T25, impulsionada por veículos elétricos e fontes renováveis, com o PMI de manufatura retornando à expansão em dezembro.
    • A produção anualizada de alumínio primário na China atingiu o pico histórico no 4T25, com exportações líquidas sustentadas.
    • A demanda por alumínio primário fora da China registrou alta no 4T25, superando os níveis do mesmo período de 2022-2024, apesar de PMIs ocidentais oscilarem.
    • No Brasil, a demanda por alumínio desacelerou no 4T25, mas o ano fechou positivo, com resiliência em setores como veículos leves e construção civil.
    • O preço da alumina caiu no 4T25 devido à oferta ampla, enquanto o custo da energia elétrica global, influenciado pelo carvão na China, aumentou.
    • A combinação de LME em alta e queda da alumina impulsionou as margens da indústria no 4T25, atingindo os maiores níveis em anos, especialmente na China.
  20. Fato Relevante29 jan 2026
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    CBA: Votorantim vende controle acionário para Aluminum Corp. of China e Rio Tinto

    A CBA comunicou que seu controlador, Votorantim S.A., celebrou um contrato para vender a totalidade de sua participação acionária para Aluminum Corporation of China Limited e Rio Tinto.

    • Votorantim S.A. alienou sua participação de 68,596% no capital social total e votante da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA).
    • Os compradores são Aluminum Corporation of China Limited (Chalco) e Rio Tinto.
    • O preço base por ação acordado é de R$ 10,50, totalizando R$ 4.689.369.457,50 pela totalidade da participação.
    • O preço base será ajustado pela correção CDI entre a assinatura e o fechamento da operação, e reduzido por eventuais distribuições de lucros/ativos pela CBA.
    • A implementação da Operação está sujeita ao cumprimento de condições precedentes, incluindo aprovações do CADE e autoridades antitruste em China, Alemanha, Coreia do Sul e Uruguai, além de ANEEL e CCEE.
    • Os Compradores se obrigam a realizar uma Oferta Pública de Aquisição de Ações (OPA) para os demais acionistas, conforme a Lei das S.A. e regulamentação da CVM.
    • Existe a intenção de lançar uma oferta pública para cancelamento de registro de companhia aberta de forma concomitante à OPA, mas esta poderá ser reavaliada.
  21. Fato Relevante29 jan 2026
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    CBA: Votorantim S.A. vende controle acionário para Chalco e Rio Tinto

    A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) comunicou que seu acionista controlador, Votorantim S.A., celebrou contrato para vender sua participação acionária para Aluminum Corporation of China Limited (Chalco) e Rio Tinto, resultando na trans

    • Votorantim S.A. firmou Contrato de Compra e Venda de Ações para alienar sua participação total na CBA para Aluminum Corporation of China Limited (Chalco) e Rio Tinto.
    • A participação acionária vendida corresponde a 446.606.615 ações, ou 68,596% do capital social total e votante da Companhia.
    • A operação implicará na transferência do controle acionário da CBA para os Compradores.
    • O preço base por ação acordado é de R$ 10,50, totalizando R$ 4.689.369.457,50 pelo pacote acionário.
    • O preço base será ajustado pela correção do CDI e por eventuais declarações ou pagamentos de dividendos, juros sobre capital próprio ou outras distribuições de lucros antes do fechamento.
    • O fechamento da operação está sujeito ao cumprimento de condições precedentes, incluindo aprovações do CADE, autoridades antitruste (China, Alemanha, Coreia do Sul, Uruguai), ANEEL e CCEE.
    • Os Compradores têm a obrigação de realizar uma Oferta Pública de Aquisição de Ações (OPA) para os demais acionistas da CBA, nos termos da Lei das S.A. e regulamentação da CVM.
    • Os Compradores pretendem lançar uma oferta pública para cancelamento de registro de companhia aberta concomitantemente à OPA, mas poderão reavaliar essa intenção após a consumação da Operação.
  22. Outro12 jan 2026
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    Aviso de Assembleia Geral Ordinária da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA)

    A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) informou que sua Assembleia Geral Ordinária está agendada para 29 de abril de 2026, em cumprimento à Resolução CVM nº 81/2022.

    • A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) divulgou um aviso aos acionistas e ao mercado em geral.
    • A Assembleia Geral Ordinária da Companhia está prevista para ser realizada em 29 de abril de 2026.
    • O aviso cumpre o disposto no artigo 37, §2º, da Resolução CVM nº 81/2022.
    • Informações adicionais sobre a Assembleia serão disponibilizadas oportunamente pela Companhia, conforme a legislação aplicável.
  23. Apresentação13 nov 2025
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    CBA: Visão Estratégica, Sustentabilidade e Desempenho Integrado

    A apresentação detalha os pilares estratégicos, marcos históricos, governança corporativa e o modelo de negócio da CBA, destacando sua integração vertical, compromisso ESG e desempenho operacional e financeiro.

    • A CBA atua com pilares estratégicos de competitividade, impacto positivo, transformação e crescimento, baseados em um pipeline robusto e produção de alumínio 100% de baixo carbono.
    • A empresa é a única produtora de alumínio verticalmente integrada no Brasil e faz parte da Votorantim S.A., um conglomerado com investimentos em 12 empresas em 22 países.
    • Os marcos históricos da CBA incluem expansões significativas, aquisições estratégicas (Metalex, Itapissuma, Alux do Brasil), o IPO em 2021 e a venda de ativos como Alunorte e MRN em 2024.
    • A governança é composta por um Conselho de Administração com 8 membros (3 independentes) e uma equipe executiva com experiência consolidada no setor.
    • As operações da CBA abrangem 4 minerações, 4 unidades industriais de alumínio, 2 centros de processamento e reciclagem, 21 usinas hidrelétricas e 4 complexos eólicos, empregando mais de 7.000 pessoas.
    • O negócio de alumínio é totalmente integrado, desde a mineração até produtos transformados, resultando em custos competitivos, segurança de fornecimento e autossuficiência energética e em alumina.
    • No negócio de energia, a CBA utiliza fontes 100% renováveis e rastreáveis, com um balanço energético estruturalmente "long" e novos complexos eólicos (Serra do Tigre e Cajuína III) previstos para 2025 e 2027.
    • O alumínio é posicionado como material chave para a transição energética e descarbonização, com demanda crescente em setores como transmissão, energia solar, automotivo e baterias elétricas.
    • A reciclagem é um pilar da descarbonização da indústria do alumínio, com a CBA expandindo sua capacidade e o alumínio reciclado projetado para ter uma participação crescente na demanda total.
    • O portfólio de projetos e M&A da CBA inclui a expansão da capacidade de reciclagem, o restart de fornos e a modernização tecnológica, visando redução de emissões e aumento de eficiência.
    • A Estratégia ESG 2030 da CBA está estruturada em dez alavancas temáticas, com metas corporativas e vinculação da remuneração variável aos objetivos, sendo reconhecida por certificações globais como ASI e ratings como CDP A-.
    • A CBA destaca-se na transição para uma economia de baixo carbono, com o selo Alennium certificando alumínio de baixa emissão (3.9 vezes menor que a média global na eletrólise) e uso de energia 100% renovável.
    • A empresa apresenta dados de `revenue`, `EBITDA` ajustado, `volume de vendas de alumínio` e `cogs`, além de detalhar o `CAPEX`, o `fluxo de caixa` e a estrutura de `net_debt` e `alavancagem`.
  24. Apresentação6 nov 2025
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    CBA: Destaques 3T25, Estratégia e Gestão Financeira

    Apresentação da CBA detalha os destaques do terceiro trimestre de 2025, sua estratégia de longo prazo, vantagens competitivas e a gestão financeira, incluindo o cenário de mercado de alumínio.

    • A CBA reportou destaques positivos para o 3T25, incluindo a retomada da produção de alumínio líquido, melhoria no perfil da dívida e avanço em sustentabilidade com 74/100 pontos no CSA do S&P Global.
    • A Companhia registrou, no 3T25, crescimento no Volume de Vendas e Volume de Produção de Alumínio Líquido, além de aumentos na Receita Líquida e EBITDA Ajustado em relação ao 2T25.
    • O Custo de Produção do Alumínio Líquido foi de R$12.121/t no 3T25, impulsionado por maior produção própria de alumina e diluição de custos, apesar do aumento nos custos de energia.
    • A estratégia da CBA para 2025-2030 foca em liderança na produção de alumínio de baixo carbono, práticas ESG, inovação, projetos robustos de expansão e modernização, e valorização das pessoas.
    • As vantagens competitivas da CBA incluem integração vertical, um portfólio otimizado de geração de energia, posicionamento no 1º quartil da curva global de custos e produção de alumínio 100% de baixo carbono (Alennium).
    • O mercado global de alumínio é caracterizado pela volatilidade do preço LME, oferta crescente fora da China e demanda impulsionada por novas tecnologias e eletrificação em setores como energia e transportes.
    • A gestão financeira da CBA mostra uma posição de endividamento confortável, com prazo médio de 5,5 anos e custo médio de 5,7% a.a., e a Dívida Bruta foi reduzida para R$4.189 milhões no 3T25 por liquidações e refinanciamentos.
    • A empresa adota uma política financeira conservadora, gerenciando liquidez, riscos de mercado (cambial, juros, commodities e energia) e crédito, além de utilizar estratégias de hedge para proteger o fluxo de caixa.
  25. ITR5 nov 2025
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    Demonstrações Financeiras Intermediárias Condensadas da CBA em 30 de Setembro de 2025

    A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) divulgou suas demonstrações financeiras intermediárias condensadas para o período findo em 30 de setembro de 2025, detalhando eventos relevantes e desempenho.

    • A CBA firmou acordos para aquisição de participação em ativos de autoprodução de energia eólica, prevendo fornecimento a partir de 2027.
    • Os Estados Unidos aumentaram as tarifas de importação de alumínio para 50% em junho de 2025, impactando 2% da receita líquida consolidada de exportação da CBA.
    • A Companhia realizou captações e amortizações de empréstimos, refinanciou dívidas (como uma NCE de R$500 milhões com vencimento em 2032), emitiu R$530 milhões em debêntures e captou EUR44 milhões e USD50 milhões em financiamento à exportaçã
    • Houve uma redução de capital social na CBA Itapissuma, com transferência de R$110 milhões em caixa para a CBA.
    • A Companhia reapresentou a Demonstração do Valor Adicionado (DVA) referente a 30 de setembro de 2024, devido a reclassificações sem impacto relevante em índices financeiros.
    • Não foram identificados impactos relevantes em políticas contábeis devido a novas normas em vigor, e a Companhia monitora futuras normas como IFRS 18 e CBPS 01/02.
    • A Diretoria Executiva utiliza o EBITDA ajustado como medida de desempenho para os segmentos operacionais (Alumínio, Energia e Outros).
    • Em 24 de abril de 2025, foi aprovada uma redução de capital social de R$401.048 para absorção de prejuízos acumulados, sem alteração na participação acionária ou efeito caixa.
    • Em 31 de outubro de 2025 (evento subsequente), a CBA concluiu a aquisição de participação em ativos de autoprodução de energia eólica do Complexo Serra do Tigre (60 MW médios), da Casa dos Ventos.
  26. ITR5 nov 2025
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    Demonstrações Financeiras Intermediárias Individuais e Consolidadas 3T25

    Este documento apresenta as demonstrações financeiras intermediárias condensadas individuais e consolidadas da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) para o período de nove meses encerrado em 30 de setembro de 2025, detalhando a performance

    • As demonstrações financeiras foram elaboradas conforme CPC 21 (R1) e IAS 34 para o período de nove meses encerrado em 30 de setembro de 2025.
    • O lucro líquido consolidado para os nove meses findos em 30 de setembro de 2025 foi de R$393.370, revertendo o prejuízo de R$(17.323) no mesmo período de 2024.
    • A revenue consolidada atingiu R$6.594.758 nos nove meses encerrados em 30 de setembro de 2025, um aumento em relação aos R$5.894.108 do ano anterior.
    • O EBITDA ajustado consolidado para os nove meses de 2025 foi de R$853.507, em comparação com R$893.804 no período de 2024.
    • O Índice de alavancagem financeira consolidada (Dívida líquida / EBITDA ajustado dos últimos doze meses) reduziu para 2,45x em 30 de setembro de 2025, frente a 2,84x em 31 de dezembro de 2024.
    • Eventos relevantes incluíram aquisições de participação em ativos de autoprodução de energia eólica, aumento de tarifas de importação de alumínio nos EUA e gestão de passivos com liquidações antecipadas e novos financiamentos.
    • A companhia efetuou uma redução de capital social de R$401.048 para absorver prejuízos acumulados de 2024, aprovada em abril de 2025.
    • Projetos em Obras em andamento representam investimentos significativos em Salas Fornos (R$227.705), Fábrica Alumina (R$164.687) e Upgrade Tecnológico Salas Fornos (R$124.795).
    • A aquisição de participação em ativos de autoprodução de energia eólica do Complexo Serra do Tigre (Casa dos Ventos) foi concluída em 31 de outubro de 2025, como evento subsequente.
  27. Apresentação5 nov 2025
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    CBA Resultados do Terceiro Trimestre de 2025 (3T25)

    A CBA divulgou seus resultados do 3T25, com aumento da receita líquida e lucro líquido, impulsionados pela retomada da produção de alumínio e avanço em estratégias ESG.

    • A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) registrou lucro líquido de R$131 milhões no 3T25, representando um aumento de 51% em relação ao 3T24.
    • A revenue consolidada atingiu R$2,3 bilhões (+5% vs. 3T24), impulsionada pelo volume de vendas de alumínio de 132 mil toneladas (+2% vs. 3T24) e pelo crescimento do segmento de energia (+110%).
    • O EBITDA ajustado consolidado foi de R$234 milhões no 3T25, com margem EBITDA ajustada de 10%.
    • A produção de alumínio líquido foi normalizada para 93 mil toneladas no 3T25, estável em relação ao 3T24 e 9% superior ao 2T25.
    • O custo médio de produção do alumínio líquido manteve-se estável em R$12.121/t, influenciado pela melhoria de indicadores operacionais e o ramp-up da refinaria de alumina, compensando o maior custo de energia.
    • A dívida líquida da Companhia reduziu para R$3,3 bilhões, resultando em uma alavancagem de 2,45x (dívida líquida/EBITDA ajustado LTM).
    • A CBA concluiu a aquisição de ativos de autoprodução de energia eólica com a Casa dos Ventos (60 MWm) e realizou captações de R$530 milhões em debêntures e EUR 44 milhões/US$ 50 milhões em pré-pagamento de exportação, ambos vinculados a met
    • A Companhia avançou em suas metas de sustentabilidade, obtendo 74/100 pontos no CSA da S&P Global e sendo incluída no índice IDIVERSA B3 pelo terceiro ano consecutivo.
  28. Release5 nov 2025
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    CBA: Resultados do Terceiro Trimestre de 2025

    CBA reportou melhoria operacional e financeira no 3T25, com normalização da produção de alumínio, aumento da receita e lucro líquido, avanços em ESG e redução da dívida líquida.

    • CBA apresentou melhoria operacional e financeira no 3T25, com a retomada da produção de alumínio líquido e ganhos de eficiência.
    • A receita líquida consolidada alcançou R$ 2,3 bilhões, um aumento de 5% em relação ao 3T24, impulsionada por maiores volumes de vendas de alumínio primário.
    • O EBITDA ajustado consolidado foi de R$ 234 milhões (margem de 10%), refletindo recuperação operacional em relação ao 2T25, apesar da queda de 43% vs. 3T24.
    • O lucro líquido totalizou R$ 131 milhões, um aumento de 51% em relação ao 3T24 e a reversão do prejuízo registrado no 2T25.
    • A Companhia manteve sua disciplina financeira, reduzindo a dívida líquida para R$ 3,3 bilhões e a alavancagem para 2,45x.
    • A CBA concluiu a aquisição de participação em ativos de geração eólica da Casa dos Ventos, garantindo o fornecimento de 60 aMW para a produção de alumínio.
    • A Companhia avançou em suas metas ESG, obtendo pontuação de 74/100 na avaliação CSA da S&P Global e sendo incluída no índice IDIVERSA B3 pelo terceiro ano consecutivo.
    • O custo médio de produção de alumínio líquido foi de R$ 12.121/t, estável em relação ao 2T25, com a redução do custo da alumina compensando o maior custo de energia.
    • A dívida bruta da CBA totalizou R$ 4,2 bilhões, com 59% indexados a financiamentos de sustentabilidade, e a empresa alongou o perfil de vencimento de sua dívida para 5,47 anos.
  29. Apresentação5 nov 2025
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    Apresentação de Resultados do 3T25 da CBA

    A CBA apresentou seus resultados do terceiro trimestre de 2025, destacando a retomada da produção de alumínio, crescimento da receita líquida e melhoria do perfil da dívida.

    • A CBA retomou a produção de alumínio líquido no 3T25, com melhoria dos KPIs de produção e redução do custo de alumina.
    • O perfil da dívida da Companhia melhorou com a 2ª emissão de debêntures e liquidações antecipadas, resultando em menor custo médio e prazo alongado.
    • A Companhia conquistou 74/100 pontos no Corporate Sustainability Assessment (CSA) do S&P Global em 2025 e integra a carteira do IDIVERSA B3 pelo 3º ano consecutivo.
    • A aquisição de participação em ativos de autoprodução de energia eólica foi concluída, antecipando o fornecimento de 60MWm para 2025.
    • O mercado global de alumínio retornou a um nível superavitário no 3T25 devido à desaceleração da demanda combinada com oferta estável.
    • O preço do alumínio na LME (London Metal Exchange) seguiu a tendência de alta, atingindo o maior valor dos últimos três anos em outubro.
    • A receita líquida da CBA cresceu no 3T25, impulsionada pelo maior volume de vendas e melhores preços do alumínio.
    • O custo de produção do alumínio líquido foi aliviado pela retomada da refinaria de alumina, compensando o aumento de energia.
    • O EBITDA Ajustado da Companhia apresentou uma margem de 10% no 3T25.
    • O Capex aumentou devido à parada de manutenção da refinaria de alumina.
    • A dívida líquida foi reduzida no período, beneficiada pela valorização do real frente ao dólar e pela gestão do endividamento.
    • As perspectivas para a demanda de alumínio continuam favoráveis, com expectativa de aumento no consumo, mas com pontos de atenção nos efeitos residuais de manutenção, custos globais de energia e insumos, e guerra tarifária.
  30. Apresentação3 nov 2025
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    Panorama do Mercado de Alumínio 3T25

    A CBA apresenta uma análise do mercado global e brasileiro de alumínio no terceiro trimestre de 2025, destacando tendências de oferta, demanda, preços e custos.

    • O mercado global de alumínio registrou superávit no 3T25, resultado da desaceleração da demanda combinada com oferta estável.
    • A demanda por alumínio na China recuou no 3T25 após recordes no 2T25, mas ainda foi a maior para um terceiro trimestre.
    • Os estoques oficiais de alumínio reverteram a tendência de queda no 3T25, porém os níveis em dias de consumo permanecem historicamente baixos.
    • O preço do alumínio na LME seguiu em alta no 3T25, atingindo a segunda maior média desde 2022 e o valor mais elevado dos últimos três anos em outubro.
    • Os prêmios regionais (Midwest e Rotterdam) apreciaram, impulsionados por tarifas e antecipação de demanda, respectivamente.
    • A demanda global de alumínio transformado em 2025 será impulsionada principalmente pela China e Índia, com novas tecnologias compensando setores tradicionais.
    • A produção anualizada de alumínio primário na China alcançou um recorde histórico em agosto.
    • No Brasil, a demanda por alumínio manteve-se estável no 3T25, com destaque para os setores automotivo, motocicletas e investimentos em energia e habitação.
    • O aumento dos preços dos principais insumos, como energia e alumina, elevou o custo médio da indústria no 3T25.
    • Apesar do aumento dos custos, a margem da indústria atingiu seu nível mais alto dos últimos anos, favorecida pelo aumento dos preços na LME.
    • A CBA foi impactada pela desvalorização do dólar em relação ao real, além do aumento dos custos de insumos globais.
  31. Apresentação7 ago 2025
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    CBA Apresenta Resultados do Segundo Trimestre de 2025

    A CBA divulgou seus resultados do 2T25, destacando a aquisição de ativos de energia eólica, emissão de debêntures, menor produção de alumínio líquido devido à parada da refinaria e o cenário do mercado global de alumínio.

    • A CBA adquiriu participação em ativos de autoprodução de energia eólica, adicionando 115 MWm de energia a partir de 2027.
    • A Companhia realizou sua 2ª Emissão de Debêntures para reforço de caixa e liquidação antecipada de dívidas.
    • A produção de alumínio líquido foi menor no 2T25, com a parada para manutenção da refinaria gerando impactos relevantes.
    • O balanço global de alumínio primário mostrou déficit no 2T25, com a demanda chinesa atingindo o maior patamar histórico para o período.
    • Os estoques oficiais globais de alumínio encolheram para 47 dias de consumo, o menor nível da série histórica.
    • O custo de produção do alumínio líquido aumentou 10% no 2T25 em relação ao 1T25, impulsionado principalmente pelo maior custo da alumina.
    • A revenue no 2T25 foi de R$ 2.005 milhões e o EBITDA Ajustado foi pressionado, levando a uma Margem EBITDA de 9%.
    • A dívida líquida foi reduzida pela valorização do Real frente ao dólar, e o perfil da dívida foi alongado para um prazo médio de 5,1 anos.
  32. ITR6 ago 2025
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    CBA: Demonstrações Financeiras Intermediárias Individuais e Consolidadas – 30 Jun 2025

    A CBA divulgou suas demonstrações financeiras intermediárias condensadas individuais e consolidadas para o semestre findo em 30 de junho de 2025, aprovadas em 6 de agosto de 2025, com a conclusão de revisão favorável dos auditores.

    • Os auditores independentes concluíram que as demonstrações financeiras intermediárias condensadas individuais e consolidadas estão elaboradas de acordo com CPC 21 e IAS 34, sem fatos que levassem a crer em não conformidade.
    • A Companhia atua na exploração de bauxita, produção de alumínio primário e transformados, reciclagem, e geração de energia própria, incluindo hidrelétricas e parques eólicos.
    • No primeiro semestre de 2025, a CBA firmou acordos para autoprodução de energia eólica, enfrentou aumento de tarifas de exportação de alumínio para os EUA e realizou operações de gestão de passivos, como amortização e refinanciamento de emp
    • Houve uma redução de capital na investida CBA Itapissuma, com transferência de R$110.000 para a CBA.
    • As demonstrações financeiras são apresentadas com segmentação operacional em Alumínio, Energia e Outros, utilizando o EBITDA ajustado como medida de desempenho.
    • A gestão de risco financeiro da Companhia abrange riscos cambiais e de liquidez, empregando instrumentos derivativos para hedge de fluxo de caixa, incluindo contratos de energia e NCEs.
    • Em julho de 2025, como eventos subsequentes, a CBA realizou uma nova emissão de debêntures, captação de linha de financiamento para exportações e renovação de sua linha de crédito rotativo (RCF), todas vinculadas a indicadores ESG.
  33. ITR6 ago 2025
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    CBA: Resultados do 2T25 com Impacto de Manutenção e Reforço de Caixa

    A CBA reportou resultados do 2T25 com prejuízo de R$73 milhões e receita líquida de R$2,0 bilhões, impactados por manutenção, mas avançou em diversificação energética e gestão de dívidas.

    • A Companhia registrou prejuízo líquido de R$73 milhões no 2T25, em linha com o 2T24, e receita líquida de R$2,0 bilhões, queda de 3% em relação ao ano anterior.
    • O EBITDA ajustado consolidado atingiu R$189 milhões no 2T25, uma redução de 44% em comparação ao 2T24, com a margem EBITDA ajustada em 9%.
    • O volume de vendas de alumínio foi de 119 mil toneladas (-7% vs. 2T24), enquanto o preço médio do alumínio na LME foi de US$2.448/tonelada (-3% vs. 2T24).
    • A CBA avançou na diversificação de sua matriz energética com a aquisição de ativos eólicos para fornecimento de 115MWm a partir de 2027.
    • A Companhia anunciou uma 2ª emissão de debêntures de R$530 milhões, vinculada a indicadores ESG, e refinanciou NCEs, melhorando o perfil e custo de endividamento.
    • Paradas para manutenção na refinaria de alumina e reforma de fornos de alumínio líquido impactaram a produção e aumentaram o custo de produção do alumínio líquido em 16% vs. 2T24.
    • O balanço global de alumínio apresentou déficit de 350kt no 2T25, com a demanda chinesa resiliente e a produção global (ex-China) crescendo 2,2% em 2025.
    • A dívida líquida totalizou R$3,5 bilhões, com alavancagem de 2,29x (Dívida Líquida/EBITDA ajustado) em junho de 2025.
    • A Companhia publicou seu Inventário de Emissões de GEE com Selo Ouro e concluiu a recertificação ASI em Performance e Cadeia de Custódia.
  34. Release6 ago 2025
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    CBA: Resultados do Segundo Trimestre de 2025 (2T25)

    A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) divulgou seus resultados do segundo trimestre de 2025, com impacto de paradas para manutenção na refinaria de alumina, mas avanços na diversificação energética e otimização da dívida.

    • A CBA registrou um preço médio do alumínio na LME de US$ 2.448/ton e um volume de vendas de alumínio de 119.000 toneladas métricas no 2T25, ambos com redução em relação ao 2T24.
    • A receita líquida consolidada foi de R$ 2,0 bilhões (-3% vs. 2T24) e o EBITDA Ajustado atingiu R$ 189 milhões (-44% vs. 2T24), com uma margem EBITDA Ajustada de 9%.
    • A Companhia reportou um prejuízo de R$ 73 milhões no 2T25, similar ao prejuízo do 2T24.
    • O índice de alavancagem (Dívida Líquida/EBITDA Ajustado) foi de 2,29x no 2T25, superior aos 2,15x do 1T25.
    • A CBA assinou acordos vinculativos para adquirir participações em ativos eólicos, com previsão de fornecimento de 115 MW médios a partir de 2027, visando diversificar sua matriz energética.
    • A Companhia realizou a segunda emissão de debêntures no valor de R$ 530 milhões e obteve um novo financiamento de exportação, alongando o perfil da dívida e reduzindo o custo médio.
    • Paradas para manutenção na refinaria de alumina e o overhaul de fornos impactaram a produção de alumínio e o custo de produção, que aumentou 16% em relação ao 2T24.
    • O COGS consolidado foi 10% maior que no 2T24, influenciado por maiores custos de produção e um aumento de 134% no COGS do segmento de energia devido à elevação dos custos dos contratos de energia.
    • A Companhia obteve o Selo Ouro no Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa e avançou em metas ESG, incluindo o uso de água e iniciativas sociais e de diversidade.
    • O CAPEX aumentou 17% em relação ao 2T24, impulsionado pela maior concentração de investimentos em manutenção no trimestre.
  35. Apresentação5 ago 2025
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    Panorama do Mercado de Alumínio - 2T25

    Este documento apresenta uma análise do mercado global de alumínio no segundo trimestre de 2025, destacando o déficit global, a demanda chinesa recorde, a recuperação dos preços da LME e a estabilidade da demanda no Brasil.

    • O balanço global de alumínio primário retornou ao patamar deficitário no 2T25, impulsionado pela demanda acelerada na China.
    • A demanda de alumínio na China atingiu o maior patamar histórico para o período no 2T25, apesar de incertezas macroeconômicas e guerra tarifária.
    • Os estoques globais de alumínio, medidos em dias de consumo, reduziram para 47 dias no 2T25, o menor nível histórico e abaixo do patamar de equilíbrio de 50 dias.
    • Os preços do alumínio na LME recuperaram-se gradualmente no 2T25, atingindo picos acima de US$ 2.600/t, após uma queda inicial devido a tarifas.
    • Os prêmios regionais apresentaram volatilidade: o prêmio Midwest subiu pela tarifa de 50% nos EUA, enquanto o prêmio Rotterdam recuou por demanda fraca e expectativa de maior oferta canadense.
    • O PMI industrial da China oscilou no 2T25, com sinais de enfraquecimento no consumo apesar da demanda recorde para o período.
    • A demanda de alumínio ex-China manteve-se estável no 2T25, com o PMI manufatureiro dos EUA acelerando e a Zona do Euro mostrando melhora, mas ainda em retração.
    • A demanda global por alumínio transformado deve crescer 2,3% em 2025, com liderança da Ásia (China e Índia) e retração na América do Norte.
    • A produção chinesa de alumínio estabilizou no 2T25, e as importações aceleraram, registrando o menor valor net desde 2009 em abril.
    • A demanda por alumínio no Brasil foi sustentada no 2T25 por crescimento na produção de veículos leves e carrocerias de ônibus, vendas de cimento e expansão da matriz elétrica.
    • A nova tarifa de 50% dos EUA sobre importação de alumínio não se aplica a produtos do Brasil, limitando o impacto na CBA (3% das vendas para os EUA).
    • Os preços da alumina e de energia global (Brent, carvão) apresentaram tendência de queda no 2T25, reduzindo o custo global de produção de alumínio.
    • Para a CBA, a parada de uma refinaria de alumina e o aumento dos preços da soda cáustica pressionaram os custos no 2T25, apesar da queda global nos custos de insumos.
  36. Fato Relevante30 jun 2025
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    CBA aprova 2ª emissão de debêntures simples vinculadas a metas ESG

    A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) comunicou a aprovação de sua 2ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, no valor total de R$ 530 milhões, vinculadas a metas ESG.

    • O Conselho de Administração da CBA aprovou a 2ª Emissão de Debêntures Simples, Não Conversíveis em Ações, da Espécie Quirografária, em Série Única.
    • A emissão consiste em 530.000 debêntures com valor nominal unitário de R$ 1.000,00, totalizando R$ 530.000.000,00.
    • As debêntures terão vencimento final em 7 anos a partir da Data de Emissão, com possibilidade de resgate antecipado.
    • Os juros remuneratórios serão de 100,00% da variação acumulada da taxa DI, acrescida de sobretaxa de 1,20% ao ano, sem atualização monetária do valor nominal unitário.
    • As debêntures serão registradas para distribuição no mercado primário (MDA) e negociação no mercado secundário (CETIP21) pela B3.
    • As debêntures serão caracterizadas como títulos vinculados a metas de sustentabilidade (ESG), detalhadas na Escritura de Emissão.
    • Os recursos líquidos da emissão serão destinados ao resgate antecipado das debêntures da 1ª emissão e para propósitos corporativos gerais.
  37. Apresentação12 mai 2025
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    CBA: Apresentação Institucional e Desempenho do 1T25

    Este documento apresenta a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), destacando sua integração vertical, agenda ESG, desempenho financeiro e operacional do primeiro trimestre de 2025, e perspectivas de mercado.

    • A CBA possui integração vertical completa desde a bauxita até o alumínio transformado, com capacidade de geração de energia 100% renovável e posicionamento no 1º quartil de custos e emissões de CO2 globais.
    • Os principais marcos da história da CBA incluem a fundação em 1955, expansão contínua, aquisições estratégicas (Metalex, Alux do Brasil), IPO em 2021 e projetos de crescimento e modernização.
    • A Companhia reportou um aumento da receita líquida de 38% no 1T25 em comparação com o 1T24, impulsionado por melhores preços, e um EBITDA Ajustado também em forte recuperação, atingindo 2.338 milhões R$.
    • O custo de produção do alumínio líquido aumentou no 1T25 devido ao preço de insumos, apreciação do dólar e menor diluição de custos fixos, apesar do menor consumo de contratos de energia mais caros.
    • A estratégia ESG da CBA é consolidada com programas estruturados, focando em gestão de mudanças climáticas, circularidade do alumínio e energia renovável, além de certificações e compromissos internacionais.
    • Os investimentos (Capex) estão alinhados com o cronograma, destacando projetos concluídos como o forno Sidewell e disposição de resíduos a seco, e pipeline de projetos em andamento focados em modernização, aumento de capacidade e reciclagem
    • A dívida líquida da Companhia foi reduzida em R$464 milhões em relação ao 4T24, resultado da valorização do real e liquidações antecipadas de contratos, o que também melhorou o cronograma de amortização e o custo médio da dívida.
    • O mercado de alumínio é suportado pela transição energética e descarbonização, com a CBA se beneficiando de sua competitividade em custos e emissões, embora enfrente riscos macroeconômicos e volatilidade de preços.
  38. Apresentação8 mai 2025
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    CBA: Apresentação de Resultados do Primeiro Trimestre de 2025

    A CBA apresentou resultados robustos no 1T25, com forte desempenho no negócio de alumínio, lucro líquido de R$335 milhões e significativa redução da alavancagem.

    • O negócio de alumínio registrou o melhor EBITDA ajustado desde o 2T22, impulsionado pela alta no preço médio do alumínio na LME e apreciação do dólar.
    • O lucro líquido atingiu R$335 milhões no trimestre, o melhor patamar desde o 2T22.
    • A alavancagem da companhia foi reduzida de 7,89x em março de 2024 para 2,15x em março de 2025.
    • Dívidas no valor de R$525 milhões foram liquidadas antecipadamente com recursos próprios, otimizando o custo e alongando o prazo médio.
    • A CBA foi reconhecida no S&P Global Sustainability Yearbook 2025 e integrou a 20ª Carteira do ISE B3, ocupando a 12ª posição.
    • O balanço global de alumínio voltou a ser superavitário no 1T25, com a demanda na China atingindo o maior patamar histórico para o período.
    • O preço médio do alumínio na LME subiu no 1T25 comparado ao 4T24 e 1T24, mas recuou no final do trimestre devido a tarifas recíprocas.
    • Indicadores setoriais no Brasil mostram crescimento na produção automotiva (+8%), carroceria de ônibus (+9%) e venda de cimento interno (+6%) no 1T25, impulsionando a demanda por alumínio.
    • O volume de produção de alumínio líquido foi afetado pela sazonalidade, e o custo de produção aumentou devido a preços de insumos e valorização do dólar.
    • A receita líquida e o EBITDA ajustado foram impactados positivamente pelos melhores preços praticados, com a receita dolarizada reforçando a competitividade.
    • O Capex está em linha com o cronograma dos projetos, e o fluxo de caixa foi impactado por um aumento sazonal no estoque de capital de giro.
    • A dívida líquida foi reduzida em R$464 milhões em relação ao 4T24, beneficiada pela valorização do real e liquidações antecipadas de financiamentos.
  39. Apresentação6 mai 2025
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    Panorama do Mercado de Alumínio no 1T25

    O documento apresenta uma análise do mercado global de alumínio no primeiro trimestre de 2025, destacando o balanço de oferta e demanda, níveis de estoque, preços, custos de produção e indicadores setoriais no Brasil e no mundo.

    • O balanço global de alumínio registrou superávit no 1T25, impactado sazonalmente pelo Ano Novo Chinês, mas a demanda na China atingiu o maior patamar histórico para o período.
    • Os estoques oficiais de alumínio da LME diminuíram no 1T25, enquanto os da SHFE tiveram aumento sazonal; os estoques em dias de consumo permaneceram abaixo dos níveis dos últimos dois anos.
    • O preço médio do alumínio na LME no 1T25 foi o mais alto desde o 2T22, mas houve queda no final do trimestre devido ao anúncio de tarifas recíprocas entre EUA e China.
    • A demanda por alumínio na China é impulsionada pela transição energética e pelo otimismo do setor industrial, com o PMI de manufatura acima de 50 em 5 dos últimos 6 meses.
    • A demanda por alumínio no mundo ex-China no 1T25 superou os dois anos anteriores, embora o PMI de manufatura dos EUA tenha recuado, o da Zona do Euro mostrou melhora.
    • A projeção para 2025 é de crescimento de 3,4% na demanda global de alumínio transformado, com avanço em todas as regiões e segmentos, especialmente energia, compensando desafios na construção civil chinesa.
    • No Brasil, a demanda por alumínio permanece positiva no 1T25, com destaque para o crescimento de 8% na produção automotiva, 9% na produção de carrocerias de ônibus e 6% na venda de cimento interno.
    • A queda nos preços de alumina e energia no 1T25, decorrente da normalização da oferta e demanda, contribuiu para a redução dos custos globais de produção.
    • A CBA mantém uma posição competitiva no primeiro quartil da curva de custos globais de alumínio líquido, beneficiando-se da redução dos custos de alumina e energia.
    • Tensões comerciais entre EUA e China, riscos macroeconômicos e a previsão de menor afluência hídrica em 2025 são identificados como pontos de atenção.
  40. Outro24 abr 2025
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    CBA: Ata da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária (24/04/2025)

    A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) aprovou as demonstrações financeiras de 2024, a destinação do prejuízo, a reeleição de conselheiros, a remuneração dos administradores e uma redução de capital para absorver prejuízos acumulados.

    • Aprovação das demonstrações financeiras e relatório da administração referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2024.
    • Aprovação da destinação do prejuízo de R$ 180.671.393,23 apurado em 2024 à rubrica de prejuízos acumulados, sem distribuição de dividendos.
    • Fixação do número de membros do Conselho de Administração em 8 e reeleição dos atuais membros para um mandato unificado de 2 anos.
    • Rerratificação da remuneração global anual dos administradores para 2024 para valor não superior a R$ 33.525.382,11.
    • Fixação da remuneração global anual dos administradores para 2025 em valor não inferior a R$ 41.697.033,43.
    • Aprovação, sob condição suspensiva, da redução do capital social em R$ 401.048.504,14 para absorver prejuízos acumulados.
    • Aprovação, sob condição suspensiva, da alteração do Estatuto Social para refletir o capital social atualizado de R$ 4.554.454.052,04.
  41. Fato Relevante24 abr 2025
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    CBA: Aprovação de Redução de Capital Social pela AGOE

    A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) informou a aprovação em Assembleia Geral de uma redução de capital social de R$ 401 milhões para absorver prejuízos acumulados, sujeita à anuência de credores.

    • A Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária (AGOE) da CBA aprovou a redução do capital social.
    • A redução será no valor de R$ 401.048.504,14 (quatrocentos e um milhões, quarenta e oito mil, quinhentos e quatro reais e quatorze centavos).
    • O objetivo da redução é absorver prejuízos acumulados apurados nas Demonstrações Financeiras do exercício social findo em 31 de dezembro de 2024.
    • A operação não implica cancelamento de ações ou restituição de valores aos acionistas.
    • A Redução de Capital está sujeita à obtenção de anuência prévia dos credores de determinados contratos financeiros da Companhia.
    • A anuência prévia da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) já foi obtida, e a negociação com os credores está em curso.
    • Após a implementação da condição suspensiva, o capital social da Companhia passará de R$ 4.955.502.556,18 para R$ 4.554.454.052,04.
    • Trata-se de uma operação meramente contábil que visa adequar o valor do capital social ao patrimônio líquido, compatibilizando-o à realidade econômico-financeira da Companhia.
    • O número de ações detidas pelos acionistas e seu percentual de participação na Companhia permanecem inalterados.
  42. Outro7 jan 2025
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    Aviso aos Acionistas: Data da Assembleia Geral Ordinária da CBA em 2025

    A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) comunicou aos acionistas e ao mercado a data prevista para a realização de sua Assembleia Geral Ordinária de 2025.

    • A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) informou sobre a sua Assembleia Geral Ordinária (AGO) do exercício social de 2025.
    • A AGO está prevista para ser realizada no dia 24 de abril de 2025.
    • O aviso cumpre o disposto no artigo 37, §2º, da Resolução CVM nº 81/2022.
    • A Companhia disponibilizará as demais informações relacionadas à AGO nos termos e prazos estabelecidos na legislação aplicável.
  43. ITR8 mai 2023
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    Demonstrações Financeiras Intermediárias Condensadas CBA - 1T23

    A CBA publicou suas Demonstrações Financeiras Intermediárias Condensadas do primeiro trimestre de 2023, detalhando resultados, eventos do período, investimentos, captações e gestão de riscos financeiros e socioambientais.

    • A CBA divulgou suas demonstrações financeiras intermediárias condensadas individuais e consolidadas referentes ao primeiro trimestre encerrado em 31 de março de 2023.
    • A Companhia contratou R$179,3 milhões em financiamentos com o BNDES e US$107,9 milhões (R$557,4 milhões) em linhas de crédito à exportação no trimestre, sendo parte destas atreladas a metas ESG.
    • Foram homologadas 316.000 toneladas de créditos de carbono, em parceria com a Reservas Votorantim, que foram registradas como estoques e afetaram outras receitas/despesas operacionais.
    • A CBA realizou um swap de contrato de energia, com valor justo inicial negativo de R$213 milhões, para mitigar a exposição de risco de indexadores (IPCA/IGP-M) para valores fixos em dólar.
    • Houve reversão do impairment da Unidade de Niquelândia de R$120,889 milhões, em função da venda parcial da operação de níquel para a Wave Nickel Brasil, concluída em abril de 2023.
    • A Companhia adquiriu uma participação adicional de 1,7065% na CBA Machadinho Participações S.A. por R$35,413 milhões, aguardando anuência da ANEEL.
    • Os dividendos mínimos obrigatórios de R$206,042 milhões, relativos ao exercício de 2022, foram aprovados em Assembleia Geral Extraordinária Ordinária em 27 de abril de 2023.
    • Todos os covenants financeiros da interveniente garantidora Votorantim S.A. foram cumpridos em 31 de março de 2023.
    • Os segmentos operacionais da CBA são Alumínio, Energia e Níquel, sendo o EBITDA ajustado o indicador principal de desempenho para a gestão.
  44. Outro27 abr 2023
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    CBAV3: Aviso aos Acionistas - Declaração e Pagamento de Dividendos

    A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) informou a declaração e aprovação do pagamento de dividendos referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2022.

    • A Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária (AGOE) de 27 de abril de 2023 declarou e aprovou o pagamento de dividendos.
    • O montante total dos dividendos é de R$ 206.042.831,20.
    • O valor bruto por ação ordinária é de R$0,34580615046.
    • Farão jus ao recebimento dos dividendos os acionistas registrados até o final do dia 27 de abril de 2023.
    • As ações da Companhia passarão a ser negociadas ex-dividendos a partir de 28 de abril de 2023.
    • O pagamento será realizado até 31 de dezembro de 2023, sem atualização monetária ou juros.
    • O recebimento do dividendo será isento de Imposto de Renda.
  45. Release15 mar 2022
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    CBA: Destaques dos Resultados do Quarto Trimestre de 2021

    A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) divulgou resultados recordes no 4T21, impulsionados pelo aumento nos preços do alumínio e volume de vendas, e apresentou suas iniciativas estratégicas e de ESG.

    • O 4T21 registrou `revenue` de R$2,4 bilhões, `net_income` de R$615 milhões e EBITDA ajustado de R$501 milhões, marcando recordes para a Companhia.
    • O preço médio do alumínio na LME atingiu US$2.762/t no 4T21, um aumento de 44% em relação ao 4T20, impulsionado pela crise energética na Europa e China.
    • A Companhia adquiriu 80% do capital social da Alux do Brasil e inaugurou um forno Sidewell na Metalex, aumentando a capacidade de produção de tarugos para 90 mil toneladas/ano, para fortalecer a reciclagem.
    • A CBA emitiu R$230 milhões em debêntures verdes para projetos ambientais e resgatou US$50 milhões de seus Bonds, otimizando o perfil da dívida e alcançando uma `alavancagem` de 1,08x.
    • O `cogs` aumentou 39% no 4T21, influenciado pela inflação de custos na indústria global, crise energética, e aumento dos preços de óxido de alumina e outros insumos.
    • Em relação ao ESG, a CBA registrou emissões de GEE de 2,6 t CO2e/t de alumínio líquido (4,6x menor que a média global) e a taxa de frequência de acidentes de 1,68 (47% abaixo da média da indústria).
    • Foi proposto o pagamento de R$172 milhões (R$0,29 por ação) em `dividendos` aos acionistas, sujeito à aprovação em Assembleia Geral.
  46. Fatores de Risco Operacionais, Financeiros e Regulatórios da Companhia

    O documento detalha os principais fatores de risco da Companhia, abordando aspectos operacionais de mineração e energia, financeiros, regulatórios, sociais, ambientais e macroeconômicos que podem impactar seus negócios e resultados.

    • Riscos operacionais incluem desafios na exploração e desenvolvimento mineral, dependência de licenciamento e alvarás, a criticidade de barragens de rejeitos e a incerteza das estimativas de recursos e reservas minerais.
    • A Companhia enfrenta riscos financeiros e tributários, como mudanças na legislação fiscal, contingências significativas, manutenção de benefícios fiscais, e o cumprimento de covenants em contratos de dívida.
    • Questões regulatórias afetam a Companhia, com foco na renovação de outorgas de usinas hidrelétricas e na conformidade com normas ambientais e de segurança de barragens, que podem gerar custos ou interrupções.
    • Riscos macroeconômicos e de mercado envolvem a volatilidade nas cotações da London Metal Exchange (LME), flutuações cambiais, inflação, taxas de juros e instabilidade política e econômica no Brasil.
    • A Companhia está exposta a riscos relacionados à cadeia de suprimentos, dependência de fornecedores, capacidade de investimento em projetos, impactos de aquisições e o potencial de diluição acionária.
    • Riscos ambientais e sociais incluem o gerenciamento de impactos das atividades de mineração, conformidade com a LGPD e a Lei Anticorrupção, além de desentendimentos com stakeholders e comunidades locais.
    • O documento lista os cinco principais fatores de risco: variações na LME, instabilidade da taxa de câmbio, rompimento de barragens, exploração de atividades de mineração e alterações legislativas/regulatórias.
    • É apresentado um panorama de processos judiciais e administrativos relevantes, com valores provisionados e classificação de chance de perda (remota, possível) para diversas contingências, incluindo cíveis e fiscais.