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BCO AMAZONIA S.A.
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Comunicações
7 documentos- ITR15 mai 2026Abrir fonte ↗
Informações Trimestrais (ITR) do Banco da Amazônia - 1T26
O Banco da Amazônia S.A. divulga suas Informações Trimestrais (ITR) para o 1º trimestre de 2026, apresentando a posição financeira, resultados e gestão de riscos.
- O Ativo Total do Banco da Amazônia S.A. atingiu R$ 64,64 bilhões em 31 de março de 2026, um aumento em relação a R$ 63,32 bilhões em 31 de dezembro de 2025.
- O Lucro Líquido do período de janeiro a março de 2026 foi de R$ 47,54 milhões, uma redução significativa em comparação com os R$ 307,46 milhões registrados no mesmo período de 2025.
- O Patrimônio Líquido totalizou R$ 7,18 bilhões em 31 de março de 2026, mantendo-se estável em relação a R$ 7,16 bilhões no final de 2025.
- As Operações de Crédito apresentaram um saldo de R$ 43,03 bilhões no trimestre atual, comparado a R$ 41,30 bilhões no exercício anterior.
- O Índice de Basileia encerrou o 1º trimestre de 2026 em 13,0%, acima do requerimento mínimo regulatório.
- O Índice de Liquidez de Curto Prazo (LCR) foi de 487% em 31 de março de 2026, indicando robustez na gestão de liquidez.
- O Banco continua monitorando investigações internas sobre irregularidades em operações de crédito passadas, com provisões em vigor e sem impactos na qualidade das informações financeiras.
- ITR15 mai 2026Abrir fonte ↗
Banco da Amazônia: Relatório da Administração do Primeiro Trimestre de 2026
O Banco da Amazônia apresenta seus resultados do 1T26, detalhando o desempenho financeiro e operacional, o cenário macroeconômico, e os avanços em gestão, tecnologia e sustentabilidade, mesmo diante de pressões na rentabilidade.
- O Lucro Líquido no 1T26 foi de R$ 47,5 milhões, impactado por um aumento de 159,6% nas despesas com provisão para perdas associadas ao risco de crédito.
- A Carteira de Crédito Total atingiu R$ 68,2 bilhões, crescendo 14,0% em relação a março/25, impulsionando as Receitas da Intermediação Financeira para R$ 1,66 bilhão (+16,5%).
- A inadimplência acima de 90 dias encerrou o 1T26 em 5,39%, um aumento de 2,47 p.p. em comparação com o 1T25, influenciada pelo cenário macroeconômico e pela Resolução CMN nº 4.966/2021.
- O Patrimônio Líquido alcançou R$ 7,2 bilhões (+7,3% sobre março/25), e o Índice de Basileia se manteve em 13,0%, acima do mínimo regulatório.
- O volume de contratações de crédito totalizou R$ 4,0 bilhões no 1T26 (-5,8% vs. 1T25), refletindo uma postura mais conservadora na concessão, com foco na qualidade da carteira.
- Houve crescimento significativo no número de contratos de fomento (+96,1%) e no PRONAF (+113,0%), com expansão do alcance e capilaridade em municípios da Amazônia Legal.
- O programa de Microcrédito Produtivo Orientado (MPO) registrou um crescimento de 108,8%, totalizando R$ 322,1 milhões em contratações.
- As despesas administrativas cresceram 33,6%, somando R$ 410,8 milhões, impulsionadas por investimentos no Programa Transformação, modernização tecnológica e aprimoramento de processos.
- A companhia continua avançando em sua agenda ASG, com destaque para o Programa Floresta+ (90,68 mil hectares preservados, R$ 18,11 milhões pagos, 2.414 provedores beneficiados).
- As ações ordinárias BAZA3 valorizaram 7,0% no 1T26, e a base acionária cresceu 7,43%, com maior participação de investidores pessoas físicas.
- A empresa está modernizando o Core Bancário, expandindo canais digitais e investindo em tecnologia da informação e segurança digital, incluindo biometria comportamental e IA.
- Apresentação20 abr 2026Abrir fonte ↗
Apresentação de Resultados do Exercício de 2025
Apresentação detalhando os resultados financeiros e operacionais do Banco da Amazônia referentes ao exercício de 2025, com comparativos anuais e destaques por segmentos.
- A rede de atendimento do Banco da Amazônia conta com 29 Agências de Negócios e 95 Agências Tradicionais, servindo 1,3 milhão de clientes.
- Os destaques financeiros do período incluem Patrimônio Líquido de R$ 7,2 bilhões, Lucro Líquido de R$ 1,11 bilhão e ROAE de 16,2%.
- A Carteira de Crédito totalizou R$ 66,8 bilhões, apresentando um crescimento de 20,4%, com foco no crédito direcionado para agricultura familiar e pequenos negócios.
- A inadimplência geral foi de 4,67%, com o Índice de Basileia em 13,28%.
- No âmbito ASG, foram investidos R$ 142,0 milhões no programa BASA Acredita Pra Elas e R$ 9,9 bilhões em Linhas Verdes para desenvolvimento sustentável.
- As Receitas de Intermediação Financeira cresceram 11,2%, e as Despesas Administrativas mostraram um aumento de 33,2% devido a investimentos operacionais.
- Release17 abr 2026Abrir fonte ↗
Banco da Amazônia - Earnings Release 2025: Destaques e Desempenho
O Banco da Amazônia divulgou os resultados de 2025, destacando lucro líquido de R$ 1,11 bilhão, forte crescimento da carteira de crédito, aumento da inadimplência e progresso em agenda estratégica e ASG.
- O lucro líquido atingiu R$ 1,11 bilhão em 2025, sustentado pelo crescimento de 22,3% nas receitas e por um crédito tributário de R$ 339,0 milhões, apesar de uma redução de 2,4% em relação ao ano anterior.
- A carteira de crédito encerrou dezembro de 2025 em R$ 66,8 bilhões, representando um crescimento de 20,4% em 12 meses, com contratações de crédito de R$ 23,8 bilhões no exercício, 31,0% superior a 2024.
- O patrimônio líquido alcançou R$ 7,2 bilhões, um avanço de 9,7% na comparação anual, e o ROAE foi de 16,2% em 2025.
- O Índice de Basileia se manteve sólido em 13,28%, acima do mínimo regulatório e alinhado à estratégia de crescimento.
- A inadimplência acima de 90 dias aumentou para 4,67% em dezembro de 2025, ante 2,15% em dezembro de 2024, devido ao ambiente macroeconômico restritivo e à pressão sobre o agronegócio e segmentos específicos.
- As contratações em crédito de fomento somaram R$ 20,2 bilhões, com R$ 17,8 bilhões aplicados com recursos do FNO, ambos com crescimento de cerca de 30% e 31%, respectivamente.
- Linhas estratégicas apresentaram forte avanço, incluindo R$ 2,7 bilhões no PRONAF (+99,7%), R$ 12,2 bilhões em apoio a pequenos negócios (+33,7%), R$ 3,6 bilhões em crédito comercial (+36,7%) e R$ 949,2 milhões no MPO (+141,6%).
- O Banco progrediu no Programa Transformação 2024–2030, com foco na modernização tecnológica, expansão de soluções digitais, integração de canais e lançamento de uma nova marca institucional.
- A rede de atendimento encerrou 2025 com 124 agências e 76 Unidades de Microfinanças, e a base de contas correntes cresceu 18,4%, enquanto as transações digitais aumentaram 20,6%.
- Na agenda ASG, o Banco avançou na estruturação de operação de crédito de US$ 100 milhões com o Banco Mundial para Transição Energética na Amazônia Legal e reforçou seu posicionamento na COP30.
- As despesas administrativas cresceram 37,5% para R$ 1,7 bilhão, impulsionadas por investimentos no Programa Transformação, porém o Índice de Eficiência Operacional permaneceu em 35,6%.
- As ações BAZA3 registraram retração de 10,5% em 2025, mas apresentaram um retorno total ao acionista de 178,08% nos últimos cinco anos, superando a inflação acumulada no período.
- DFP16 abr 2026Abrir fonte ↗
Demonstrações Financeiras Anuais Completas Banco da Amazônia 2025
O documento apresenta as demonstrações financeiras completas do Banco da Amazônia para o exercício de 2025, incluindo balanço, resultados e fluxos de caixa, auditadas pela PwC.
- As demonstrações financeiras anuais completas para o exercício de 2025 foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis brasileiras aplicáveis a instituições autorizadas pelo Banco Central do Brasil.
- O Balanço Patrimonial em 31 de dezembro de 2025 registrou Ativo Total de R$ 63.323.902 mil e Passivo Total + Patrimônio Líquido de R$ 63.323.902 mil.
- O Lucro Líquido do período foi de R$ 1.105.418 mil para o exercício de 2025, com Receitas da Intermediação Financeira de R$ 6.405.798 mil.
- A Demonstração do Fluxo de Caixa (método indireto) reportou um caixa líquido gerado nas atividades operacionais de R$ 991.730 mil no exercício de 2025.
- A auditoria independente PwC emitiu uma opinião sem ressalvas, destacando provisões para perdas esperadas, recuperabilidade de créditos tributários e benefícios a empregados como Principais Assuntos de Auditoria.
- O Comitê de Auditoria Estatutário e o Conselho Fiscal recomendaram a aprovação das demonstrações financeiras, apontando fragilidades e oportunidades de melhoria nos controles internos.
- O Banco detalha suas políticas contábeis para ativos e passivos financeiros (custo amortizado, VJORA), gerenciamento de risco de crédito, tributos e benefícios a empregados.
- A instituição opera e administra fundos de desenvolvimento e financiamento como FINAM, FDA e FNO, detalhando suas obrigações e receitas associadas.
- Em 31 de dezembro de 2025, o Índice de Basileia do Banco foi de 13,3%, mantendo-se acima do requerimento regulatório, com Patrimônio de Referência de R$ 7.240.499 mil.
- Relatório Anual16 abr 2026Abrir fonte ↗
Relatório da Administração Banco da Amazônia - 4T25
O Banco da Amazônia apresenta os resultados do quarto trimestre e o consolidado de 2025, destacando performance financeira, avanços no programa de transformação e compromisso com o desenvolvimento sustentável da Amazônia.
- O Banco encerrou 2025 com Lucro Líquido de R$ 1,11 bilhão (-2,4% vs 2024), Carteira de Crédito de R$ 66,8 bilhões (+20,4%) e Patrimônio Líquido de R$ 7,2 bilhões.
- O Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio (ROAE) foi de 16,2%, a inadimplência geral acima de 90 dias atingiu 4,67% e o Índice de Basileia se manteve em 13,28%.
- A instituição avançou no Programa de Transformação e no Planejamento Estratégico 2024-2030, com foco em valor sustentável, governança, eficiência operacional e modernização tecnológica.
- As contratações de crédito totalizaram R$ 23,8 bilhões (+31,0%) em 2025, incluindo R$ 17,8 bilhões via FNO e R$ 6,2 bilhões no Plano Safra 2025/2026.
- O Banco teve atuação de destaque na agenda ASG, com participação na COP30 e Climate Week NYC, além de investimentos em Linhas Verdes (R$ 9,9 bilhões) e inauguração do Centro Cultural Banco da Amazônia.
- Houve crescimento da base de contas correntes para 503 mil (+18,4%) e das transações digitais, com o mobile banking consolidado como principal canal.
- As despesas administrativas cresceram 37,5% para R$ 1,7 bilhão, impulsionadas por investimentos estratégicos em tecnologia, enquanto o Índice de Eficiência Operacional (IEO) foi de 35,6%.
- A gestão de capital demonstrou solidez, com o Patrimônio de Referência crescendo 100% e o Índice de Basileia permanecendo acima do mínimo regulatório entre 2021 e 2025.
- A instituição cumpriu a Lei nº 15.177/2025, divulgando a política de equidade e indicadores de participação feminina e remuneração por gênero, reforçando o compromisso com a igualdade remuneratória.
- As ações BAZA3 registraram retração de 10,5% em 2025, mas um retorno total (Total Return) de 178,08% nos últimos cinco anos, apesar da baixa liquidez média diária de R$ 387 mil.
- Outro31 dez 2025Abrir fonte ↗
Relatório de Gerenciamento de Riscos - 4º Trimestre / 2025
O Banco da Amazônia S.A. publica o relatório de gerenciamento de riscos referente ao quarto trimestre de 2025, detalhando seus indicadores prudenciais e a estrutura de gestão de riscos e capital em conformidade com as regulamentações do BAC
- O relatório cumpre as exigências do art. 56 da Resolução CMN 4.557/2017 e da Resolução BACEN 54/2020, apresentando informações sobre indicadores prudenciais, gerenciamento de riscos e liquidez.
- O Banco da Amazônia, um banco de desenvolvimento regional focado na Amazônia Legal, mantém seu Patrimônio de Referência (PR) e Capital Principal acima dos requerimentos mínimos regulatórios.
- Em 31 de dezembro de 2025, o Patrimônio de Referência (PR) atingiu R$ 7 bilhões, um crescimento de 12,6% em relação ao ano anterior, e o Índice de Basileia foi de 13,28%.
- A estrutura de governança de riscos e capital inclui comitês (COERC, COASG, COGEC) e adota o modelo de Três Linhas de Defesa, além de possuir uma Declaração de Apetite por Riscos (RAS).
- A gestão integrada de riscos e capital abrange riscos de crédito, mercado, IRRBB, operacional, liquidez, social, ambiental e climático (RSAC), com políticas e diretrizes definidas para cada um.
- O gerenciamento do risco de crédito é adaptado ao modelo de negócios regional do Banco, com diversificação setorial, operações estruturadas e monitoramento contínuo da qualidade da carteira e dos limites de exposição.
- Para o Risco de Mercado, utiliza metodologia padronizada para monitorar flutuações em taxas de juros, câmbio e preços, com 93,70% da carteira de TVM indexada à SELIC/CDI.
- O risco de liquidez é monitorado diariamente com simulações de estresse e manutenção de um colchão de liquidez composto por ativos de alta liquidez.
- O risco operacional é definido como a possibilidade de perdas por falhas em processos, pessoas, sistemas ou eventos externos, com monitoramento de indicadores como fraudes e falhas de TI.
- A gestão do Risco Social, Ambiental e Climático (RSAC) é integrada aos processos de concessão de crédito e contratação de fornecedores, com diretrizes baseadas na Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (PRSAC).
- O risco de taxa de juros na carteira bancária (IRRBB) é gerenciado com base em Resoluções do BACEN, utilizando as métricas ΔEVE (Valor Econômico da Carteira) e ΔNII (Margem de Juros Líquida) e cenários de choque de taxas.